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Foram encontradas 25 questões.

1890514 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Ensinar/aprender espanhol, segundo Fernández (2005), remete à concepção de um processo de interação, de troca e principalmente de diálogo entre alunos/professor. Nessas condições, o conhecimento é construído a partir das relações sintático-semântica com a escrita e da leitura-produção textual, com a valorização da literatura. Para a autora, é possível comprovar que:

I. A interação entre professor/língua espanhola/aprendiz deve acontecer no encontro entre os conhecimentos orais, visuais, gestuais e escritos que professor e aprendiz já possuem, para que possam organizar uma experiência semelhante, ao que se passa quando os nativos dão a conhecer sua língua e cultura, sem que, para tanto, estrangeiros devam privar-se de sua maneira de ser e pensar.

II. É relevante para o professor brasileiro de espanhol o contato com a cultura de sua língua materna, visto que suas ações devem ser pautadas na autenticidade, ou seja, como se observa, no caso de inglês, algumas pessoas que se travestem de americano e passam a rejeitar todos os sinais de sua cultura, tornando-se um indivíduo “forçado”, que em muitos casos, em nada se parece com o americano.

III. A noção de professor como mediador é fundamental para as práticas de análise rigorosa de conteúdo, bem como para os processos mentais envolvidos, sejam eles de interação/diálogo, colaboração ou de cognição. Desse modo, o professor de língua espanhola passa a mediar todo o processo de ensino/aprendizagem em língua estrangeira, ignorando o uso da língua materna como instrumento de ensino/aprendizagem.

IV. As provocações trazidas pela autora transformam as situações de ensino/aprendizagem a partir da escrita-pensamento da leitura-pensamento, pois defende que o significado é resultado de um processo de compreensão que liga um e outro por meio do contexto linguístico e cultural.

Está correto o que se afirma em:

 

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1890513 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

As práticas de ensino de língua estrangeira, de forma abrangente, apresentam diferentes e variados métodos de ensino. No entanto, para o desenvolvimento desta questão trataremos, especificamente, dos métodos comunicativos. Destarte, para Almeida Filho (2016, p.56) “os métodos comunicativos têm em comum uma primeira característica - o foco no sentido, no significado e na interação propositada entre sujeitos na língua estrangeira. O ensino comunicativo é aquele que organiza as experiências de aprender em termos de atividades relevantes/tarefas de real interesse e/ou necessidade do aluno para que ele se capacite a usar a língua-alvo para realizar ações de verdade na interação com outros falantes-usuários dessa língua”. Sendo assim, segundo o autor, é possível entender os procedimentos metodológicos comunicativos como:

I. O desempenho de uma sequência de atos como: cumprimentar, socializar casualmente (fático), convidar, arranjar pormenores e despedir-se. Deste modo, junto ao desempenho, a descrição de um aparelho ou experiência com o auxílio de um objeto ou sua representação gráfica, fazem parte dos procedimentos metodológicos comunicativos.

II. A aprendizagem pode partir do sistema ecológico (do Mato Grosso do Sul, por exemplo) via língua-alvo e, dando andamento da unidade, pode ser feita a sistematização de aspectos necessários do discurso, da fonologia, do vocabulário etc. Assim, temos a calibragem de um início de conversa com um superior hierárquico ou desconhecido na rua para atuar no registro certo da fala.

III. Os métodos comunicativos não são de um único tipo. Nesse sentido, ininterruptamente, apresentam-se com foco na forma (gramatical) e comunicativizados, ora como motivadores de uma prática de linguagem que propicia a comunicação. Inclui-se a esse tópico atividades de autoconhecimento, interação verdadeira e ainda situações de aprendizagem não-defensivas em ambiente menos tensos possível.

IV. Os métodos comunicativos podem certamente incluir os traços da oralidade, mas não uma carga informativa gramatical; para o texto e/ou exercícios textuais, a leitura é vista como forma de interação e diálogo entre os alunos. Logo, a gramática relacionada ao texto serve como meio para a prática e o enfoque comunicativo.

Está correto o que se afirma em:

 

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1890512 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

As Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, documento que serve de base para o ensino de língua estrangeira moderna – espanhol, contribuem para o diálogo entre professor e escola acerca da prática docente, visando a uma educação pública de qualidade. Nessa perspectiva, “[...] é fundamental trabalhar as linguagens não apenas como formas de expressão e comunicação, mas como constituintes de significados, conhecimentos e valores.” (BRASIL, 2006, p.131). Assim, com vistas a promover uma (re)significação das abordagens docentes, o documento compreende que:

I. O ensino de estrangeira moderna – espanhol, posiciona-se, principalmente, como de um gesto de política linguística, que exige uma reflexão a partir do lugar que essa língua pode e deve ocupar no processo educativo. Nesse sentido, o ensino reflete sobre a maneira possível de trabalhá-la com o máximo de qualidade e o maior índice de reducionismo, visto que, ao longo da história, se viu afetada a nossa relação com a língua espanhola e com os povos que a falam.

II. Para o ensino de língua estrangeira moderna – espanhol, é fundamental estabelecer os pontos que determinam os movimentos de aproximação e distanciamento entre as duas línguas, em toda a sua heterogeneidade, e seus efeitos na produção estrangeira dos brasileiros (interlíngua). Desse modo, espera-se que a prática possa incorporar todos os pontos importantes levantados pelo já considerável volume de pesquisas feitas no país a esse respeito, e que leve a uma nova forma de ensinar e de aprender essa língua em nossas escolas.

III. A compreensão de uma língua estrangeira, de um modo geral, e o Espanhol em particular, para o ensino médio, tem como base o desenvolvimento do aluno/estudante para reconhecer-se e a constituir-se como sujeito a partir da interação com o outro, bem como a pluralidade.

IV. O ensino/aprendizado da língua estrangeira moderna implica a apreensão de práticas comunicativas, modos de uso da língua estrangeira com objetivos instrumentais fundamentados em um sistema, cuja articulação resulta em processos compreendidos nas formas de expressão, o que explica a ampla relação entre as habilidades linguísticas de uma segunda língua e a língua materna.

Está correto o que se afirma em

 

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1890511 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

A importância da aula comunicativa para o ensino de Língua Estrangeira consiste em mostrar que, além do cenário face-a-face entre professor/aluno/aluno, os procedimentos adotados são fundamentais para a construção de conceitos e ações para a segunda língua. Nessa perspectiva, Almeida Filho (2013, p.45) expõe que: “ A aula de língua estrangeira como um todo pode possibilitar aos alunos não só a sistematização de um novo código linguístico que o ajudará a se conscientizar do seu próprio, mas também a chance de ocasionalmente se transportar para dentro de outros lugares, outras situações, e pessoas. ” Desse modo, são propostas pelo autor fases que sistematizam o desenvolvimento de uma aula, tendo em vista a sua sequência e alocação aproximada de tempo. Tais fases podem ser entendidas como:

I. O clima e a confiança - a construção do ambiente particular vinculado à língua estrangeira que será ouvida pelos alunos por alguns instantes. Já a confiança, é reafirmada por meio de uma rodada de práticas com materiais, parcialmente conhecidos pelos alunos, e que devem ser conduzidos pelo professor de maneira tranquila, motivadora e segura, tendo uma duração média entre cinco e dez minutos.

II. Na apresentação, o professor demostra e/ou explica de diferentes maneiras a linguagem em uso, visando aos conteúdos linguísticos vinculados a atividades controladas. Os alunos podem praticar a linguagem em uso ao ponto de correção formal e propriedade comunicativa, com uma duração de dez a quinze minutos.

III. Para o ensaio são desenvolvidas muitas situações que levam à culminância do esforço preparatório, iniciador, desobstruidor e impulsionador das fases precedentes. Unida à fase do uso e à da confiança, leva o aluno ao exercício real da linguagem, em um contexto escolar e/ou extraescolar, de escrita, de leitura e até mesmo de fala. Nessa fase temos uma duração média de vinte minutos num período de cinquenta.

IV. A fase pano possibilita ao professor o fechamento do período de trabalho. Nesse sentido, apenas as tarefas de casa serão repassadas com clareza e adequação, havendo, portanto, um fechamento de aula entre cinco e dez minuto.

Está correto o que se afirma em:

 

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1890510 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

No texto Ensino de espanhol para brasileiros: destacar o uso ou a forma, de Salinas (2005), o autor conclui que parece ser necessário:

 

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1890509 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Considerando a leitura da obra Questões de Linguagem: passeio gramatical dirigido, de Sírio Possenti (2011), leia as proposições:

I. A preocupação com a correção está associada à ascensão social, à promoção escolar, à aprovação em concursos e vestibulares. Em sociedades como a nossa, esse tipo de conhecimento é bastante valorizado. Pessoas que escorregam em determinadas construções linguísticas são de alguma forma desprezadas ou desvalorizadas. É por causa desse tipo de avaliação que tentamos falar de maneira correta, sobretudo em situações sociais em que mais claramente somos avaliados, podendo ser aceitos ou rejeitados.

II. Quando os sociolinguistas discutem a questão da variedade linguística, afirmam que há formas certas e formas erradas de falar.

III. A correção linguística – na prática – é um tipo de saber bastante valorizado na sociedade e, em função dele, os falantes são considerados mais ou menos cultos. Por isso, empregar uma variedade de linguagem valorizada é um índice de civilidade, de fineza.

IV. A norma culta pode ser comparada às regras de elegância, pois não são diferentes de ‘não se diz preferir do que... e sim preferir a’, ‘sentar na mesa e sim sentar à mesa’. Isso não significa que essas construções não tenham valor. Significa apenas que seu valor tem origem na avaliação social e que não podem mudar com o tempo.

V. Há formas linguísticas que têm prestígio e outras que não o têm. Como ocorre com as pessoas. Na história das línguas, há casos de mudança de prestígio: ou seja, formas que foram desvalorizadas em uma época passaram a ser bem avaliadas em outra. E assim perderam seu traço de erradas ou feias. A correção linguística é, de fato, efeito da correção social.

