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Foram encontradas 715 questões.

3750382 Ano: 2025
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Use Text V to answer questions 26 to 32.

Text V

Literacy as a Multidimensional Concept

An emphasis on the development of literacy as a fluid concept (Knobel and Lankshear, 2014) is one of the most recent advances in twenty-first-century education. To conceptualize literacy, the ability of the learner to make use of language takes precedence in typical Western educational systems. However, as Kern highlights, “literacy is more than a set of academic skills” (2000, 23). It varies depending on the social context and is embedded in cultural practice (Paesani et al. 2016).

Therefore, in order to define it, we must take into consideration the set of resources, sociocultural practices and competences––beyond reading and writing––that enable student interaction, critical thinking, the drawing of conclusions and the application of knowledge to curricular areas and real-world situations (New London Group 1996; Kern 2000; American Association of School Librarians (AASL) 2011; Cooper et al. 2012; Kucer 2014; Paesani et al. 2016; Reyes-Torres 2018; Warner and Dupuy 2018). As such, the multimodal training approach that we propose for the FL class stems from Kern’s notion of literacy, first, “as a process of creating and transforming knowledge” (2000, 29), and second, “as a matter of engaging in the ever-developing process of using reading and writing as tools for thinking and learning, in order to expand one’s understanding of oneself and the world” (40). This involves paying careful attention to language, while also developing a critical awareness of the relationships between texts, images, discourse conventions and sociocultural and digital contexts.

In sum, and in consonance with Kern and other scholars such as the NLG (1996), Steve Kucer (2014), Maria Brisk (2015), Paesani et al. (2016) and Shari Tishman (2018), we define literacy as a dynamic and multidimensional concept whose main aim is to provide twenty-first-century learners with the language skills, visual thinking strategies and dialogic attitudes that are necessary to develop the knowledge that allows them to grasp and evaluate information, organize ideas, exchange perspectives, construct meaning and reflect critically on a variety of sociocultural contexts. In order to foster such a multidimensional approach to literacy in EFL and implement it as an organizing principle (Kress 2010; Serafini 2014), it is necessary that teachers become acquainted with the three dimensions that both Kern (2000) and Kucer (2014) acknowledge as the key components: a) cognitive; b) conceptual; and c) sociocultural.

These dimensions constitute a field of forces that complement one another and are equally important in the process of both teaching and learning, and they also illustrate the multiple facets and fluid nature of literacy.

Adapted from: FERNÁNDEZ, Teresa; REYES-TORRES, Agustín; FERNÁNDEZ, Pilar. A multimodal approach to foster the multiliteracies pedagogy in the English as a Foreign Language context. ATLANTIS: Journal of the Spanish Association of Anglo-American Studies, vol. 42, no. 1, pp. 94–119, 2020. Available at: https://www.atlantisjournal.org/index.php/atlantis/article/view/741. Accessed on: Mar. 21, 2025.

In the Text V, the author refers to several scholars and organizations, such as Knobel and Lankshear (2014), Kern (2000), the New London Group (1996), and others. What is the author's main purpose in including these references throughout the text?

 

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3750379 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Texto I

Variação linguística

O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos. Quando nos referimos ao português, ao francês, ao chinês, ao árabe etc., usamos um rótulo único para designar uma multiplicidade de modos de falar decorrente da multiplicidade das sociedades e das culturas em que as línguas são faladas. Cada um desses modos de falar recebe o nome de variedade linguística. Por isso, muitos autores definem língua como “um conjunto de variedades” e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades.

A variação linguística se manifesta desde o nível mais elevado e coletivo – quando comparamos, por exemplo, o português falado em dois países diferentes (Brasil e Angola) – até o nível mais baixo e individual, quando observamos o modo de falar de uma única pessoa, a tal ponto que é possível dizer que o número de “línguas” num país é o mesmo de habitantes de seu território. Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.

A consciência de que a língua é variável remonta à Antiguidade, quando os primeiros estudiosos da língua grega tentaram sistematizá-la para o ensino e para a crítica literária. Eles, no entanto, fizeram uma avaliação negativa da variação, que viram como um obstáculo para a unificação territorial e para a difusão da língua. Foi nessa época (século III a.C.) que surgiu a disciplina chamada gramática, dedicada explicitamente a criar um modelo de língua que se elevasse acima da variação e servisse de instrumento de controle social por meio de um instrumento linguístico. A consequência cultural desse processo histórico é que o termo língua passou a ser usado, no senso comum, para rotular exclusivamente esse modelo idealizado, literário, enquanto todos os usos reais, principalmente falados, foram lançados à categoria do erro.

