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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Em “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos...”, o verbo destacado encontra-se no
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Literatura de Cordel
A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.
Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.
Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.
Assinale uma função que não pode ser atribuída à literatura de cordel produzida no Brasil.
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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência dos verbos destacados.
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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Em “O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos.”, a formação do verbo destacado é
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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação dos adjuntos adverbiais destacados.
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Literatura de Cordel
A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.
Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.
Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.
Em “O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões...”, o elemento sublinhado é um
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Literatura de Cordel
A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900- 1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883- 1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque. As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular.
Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a manutenção do folclore nacional.
Pelo fato de poder ser lida em sessões públicas e de atingir um número elevado de exemplares distribuídos, ajuda na disseminação de hábitos de leitura e luta contra o analfabetismo. A tipologia de assuntos que cobre, crítica social e política e textos de opinião, eleva a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
Texto adaptado de <,http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em 19 jun. 2009.
Em “O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal.”, o sinal indicativo de crase se deve
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Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Assinale a alternativa cuja expressão destacada NÃO apresenta a justificativa correta para o emprego da(s) vírgula(s).
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Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Assinale a alternativa cuja expressão destacada NÃO funciona como adjetivo no texto.
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Assinale a alternativa correta.
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