Após a leitura, é correto afirmar o que se lê em

 

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1890508 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Considerando a leitura das Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: linguagens, códigos e suas tecnologias (BRASIL, 2006), que trata sobre qual variedade linguística do espanhol deve ser objeto de ensino/aprendizagem, leia os excertos:

I. O professor, ao empregar uma variedade qualquer, deve enfatizar a importância da forma eleita por ele e minimizar o valor das demais variedades.

II. O professor, ao empregar uma variedade qualquer, não deve se eximir do dever de mostrar aos alunos que existem outras, tão ricas e válidas como a usada por ele.

III. Quanto ao aluno, é preciso criar as condições para que possa optar pela variante que considere mais viável. Valendo-se de critérios como facilidade com que encontra, gosto pessoal, identificação com a sua cultura e com os seus falantes.

IV. É preciso lembrar ao aluno que todo o falante de língua espanhola conhece a fundo todas as variedades existentes daquele idioma.

V. Cada professor, seja porque é falante nativo de dada região, seja porque optou por uma variedade determinada, tem a “sua” própria forma de expressão.

Após a leitura, assinale a alternativa que contempla as respostas corretas:

 

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1890507 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

No que se refere ao Romantismo, pode-se afirmar que Álvares de Azevedo apresenta como tema recorrente:

 

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1890506 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Considerando a vida e a obra de Álvares de Azevedo (NICOLA, 2011), leia as proposições a seguir:

I. O autor representa o ponto alto da segunda geração romântica no Brasil, produzindo uma obra influenciado por Byron – de quem foi leitor assíduo - e por Musset – de quem herdou as características do spleen (o sarcasmo, a autoironia).

II. Desenvolveu intensa produção literária; apesar de ter morrido prematuramente, aos 20 anos, a maior parte dessa produção foi publicada em vida.

III. A morte foi presença constante na vida de Álvares de Azevedo. Entretanto, salientamos que em sua poesia, a morte também assume a conotação de fuga, pela sensação de impotência diante de um mundo conturbado.

IV. O livro Lira dos Vinte Anos revela-nos uma duplicidade do jovem Álvares de Azevedo: de um lado o poeta meigo, dócil, angelical; de outro, o satânico, corrosivo, que ironiza os outros e a si mesmo.

V. Noite na Taverna constitui um dos mais significativos exemplos da literatura mal do século. É um livro de poesia épica, em que estudantes, bêbados, narram aventuras marcadas por bacanais, incestos, assassinatos, traições, mistérios e morte.

É correto o que se afirma em:

 

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1890505 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Leia o texto abaixo e responda à questão 15.

Hasta la raíz del jopara

Graciela Martínez, más conocida como Ña Graciela, es una eminencia de la gastronomía nacional. La experta en etnococina tiene un amplio conocimiento sobre las comunidades indígenas y explicó a La Nación Digital los orígenes de la costumbre.

Precisamente la traducción jopara es mezcla. Es un plato típico del Paraguay, en el que se mezclan diversos alimentos. “Las recetas han cambiado, la receta original es solamente poroto, locro, cebollita de hoja y queso Paraguay, más otros agregados que gradualmente la gente pone a su gusto, como carne vacuna, de cerdo, chorizo incluso”, explicó Ña Graciela.

El consumo del jopara cada 1 de octubre, surge de la creencia de que era un mes de miseria, puesto que las cosechas frenaban y había sequía. La enseñanza de los jesuitas - según Graciela - fue a redistribuir los alimentos que tenían y frenar al Karai Octubre con la preparación del jopara.

Las reducciones no tenían fecha, no tenían meses, no tenían nada, no existía la división del tiempo. Entonces, los religiosos buscaron la manera de enseñar a los indígenas el ahorro y el acopio de alimentos. Los guaraníes cuando tenían disponibles maíz, o poroto regalaban o comían todo porque su cultura no es de atesorar.

Enunciado 1890505-1

El Karai Octubre es personificado como un hombre de rasgos duros y tenida campesina. Foto: Osvaldo Escobar.

Disponível em < http://www.lanacion.com.py/2016/10/01/jopara-la-mezcla-espanta-al-karai-octubre/> Acesso em 8 nov.2016

A partir da leitura do texto, considere:

I. no primeiro parágrafo são utilizados dois artigos cuja correspondência, em gênero, não se dá com o português.

II. o jopara é entendido como a mistura das línguas espanhola e guarani.

III. o prato paraguaio surgiu da relação intercultural entre indígenas e jesuítas, pois os primeiros estocavam comida de modo inadequado, levando-a ao perecimento.

IV. as paroxítonas, em língua portuguesa, terminadas em ditongo crescente, quando apresentam correspondência com o espanhol, perdem o acento grave ao serem traduzidas.

V. os verbos dicendi são grafados no pretérito perfeito do indicativo; no processo de versão para o espanhol, há a perda da ditongação recorrente no português.

É correto o que se afirma em:

 

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