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“A homologação da terra indígena Cachoeira Seca pode ajudar a frear o desmatamento no norte da região conhecida como Terra do Meio, no oeste do Pará. É o que espera o secretário executivo do Instituto Socioambiental (ISA). O governo federal homologou esta semana a demarcação da terra indígena e destinou a posse permanente e o usufruto exclusivo da área aos índios Arara. O território de mais 730 mil hectares está localizado nos municípios paraenses de Altamira, Placas e Uruará.” (GAZETA DE SANTARÉM, 09 de abril de 2016)
A notícia dá a entender que existe uma relação direta de causa e efeito entre
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Observe estas cinco frases-título recolhidas de notícias de jornal:
I – TUMULTO TOA.
II – UM NÃO VIOLÊNCIA.
III – NOMEAÇÕES VAREJO.
IV – JANTARZINHO LUZ DE VELA.
V – FUTEBOL EUROPEIA.
Quantas delas contêm erro no emprego do acento indicativo de crase?
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A questão tomará por base o trecho inicial da seguinte crônica, de Iran de Souza, publicada no sítio “kickante” em dezembro de 2015:
Gente que é a cara de Belém
O tempo passa, mas Belém ainda tem disso: difícil haver cidade mais fácil para se puxar conversa com um desconhecido. Quem quiser tirar a prova dos nove pode fazer o teste do bar, discreto e seguro como aquele da farmácia para comprovar gravidez.
É simples: você entra num bar, café ou restaurante seja lá onde for, em Portugal, nos Estados Unidos, na França ou mesmo no Brasil. Tenta, por exemplo, conversar com um lisboeta que ouve seu belo e triste fado numa adega do Bairro Alto, ou com um nova-iorquino atento ao seu concerto de jazz em Greenwich Village, ou com um parisiense que, de pernas cruzadas, lê e fuma numa mesa de calçada em Saint-Germain-des-Prés, ou com um paulistano e sua turma em rodada de cerveja, picanha e pagode em Vila Madalena.
Algum tempo depois, o suficiente para ir lá e voltar cá, você entra num lugar qualquer em Belém, num boteco de calçada na Cidade Velha ou num pub em Nazaré, numa casa de choro na Condor ou num bar da moda no Umarizal, num churrasquinho no Marco ou numa sorveteria em Batista Campos.
E assim, com sua própria vivência de cidades, você logo vai saber onde é mais fácil travar uma boa conversa e fazer um amigo de primeira hora, em último caso o próprio garçom.
(Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/cronica-historica-e-sentimental-de-belem-3) – adaptado
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“Sobre o verde berço da floresta / Onde brota fauna e flora tão vibrante, / Nasceste tu, minha Belém, / Entre o leve alento dos igarapés / E agrados de rios afluentes.” (Eduardo Neves, “Hino de Belém”)
Nesses versos iniciais do hino da cidade de Belém, encontramos a seguinte figura de linguagem
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O redator do jornal não gostou da chamada para a entrevista que seria publicada no caderno empresarial, onde se lia: “Uma estratégia fundamental para amigos e sócios é saber dividir as tarefas na empresa e, mais importante, respeitar a divisão. Essa é a tática dos seis amigos do grupo entrevistado.”
Propôs então ao revisor que reunisse as duas frases em apenas uma, mantendo todo o conteúdo informacional. A forma correta resultante foi:
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“Vou voltar / Sei que ainda vou voltar / Para o meu lugar / Foi lá e é ainda lá / Que eu hei de ouvir cantar / Uma sabiá. / Vou deitar à sombra / De uma palmeira que já não há / Colher a flor que já não dá / E algum amor talvez possa espantar.” (Chico Buarque e Tom Jobim, “Sabiá”)
“Céu de vidro azul fumaça / Quatro graus de latitude / Rua estreita, praia e praça / Minha arena e ataúde / Não permita Deus que eu morra / Sem sair desse lugar / Sem que um dia eu vá embora / Pra depois poder voltar.” (Raimundo Fagner, “4 Graus”)
Os dois trechos transcritos acima servem como exemplo de intertextualidade, fenômeno que ocorre quando há uma referência explícita ou implícita de um texto em outro. No caso, a referência é ao poema
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