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Foram encontradas 45 questões.

2416377 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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A análise das entrevistas de adolescentes, relativas aos problemas de orientação vocacional, revela que grande parte dos conflitos refere-se à carência de informação [...] em termos de papéis ocupacionais.

(BOHOSLAVSKY, 1995.)

Esses recursos e técnicas de que se vale o psicólogo, para satisfazer essa carência, e que, sem eles, nenhum processo de orientação vocacional pode ser considerado completo, possuem a denominação genérica de

 

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2416321 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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O psicólogo X começou a trabalhar em uma organização. Ele informou-se a respeito da missão, filosofia, políticas, normas e práticas vigentes dessa organização. Verificou que havia uma incompatibilidade com os princípios e regras do Código de Ética Profissional do Psicólogo.

De acordo com esse Código, o psicólogo deve

 

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2416311 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

A moda que revela as mudanças sociais

Roupas do passado e do presente servem como um espelho da sociedade [...]

Longe de ser frívola, a moda se constitui numa referência da multiplicidade de formas na qual se exprime a criatividade humana. "Ela não é somente a roupa, mas tudo o que caracteriza o gosto específico de um grupo, passando por seu modo de vestir", explica João Braga, especialista na área e professor da Faculdade Santa Marcelina (Fasm) e da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). [...] A história da vestimenta se enquadra no eixo natureza e sociedade por guardar relação com o comportamento através dos tempos e a produção cultural da humanidade – a organização do mundo, seu modo de ser e de viver.

Roupas e acessórios refletem mudanças de comportamento. As gravatas, por exemplo, apontam para a formalidade. Entraram para o vestuário masculino no século 17 e protegiam o pescoço da nobreza. Já a minissaia, tão comum hoje, mas impensável até a década de 1960, mostra uma revolução no universo feminino. Numa época em que as mulheres começavam a trabalhar fora, elas foram criadas para facilitar o andar. A

moda tem suas origens no início da Idade Moderna, com a ascensão da burguesia. Não que antes as pessoas não se importassem com o que vestiam. Pelo contrário. No Egito e na Grécia, as roupas já eram pensadas para valorizar o corpo e para embelezar. Entretanto, é só no fim da Idade Média que os burgueses passam a copiar o estilo de vestir dos nobres. "E eles, por sua vez, passam a ornamentar novas peças com o objetivo de garantir uma valorizada exclusividade. É aí que começa um ciclo eterno de moda", conta Braga. A expressão "obsolescência programada", usada por profissionais da área, descreve bem o que a moda se tornou a partir desse período. "O que está em voga hoje será passado no próximo mês ou até na próxima semana", diz.

Tudo o que colocamos sobre nosso corpo recebe o nome de indumentária. Sob esse título, estão vestimentas, chapéus, sapatos, maquiagens, piercings, tatuagens... "A moda é uma fração desse todo, caracterizada por aspectos que chamaram a atenção das pessoas em um determinado período", aponta o especialista.

E, cedo ou tarde, ela passa. O seu modo de vestir provavelmente se distingue do de seus pais quando eles tinham sua idade. Você pode dizer: "Ah, mas aqueles eram outros tempos". E eram mesmo. "A ideologia, a música e a arte acabam por se refletir nas roupas. Mesmo quando se faz um resgate do trejeito de ser de uma geração, não se pode copiá-lo fielmente porque os elementos que o influenciaram ficaram para trás", afirma. [...] Roupas do passado e do presente servem como um espelho da sociedade [...]

BIBIANO, Bianca. A moda que revela as mudanças sociais. Revista Nova Escola, São Paulo, ano 26, n. 240, p. 55-57, mar. 2011.

Os mecanismos de coesão sequencial stricto sensu (porque toda coesão é, num certo sentido, sequencial) [...] têm por função [...] fazer caminhar o fluxo informacional.

FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 2009. p. 33.

Ainda de acordo com Fávero, esses mecanismos de coesão podem ocorrer por sequenciação temporal e por conexão.

Assinale a alternativa que contempla corretamente os mecanismos de coesão na reescrita desta frase.

"Numa época em que as mulheres começavam a trabalhar fora, [as minissaias] foram criadas para facilitar o andar."

 

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2416065 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

A moda que revela as mudanças sociais

Roupas do passado e do presente servem como um espelho da sociedade [...]

Longe de ser frívola, a moda se constitui numa referência da multiplicidade de formas na qual se exprime a criatividade humana. "Ela não é somente a roupa, mas tudo o que caracteriza o gosto específico de um grupo, passando por seu modo de vestir", explica João Braga, especialista na área e professor da Faculdade Santa Marcelina (Fasm) e da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). [...] A história da vestimenta se enquadra no eixo natureza e sociedade por guardar relação com o comportamento através dos tempos e a produção cultural da humanidade – a organização do mundo, seu modo de ser e de viver.

