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Foram encontradas 50 questões.

2136114 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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Sobre uma alimentação saudável, o Ministério da Saúde recomenda que se limite o uso de alimentos processados, consumindo-os, em pequenas quantidades, como ingredientes de preparações culinárias ou como parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou, minimamente, processados. Não se enquadra como alimento processado:

 

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2136107 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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Ao levarmos aos nossos alunos um determinado jogo, alguns cuidados são necessários,

"É fundamental que o docente teste o jogo antes de levá-lo aos alunos visando evitar surpresas indesejáveis durante a execução, observando se as questões envolvidas estão corretas e se as peças do jogo estão completas."

Entre esses cuidados, o trecho, acima, discorre sobre:

 

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2131345 Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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O ECA discorre que nenhum adolescente será privado de sua liberdade sem o devido processo legal. São asseguradas ao adolescente, entre outras, as seguintes garantias:

I - igualdade na relação processual, podendo confrontar-se com vítimas e testemunhas e produzir todas as provas necessárias à sua defesa.

II - defesa técnica por advogado, assistente social ou defensor social.

III - direito de ser ouvido, pessoalmente, pela autoridade competente.

Está correto o que se afirma em:

 

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Olhos d’água (Fragmento)

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo, busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe aprendi conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, me descobria cheia de culpa, por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. Da unha encravada do dedo mindinho do pé esquerdo... Da verruga que se perdia no meio da cabeleira crespa e bela... Um dia, brincando de pentear boneca, alegria que a mãe nos dava quando, deixando por uns momentos o lava-lava, o passa-passa das roupagens alheias, se tornava uma grande boneca negra para as filhas, descobrimos uma bolinha escondida bem no couro cabeludo ela. Pensamos que fosse carrapato. A mãe cochilava e uma de minhas irmãs aflita, querendo livrar a boneca-mãe daquele padecer, puxou rápido o bichinho. A mãe e nós rimos e rimos e rimos de nosso engano. A mãe riu tanto das lágrimas escorrerem. Mas, de que cor eram os olhos dela?

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe. Ela havia nascido em um lugar perdido no interior de Minas. Ali, as crianças andavam nuas até bem grandinhas. As meninas, assim que os seios começavam a brotar, ganhavam roupas antes dos meninos. Às vezes, as histórias da infância de minha mãe confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida. E era justamente nos dias de parco ou nenhum alimento que ela mais brincava com as filhas. Nessas ocasiões a brincadeira preferida era aquela em que a mãe era a Senhora, a Rainha. Ela se assentava em seu trono, um pequeno banquinho de madeira. Felizes colhíamos flores cultivadas em um pequeno pedaço de terra que circundava o nosso barraco. Aquelas flores eram depois solenemente distribuídas por seus cabelos, braços e colo. E diante dela fazíamos reverências à Senhora. Postávamos deitadas no chão e batíamos cabeça para a Rainha. Nós, princesas, em volta dela, cantávamos, dançávamos, sorríamos. A mãe só ria, de uma maneira triste e com um sorriso molhado... Mas de que cor eram os olhos de minha mãe? Eu sabia, desde aquela época, que a mãe inventava esse e outros jogos para distrair a nossa fome. E a nossa fome se distraía.

Conceição Evaristo (Olhos d’água, p. 15-19)

"E diante dela fazíamos reverências à Senhora".

O sinal indicativo de crase foi empregado, seguindo a mesma regra da oração, acima, em:

 

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2121976 Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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Sobre as medidas de proteção específica descritas, no artigo 100 do ECA, considere a alternativa que descreva o princípio que rege a aplicação de medidas denominado "proporcionalidade e atualidade":

 

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2121900 Ano: 2021
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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De acordo com o artigo 1 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a educação abrange os processos que se desenvolvem, na vida familiar, na convivência humana, , nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações .

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto:

 

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2121896 Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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O artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente discorre que o direito à liberdade compreende:

I - crença e culto religioso.

II - preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.

III - ir, vir e estar, nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.

Sobre os itens acima:

 

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2121894 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IUDS
Orgão: IF-RJ
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O processo de criação, inovação e apropriação da cultura, historicamente, produzida pelo homem é o conceito para:

 

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Acerca de sistemas operacionais Linux. Qual das alternativas, a seguir, apresenta uma afirmação falsa sobre o sistema operacional mencionado?

 

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Olhos d’água (Fragmento)

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo, busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe aprendi conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, me descobria cheia de culpa, por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. Da unha encravada do dedo mindinho do pé esquerdo... Da verruga que se perdia no meio da cabeleira crespa e bela... Um dia, brincando de pentear boneca, alegria que a mãe nos dava quando, deixando por uns momentos o lava-lava, o passa-passa das roupagens alheias, se tornava uma grande boneca negra para as filhas, descobrimos uma bolinha escondida bem no couro cabeludo ela. Pensamos que fosse carrapato. A mãe cochilava e uma de minhas irmãs aflita, querendo livrar a boneca-mãe daquele padecer, puxou rápido o bichinho. A mãe e nós rimos e rimos e rimos de nosso engano. A mãe riu tanto das lágrimas escorrerem. Mas, de que cor eram os olhos dela?

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe. Ela havia nascido em um lugar perdido no interior de Minas. Ali, as crianças andavam nuas até bem grandinhas. As meninas, assim que os seios começavam a brotar, ganhavam roupas antes dos meninos. Às vezes, as histórias da infância de minha mãe confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida. E era justamente nos dias de parco ou nenhum alimento que ela mais brincava com as filhas. Nessas ocasiões a brincadeira preferida era aquela em que a mãe era a Senhora, a Rainha. Ela se assentava em seu trono, um pequeno banquinho de madeira. Felizes colhíamos flores cultivadas em um pequeno pedaço de terra que circundava o nosso barraco. Aquelas flores eram depois solenemente distribuídas por seus cabelos, braços e colo. E diante dela fazíamos reverências à Senhora. Postávamos deitadas no chão e batíamos cabeça para a Rainha. Nós, princesas, em volta dela, cantávamos, dançávamos, sorríamos. A mãe só ria, de uma maneira triste e com um sorriso molhado... Mas de que cor eram os olhos de minha mãe? Eu sabia, desde aquela época, que a mãe inventava esse e outros jogos para distrair a nossa fome. E a nossa fome se distraía.

Conceição Evaristo (Olhos d’água, p. 15-19)

Em relação ao texto lido, assinale a alternativa que contrapõe à leitura do mesmo:

 

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