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Foram encontradas 49 questões.

2429821 Ano: 2012
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considerando os instrumentais de trabalho de um Auditor, conforme Instrução Normativa da Secretaria Federal de Controle Interno nº 01/2001 e suas alterações posteriores, assinale a opção que corresponde a tais instrumentais.
 

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2429376 Ano: 2012
Disciplina: Auditoria
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Técnica de auditoria é o conjunto de processos e ferramentas operacionais de que se serve o controle para a obtenção de evidências as quais devem ser suficientes, adequadas, relevantes e úteis para conclusão dos trabalhos. Quando o auditor verifica a efetividade dos controles, particularmente daqueles relativos à segurança de quantidades físicas ou qualidade de bens tangíveis, está utilizando a técnica de auditoria denominada de
 

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2428956 Ano: 2012
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Constituem objetos de exames realizados pelo Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, EXCETO
 

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2428798 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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No final era o verbo
Alcir Pécora
O ensaísta e professor de história inglês Tony Judt (1948-2010), diretor do Instituto Erich Maria Remarque, da Universidade de Nova York, é autor, entre outros livros importantes, de Pós-Guerra, de 2005, e Reflexões sobre um Século Esquecido (1901-2000), de 2008. Sem estar à altura desses dois, há algo de mais dramático e urgente em O Mal Ronda a Terra (2010) [todos publicados pela editora Objetiva], um livro que só foi possível graças à ajuda de várias pessoas, pois já estava avançada a esclerose amiotrófica lateral que o deixou paralisado e o levou à morte poucos meses depois de terminá-lo.
O título foi extraído de um verso do poema “The Deserted Village”, de Oliver Goldsmith (1730-1774), que lamenta a destruição de uma aldeia e de suas terras para dar lugar ao jardim de uma mansão.
A crítica à transformação das casas dos pobres e de suas terras produtivas em ornamento predatório calha com o que Judt pretende dizer a respeito do desastre a que as sociedades assistem nos últimos 30 anos. Tal é o período em que se rompe o consenso social-democrático, de matriz keynesiana, e se instala a ordem mundial adotada vorazmente por Estados Unidos e Grã-Bretanha nos governos Reagan, Thatcher, Clinton, Bush, Blair e Brown.
Perdeu-se então o “senso de propósito comum” e o norte duradouro da redução da desigualdade e do acesso aos bens públicos, em favor do consumo exacerbado de bens supérfluos, do culto ao dinheiro.
Foi o que levou à panaceia da privatização, ao horror da intervenção estatal, considerada ineficiente face ao dinamismo do mercado; e dá-lhe louvor do empreendedorismo, da gestão tecnocrata, o que resultou em insensibilidade fatal para a oferta de serviços que custam caro, mas são imprescindíveis para a população: transporte público (especialmente trens e metrôs), sistemas de saúde e de previdência, segurança pública (e não privada), educação de primeira para todos, moradia decente na cidade (e não em condomínios fechados, que fragmentam o tecido urbano e o sentido de comunidade civil).
Depois de 2008, entretanto, a euforia do mercado revelou as bolhas tóxicas em suas veias. E, diante da crise, ao contrário dos que passaram saltitantes para o lado do capitalismo de Estado da mesma forma com que, antes, juravam no altar privatista da Escola de Chicago, Judt entende que esse retorno ao Estado não será simples, nem sem dor.
Para suportá-la, propõe duas ordens de considerações aos jovens que herdam a crise do contemporâneo, ambas distantes de categorias estritamente econômicas – pois, para ele, esse reducionismo estrito, tanto da parte do mercado como dos marxistas, é parte essencial do problema.
Primeiro, é preciso construir um vocabulário alternativo para o Estado, pois o que há, hoje, é uma “deficiência discursiva”, uma incapacidade de repensá-lo como híbrido viável de tolerância democrática e virtude da ação coletiva, para além dos clichês ou mesmo da “indiferença” pela ideia de bem comum (como ocorre, em parte, nas políticas de identidade, no fundo, maximização de subjetividades nas quais o grupo de semelhantes é o que importa).
Segundo, significa encontrar formas de superar o “vácuo moral”, isto é, de formular uma “economia moral” que confronte a pusilanimidade política.
Portanto, a equação do desastre contemporâneo é também literária – no verbo, ainda reside o princípio. Trata-se de inventar uma palavra carregada de nova disposição anímica, sobretudo com coragem de discordar, pois esse é o “sangue vital” das sociedades abertas e o valor mais radical a se legar aos mais jovens.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2011/06/>.
Acesso em: 23 mar. 2012.
A flexão verbal “perdeu-se”, justifica-se, pois o verbo, nesse caso, pode concordar com
 

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2428113 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Em um cenário de mercado em equilíbrio competitivo para um determinado bem, percebe-se a formação de um excesso de demanda. Nesse caso, é correto afirmar, coeteris paribus, que
 

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2426185 Ano: 2012
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Analise as situações fáticas seguintes.
I. Francisco, servidor público civil do Poder Executivo Federal, habitualmente é encontrado embriagado fora do serviço.
II. Juliana, servidora pública civil do Poder Executivo Federal, fez uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço em benefício próprio.
É correto afirmar que
 

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2424794 Ano: 2012
Disciplina: Economia
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Uma firma que opera em um mercado de concorrência perfeita
 

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2445639 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Marque a opção que está em desacordo com o que estabelece a Lei nº 8.112/90, em relação à aposentadoria do servidor público.
Questão Desatualizada

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2435161 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Avalie, em falsos ou verdadeiros, os conceitos relacionados à Contabilidade Aplicada ao Setor Público, na visão do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).
I. Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de informações, os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as normas contábeis direcionadas ao controle patrimonial de entidades do setor público.
II. O campo de aplicação da Contabilidade Aplicada ao Setor Público abrange todas as entidades do Setor Público e as entidades do Setor Privado que tenham recebido recursos públicos.
III. O objetivo da Contabilidade Aplicada ao Setor Público é fornecer aos usuários informações sobre os resultados alcançados e os aspectos de natureza orçamentária, econômica, financeira e física do patrimônio da entidade do setor público e suas mutações, em apoio ao processo de tomada de decisão, a adequada prestação de contas e a necessário suporte para a instrumentalização do controle social.
IV. O objeto da Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o patrimônio público.
Com relação aos conceitos apresentados, é correto afirmar que
Questão Desatualizada

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