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341193 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos

Está no senso comum que somos terríveis para lembrar nomes. As festas de Natal, por exemplo, comprovam isso: todo ano acontece a experiência constrangedora de esquecer o nome daquela prima de segundo grau. E aí sempre vem a desculpa “sou péssimo com nomes”.

Mas cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, afirmam que essa impressão é falsa: segundo eles, lembramos muito mais de nomes do que de rostos. O problema está em confundirmos duas coisas: reconhecimento e recordação. Segundo os pesquisadores, os seres humanos são, por natureza, melhores em reconhecer do que em lembrar.

Os psicólogos fazem uma distinção entre esses dois tipos de recuperação da memória. Segundo eles, o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar, enquanto a recordação exige a recuperação de detalhes específicos. Isso mostra por que é fácil esquecer o nome daquela prima de segundo grau: como você já a viu em várias festas de Natal, sua mente a reconhece como familiar. Mas o nome dela, algo que exige mais da sua memória, é mais difícil recordar.

Agora, e se rostos e nomes fossem colocados no mesmo patamar de memória? Foi isso que os cientistas fizeram: projetaram um “teste justo”, colocando demandas iguais na capacidade dos participantes de reconhecer rostos e nomes.

Para o estudo, os participantes tiveram um período de tempo específico para memorizar rostos e nomes desconhecidos. Num segundo momento, os nomes e os rostos apareciam novamente – e os voluntários tinham de dizer quais já tinham visto.

Depois disso, os pesquisadores repetiram o teste, mas desta vez complicando um pouco: eles mostraram aos participantes diferentes imagens dos mesmos rostos e os nomes em diferentes tipos de letra. Isso, segundo os cientistas, era para tornar o teste o mais realista possível, já que os rostos reais aparecem de formas relativamente diferentes (por conta de ângulos, iluminação e penteado, por exemplo) cada vez que você os vê.

Resultado: os participantes reconheceram 73% dos rostos e 85% dos nomes. Quando o experimento foi dificultado, a diferença foi maior: as pessoas reconheceram 64% dos rostos e 83% dos nomes.

“Nosso estudo sugere que, enquanto muitas pessoas podem ser ruins em lembrar nomes, elas provavelmente serão ainda piores em lembrar rostos. Isso irá surpreender muitas pessoas”, diz Rob Jenkins, coautor do estudo. “Nossas experiências de vida com nomes e rostos nos enganaram sobre como nossas mentes funcionam, mas se julgarmos os dois nos mesmos patamares de memória, começamos a ver uma imagem diferente.”

Fonte: LUISA, Ingrid. Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos. Superinteressante. Disponível em: <https:// super.abril.com.br/ciencia/pessoas-reconhecem-mais-nomes-do-que-rostos/>. Acesso em: 09 jan. 2019 (adaptado).

A partir da leitura do texto sob análise, NÃO é possível afirmar que:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

Compreende-se, a partir da leitura do texto de referência, que:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

A seguir, citam-se versos de canções populares brasileiras que contextualizam as palavras negritadas e sublinhadas em âmbito marcadamente conotativo, ao contrário do que ocorre no texto de referência. Assinale a única opção em que a palavra em destaque mantém o sentido denotativo:

 

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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Por que amamos tanto os carboidratos?

Dietas pobres em carboidratos são, geralmente, consideradas as mais difíceis de seguir. Mas por que será que amamos tanto pizza, macarrão e pão? Nosso paladar é capaz de identificar cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Uma ideia comum para explicar nosso amor por carbos é que os desejos pelo macronutriente surgem a partir do açúcar. Na digestão, que começa na boca, o amido é quebrado em maltose, o que leva muitos a pensar que nosso amor pelos carboidratos está inteiramente ligado ao doce.

