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Desmatar é matar duas vezes
As palavras possuem várias formas de serem interpretadas. Prefixos e sufixos alteram conceitos e ideias, mudando muitas vezes nossas conclusões. Analisá-las profundamente pode nos proporcionar novos entendimentos acerca de um tema antigo.
Refletir sobre conceitos consolidados nos permite ampliar nossos limites do conhecimento e trazer luz a caminhos ainda obscuros.
O prefixo “des-” indica uma ação contrária. Desfazer é cancelar o que foi feito. Descontaminar é limpar o que foi poluído. Mas, nem sempre é assim. Matar significa tirar a vida de alguém. Desmatar não significa trazer a vida de volta.
Desmatar implica em retirar a cobertura vegetal de determinado local. Assim, ao contrário do uso comum, o prefixo “des-” não significa negação ou oposição ao ato de matar. Significa sim, um valor intensificador, reforçativo.
GODOI, Emiliano Lobo. Desmatar é matar duas vezes. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/noblat/desmatar-e-matar-duas-vezes-por-emiliano-lobo-de-godoy/.Acesso em: 13fev. 2023.
Analise as afirmativas feitas sobre o texto:
I. O emprego da metalinguagem está relacionado a uma crítica à preservação ambiental. II. O prefixo “des-” também intensifica o sentido das palavras “desbancar” e “destruição”. III. O autor argumenta que analisar palavras permite a aquisição de novos conhecimentos. IV. O texto sugere que o sentido das palavras depende do conhecimento prévio do faltante.
Estão corretas apenas as afirmativas
As palavras possuem várias formas de serem interpretadas. Prefixos e sufixos alteram conceitos e ideias, mudando muitas vezes nossas conclusões. Analisá-las profundamente pode nos proporcionar novos entendimentos acerca de um tema antigo.
Refletir sobre conceitos consolidados nos permite ampliar nossos limites do conhecimento e trazer luz a caminhos ainda obscuros.
O prefixo “des-” indica uma ação contrária. Desfazer é cancelar o que foi feito. Descontaminar é limpar o que foi poluído. Mas, nem sempre é assim. Matar significa tirar a vida de alguém. Desmatar não significa trazer a vida de volta.
Desmatar implica em retirar a cobertura vegetal de determinado local. Assim, ao contrário do uso comum, o prefixo “des-” não significa negação ou oposição ao ato de matar. Significa sim, um valor intensificador, reforçativo.
GODOI, Emiliano Lobo. Desmatar é matar duas vezes. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/noblat/desmatar-e-matar-duas-vezes-por-emiliano-lobo-de-godoy/.Acesso em: 13fev. 2023.
Analise as afirmativas feitas sobre o texto:
I. O emprego da metalinguagem está relacionado a uma crítica à preservação ambiental. II. O prefixo “des-” também intensifica o sentido das palavras “desbancar” e “destruição”. III. O autor argumenta que analisar palavras permite a aquisição de novos conhecimentos. IV. O texto sugere que o sentido das palavras depende do conhecimento prévio do faltante.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Observe a variação linguística exemplificada na tirinha.

Em relação à tirinha, percebe-se que a variação linguística é motivada
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Como você corrige os outros?
Ana Elisa Ribeiro
“Dói meu ouvido”, diz o conhecido, sabendo que sou professora de português. Ele procura uma cumplicidade comigo, depois de protagonizar uma cena explícita de preconceito linguístico. Um vendedor de água ou de chicletes vem oferecer suas mercadorias, diz “aí, dona, é água e balinha, é as melhó, três por cinco”. Meus ouvidos ouvem, não, obrigada, não compram; os ouvidos dele doem,e também dispensam os doces.
Noutro momento, numa festinha familiar ou de fim de ano, duas ou três pessoas conversa meu madelas pronuncia “gratuíto”, enquanto a outra concorda mal um sujeito e um predicado; a terceira usa impropriamente uma palavra supostamente chique e culta. Novamente, chega alguém mais informado e diz na minha orelha: “você deve sofrer, né?”
Não sofro. Não sofro o tempo todo. Mas noto algumas coisas: (a) que quando esses falares acontecem, há uns segundos de expectativa, quando os olhares vêm na minha direção, aguardando por uma atitude imediata de cá, isto é, uma correção explícita à fala alheia; (b) uma decepção generalizada quando não faço isso, como se fosse uma espécie de maldade ou de omissão de socorro; (c) em seguida, o perdão geral, após a conclusão de que eu provavelmente só não quis constranger ninguém, mas que corrigirei a pessoa em momento oportuno, expondo-a menos.
RIBEIRO, Ana Elisa. “Com você corrige os outros?”. Disponível em: https://revistapessoa.com/artigo/3453/como-voce-corrige-os-outros? Acesso em: 04 mar. 2023.
Conforme Antunes (2007) “a ciência linguística defende que o bom uso da língua é aquele adequado às condições de uso”. Estabelecendo uma relação com o texto de Ana Elisa Ribeiro, classifique as afirmativas como (V) verdadeiras ou (F) falsas.