Com os avanços das ciências da linguagem, essa visão foi abandonada: o exame minucioso de cada variedade linguística revela que ela tem sua própria lógica gramatical, é tão regrada quanto a língua literária idealizada, e serve perfeitamente bem como recurso de interação e integração social para seus falantes. Diante disso, um novo projeto de educação linguística vem se formando: é preciso ampliar o repertório e a competência linguística dos aprendizes, levá-los a se apoderar da escrita e dos muitos gêneros discursivos associados a ela, sem contudo desprezar suas variedades linguísticas de origem, valorizando-as, ao contrário, como elementos formadores de sua identidade individual e social e como patrimônio cultural do país.

BAGNO, Marcos. Variação linguística. Glossário Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita. Universidade Federal de Minas Gerais, 2013. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/preconceitolinguistico. Acesso em: 21 mar. 2025.

Leia o Texto II, a seguir, para responder às questões 16 e 17.

Texto II

Enunciado 4528614-1

CHICO BENTO. Revista Chico Bento, n. 268, p. 5-6, 1997.

Considerando a relação entre os Textos I e II, assinale a alternativa correta.

 

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3750378 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

A palavra é nomofobia

Em série de reportagens da Rádio UFMG Educativa, especialistas analisam as implicações da dependência digital e do uso excessivo de celulares pelas crianças

Por UFMG | Pesquisa e Inovação

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao léxico especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: ela desencadeia um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos no geral.

A doença está listada na chamada Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID). Nos Estados Unidos, pesquisa realizada pela Common Sense Media trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na UFMG, alguns estudos avaliam as consequências do vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender a dependência digital.

Júlia Khoury ensina como identificar crianças e adolescentes viciados no celular: “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas de que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

[...]

Ainda na UFMG, a terapeuta ocupacional e doutora em Medicina Molecular Renata Santos estudou as associações entre tempo de tela e saúde mental. Ela também indica como perceber a nomofobia infantojuvenil: “Ela aparece quando começa a atrapalhar as outras atividades, quando começam os atrasos na entrega de tarefas de casa e da escola. As crianças também começam a mentir sobre a quantidade de tempo que passam no celular. Elas não acham nada mais interessante do que ficar no celular. Elas se sentem às vezes frustradas e tristes quando não podem usar. Precisam ficar cada vez mais tempo para poder satisfazer suas necessidades. E a gente percebe que elas têm fracassado nas tentativas de diminuir o uso”.

[...]

O córtex pré-frontal é a região do cérebro responsável por planejamento, tomada de decisões, autocontrole e regulação emocional, e pode não estar completamente desenvolvido até os 20 anos ou mais tarde. Em geral, de acordo com o campo da neuropediatria, os celulares estimulam vias de processamento cerebral passivas. O tempo excessivo durante o qual crianças e adolescentes passam diante de telas é um tempo em que deveriam ser estimulados pelas vias ativas. O ideal é praticar atividades para desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação, da resolução de problemas e da sociabilidade de maneira off-line.

Um cuidado especial deve ser tomado com as recompensas fáceis que as redes sociais ofertam ao córtex pré-frontal, prejudicando o desenvolvimento de uma região cerebral controladora de impulsos, atenção, julgamentos e tomada de decisão. Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantojuvenil pode mesmo se viciar no uso de celular e demais telas: “Sim, a dependência digital ou o vício em tecnologia existe. Quando se está interagindo com um dispositivo eletrônico, muitas vezes, se tem como recompensa uma gratificação imediata por meio dos jogos ou das redes sociais, dos vídeos ou de alguma forma de entretenimento. Então, isso leva a um ciclo de recompensa que vai estimular cada vez mais o uso contínuo dos aplicativos desses conteúdos digitais. Eles são projetados para ser envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar off-line nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais”.

[...]

Adaptado de: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-aoalcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares. Acesso em: 6 mar. 2025.

A respeito dos conectivos destacados a seguir, assinale a alternativa correta.

