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Leia o texto a seguir.
Dívida pública federal recua 4%, em janeiro, para 2,4 trilhões de reais.
O POPULAR, Goiânia, 26 fev. 2013. p.14. [Adaptado].
O valor da dívida pública em dezembro, em trilhões de reais, era de:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Domínio público
Dois motivos explicam a atual obsessão de Hollywood pelas adaptações dos contos infantis. O primeiro é que eles sobrevivem na imaginação das pessoas, sendo conhecidos mundialmente. Os estúdios querem histórias com enredos que já tenham identidade reconhecível e fãs. A outra é que muitas histórias, como é o caso de Chapeuzinho Vermelho, já caíram em domínio público, o que exclui a obrigatoriedade de pagamento de direitos autorais.
Uma das próximas apostas dos estúdios é o filme Malévola, com Angelina Jolie no papel da bruxa má do clássico A Bela Adormecida. O curioso é que, apesar do estranhamento inicial, os filmes da nova onda estão muitas vezes mais fiéis às histórias originais. Diferentemente do padrão politicamente correto da Disney, os contos de fadas no original tinham finais mais extremos e envolviam temas pesados como canibalismo (João e Maria e Chapeuzinho Vermelho), homicídio (Cinderela) e estupro (A Bela Adormecida). Histórias que, como se vê, estão longe do felizes para sempre.
O POPULAR, Goiânia, 16 jan. 2013. p. 3. (Magazine). [Adaptado].
A expressão “felizes para sempre”, de que o autor do texto faz uso, funciona como estratégia
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Domínio público
Dois motivos explicam a atual obsessão de Hollywood pelas adaptações dos contos infantis. O primeiro é que eles sobrevivem na imaginação das pessoas, sendo conhecidos mundialmente. Os estúdios querem histórias com enredos que já tenham identidade reconhecível e fãs. A outra é que muitas histórias, como é o caso de Chapeuzinho Vermelho, já caíram em domínio público, o que exclui a obrigatoriedade de pagamento de direitos autorais.
Uma das próximas apostas dos estúdios é o filme Malévola, com Angelina Jolie no papel da bruxa má do clássico A Bela Adormecida. O curioso é que, apesar do estranhamento inicial, os filmes da nova onda estão muitas vezes mais fiéis às histórias originais. Diferentemente do padrão politicamente correto da Disney, os contos de fadas no original tinham finais mais extremos e envolviam temas pesados como canibalismo (João e Maria e Chapeuzinho Vermelho), homicídio (Cinderela) e estupro (A Bela Adormecida). Histórias que, como se vê, estão longe do felizes para sempre.
O POPULAR, Goiânia, 16 jan. 2013. p. 3. (Magazine). [Adaptado].
No último parágrafo do texto, há um pressuposto de que os
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Domínio público
Dois motivos explicam a atual obsessão de Hollywood pelas adaptações dos contos infantis. O primeiro é que eles sobrevivem na imaginação das pessoas, sendo conhecidos mundialmente. Os estúdios querem histórias com enredos que já tenham identidade reconhecível e fãs. A outra é que muitas histórias, como é o caso de Chapeuzinho Vermelho, já caíram em domínio público, o que exclui a obrigatoriedade de pagamento de direitos autorais.
Uma das próximas apostas dos estúdios é o filme Malévola, com Angelina Jolie no papel da bruxa má do clássico A Bela Adormecida. O curioso é que, apesar do estranhamento inicial, os filmes da nova onda estão muitas vezes mais fiéis às histórias originais. Diferentemente do padrão politicamente correto da Disney, os contos de fadas no original tinham finais mais extremos e envolviam temas pesados como canibalismo (João e Maria e Chapeuzinho Vermelho), homicídio (Cinderela) e estupro (A Bela Adormecida). Histórias que, como se vê, estão longe do felizes para sempre.
O POPULAR, Goiânia, 16 jan. 2013. p. 3. (Magazine). [Adaptado].
No texto, a expressão “domínio público” pode ser entendida como
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Como anunciar
Anuncie utilizando Cartão de Crédito e você pagará o mesmo preço das lojas. É necessário fornecer o número do cartão e a data da validade. A publicação de todos os anúncios está sujeita à confirmação e revisão antes da publicação.
Regras gerais
- As regras de redação para início de texto dos anúncios classificados dependem das seções onde serão publicados;
- Em nenhuma seção é permitido o uso de abreviações, adjetivos, sinais gráficos, números ou letras que visem alterar a ordenação alfabética;
- A redação deve ser feita com a utilização de espaço entre as palavras;
- São proibidos títulos ou inícios de textos com abreviações;
- Somente é permitida uma oferta de produto e ou serviço por anúncio.