( ) O uso da língua fora do contexto culto indica falta de conhecimento linguístico e gramatical devendo ser corrigido em diferentes contextos de fala.
( ) O fato da norma culta corresponder a variante de prestígio social, seu uso deve ser priorizado nas situações de interação verbal.
( ) Por ser a língua homogênea e regida pela norma padrão, o emprego de “gratuíto” no contexto apresentado configura um desvio linguístico.
( ) Quanto maior a capacidade do falante real fazer uso das normas e diferentes registros da língua, mais competente ele se apresenta.
A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:
“Dói meu ouvido”, diz o conhecido, sabendo que sou professora de português. Ele procura uma cumplicidade comigo, depois de protagonizar uma cena explícita de preconceito linguístico. Um vendedor de água ou de chicletes vem oferecer suas mercadorias, diz “aí, dona, é água e balinha, é as melhó, três por cinco”. Meus ouvidos ouvem, não, obrigada, não compram; os ouvidos dele doem,e também dispensam os doces.
Noutro momento, numa festinha familiar ou de fim de ano, duas ou três pessoas conversa meu madelas pronuncia “gratuíto”, enquanto a outra concorda mal um sujeito e um predicado; a terceira usa impropriamente uma palavra supostamente chique e culta. Novamente, chega alguém mais informado e diz na minha orelha: “você deve sofrer, né?”
Não sofro. Não sofro o tempo todo. Mas noto algumas coisas: (a) que quando esses falares acontecem, há uns segundos de expectativa, quando os olhares vêm na minha direção, aguardando por uma atitude imediata de cá, isto é, uma correção explícita à fala alheia; (b) uma decepção generalizada quando não faço isso, como se fosse uma espécie de maldade ou de omissão de socorro; (c) em seguida, o perdão geral, após a conclusão de que eu provavelmente só não quis constranger ninguém, mas que corrigirei a pessoa em momento oportuno, expondo-a menos.
RIBEIRO, Ana Elisa. “Com você corrige os outros?”. Disponível em: https://revistapessoa.com/artigo/3453/como-voce-corrige-os-outros? Acesso em: 04 mar. 2023.
Conforme Antunes (2007) “a ciência linguística defende que o bom uso da língua é aquele adequado às condições de uso”. Estabelecendo uma relação com o texto de Ana Elisa Ribeiro, classifique as afirmativas como (V) verdadeiras ou (F) falsas.
( ) O uso da língua fora do contexto culto indica falta de conhecimento linguístico e gramatical devendo ser corrigido em diferentes contextos de fala.
( ) O fato da norma culta corresponder a variante de prestígio social, seu uso deve ser priorizado nas situações de interação verbal.
( ) Por ser a língua homogênea e regida pela norma padrão, o emprego de “gratuíto” no contexto apresentado configura um desvio linguístico.
( ) Quanto maior a capacidade do falante real fazer uso das normas e diferentes registros da língua, mais competente ele se apresenta.
A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:
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Conforme Travaglia (2009) “[o]s dialetos na dimensão territorial, geográfica ou regional representamavariação que acontece entre pessoas de diferentes regiões em que se fala a mesma língua”. Sendo assim, ao propor uma atividade para se trabalhar as variações linguísticas, a partir da letra de música acima, Antunes (2007) sugere que a escola “saiba desenvolver a capacidade dos alunos para acolher as diferenças, com o máximo respeito por aqueles que as apresentam”.
Com base nos autores, qual destas propostas está mais adequada para o trabalho na disciplina de língua portuguesa com a letra de música apresentada?
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Navegar sem ler, ler sem navegar e outras combinações e habilidades do leitor
Ana Elisa Ribeiro
Resumo: Com base nos conceitos de letramento, sistema de mídia e mídias mosaiquicas e apoiado em uma concepção de hipertexto não exclusivamente digital, este trabalho mostra a relação de grupos de leitores com a leitura de jornais impressos e digitais. Este estudo de caso foi desenvolvido com alunos de uma instituição privada de ensino superior, em Belo Horizonte. Após a aplicação de questionários sobre hábitos e frequência de leitura de jornais, foram selecionados 23 alunos para fazer testes de navegação e leitura. Algumas habilidades de leitura foram medidas com base na matriz de Língua Portuguesa do Saeb. Com base nos resultados, faz-se a diferenciação entre habilidades de navegação e habilidades de leitura. Os resultados também sugerem certa assimetria entre navegação e leitura (compreensão), já que nem sempre os navegadores mais hábeis compreendem o que leem, assim como nem sempre aqueles que mostram dificuldades em navegar têm mau desempenho em leitura. Conclui-se que a leitura se constrói a partir de uma sobreposição complexa de habilidades. Embora seja importante que o leitor desenvolva letramentos vários, é possível apresentar habilidades assimétricas em relação a diferentes aspectos da leitura.
Palavras-chave: Letramento digital; Hipertexto; Jornalismo digital; Habilidades de leitura.
RIBEIRO, Ana Elisa. Navegar sem ler, ler sem navegar e outras combinações de habilidades do leitor. Educ. Rev. [online]. 2009, vol.25, n.03, pp.75-102.