Uma pesquisa da Universidade Deakin, na Austrália, desafia essa ideia e afirma que as pessoas com paladar mais sensível são mais propensas a comer mais carboidratos. “Nós analisamos especificamente as medidas da cintura, pois são uma boa medida para saber o risco de doenças relacionadas à dieta”, diz a pesquisadora Julia Low. “Aqueles que eram sensíveis ao gosto de carboidratos comiam mais desses alimentos e tinham uma cintura maior”. Essa conclusão se deu por meio da descoberta de que nossa boca consegue detectar dois carboidratos presentes no pão, no macarrão e no arroz. O sabor é considerado tão bom e único, que faz as pessoas quererem consumir mais e mais dos alimentos ricos no macronutriente. [...]

Fonte: ALVES, Bianca; TAROZZO, Helena. Por que amamos tanto os carboidratos? Revista Casa e Jardim. Disponível

em: < https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/11/por-que-amamos-tanto-os-carboidratos.

html >. Acesso em: 10 jan.2019 (adaptado).

A única alternativa seguinte em que o uso do “por que” NÃO se justifica pelo mesmo motivo pelo qual é usado no título do texto de referência é:

 

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341186 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

O Ifes é a instituição educacional de maior potencial no estado para atender às demandas do mercado de trabalho. E é exatamente em um importante momento histórico para o estado do Espírito Santo que a educação profissional lança suas raízes cada vez mais profundas em solo capixaba. [...]

Toda a instituição (a direção, os corpos técnico-administrativo, docente e discente) vai assim, projetando-se cada vez mais no campo do saber, formando mão de obra qualificada e gerando profissionais que brilham em diversas áreas de atuação. [...]

No estado do Espírito Santo, é raro estar numa roda de conversa em que pessoas não informem ter feito algum curso na instituição. Muitas vezes são profissionais que, nos dias de hoje, atuam em áreas que diretamente pouco têm que ver com o curso técnico que fizeram. Entretanto, todos são agradecidos pelo que aprenderam na Escola Técnica ou no Cefetes e atribuem à Escola boa parte de seu sucesso na vida profissional. [...]

Porém, a grande contribuição da instituição reflete-se, sobretudo, naquilo que está por trás do brilho que todos esses profissionais capixabas ostentam. Cada um deles é como se fosse uma pequena tocha de luz. Eles são pequenos focos que, somados, formam esta brilhante estrela chamada estado do Espírito Santo. Se o Ifes contribuiu para iluminar cada um desses profissionais, então se pode dizer que também colaborou para a formação desse conjunto de luzes, essa estrela epsilon que, na bandeira nacional brasileira, compõe a constelação do Cruzeiro do Sul e representa o estado do Espírito Santo. Os titãs tiveram e têm um papel fundamental na formação da identidade capixaba. É até emblemático que a formação para o trabalho – tão entranhada na missão desses eternos titãs – acha-se também gravada no lema escrito na bandeira do estado do Espírito Santo.

O lema “trabalha e confia” foi idealizado na gestão de Jerônimo Monteiro (1908-1912), o mesmo governante que obteve para os jovens titãs sua primeira sede naquele momento histórico em que, fundando as Escolas de Aprendizes Artífices (1909), Nilo Peçanha proclamava seus ideais: “O Brasil de ontem saiu das academias, o de amanhã sairá das oficinas”. [...]

Em 29 de dezembro de 2008, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 11.892, que criou 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no país, entre os quais o do Espírito Santo.

Implantados a partir da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, formada pelos centros federais de educação tecnológica (Cefets), escolas agrotécnicas federais e escolas técnicas vinculadas a universidades, os Institutos Federais consistem em estabelecimentos especializados na oferta de ensino profissionalizante e tecnológico nas diferentes modalidades de ensino, desde a educação de jovens e adultos até o doutorado.

SUETH, José Candido Rifan [et al.]. A trajetória de 100 anos dos eternos titãs. Da Escola de Aprendizes Artífices ao Instituto Federal. Vitória: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, 2009, p. 154-156 (adaptado).

Os esquemas seguintes analisam o processo de formação das palavras negritadas e sublinhadas, todas extraídas do texto de referência. Marque a alternativa que apresenta o esquema com análise INCORRETA:

 

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341183 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

O Ifes é a instituição educacional de maior potencial no estado para atender às demandas do mercado de trabalho. E é exatamente em um importante momento histórico para o estado do Espírito Santo que a educação profissional lança suas raízes cada vez mais profundas em solo capixaba. [...]

Toda a instituição (a direção, os corpos técnico-administrativo, docente e discente) vai assim, projetando-se cada vez mais no campo do saber, formando mão de obra qualificada e gerando profissionais que brilham em diversas áreas de atuação. [...]

No estado do Espírito Santo, é raro estar numa roda de conversa em que pessoas não informem ter feito algum curso na instituição. Muitas vezes são profissionais que, nos dias de hoje, atuam em áreas que diretamente pouco têm que ver com o curso técnico que fizeram. Entretanto, todos são agradecidos pelo que aprenderam na Escola Técnica ou no Cefetes e atribuem à Escola boa parte de seu sucesso na vida profissional. [...]

Porém, a grande contribuição da instituição reflete-se, sobretudo, naquilo que está por trás do brilho que todos esses profissionais capixabas ostentam. Cada um deles é como se fosse uma pequena tocha de luz. Eles são pequenos focos que, somados, formam esta brilhante estrela chamada estado do Espírito Santo. Se o Ifes contribuiu para iluminar cada um desses profissionais, então se pode dizer que também colaborou para a formação desse conjunto de luzes, essa estrela epsilon que, na bandeira nacional brasileira, compõe a constelação do Cruzeiro do Sul e representa o estado do Espírito Santo. Os titãs tiveram e têm um papel fundamental na formação da identidade capixaba. É até emblemático que a formação para o trabalho – tão entranhada na missão desses eternos titãs – acha-se também gravada no lema escrito na bandeira do estado do Espírito Santo.

O lema “trabalha e confia” foi idealizado na gestão de Jerônimo Monteiro (1908-1912), o mesmo governante que obteve para os jovens titãs sua primeira sede naquele momento histórico em que, fundando as Escolas de Aprendizes Artífices (1909), Nilo Peçanha proclamava seus ideais: “O Brasil de ontem saiu das academias, o de amanhã sairá das oficinas”. [...]

Em 29 de dezembro de 2008, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 11.892, que criou 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no país, entre os quais o do Espírito Santo.

Implantados a partir da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, formada pelos centros federais de educação tecnológica (Cefets), escolas agrotécnicas federais e escolas técnicas vinculadas a universidades, os Institutos Federais consistem em estabelecimentos especializados na oferta de ensino profissionalizante e tecnológico nas diferentes modalidades de ensino, desde a educação de jovens e adultos até o doutorado.

SUETH, José Candido Rifan [et al.]. A trajetória de 100 anos dos eternos titãs. Da Escola de Aprendizes Artífices ao Instituto Federal. Vitória: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, 2009, p. 154-156 (adaptado).

Acerca das regras de acentuação gráfica aplicadas a palavras do texto de referência, avalie cada uma das cinco sentenças seguintes como (V) VERDADEIRA ou (F) FALSA.

I – ( ) No terceiro e no quarto parágrafos, faz-se u so do vocábulo “ têm”, que se refere nos dois casos a sujeitos cujos núcleos estão no plural. Flexionando os respectivos núcleos para o singular, o acento diferencial circunflexo deve mudar para agudo, grafando-se “tém”.

II – ( ) É aplicável a mesma justificativa para se acentuar as palavras “raízes”, “artífices” e “país”.

III – ( ) As palavras “áreas”, “ciência” e “missão” recebem acento gráfico por serem paroxítonas terminadas em ditongo crescente.

IV – ( ) As palavras “histórico”, “emblemático”, “agrotécnicas” e “tecnológica” recebem acento gráfico por serem proparoxítonas.

V – ( ) Substituir “sairá” por “saíra” implicaria em alterações significativas na compreensão do enunciado, dentre elas a mudança do tempo verbal do futuro do presente para o pretérito mais-que-perfeito, ambos do modo indicativo.

