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Dois amigos alugaram dois carros (um carro cada um), da mesma categoria, em duas locadoras diferentes. A Locadora A cobra uma diária de R$ 100,00, acrescida de um valor de R$ 0,50 por km rodado; enquanto a Locadora B cobra uma diária de R$ 70,00, acrescida de R$ 0,80 por km rodado. Sabe-se que os dois entregaram os carros no final do dia e que pagaram o mesmo valor pela locação dos veículos. Pode-se afirmar que o valor pago e a quilometragem percorrida por cada um foram, respectivamente, iguais a:

 

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Ao hospedar-se em uma pousada durante um final de semana, uma pessoa consumiu no café da manhã de sábado, 1 fatia de bolo de fubá e 2 pães de queijo, totalizando 180g. Na manhã do domingo, esta mesma pessoa consumiu no café da manhã 2 fatias de bolo de fubá e 3 pães de queijo, totalizando 310g. Sabendo que o valor energético de 100g de bolo de fubá equivale a 282,5 kcal e que o valor energético de 100g de pão de queijo equivale a 270 kcal, pode-se afirmar que o consumo energético, em kcal, dessa pessoa, no café da manhã de domingo foi de:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

Leia as considerações sobre tipologia e gênero do texto de referência.

I – Trata-se de um artigo de opinião em que as autoras expõem seu ponto de vista sobre a importância da mudança de hábitos alimentares por meio da redução de ingestão de carboidratos.

II – Por ser um texto do tipo narrativo, as autoras introduzem a fala de uma pesquisadora com a finalidade de informar o leitor sobre o tema tratado.

III – O texto pertence ao gênero reportagem, pois apresenta fatos científicos sobre o desejo pelo consumo de carboidratos, além de expor informações de recentes pesquisas acerca do tema.

IV – Predomina no texto a tipologia descritiva, dado o seu objetivo comunicativo de transmitir ao leitor um conjunto de detalhes acerca da percepção de sabores.

V – Encontramos no texto a predominância da tipologia expositiva, pois através de linguagem objetiva e impessoal as autoras almejam explicar, avaliar e refletir sobre a temática em questão.

Estão CORRETAS as declarações feitas em:

 

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O texto a seguir serve de referência para à questão abaixo.

Ifes é projeto de vida de muitos estudantes no Espírito Santo”, afirma Ministro da Educação

O Ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, que participou da cerimônia de inauguração das obras de expansão dos campi Vila Velha e Serra, na última terça-feira (18), defendeu o Ensino Médio profissionalizante e relatou que muitos jovens capixabas enxergam o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) como seu projeto de vida. “Perguntei aos alunos da Escola Viva e o que eles querem para vida deles é estudar nesta instituição”, afirmou.

O ministro ainda defendeu a verticalização do ensino e disse que o Brasil deveria seguir o exemplo de países como a Alemanha e a Áustria. “Em países como a Alemanha, cerca de 50% dos estudantes fazem cursos técnicos. A educação técnica não é menos, é muito mais e não é o fim da linha, pois instituições como o Ifes verticalizam a educação, oferecendo também cursos superiores”, defendeu Rossieli. [...]

O reitor do Ifes, Jadir José Pela, utilizou seu momento de fala para explicar as razões dos excelentes resultados alcançados pela instituição. “Nós temos bons estudantes, temos boa estrutura, temos servidores bem formados, mas temos algo a mais, que é a cultura da qualidade, a cultura da prestação de um bom serviço, que herdamos da antiga Escola Técnica, do Cefetes e das agrotécnicas de Alegre, Colatina e Santa Teresa. Essa é uma base importante e esse o clima que a nossa instituição produz”, destacou o reitor. [...]