 

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3750377 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

A palavra é nomofobia

Em série de reportagens da Rádio UFMG Educativa, especialistas analisam as implicações da dependência digital e do uso excessivo de celulares pelas crianças

Por UFMG | Pesquisa e Inovação

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao léxico especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: ela desencadeia um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos no geral.

A doença está listada na chamada Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID). Nos Estados Unidos, pesquisa realizada pela Common Sense Media trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na UFMG, alguns estudos avaliam as consequências do vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender a dependência digital.

Júlia Khoury ensina como identificar crianças e adolescentes viciados no celular: “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas de que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

[...]

Ainda na UFMG, a terapeuta ocupacional e doutora em Medicina Molecular Renata Santos estudou as associações entre tempo de tela e saúde mental. Ela também indica como perceber a nomofobia infantojuvenil: “Ela aparece quando começa a atrapalhar as outras atividades, quando começam os atrasos na entrega de tarefas de casa e da escola. As crianças também começam a mentir sobre a quantidade de tempo que passam no celular. Elas não acham nada mais interessante do que ficar no celular. Elas se sentem às vezes frustradas e tristes quando não podem usar. Precisam ficar cada vez mais tempo para poder satisfazer suas necessidades. E a gente percebe que elas têm fracassado nas tentativas de diminuir o uso”.

[...]

O córtex pré-frontal é a região do cérebro responsável por planejamento, tomada de decisões, autocontrole e regulação emocional, e pode não estar completamente desenvolvido até os 20 anos ou mais tarde. Em geral, de acordo com o campo da neuropediatria, os celulares estimulam vias de processamento cerebral passivas. O tempo excessivo durante o qual crianças e adolescentes passam diante de telas é um tempo em que deveriam ser estimulados pelas vias ativas. O ideal é praticar atividades para desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação, da resolução de problemas e da sociabilidade de maneira off-line.

Um cuidado especial deve ser tomado com as recompensas fáceis que as redes sociais ofertam ao córtex pré-frontal, prejudicando o desenvolvimento de uma região cerebral controladora de impulsos, atenção, julgamentos e tomada de decisão. Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantojuvenil pode mesmo se viciar no uso de celular e demais telas: “Sim, a dependência digital ou o vício em tecnologia existe. Quando se está interagindo com um dispositivo eletrônico, muitas vezes, se tem como recompensa uma gratificação imediata por meio dos jogos ou das redes sociais, dos vídeos ou de alguma forma de entretenimento. Então, isso leva a um ciclo de recompensa que vai estimular cada vez mais o uso contínuo dos aplicativos desses conteúdos digitais. Eles são projetados para ser envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar off-line nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais”.

[...]

Adaptado de: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-aoalcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares. Acesso em: 6 mar. 2025.

Assinale a alternativa que apresenta, em relação à concordância, uma reescrita INCORRETA de frases adaptadas do texto.

 

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3750376 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

A palavra é nomofobia

Em série de reportagens da Rádio UFMG Educativa, especialistas analisam as implicações da dependência digital e do uso excessivo de celulares pelas crianças

Por UFMG | Pesquisa e Inovação

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao léxico especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: ela desencadeia um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos no geral.

A doença está listada na chamada Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID). Nos Estados Unidos, pesquisa realizada pela Common Sense Media trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na UFMG, alguns estudos avaliam as consequências do vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender a dependência digital.

Júlia Khoury ensina como identificar crianças e adolescentes viciados no celular: “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas de que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

[...]

Ainda na UFMG, a terapeuta ocupacional e doutora em Medicina Molecular Renata Santos estudou as associações entre tempo de tela e saúde mental. Ela também indica como perceber a nomofobia infantojuvenil: “Ela aparece quando começa a atrapalhar as outras atividades, quando começam os atrasos na entrega de tarefas de casa e da escola. As crianças também começam a mentir sobre a quantidade de tempo que passam no celular. Elas não acham nada mais interessante do que ficar no celular. Elas se sentem às vezes frustradas e tristes quando não podem usar. Precisam ficar cada vez mais tempo para poder satisfazer suas necessidades. E a gente percebe que elas têm fracassado nas tentativas de diminuir o uso”.

[...]