O POPULAR, Goiânia, 14 mar. 2013. (Classificados). [Adaptado].
Segundo o texto, ao se escrever um anúncio de classificados, em termos normativos, deve-se construí-lo de maneira
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Como anunciar
Anuncie utilizando Cartão de Crédito e você pagará o mesmo preço das lojas. É necessário fornecer o número do cartão e a data da validade. A publicação de todos os anúncios está sujeita à confirmação e revisão antes da publicação.
Regras gerais
- As regras de redação para início de texto dos anúncios classificados dependem das seções onde serão publicados;
- Em nenhuma seção é permitido o uso de abreviações, adjetivos, sinais gráficos, números ou letras que visem alterar a ordenação alfabética;
- A redação deve ser feita com a utilização de espaço entre as palavras;
- São proibidos títulos ou inícios de textos com abreviações;
- Somente é permitida uma oferta de produto e ou serviço por anúncio.
O POPULAR, Goiânia, 14 mar. 2013. (Classificados). [Adaptado].
No texto, o objeto direto do verbo “anunciar” foi omitido. A referência desse objeto pode ser recuperada semanticamente por meio da ideia de
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Leia a tirinha a seguir.

Na fala da personagem, a convergência do gesto efetuado por ela e o destaque da expressão “Não vou”
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Meu, seu e nosso
Seja por ideologia, seja por redução de gastos ou para fazer
negócios, o consumo colaborativo está se afirmando
Sérgio Fernandes e Marcos Zinani vão e voltam do trabalho de carro juntos, todos os dias. Eles se conheceram por meio do site Caronetas e há meses dividem custos e compartilham o tempo gasto no trajeto. Ana Luiza McLaren casou e sentiu seu apartamento ficar pequeno para duas pessoas. Então, juntou um monte de coisas encostadas e criou o blog Enjoei para vender tudo. A iniciativa teve tanto sucesso que foi promovida a site, reunindo muitos outros “enjoados”, e hoje é o sustento do casal.
Fernanda Dalla Costa adora ler, mas não faz questão de comprar livros na livraria. Em um portal da Internet, ela encontrou a possibilidade de trocar obras com gente de todo o país. Marcelo Spinassé Nunes viu a esposa ajudar a amiga de uma amiga a decorar uma festa e criou a rede social Winwe para facilitar conexões que gerem troca de conhecimento e serviços – com o diferencial de não envolver pagamento em dinheiro. Rafael Mori se juntou a 749 fãs do DJ Tïesto para trazer seu ídolo ao Brasil com a ajuda da plataforma de patrocínio coletivo criada com três sócios.
Esses são exemplos recentes de uma mania que vem se disseminando pela – e graças à – Internet: consumo colaborativo. Estão se multiplicando os sites de compartilhamento, de empréstimo, de troca ou venda de bens usados, de agendamento de caronas e de patrocínio compartilhado que aproximam interessados (quem oferece e quem procura), removem intermediários e criam novas redes de afinidades. “Eles quebram a lógica do individualismo estimulado pelo sistema econômico, que vive do consumismo combinado com obsolescência planejada – a estratégia de projetar tudo para ficar ultrapassado em curto prazo”, define o socioeconomista Marcos Arruda.
[...]
O consumo colaborativo é a demonstração de que as pessoas podem se mexer sem ter de esperar que as empresas digam o que devem consumir, e sem depender do governo para atender a desejos e necessidades. Segundo a norte-americana Rachel Botsman, coautora do livro O que é meu é seu (Editora Bookman, Porto Alegre, 2011), o consumo compartilhado é uma força cultural e econômica poderosa que está reinventando não apenas o que consumimos, mas a forma de consumir, além de pressionar pela resolução de problemas ambientais.
Para o site Caronetas trata-se de matemática: chegar mais cedo em casa implica tirar carros da rua, e a carona é uma solução que não depende nem de um centavo do poder público. “A conta é esta: hoje, existem cinco milhões de carros em São Paulo. Se todo motorista desse carona, 2,5 milhões de automóveis desapareceriam como num passe de mágica. Todo mundo ia chegar pelo menos 20 minutos mais cedo em casa, inclusive os usuários de ônibus, porque o trânsito ia andar”, explica Marcio Nigro, fundador do site que recebeu este ano o Smart Mobi Prize, reconhecimento internacional no setor de deslocamento urbano.
[...]