A cerimônia também contou com a apresentação de estudantes do primeiro ano do curso Técnico Integrado em Biotecnologia do Campus Vila Velha, que cantaram músicas na abertura e no momento de descerramento das placas. A inauguração dos novos blocos permitirá a continuidade da oferta qualificada de educação profissional e elevará o potencial de desenvolvimento de projetos de ciência, tecnologia e inovação do Ifes, em benefício das comunidades locais dos campi.

Fonte: Assessoria de Comunicação. “Ifes é projeto de vida de muitos estudantes no Espírito Santo”, afirma Ministro

da Educação. Disponível em: <https://ifes.edu.br/noticias/18307-ifes-e-projeto-de-vida-de-muitos-estudantes-no-

espirito- santo-afirma-ministro-da-educacao>. Acesso em: 10 jan. 2019 (adaptado).

Em relação às regras de acentuação gráfica aplicadas a palavras do texto de referência, assinale a afirmação INCORRETA:

 

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O texto a seguir serve de referência para à questão abaixo.

Ifes é projeto de vida de muitos estudantes no Espírito Santo”, afirma Ministro da Educação

O Ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, que participou da cerimônia de inauguração das obras de expansão dos campi Vila Velha e Serra, na última terça-feira (18), defendeu o Ensino Médio profissionalizante e relatou que muitos jovens capixabas enxergam o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) como seu projeto de vida. “Perguntei aos alunos da Escola Viva e o que eles querem para vida deles é estudar nesta instituição”, afirmou.

O ministro ainda defendeu a verticalização do ensino e disse que o Brasil deveria seguir o exemplo de países como a Alemanha e a Áustria. “Em países como a Alemanha, cerca de 50% dos estudantes fazem cursos técnicos. A educação técnica não é menos, é muito mais e não é o fim da linha, pois instituições como o Ifes verticalizam a educação, oferecendo também cursos superiores”, defendeu Rossieli. [...]

O reitor do Ifes, Jadir José Pela, utilizou seu momento de fala para explicar as razões dos excelentes resultados alcançados pela instituição. “Nós temos bons estudantes, temos boa estrutura, temos servidores bem formados, mas temos algo a mais, que é a cultura da qualidade, a cultura da prestação de um bom serviço, que herdamos da antiga Escola Técnica, do Cefetes e das agrotécnicas de Alegre, Colatina e Santa Teresa. Essa é uma base importante e esse o clima que a nossa instituição produz”, destacou o reitor. [...]

A cerimônia também contou com a apresentação de estudantes do primeiro ano do curso Técnico Integrado em Biotecnologia do Campus Vila Velha, que cantaram músicas na abertura e no momento de descerramento das placas. A inauguração dos novos blocos permitirá a continuidade da oferta qualificada de educação profissional e elevará o potencial de desenvolvimento de projetos de ciência, tecnologia e inovação do Ifes, em benefício das comunidades locais dos campi.

Fonte: Assessoria de Comunicação. “Ifes é projeto de vida de muitos estudantes no Espírito Santo”, afirma Ministro

da Educação. Disponível em: <https://ifes.edu.br/noticias/18307-ifes-e-projeto-de-vida-de-muitos-estudantes-no-

espirito- santo-afirma-ministro-da-educacao>. Acesso em: 10 jan. 2019 (adaptado).

Das seguintes observações e implicações acerca da concordância entre termos do texto de referência, indique a única alternativa INCORRETA:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

Compreende-se, a partir da leitura do texto de referência, que:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

A seguir, citam-se versos de canções populares brasileiras que contextualizam as palavras negritadas e sublinhadas em âmbito marcadamente conotativo, ao contrário do que ocorre no texto de referência. Assinale a única opção em que a palavra em destaque mantém o sentido denotativo:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

A única alternativa seguinte em que o uso do “por que” NÃO se justifica pelo mesmo motivo pelo qual é usado no título do texto de referência é:

 

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2564015 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
Provas:

O Premiere Pro é um software de edição de vídeo largamente utilizado por estúdios de edição. Sobre esse ambiente de edição de vídeo, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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De acordo com a Lei 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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