Considerando a função referencial como predominante na mensagem, classifique-as afirmativas como (V) verdadeiras ou (F) falsas:
( ) A mensagem é centrada no emissor, uma vez que o autor apresenta resultados de uma pesquisa desenvolvida por ele próprio.
( ) O texto tem por objetivo informar o leitor sobre as diferenças entre habilidade de navegação e habilidade de leitura.
( ) O propósito comunicativo do texto é apresentar uma ideia clara sobre o estudo, por meio da linguagem denotativa.
( ) A mensagem poderá ser decodificada por qualquer leitor que domine o código linguístico, pois o texto é resultado da codificação do emissor.
A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:
Ana Elisa Ribeiro
Resumo: Com base nos conceitos de letramento, sistema de mídia e mídias mosaiquicas e apoiado em uma concepção de hipertexto não exclusivamente digital, este trabalho mostra a relação de grupos de leitores com a leitura de jornais impressos e digitais. Este estudo de caso foi desenvolvido com alunos de uma instituição privada de ensino superior, em Belo Horizonte. Após a aplicação de questionários sobre hábitos e frequência de leitura de jornais, foram selecionados 23 alunos para fazer testes de navegação e leitura. Algumas habilidades de leitura foram medidas com base na matriz de Língua Portuguesa do Saeb. Com base nos resultados, faz-se a diferenciação entre habilidades de navegação e habilidades de leitura. Os resultados também sugerem certa assimetria entre navegação e leitura (compreensão), já que nem sempre os navegadores mais hábeis compreendem o que leem, assim como nem sempre aqueles que mostram dificuldades em navegar têm mau desempenho em leitura. Conclui-se que a leitura se constrói a partir de uma sobreposição complexa de habilidades. Embora seja importante que o leitor desenvolva letramentos vários, é possível apresentar habilidades assimétricas em relação a diferentes aspectos da leitura.
Palavras-chave: Letramento digital; Hipertexto; Jornalismo digital; Habilidades de leitura.
RIBEIRO, Ana Elisa. Navegar sem ler, ler sem navegar e outras combinações de habilidades do leitor. Educ. Rev. [online]. 2009, vol.25, n.03, pp.75-102.
Considerando a função referencial como predominante na mensagem, classifique-as afirmativas como (V) verdadeiras ou (F) falsas:
( ) A mensagem é centrada no emissor, uma vez que o autor apresenta resultados de uma pesquisa desenvolvida por ele próprio.
( ) O texto tem por objetivo informar o leitor sobre as diferenças entre habilidade de navegação e habilidade de leitura.
( ) O propósito comunicativo do texto é apresentar uma ideia clara sobre o estudo, por meio da linguagem denotativa.
( ) A mensagem poderá ser decodificada por qualquer leitor que domine o código linguístico, pois o texto é resultado da codificação do emissor.
A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:
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Com base nas intenções comunicativas e nos recursos linguísticos e visuais empregados em um texto, determinadas funções são atribuídas à linguagem. A função que predomina nessa campanha publicitária é a conativa, uma vez que ela
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No livro Educação Física Escolar: relações de gênero em jogo de 2015, Helena Altmann propõe uma análise de
propagandas de calçados infantis para compreender as construções sociais associadas aos gêneros. Para a
autora, uma educação esportiva também se faz por meio de imagens cotidianas em estampas de roupas, pela
televisão, pela internet, pelos outdoors, pela mídia impressa, pelasredes sociais, etc.
Com relação à análise das propagandas de calçado infantil, assinale a alternativa que confirma as constatações realizadas pela autora:
Com relação à análise das propagandas de calçado infantil, assinale a alternativa que confirma as constatações realizadas pela autora:
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As relações de gênero nas aulas de Educação Física foram e são historicamente permeadas por tensões sociais que representam desigualdades de oportunidades. Diante deste contexto, Helena Altmann em 2015 argumentava que os espaços da escola são genereficados.
Sobre a genereficação dos espaços escolares a autora conclui que:
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Em meados da década de 1980, o movimento renovador da Educação Física apresentou propostas pedagógicas
com intuito de superar criticamente o paradigma da aptidão física e esportiva que orientava as aulas de
Educação Física. De acordo com os estudos de Valter Bracht, uma das propostas pedagógicas se denomina
“Crítico – emancipatória”.
Com relação aos pressupostos pedagógicos que se alinham à da Educação Física com perspectiva Críticoemancipatória, o autor argumenta que:
Com relação aos pressupostos pedagógicos que se alinham à da Educação Física com perspectiva Críticoemancipatória, o autor argumenta que:
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O jogo é uma manifestação da cultura corporal e, portanto, é compreendido como um conteúdo curricular da
Educação Física Escolar. No livro Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura de 1980, o jogo é uma função
da vida, mas não é passível de definição exata em termos lógicos, biológicos ou estéticos.
Para uma melhor compreensão deste fenômeno, o autor destaca algumas características formais do jogo. São elas:
Para uma melhor compreensão deste fenômeno, o autor destaca algumas características formais do jogo. São elas:
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