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Foram encontradas 270 questões.

2507778 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Os agentes antimicrobianos ou conservadores químicos são importantes para o controle da deterioração microbiológica e para a maior estabilidade dos alimentos.
Na indústria láctea, utilizam-se
 

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2507757 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
O processo de gravação de telas rotativas pelo método convencional baseia-se nas propriedades de alguns polímeros que, quando expostos à luz, formam ligações cruzadas, tornando-se insolúveis em água. Sendo assim, quando um cilindro recoberto com uma camada de emulsão de tais polímeros é submetido à uma exposição de luz (que atravessa um diapositivo antes de atingir o cilindro), obtêm-se áreas impermeáveis à pasta e áreas abertas formando o desenho a ser estampado.
Assinale a opção que contém a sequência correta do processo de gravação das telas rotativas.
 

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2507753 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
O fator de manejo pré-abate que influencia nas características da qualidade da carne é
 

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2507746 Ano: 2015
Disciplina: Eletroeletrônica
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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Considere os diagramas elétricos representados nas figuras abaixo.
Enunciado 2507746-1
Enunciado 2507746-2
Fonte: FUNCERN, 2015
O diagrama que corresponde a uma chave reversora com intertravamento elétrico está representado na
 

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2507745 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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Nos serviços de movimento de terra, o equipamento classificado como aplainadora é denominado de
 

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2507741 Ano: 2015
Disciplina: Geologia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
As finalidades da subfuração em um plano de fogo no desmonte por bancada são evitar o aparecimento de repé e manter a
 

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2507737 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Em um experimento de padronização de solução X, um aluno, após realizar a titulação em triplicata, obteve os seguintes resultados, em mL: !$ T_1 = 17,8; T_2 = 17,4; T_3 = 18,6 !$.
Sabendo-se que a concentração do padrão primário é 0,10 N e que foram utilizados 20 mL do padrão na titulação, a concentração normal (N) da solução X é, aproximadamente,
 

