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Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
NAVEGUE NAS REDES SOCIAIS SEM BOTAR A SAÚDE EM RISCO
Cada vez mais conectados, encurtamos distâncias, ganhamos tempo e fazemos amigos. Mas, sem bom senso, já tem gente pagando um preço: o bem-estar
André Bernardo

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NAVEGUE NAS REDES SOCIAIS SEM BOTAR A SAÚDE EM RISCO
Cada vez mais conectados, encurtamos distâncias, ganhamos tempo e fazemos amigos. Mas, sem bom senso, já tem gente pagando um preço: o bem-estar
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“Fatal foi teres chegado de manhãzinha, teus olhos de sono, quando ainda a cidade se espreguiçava e teres visto o casario, as ruelas tortuosas, os homens a gritar nomes e coisas.
[...]
Ao saltares dessas águas barrentas, ao abandonares sem saudade, rápido se perdeu o teu barco entre os tantos aportados naquele cais. Fatal foi tropeçares e seguires aos solavancos pelas ruas achando que eram de boas-vindas os olhares. Ao pé do casarão mal iluminado fatal foi pensares que ofereciam vida nova, pois ouviste os sinos.
A família dormia ainda. Soubeste logo que havia menino, que havia menina, um doutor e sua mulher a quem devias servir, branca e alta mulher.
[...]
Diante da mão espalmada, retorno ao meu ofício e aceito ler teu destino mas, te adianto, não vejo mais - pesada hora - rastro sequer de fortuna, perdeu-se a do coração.
Cheia de pejo e de dó vou te esconder, Ó senhora, que fatal foi te roubarem a linha da vida.”
Sobre o trecho acima, retirado do conto “Velas. Por quem?”, de Maria Lúcia Medeiros (1990, p. 11-13), pode-se afirmar que
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Todo o meu romance distribuído, provavelmente, em dez volumes, é feito, na maior parte, da gente mais comum, tão ninguém, que é a minha criaturada grande de Marajó, Ilhas e Baixo Amazonas. Fui menino de beira de rio, do meio do campo, banhista de igarapé. Passei a juventude no subúrbio de Belém, entre amigos, nunca intelectuais, nos salões da melhor linhagem que são os clubinhos da gente de estiva e das oficinas, das doces e brabinhas namoradas que trabalhavam na fábrica. Um bom intelectual de cátedra alta diria: são as minhas essências, as minhas virtualidades. Eu digo tão simplesmente: é a farinha d’água dos meus bijus. Sou um também daqueles lá, sempre fiz questão de não arredar o pé da minha origem e para isso, ou melhor, para enterrar o pé mais fundo, pude encontrar uma filiação ideológica que me dá razão. A esse pessoal miúdo que tento representar nos meus romances chamo aristocracia de pé no chão.”
Dalcídio Jurandir, no texto acima, publicado na Folha do Norte, em 23 de outubro de 1960, explicitava não apenas o universo humano de onde provinha e que lhe interessava, mas também a existência de uma lente ideológica através da qual focava tal universo. Qual dos excertos abaixo é exemplo cristalino dessa perspectiva a que se filiou e do foco nos “pés descalços”?
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