O córtex pré-frontal é a região do cérebro responsável por planejamento, tomada de decisões, autocontrole e regulação emocional, e pode não estar completamente desenvolvido até os 20 anos ou mais tarde. Em geral, de acordo com o campo da neuropediatria, os celulares estimulam vias de processamento cerebral passivas. O tempo excessivo durante o qual crianças e adolescentes passam diante de telas é um tempo em que deveriam ser estimulados pelas vias ativas. O ideal é praticar atividades para desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação, da resolução de problemas e da sociabilidade de maneira off-line.

Um cuidado especial deve ser tomado com as recompensas fáceis que as redes sociais ofertam ao córtex pré-frontal, prejudicando o desenvolvimento de uma região cerebral controladora de impulsos, atenção, julgamentos e tomada de decisão. Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantojuvenil pode mesmo se viciar no uso de celular e demais telas: “Sim, a dependência digital ou o vício em tecnologia existe. Quando se está interagindo com um dispositivo eletrônico, muitas vezes, se tem como recompensa uma gratificação imediata por meio dos jogos ou das redes sociais, dos vídeos ou de alguma forma de entretenimento. Então, isso leva a um ciclo de recompensa que vai estimular cada vez mais o uso contínuo dos aplicativos desses conteúdos digitais. Eles são projetados para ser envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar off-line nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais”.

[...]

Adaptado de: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-aoalcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares. Acesso em: 6 mar. 2025.

A respeito de aspectos estruturais do texto, com base em alguns trechos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) O texto tem uma composição argumentativa por defender a ideia de um novo tipo de dependência digital, fato comprovado neste trecho: “As novas tecnologias [...] provocaram a incorporação de uma nova palavra ao léxico especializado: nomofobia [...]”.

( ) Em “Júlia Khoury ensina como identificar crianças e adolescentes viciados no celular: ‘A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição [...]’”, identifica-se uma noção instrutiva do texto, a fim de fornecer orientações ao leitor, persuadindo-o.

( ) O texto assume uma composição expositiva por transmitir informações sobre dependência digital, respaldadas em especialistas e agências, como no trecho: “[...] a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno [...]”.

 

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3750375 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Leia o Texto III, a seguir, para responder às questões de 19 a 22.

Texto III

Sabiá

(Chico Buarque e Tom Jobim)

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Para o meu lugar

Foi lá e é ainda lá

Que eu hei de ouvir cantar

Uma sabiá

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Vou deitar à sombra

De uma palmeira que já não há

Colher a flor que já não dá

E algum amor talvez

Possa espantar as noites

Que eu não queria

E anunciar o dia

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Não vai ser em vão

Que fiz tantos planos

De me enganar

Como fiz enganos

De me encontrar

Como fiz estradas

De me perder

Fiz de tudo e nada

De te esquecer

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

E é pra ficar

Sei que o amor existe

Eu não sou mais triste

E que a nova vida

Já vai chegar

E que a solidão

Vai se acabar

Buarque, C. (s.d.). Sabiá. Disponível em: https://www.letras.mus.br/blog/sabia. Acesso em: 21 mar. 2025.

A intertextualidade é um dos fatores de textualidade e desempenha papel fundamental na construção de sentidos. Acerca desse assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. A intertextualidade ocorre quando, em um texto, está inserido outro texto (intertexto) anteriormente produzido, que faz parte da memória social de uma coletividade ou da memória discursiva.

II. A intertextualidade explícita ocorre, por exemplo, por meio de citações, referências, menções, resumos, resenhas e traduções.

III. O plágio é um tipo particular de intertextualidade explícita, com valor de captação, no qual o produtor do texto espera (ou deseja) que o interlocutor não tenha na memória o intertexto e sua fonte.

IV. Nos casos de intertextualidade implícita, o produtor do texto espera que o leitor/ouvinte seja capaz de reconhecer a presença do intertexto, pela ativação do texto-fonte em sua memória discursiva, visto que, se tal não ocorrer, estará prejudicada a construção do sentido, particularmente no caso da subversão.

V. A canção Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim, estabelece uma intertextualidade explícita com o poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, ao evocar, em novo contexto histórico e poético, o desejo de retorno e pertencimento à terra natal.

 

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3750374 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Leia o Texto III, a seguir, para responder às questões de 19 a 22.