Roupas e acessórios refletem mudanças de comportamento. As gravatas, por exemplo, apontam para a formalidade. Entraram para o vestuário masculino no século 17 e protegiam o pescoço da nobreza. Já a minissaia, tão comum hoje, mas impensável até a década de 1960, mostra uma revolução no universo feminino. Numa época em que as mulheres começavam a trabalhar fora, elas foram criadas para facilitar o andar. A

moda tem suas origens no início da Idade Moderna, com a ascensão da burguesia. Não que antes as pessoas não se importassem com o que vestiam. Pelo contrário. No Egito e na Grécia, as roupas já eram pensadas para valorizar o corpo e para embelezar. Entretanto, é só no fim da Idade Média que os burgueses passam a copiar o estilo de vestir dos nobres. "E eles, por sua vez, passam a ornamentar novas peças com o objetivo de garantir uma valorizada exclusividade. É aí que começa um ciclo eterno de moda", conta Braga. A expressão "obsolescência programada", usada por profissionais da área, descreve bem o que a moda se tornou a partir desse período. "O que está em voga hoje será passado no próximo mês ou até na próxima semana", diz.

Tudo o que colocamos sobre nosso corpo recebe o nome de indumentária. Sob esse título, estão vestimentas, chapéus, sapatos, maquiagens, piercings, tatuagens... "A moda é uma fração desse todo, caracterizada por aspectos que chamaram a atenção das pessoas em um determinado período", aponta o especialista.

E, cedo ou tarde, ela passa. O seu modo de vestir provavelmente se distingue do de seus pais quando eles tinham sua idade. Você pode dizer: "Ah, mas aqueles eram outros tempos". E eram mesmo. "A ideologia, a música e a arte acabam por se refletir nas roupas. Mesmo quando se faz um resgate do trejeito de ser de uma geração, não se pode copiá-lo fielmente porque os elementos que o influenciaram ficaram para trás", afirma. [...] Roupas do passado e do presente servem como um espelho da sociedade [...]

BIBIANO, Bianca. A moda que revela as mudanças sociais. Revista Nova Escola, São Paulo, ano 26, n. 240, p. 55-57, mar. 2011.

A moda é reflexo da sociedade, suas perspectivas, ideologias e heranças.

Assinale o exemplo usado pelo autor para ratificar essa argumentação.

 

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2415872 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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Fontes, em seu livro Psicopedagogia e Sociedade (2006), aponta os seguintes caminhos para a melhoria da Educação:

 

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2415573 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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[...] reconheceram não haver lesão e proclamaram a existência de uma disfunção. Surge, assim, a disfunção cerebral mínima (DCM) (Moyses, Collares, 1992), já que não conseguiam encontrar a lesão. A DCM tem diversas manifestações clínicas, tais como: hiperatividade, agressividade, distúrbio de aprendizagem, distúrbio de linguagem, falta de coordenação motora, déficit de concentração, instabilidade de humor, baixa tolerância a frustrações e outras menos comuns, não existindo um número mínimo de sintomas para diagnosticar sua existência.

Fontes, 2006.

A disfunção cerebral mínima foi, a partir dos anos 1960, considerada como a causa dos problemas de aprendizagem e classificada, segundo o critério de

 

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2415415 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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Segundo Delgalarrondo (2008), entende-se, por síndrome,

 

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2414177 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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Na sociedade contemporânea ocidental, há um grande apreço dado às produções fundamentadas na eficiência e utilidade.

De acordo com Jung (2011),

 

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2413661 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ

Eu, etiqueta

Em minha calça está grudado um nome que não é meu de batismo ou de cartório um nome... estranho. Meu blusão traz lembrete de bebida que jamais pus na boca, nessa vida. Em minha camiseta, a marca de cigarro que não fumo, até hoje não fumei. Minhas meias falam de produtos que nunca experimentei mas são comunicados a meus pés. [...]

Meu isso, meu aquilo. Desde a cabeça ao bico dos sapatos, são mensagens, letras falantes, gritos visuais, ordens de uso, abuso, reincidências. [...]

E fazem de mim homem-anúncio itinerante, escravo da matéria anunciada. Estou, estou na moda. É duro andar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade, trocá-la por mil, açambarcando todas as marcas registradas, todos os logotipos do mercado. Com que inocência demito-me de ser eu que antes era e me sabia tão diverso de outros, tão mim-mesmo, ser pensante, sentinte e solidário com outros seres diversos e conscientes de sua humana, incrível condição. Agora sou anúncio, ora vulgar ora bizarro, em língua nacional ou em qualquer língua (qualquer, principalmente). [...]

Por me ostentar assim, tão orgulhoso de ser não eu, mas artigo industrial, peço que meu nome retifiquem. Já não me convém o título de homem. Meu nome novo é Coisa. Eu sou Coisa, coisamente.

ANDRADE, Carlos Drummond. Corpo. Rio de Janeiro: Record, 1984

O Texto chama a atenção para a identificação do homem com o produto, e não com a sua própria identidade, o que faz valer mais o produto do que aquele que o produz. Assim, aliena-se o homem em detrimento da etiqueta, que passa a ser a identidade da pessoa.

Nesse sentido, prevalece

 

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2413483 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RJ
Orgão: IF-RJ
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Segundo Gil (1996), a sequência dos elementos, habitualmente requeridos num projeto de pesquisa, é a seguinte:

 

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