Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2496762 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O assoreamento de um rio tem como principal(is) responsável(is), a(s) erosão(ões)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2496705 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O ecossistema é a unidade básica no estudo da ecologia. Com relação ao conceito de ecossistemas, assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2496316 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Conforme a NBR Série ISO 14001, um Sistema de Gestão Ambiental tem como objetivo prover as organizações com os elementos de um sistema ambiental eficaz, passível de integração com outros elementos de gestão, de forma a auxiliá-las a alcançar os seus objetivos ambientais e econômicos. Diante disso, assinale a alternativa que NÃO corresponde aos principais elementos-chave que devem ser abordados em um Sistema de Gestão Ambiental.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2495961 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Para um aprimoramento do crescimento dos vegetais na agricultura, em algumas situações se faz necessário adicionar fertilizantes contendo nitrogênio e outros elementos. Quanto ao ciclo do nitrogênio, observe a figura a seguir e assinale a afirmativa CORRETA. Para isso, faça a relação entre os mecanismos (A), (B), (C) e (D) e os compostos químicos (I), (II), (III) e (IV).
Enunciado 3200196-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2495876 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A linha de costa é modificada diretamente pela variação do nível do mar. Oscilações da ordem de dezenas de metros são comuns. Pode-se considerar causas antrópicas secundárias da erosão marinha:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2494826 Ano: 2014
Disciplina: Direito Penal
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A Lei nº 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, que passou a ser conhecida como a Lei de Crimes Ambientais, dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente. Com relação aos crimes contra o meio ambiente, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Os que não comem e os que não dormem
Em nenhum outro país, os ricos demonstraram mais ostentação que no Brasil. Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de subúrbio. E, às vezes, são assaltados, sequestrados ou mortos nos sinais de trânsito. Presenteiam com belos carros seus filhos, e não voltam a dormir tranquilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos.
Os ricos brasileiros usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam frequentar, mas perdem o apetite diante da pobreza, que, ali por perto, arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a ir a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados. Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram.
Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada, a caminho de casa. Felizmente, isso nem sempre acontece, mas, certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa. Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão. Os ricos brasileiros continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: insegurança e ineficiência.
No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas. Por causa da pobreza ao redor, os brasileiros ricos vivem um paradoxo: para ficar mais ricos, têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.
Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que, no hotel onde se hospedarão, serão vistos como assassinos de crianças na Candelária, destruidores da Floresta Amazônica, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de dengue e de verminoses. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.
Na verdade, a maior pobreza dos ricos brasileiros está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. Foi essa pobreza de visão que impediu os ricos brasileiros de perceberem, cem anos atrás, a riqueza que havia nos braços dos escravos libertos se lhes fosse dado direito de trabalhar a imensa quantidade de terra ociosa de que o País dispunha. Se tivessem percebido essa riqueza e libertado a terra junto com os escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza que os acompanha ao longo de mais de um século. Se os latifúndios tivessem sido colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada teria chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da imigração descontrolada e com uma população sem miséria. A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados.
Para poder usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres. Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles todos os dias e com toda a saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas têm dificuldades em evitar infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.
Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E essa pobreza é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso, a pobreza de espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres ricas elites brasileiras. Se percebessem a riqueza potencial que há nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam reorientar o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de nossas massas populares. Liberariam a terra para os trabalhadores rurais, realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e colocariam o povo para produzir para o próprio povo.
Essa seria uma decisão que enriqueceria o Brasil inteiro – os pobres que sairiam da pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da insensatez. Mas isso é esperar demais. Os ricos são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas.
(BUARQUE, Cristovam. Os que não comem e os que não dormem. O Globo, 12/03/2001.)
No fragmento “Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada a caminho de casa”, o trecho grifado permite pensar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2494200 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A erosão hídrica é um processo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2493555 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A determinação da permeabilidade de um solo está diretamente baseada na seguinte formulação teórica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2493329 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O Conselho Nacional de Meio Ambiente, por meio da Resolução CONAMA nº 01/ 1986, definiu como deve ser feita a avaliação de impactos ambientais de atividades modificadoras do meio ambiente, estabelecendo a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). São dois documentos que servem como instrumentos de avaliação de impactos ambientais e são partes integrantes do processo de licenciamento ambiental. Quanto às diretrizes gerais e conteúdos do EIA e RIMA, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas