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Leia o texto.
Especialistas apontam a atividade agropecuária como uma das principais responsáveis pelas emissões de poluentes que elevam a temperatura do planeta, sobretudo no Brasil, que possui o maior rebanho comercial do mundo com 212 milhões de cabeças. O processo de digestão do gado bovino libera o gás metano, cujo potencial para causar o efeito estufa é 25 vezes maior do que o CO2.
(Fonte: Trecho extraído de O Estado de São Paulo. Versão Online de 08 de janeiro de 2014.)
Sobre a produção de metano pelos bovinos, analise as afirmativas.
I - A produção de propionato é uma via competitiva de utilização de H2 no rúmen, reduzindo a disponibilidade de substrato para a metanogênese.
II - A produção de acetato e butirato, predominantes durante a fermentação de carboidratos fibrosos, resulta em liberação líquida de H2 e favorece a metanogênese.
III - Do ponto de vista da gestão ambiental dos sistemas pecuários, é vantajoso manter os animais por mais tempo na etapa de terminação, pois a produção de metano por quilograma de carne obtida nesse sistema é inferior à produção nos sistemas de terminação de animais precoces.
IV - Os ionóforos são aditivos que inibem o crescimento de bactérias gram-positivas por meio de alterações na permeabilidade de suas membranas plasmáticas e, por consequência, reduzem a produção de metano no rúmen.
Está correto o que se afirma em
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Uma amostra de Na2C2O4 de massa igual a 0,2010 g consumiu 40,00 mL de uma solução aquosa de KMnO4. De acordo com a equação balanceada abaixo, a concentração, em mol/L, da solução de KMnO4 será igual a
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Considerando-se o emprego das preposições, o valor semântico está corretamente atribuído em:
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Lea el fragmento del texto.
La literatura es un espacio de encuentro entre los conocimientos de la cultura cotidiana - de la cultura abordada desde una perspectiva antropológica y sociológica - y la cultura como arte y/o saber institucionalizado de prestigio - el acervo literario, científico, histórico, político, estético -. Los textos literarios ofrecen ejemplos de atavismos culturales, de comportamientos, de tradiciones, que se proyectan en los rituales e interacciones comunes de la lengua con la que un no nativo aspira a familiarizarse.
(SANZ PASTOR, M. El lugar de la literatura en la enseñanza del español: perspectivas y propuestas. Enciclopedia del español en el mundo, 2006-07. Disponible en: <cvc.cervantes.es>. Accedido el: 30 de jun. 2015.)
El fragmento presenta una reflexión sobre la presencia de la literatura en la enseñanza del español como lengua adicional. Según ese fragmento, la inserción del texto literario en la clase se justifica por el hecho de que
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Seja o sistema expresso pela função de transferência abaixo:
!$ { \large Y(s) \over U(s)} = { \large s + 3 \over s^2 + 3s + 3} !$
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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Embora esse artigo seja dissertativo argumentativo, o autor recorre à sequência do narrar para sustentar sua opinião, como ocorre no seguinte trecho:
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Seleção fenotípica fisiológica é um tipo de seleção na qual são utilizados os valores que são manifestações fisiológicas das produções dos indivíduos. As produções de leite, carne e ovos são exemplos desse tipo de atividade. Sobre esse tipo de seleção, é correto afirmar:
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Na obtenção do clínquer, um dos componentes do cimento Portland, são calcinados em um forno rotatório, calcário (CaCO3) e argila (90:10), resultando numa mistura de CaO e SiO2, entre outros óxidos. Em relação ao composto CaO, analise as afirmativas.
I - A ligação entre o cálcio e o oxigênio se dá por transferência de elétrons, sendo classificada como ligação covalente.
II - Os átomos alcançam a configuração de gás nobre após a ligação.
III - Após a ligação entre os átomos de cálcio e oxigênio, há formação de um cátion Ca2+ e um ânion O2-.
Está correto o que se afirma em
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Uma amostra de 500 mL de água natural foi levada a um laboratório para análise do teor de cálcio, pois muitas pessoas que bebiam dessa água eram internadas com cólicas de rim após algum de tempo de consumo. A amostra foi analisada e teve o cálcio precipitado como oxalato de cálcio, CaC2O4. Após a filtração e a lavagem do precipitado, usou-se um cadinho de massa igual a 25,1750 g para calcinar o precipitado. Após a calcinação, o peso do cadinho contendo o óxido de cálcio, CaO, foi 25,4550 g. A concentração de cálcio na amostra em g/mL é igual a
Dados:
Massas molares em g/mol: C = 12; O = 16; Ca = 40
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Analise as sequências abaixo.

(Fonte: https://ijnet.org/pt-br/stories/dicas-para-videojornalistas-t%C3%A9cnicas-de-ilumina%C3%A7%C3%A3o-e-linhas-do-eixo. Acesso em 15/07/2015.)
Sobre a Regra dos Eixos, é correto afirmar que é uma linha imaginária que
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