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- Protocolos e ServiçosRedes, Roteamento e TransporteOSPF: Open Shortest Path First
- Protocolos e ServiçosRedes, Roteamento e TransporteRIP: Routing Information Protocol
Sobre protocolos de roteamento, julgue os itens abaixo.
I. O protocolo OSPF é um protocolo de roteamento baseado no estado de enlace. Os custos dos links entre os roteadores são considerados para formar uma métrica para a rota.
II. O protocolo de roteamento classless é aquele que não pode suportar sub redes.
III. O protocolo de roteamento classful é aquele que inclui máscaras de sub redes em seus anúncios.
IV. O protocolo RIP é um protocolo de roteamento baseado em broadcast de todas as rotas, não importa o status de qualquer outro roteador da rede.
V. Um sistema autônomo (AS) é um grupo de redes e roteadores controlados por uma única autoridade administrativa.
Estão CORRETOS, apenas:
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- Legislação PrevidenciáriaResoluções do CNASResolução CNAS 145/2004: Política Nacional de Assistência Social
A Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) define a Assistência Social como direito do cidadão e dever do Estado, legitimando as demandas dos/as usuários/as e o espaço de ampliação de seu protagonismo. Sendo assim, é CORRETO afirmar que a proteção social deve garantir
I. segurança de sobrevivência (de rendimento e autonomia).
II. a acolhida das seguranças primordiais na Política de Assistência Social.
III. a acolhida do/a usuário/a.
IV. o convívio ou vivência familiar.
V. supremacia no atendimento das exigências do mercado.
II. a acolhida das seguranças primordiais na Política de Assistência Social.
III. a acolhida do/a usuário/a.
IV. o convívio ou vivência familiar.
V. supremacia no atendimento das exigências do mercado.
Estão CORRETOS apenas os itens:
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2480079
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Assinale a opção CORRETA referente à aplicação dos princípios orçamentários.
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Segundo a maneira como as sombras são calculadas, existem diversos tipos diferentes, entre eles, encontram-se as sombras do tipo raytrace e as geradas por mapeamento. Quais as vantagens da sombra do tipo raytrace sobre uma gerada por mapeamento?
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O profissional de secretariado desempenha o seu papel com vistas a gerar resultados à empresa e ao executivo, de modo a necessitar de ferramentas eficientes para o acompanhamento de atividades, como é o caso da agenda. É por meio dela que são organizadas, planejadas e controladas as atividades. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir.
I. Podem ser anotadas em uma agenda reuniões de diretoria, associações, clubes, acionistas e clientes.
II. É permitido anotar na agenda mensalidades (contas a pagar), contribuições assistenciais e vencimento de assinaturas de periódicos.
III. Ao agendar compromissos, o profissional de secretariado deve anotar os números dos telefones fixos e móveis das pessoas com as quais houve agendamentos.
IV. Ao agendar compromissos para o executivo, não é aconselhável o profissional de secretariado buscar informações com o solicitante da reunião acerca da temática a ser abordada.
V. É permitido colocar na agenda datas de aniversário de familiares do executivo.
Estão CORRETAS apenas:
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- Equipamentos de RedeSwitch
- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Enlace
- Protocolos e ServiçosAcesso ao MeioSTP: Spanning Tree Protocol
No laboratório de redes de um campus do IFPE, ao término de uma aula prática, um aluno conectou acidentalmente duas portas do mesmo switch gerando um loop e paralisando a rede deste laboratório. Ao analisar o ocorrido, o técnico de Tecnologia da Informação constatou que o switch desse laboratório não possui o seguinte protocolo:
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No decorrer da contratação de operadores logísticos, vários problemas podem surgir. Segundo Fleury, Wanke, Figueiredo, (2000, p.139), “para minimizar a possibilidade de ocorrência de problemas na contratação de operadores logísticos, o caminho natural é (...) seguir procedimento analítico estruturado que permita decidir, em bases objetivas possíveis, sobre a conveniência de terceirizar, e com quem terceirizar”. Sobre os problemas na contratação de operadores logísticos assinale V para as assertivas verdadeiras ou F para as falsas.
I. Com a incapacidade de o operador logístico cumprir as metas combinadas com o contratante, as empresas correm o risco de criar uma dependência excessiva do operador logístico. ( )
II. Perda de acesso a informações-chaves do mercado. ( )
III. Foco na atividade central do negócio e maior flexibilidade operacional. ( )
IV. Maior controle sobre variáveis como qualidade, prazos, disponibilidade, flexibilidade, devido à proximidade, exclusividade e facilidade de coordenação. ( )
V. Falta de controle das saídas e entregas por meio de terceirização de frota. ( )
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo é:
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A Política de Assistência Social é promotora de ações que visam à proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice. Para fins de sua organização, a Política de Assistência Social possui três diretrizes. Constitui uma das diretrizes dessa política
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O reconhecimento de um imposto retido do funcionário em folha de pagamento deve
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Texto 1
Os que não comem e os que não dormem
Em nenhum outro país, os ricos demonstraram mais ostentação que no Brasil. Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de subúrbio. E, às vezes, são assaltados, sequestrados ou mortos nos sinais de trânsito. Presenteiam com belos carros seus filhos, e não voltam a dormir tranquilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos.
Os ricos brasileiros usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam frequentar, mas perdem o apetite diante da pobreza, que, ali por perto, arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a ir a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados. Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram.
Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada, a caminho de casa. Felizmente, isso nem sempre acontece, mas, certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa. Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão. Os ricos brasileiros continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: insegurança e ineficiência.
No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas. Por causa da pobreza ao redor, os brasileiros ricos vivem um paradoxo: para ficar mais ricos, têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.
Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que, no hotel onde se hospedarão, serão vistos como assassinos de crianças na Candelária, destruidores da Floresta Amazônica, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de dengue e de verminoses. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.
Na verdade, a maior pobreza dos ricos brasileiros está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. Foi essa pobreza de visão que impediu os ricos brasileiros de perceberem, cem anos atrás, a riqueza que havia nos braços dos escravos libertos se lhes fosse dado direito de trabalhar a imensa quantidade de terra ociosa de que o País dispunha. Se tivessem percebido essa riqueza e libertado a terra junto com os escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza que os acompanha ao longo de mais de um século. Se os latifúndios tivessem sido colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada teria chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da imigração descontrolada e com uma população sem miséria. A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados.
Para poder usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres. Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles todos os dias e com toda a saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas têm dificuldades em evitar infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.
Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E essa pobreza é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso, a pobreza de espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres ricas elites brasileiras. Se percebessem a riqueza potencial que há nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam reorientar o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de nossas massas populares. Liberariam a terra para os trabalhadores rurais, realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e colocariam o povo para produzir para o próprio povo.
Essa seria uma decisão que enriqueceria o Brasil inteiro – os pobres que sairiam da pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da insensatez. Mas isso é esperar demais. Os ricos são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas.
(BUARQUE, Cristovam. Os que não comem e os que não dormem. O Globo, 12/03/2001.)
Em relação à ideia defendida pelo autor, é CORRETO afirmar que
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