“De um lado, temos os recursos mais escassos e, de outro, uma consciência mais elevada. Agora que o cerco está mais apertado, as pessoas estão em busca de soluções mais efetivas, mais coletivas. Acho que demorou para chegarmos até aqui, mas não é possível acelerar o curso do rio”, analisa Rita Mendonça, especializada em sociologia do desenvolvimento e ciências biológicas, autora de Meio ambiente & natureza (Editora Senac, São Paulo, 2012). Rita é adepta das feiras e dos mercados de troca. Para ela, a humanidade está em processo evolutivo e o consumo colaborativo é um novo passo no sentido de encontrar um estilo de vida menos extenuante e individualista, baseado no consumo inteligente e compartilhado.
MESQUITA, Renata Valério de. Meu, seu, nosso. In.: Revista Planeta. Disponível
em:<http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/meuseu-
e-nosso> Acesso em: 13 mar. 2013. [Adaptado].
Na reprodução da fala de Rita Mendonça, no último parágrafo, a expressão “acelerar o curso do rio”, no contexto em que aparece, significa:
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Meu, seu e nosso
Seja por ideologia, seja por redução de gastos ou para fazer
negócios, o consumo colaborativo está se afirmando
Sérgio Fernandes e Marcos Zinani vão e voltam do trabalho de carro juntos, todos os dias. Eles se conheceram por meio do site Caronetas e há meses dividem custos e compartilham o tempo gasto no trajeto. Ana Luiza McLaren casou e sentiu seu apartamento ficar pequeno para duas pessoas. Então, juntou um monte de coisas encostadas e criou o blog Enjoei para vender tudo. A iniciativa teve tanto sucesso que foi promovida a site, reunindo muitos outros “enjoados”, e hoje é o sustento do casal.
Fernanda Dalla Costa adora ler, mas não faz questão de comprar livros na livraria. Em um portal da Internet, ela encontrou a possibilidade de trocar obras com gente de todo o país. Marcelo Spinassé Nunes viu a esposa ajudar a amiga de uma amiga a decorar uma festa e criou a rede social Winwe para facilitar conexões que gerem troca de conhecimento e serviços – com o diferencial de não envolver pagamento em dinheiro. Rafael Mori se juntou a 749 fãs do DJ Tïesto para trazer seu ídolo ao Brasil com a ajuda da plataforma de patrocínio coletivo criada com três sócios.
Esses são exemplos recentes de uma mania que vem se disseminando pela – e graças à – Internet: consumo colaborativo. Estão se multiplicando os sites de compartilhamento, de empréstimo, de troca ou venda de bens usados, de agendamento de caronas e de patrocínio compartilhado que aproximam interessados (quem oferece e quem procura), removem intermediários e criam novas redes de afinidades. “Eles quebram a lógica do individualismo estimulado pelo sistema econômico, que vive do consumismo combinado com obsolescência planejada – a estratégia de projetar tudo para ficar ultrapassado em curto prazo”, define o socioeconomista Marcos Arruda.
[...]
O consumo colaborativo é a demonstração de que as pessoas podem se mexer sem ter de esperar que as empresas digam o que devem consumir, e sem depender do governo para atender a desejos e necessidades. Segundo a norte-americana Rachel Botsman, coautora do livro O que é meu é seu (Editora Bookman, Porto Alegre, 2011), o consumo compartilhado é uma força cultural e econômica poderosa que está reinventando não apenas o que consumimos, mas a forma de consumir, além de pressionar pela resolução de problemas ambientais.
Para o site Caronetas trata-se de matemática: chegar mais cedo em casa implica tirar carros da rua, e a carona é uma solução que não depende nem de um centavo do poder público. “A conta é esta: hoje, existem cinco milhões de carros em São Paulo. Se todo motorista desse carona, 2,5 milhões de automóveis desapareceriam como num passe de mágica. Todo mundo ia chegar pelo menos 20 minutos mais cedo em casa, inclusive os usuários de ônibus, porque o trânsito ia andar”, explica Marcio Nigro, fundador do site que recebeu este ano o Smart Mobi Prize, reconhecimento internacional no setor de deslocamento urbano.
[...]
“De um lado, temos os recursos mais escassos e, de outro, uma consciência mais elevada. Agora que o cerco está mais apertado, as pessoas estão em busca de soluções mais efetivas, mais coletivas. Acho que demorou para chegarmos até aqui, mas não é possível acelerar o curso do rio”, analisa Rita Mendonça, especializada em sociologia do desenvolvimento e ciências biológicas, autora de Meio ambiente & natureza (Editora Senac, São Paulo, 2012). Rita é adepta das feiras e dos mercados de troca. Para ela, a humanidade está em processo evolutivo e o consumo colaborativo é um novo passo no sentido de encontrar um estilo de vida menos extenuante e individualista, baseado no consumo inteligente e compartilhado.