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MAIORIDADE PENAL: UMA ANÁLISE SOBRE O CÉREBRO DOS JOVENS
Carlos Orsi
Um dado curioso do debate brasileiro sobre maioridade penal é a insistência com que emerge a afirmação, peremptória, de que os jovens de hoje “não são ingênuos como os de antigamente” e “sabem muito bem o que estão fazendo”.
A primeira questão que um observador cético poderia levantar é: “de antigamente”, quando? Em 1874, os Estados Unidos condenavam Jesse Pomeroy, de 14 anos, à prisão perpétua por duplo homicídio. William Henry “Bonney” McCarthy, o “Billy the Kid” do Velho Oeste, matou pela primeira vez aos 17 e, aos 20, já tinha a cabeça a prêmio. Foi morto pouco depois, em 1881. Nathan Leopold e Richard Loeb, a dupla de assassinos que inspirou o filme “Festim Diabólico”, de Alfred Hitchcock, cometeram o assassinato pelo qual foram condenados, em 1924, quando já eram maiores de idade – tinham 19 e 18 anos, respectivamente – mas 9 haviam participado de crimes menores, antes.
Delinquência juvenil – incluindo crimes escabrosos, cometidos com arrogância, violência e crueldade – não é invenção dos tempos modernos. A percepção do problema talvez seja maior hoje do que foi no passado, mas, como apontou uma reportagem da Folha de S. Paulo, faltam dados para que possamos ter sua real dimensão.
Agora, se adolescentes que cometem crimes bárbaros não são exatamente uma invenção moderna, o que dizer da alegação de que eles “sabem muito bem o que estão fazendo”? Há alguns anos, nos Estados Unidos, foi produzida uma boa consolidação da ciência a respeito da capacidade do cérebro adolescente de, 17 exatamente, saber o que está fazendo. E isso por causa de Christopher Simmons.
Esse jovem havia sido condenado à morte, aos 17 anos, por um crime arrepiante: a vítima, uma mulher, foi amarrada com fita adesiva, cabos elétricos e jogada do alto de uma ponte. Em 2005, quando Simmons já estava com 28 anos, a Suprema Corte dos EUA determinou que a condenação à morte de menores de 18 anos era inconstitucional.
Em 2004, quando a questão ainda se encontrava em aberto, a revista Science publicou uma reportagem sobre 23 o papel da neurociência no julgamento. Resumindo, a melhor evidência científica diz que o cérebro de um jovem de 16 ou 17 anos ainda não atingiu o desenvolvimento pleno de áreas fundamentais para a responsabilidade criminal, como as envolvidas no controle das ações impulsivas, das emoções e da capacidade de resistir à tentação de prazer imediato. Ruben Gur, da Universidade da Pensilvânia, resumiu a questão assim: “A própria parte do cérebro que o sistema legal julga só entra em ação mais tarde”.
Desde que a neurociência ajudou a convencer a Suprema Corte a salvar a vida de Simmons (que hoje cumpre prisão perpétua), a questão do “teenage brain” – “cérebro adolescente” – assumiu um papel importante no sistema judiciário dos Estados Unidos. Alguns advogados logo tentaram usar a cartada da imaturidade juvenil para neutralizar, de vez, a culpabilidade de seus clientes, como se o cérebro imperfeito fosse a “verdadeira 32 causa” dos crimes.
Poucos cientistas endossam essa interpretação radical: ser adolescente não basta para transformar ninguém em criminoso. Há outros fatores envolvidos, inclusive sociais. Uma análise publicada recentemente, 35 envolvendo mais de 50 mil homicídios cometidos na Califórnia ao longo de duas décadas, mostra que a correlação entre idade adolescente e comportamento criminoso é mais forte nas parcelas mais pobres da população e praticamente desaparece entre os ricos.
O que se sabe, de fato, é que o cérebro jovem é mais vulnerável a estresse, a emoções fortes e tem baixa capacidade de analisar as consequências de longo prazo de suas ações. Jovens são naturalmente mais irresponsáveis, e não é muito difícil imaginar que as pressões trazidas pela pobreza aumentem a tentação de agir irresponsavelmente.
E o que tudo isso tem a ver com o caso concreto da maioridade penal? Não vou defender aqui a ideia de que ser irresponsável é ser inimputável. Como escreveu um poeta, “toda perversidade é fraqueza”; logo, ser fraco 44 não deveria bastar para desculpar ninguém.
Mas, se o jovem está disposto a cometer um crime e ainda não está mentalmente equipado para avaliar consequências de modo eficaz, será que o medo de “ser preso como adulto” vai impedi-lo?
Talvez, dado o modo como o cérebro adolescente funciona, o efeito dissuasório de uma redução da maioridade penal seja muito menor do que se imagina.
Claro, dissuasão não é a única função da pena. Há a questão da correção do comportamento e de se tirar elementos perigosos de circulação, poupando possíveis futuras vítimas.
Mas lembremo-nos de que o Brasil não tem prisão perpétua e de que um jovem, julgado e preso como adulto aos 16, muito provavelmente voltará às ruas antes dos 30, tendo passado os anos que, na população em geral, são usados para aprender uma profissão e começar uma carreira, trancafiado na companhia de bandidos experientes. Do jeito que a coisa está, os adolescentes presos sairão da cadeia, já adultos, graduados em colégios técnicos da crueldade e em universidades do crime.
Fonte: adaptado de <http://revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 02 jul. 2015.
É propósito comunicativo dominante do texto
 

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2507662 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
O acidulante que é mais usado como neutralizador do cloro e do permanganato de potássio e que utiliza altas RB para agir suavemente denomina-se
 

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2507658 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Para definir o estado em que se encontra uma areia, é necessário avaliar o valor do índice de vazios no estado natural (!$ e_{nat} !$) e a relação desse índice com os valores extremos (!$ e_{min} !$ e !$ e_{max} !$).
Com base nessas informações, assinale a opção correta.
 

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