Texto III

Sabiá

(Chico Buarque e Tom Jobim)

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Para o meu lugar

Foi lá e é ainda lá

Que eu hei de ouvir cantar

Uma sabiá

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Vou deitar à sombra

De uma palmeira que já não há

Colher a flor que já não dá

E algum amor talvez

Possa espantar as noites

Que eu não queria

E anunciar o dia

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Não vai ser em vão

Que fiz tantos planos

De me enganar

Como fiz enganos

De me encontrar

Como fiz estradas

De me perder

Fiz de tudo e nada

De te esquecer

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

E é pra ficar

Sei que o amor existe

Eu não sou mais triste

E que a nova vida

Já vai chegar

E que a solidão

Vai se acabar

Buarque, C. (s.d.). Sabiá. Disponível em: https://www.letras.mus.br/blog/sabia. Acesso em: 21 mar. 2025.

A linguagem utilizada na canção “Sabiá” constrói sentidos simbólicos, recorrendo a diversos recursos expressivos. O verso “fiz estradas de me perder”, por exemplo, é especialmente significativo nesse contexto. Sobre a figura de linguagem presente nesse verso, assinale a alternativa correta.

 

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3750373 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Leia o Texto III, a seguir, para responder às questões de 19 a 22.

Texto III

Sabiá

(Chico Buarque e Tom Jobim)

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Para o meu lugar

Foi lá e é ainda lá

Que eu hei de ouvir cantar

Uma sabiá

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Vou deitar à sombra

De uma palmeira que já não há

Colher a flor que já não dá

E algum amor talvez

Possa espantar as noites

Que eu não queria

E anunciar o dia

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Não vai ser em vão

Que fiz tantos planos

De me enganar

Como fiz enganos

De me encontrar

Como fiz estradas

De me perder

Fiz de tudo e nada

De te esquecer

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

E é pra ficar

Sei que o amor existe

Eu não sou mais triste

E que a nova vida

Já vai chegar

E que a solidão

Vai se acabar

Buarque, C. (s.d.). Sabiá. Disponível em: https://www.letras.mus.br/blog/sabia. Acesso em: 21 mar. 2025.

No que tange aos seguintes versos retirados do Texto III, assinale a alternativa correta.

“Sei que o amor existe

Eu não sou mais triste

E que a nova vida

Já vai chegar”

 

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Questão presente nas seguintes provas
3750372 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Leia o Texto III, a seguir, para responder às questões de 19 a 22.

Texto III

Sabiá

(Chico Buarque e Tom Jobim)

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Para o meu lugar

Foi lá e é ainda lá

Que eu hei de ouvir cantar

Uma sabiá

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Vou deitar à sombra

De uma palmeira que já não há

Colher a flor que já não dá

E algum amor talvez

Possa espantar as noites

Que eu não queria

E anunciar o dia

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

Não vai ser em vão

Que fiz tantos planos

De me enganar

Como fiz enganos

De me encontrar

Como fiz estradas

De me perder

Fiz de tudo e nada

De te esquecer

Vou voltar

Sei que ainda vou voltar

E é pra ficar

Sei que o amor existe

Eu não sou mais triste

E que a nova vida

Já vai chegar

E que a solidão

Vai se acabar

Buarque, C. (s.d.). Sabiá. Disponível em: https://www.letras.mus.br/blog/sabia. Acesso em: 21 mar. 2025.

A canção “Sabiá” dialoga com o poema “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias. Esse diálogo intertextual se manifesta como

 

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3750371 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Leia o Texto II, a seguir, para responder às questões 16 e 17.

Texto II

Enunciado 4527869-1

CHICO BENTO. Revista Chico Bento, n. 268, p. 5-6, 1997.

O Texto II, ao empregar um registro linguístico marcado por elementos da oralidade, promove uma representação estilizada de uma variedade regional da língua portuguesa. Considerando essa característica, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. A linguagem utilizada no Texto II reproduz traços da oralidade própria de uma variedade popular rural, conferindo verossimilhança à fala dos personagens.

II. De acordo com a sociolinguística, a escolha linguística dos personagens do Texto II fere princípios de coerência e aceitabilidade textual, já que se distancia da norma culta.

III. A intencionalidade comunicativa do Texto II está relacionada tanto à construção do humor quanto à valorização de uma identidade cultural marcada pela fala regional.

IV. O Texto II explicita a necessidade do uso da língua como um sistema homogêneo, no qual a variedade padrão deve prevalecer como modelo linguístico superior, a fim de que possa ser efetivamente compreendida por todos.

 

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