MESQUITA, Renata Valério de. Meu, seu, nosso. In.: Revista Planeta. Disponível
em:<http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/meuseu-
e-nosso> Acesso em: 13 mar. 2013. [Adaptado].
Uma conclusão acerca do cálculo matemático feito pelos Caronetas, no penúltimo parágrafo do texto, é a de que
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Seja por ideologia, seja por redução de gastos ou para fazer
negócios, o consumo colaborativo está se afirmando
Sérgio Fernandes e Marcos Zinani vão e voltam do trabalho de carro juntos, todos os dias. Eles se conheceram por meio do site Caronetas e há meses dividem custos e compartilham o tempo gasto no trajeto. Ana Luiza McLaren casou e sentiu seu apartamento ficar pequeno para duas pessoas. Então, juntou um monte de coisas encostadas e criou o blog Enjoei para vender tudo. A iniciativa teve tanto sucesso que foi promovida a site, reunindo muitos outros “enjoados”, e hoje é o sustento do casal.
Fernanda Dalla Costa adora ler, mas não faz questão de comprar livros na livraria. Em um portal da Internet, ela encontrou a possibilidade de trocar obras com gente de todo o país. Marcelo Spinassé Nunes viu a esposa ajudar a amiga de uma amiga a decorar uma festa e criou a rede social Winwe para facilitar conexões que gerem troca de conhecimento e serviços – com o diferencial de não envolver pagamento em dinheiro. Rafael Mori se juntou a 749 fãs do DJ Tïesto para trazer seu ídolo ao Brasil com a ajuda da plataforma de patrocínio coletivo criada com três sócios.
Esses são exemplos recentes de uma mania que vem se disseminando pela – e graças à – Internet: consumo colaborativo. Estão se multiplicando os sites de compartilhamento, de empréstimo, de troca ou venda de bens usados, de agendamento de caronas e de patrocínio compartilhado que aproximam interessados (quem oferece e quem procura), removem intermediários e criam novas redes de afinidades. “Eles quebram a lógica do individualismo estimulado pelo sistema econômico, que vive do consumismo combinado com obsolescência planejada – a estratégia de projetar tudo para ficar ultrapassado em curto prazo”, define o socioeconomista Marcos Arruda.
[...]
O consumo colaborativo é a demonstração de que as pessoas podem se mexer sem ter de esperar que as empresas digam o que devem consumir, e sem depender do governo para atender a desejos e necessidades. Segundo a norte-americana Rachel Botsman, coautora do livro O que é meu é seu (Editora Bookman, Porto Alegre, 2011), o consumo compartilhado é uma força cultural e econômica poderosa que está reinventando não apenas o que consumimos, mas a forma de consumir, além de pressionar pela resolução de problemas ambientais.
Para o site Caronetas trata-se de matemática: chegar mais cedo em casa implica tirar carros da rua, e a carona é uma solução que não depende nem de um centavo do poder público. “A conta é esta: hoje, existem cinco milhões de carros em São Paulo. Se todo motorista desse carona, 2,5 milhões de automóveis desapareceriam como num passe de mágica. Todo mundo ia chegar pelo menos 20 minutos mais cedo em casa, inclusive os usuários de ônibus, porque o trânsito ia andar”, explica Marcio Nigro, fundador do site que recebeu este ano o Smart Mobi Prize, reconhecimento internacional no setor de deslocamento urbano.
[...]
“De um lado, temos os recursos mais escassos e, de outro, uma consciência mais elevada. Agora que o cerco está mais apertado, as pessoas estão em busca de soluções mais efetivas, mais coletivas. Acho que demorou para chegarmos até aqui, mas não é possível acelerar o curso do rio”, analisa Rita Mendonça, especializada em sociologia do desenvolvimento e ciências biológicas, autora de Meio ambiente & natureza (Editora Senac, São Paulo, 2012). Rita é adepta das feiras e dos mercados de troca. Para ela, a humanidade está em processo evolutivo e o consumo colaborativo é um novo passo no sentido de encontrar um estilo de vida menos extenuante e individualista, baseado no consumo inteligente e compartilhado.
MESQUITA, Renata Valério de. Meu, seu, nosso. In.: Revista Planeta. Disponível
em:<http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/meuseu-
e-nosso> Acesso em: 13 mar. 2013. [Adaptado].
No trecho, “o consumo colaborativo é a demonstração de que as pessoas podem se mexer […] ”, presente no antepenúltimo parágrafo do texto, a expressão de que tem a função de
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