Na ordem respectiva dos itens I, II, III, IV e V, está CORRETA a sequência:

 

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341180 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos

Está no senso comum que somos terríveis para lembrar nomes. As festas de Natal, por exemplo, comprovam isso: todo ano acontece a experiência constrangedora de esquecer o nome daquela prima de segundo grau. E aí sempre vem a desculpa “sou péssimo com nomes”.

Mas cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, afirmam que essa impressão é falsa: segundo eles, lembramos muito mais de nomes do que de rostos. O problema está em confundirmos duas coisas: reconhecimento e recordação. Segundo os pesquisadores, os seres humanos são, por natureza, melhores em reconhecer do que em lembrar.

Os psicólogos fazem uma distinção entre esses dois tipos de recuperação da memória. Segundo eles, o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar, enquanto a recordação exige a recuperação de detalhes específicos. Isso mostra por que é fácil esquecer o nome daquela prima de segundo grau: como você já a viu em várias festas de Natal, sua mente a reconhece como familiar. Mas o nome dela, algo que exige mais da sua memória, é mais difícil recordar.

Agora, e se rostos e nomes fossem colocados no mesmo patamar de memória? Foi isso que os cientistas fizeram: projetaram um “teste justo”, colocando demandas iguais na capacidade dos participantes de reconhecer rostos e nomes.

Para o estudo, os participantes tiveram um período de tempo específico para memorizar rostos e nomes desconhecidos. Num segundo momento, os nomes e os rostos apareciam novamente – e os voluntários tinham de dizer quais já tinham visto.

Depois disso, os pesquisadores repetiram o teste, mas desta vez complicando um pouco: eles mostraram aos participantes diferentes imagens dos mesmos rostos e os nomes em diferentes tipos de letra. Isso, segundo os cientistas, era para tornar o teste o mais realista possível, já que os rostos reais aparecem de formas relativamente diferentes (por conta de ângulos, iluminação e penteado, por exemplo) cada vez que você os vê.

Resultado: os participantes reconheceram 73% dos rostos e 85% dos nomes. Quando o experimento foi dificultado, a diferença foi maior: as pessoas reconheceram 64% dos rostos e 83% dos nomes.

“Nosso estudo sugere que, enquanto muitas pessoas podem ser ruins em lembrar nomes, elas provavelmente serão ainda piores em lembrar rostos. Isso irá surpreender muitas pessoas”, diz Rob Jenkins, coautor do estudo. “Nossas experiências de vida com nomes e rostos nos enganaram sobre como nossas mentes funcionam, mas se julgarmos os dois nos mesmos patamares de memória, começamos a ver uma imagem diferente.”

Fonte: LUISA, Ingrid. Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos. Superinteressante. Disponível em: <https:// super.abril.com.br/ciencia/pessoas-reconhecem-mais-nomes-do-que-rostos/>. Acesso em: 09 jan. 2019 (adaptado).

Em relação às classes gramaticais de palavras extraídas do texto de referência, é INCORRETO afirmar que:

 

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2564063 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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A Hemileia Vastratrix B erk. & Br. é o f ungo c ausador d a ferrugem n o c afeeiro. Para o manejo da doença é preciso monitorar a lavoura para que o controle seja realizado antes da doença causar danos significativos à planta. Deve-se avaliar a incidência do fungo por meio da amostragem, adotando os seguintes procedimentos:

Questão Anulada

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2564015 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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O Premiere Pro é um software de edição de vídeo largamente utilizado por estúdios de edição. Sobre esse ambiente de edição de vídeo, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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2563986 Ano: 2019
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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O Conselho de Ética e Disciplina do Corpo Discente do Instituto Federal do Espírito Santo é o órgão que institucionalmente apura, julga e aplica as sanções, quando são cometidos atos de indisciplina grave ou ato infracional por estudantes.

Dos listados abaixo, qual se constitui ato de indisciplina GRAVE:

Questão Anulada

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