Foram encontradas 50 questões.
A Figura a seguir mostra os diagramas de caixa para dois conjuntos de dados que são referentes às pontuações obtidas pelos alunos do 3º Ano, das turmas A e B, da Escola “Ler e Aprender”.
Figura 2. Diagramas de caixa para as pontuações obtidas pelos
alunos do 3º Ano das turmas A e B da Escola “Ler e Aprender”

Fonte: Dados fictícios
Sobre a Figura 2 afirma-se:
I A mediana da Turma B é igual ao 1º quartil da Turma A.
II A mediana da Turma A coincide com o limite superior da Turma B.
III O mínimo da Turma A coincide com a mediana da Turma B.
IV. Na Turma B, o 3º quartil coincide com a mediana da Turma A.
V A Turma A apresentou um desempenho superior ao da Turma B.
II A mediana da Turma A coincide com o limite superior da Turma B.
III O mínimo da Turma A coincide com a mediana da Turma B.
IV. Na Turma B, o 3º quartil coincide com a mediana da Turma A.
V A Turma A apresentou um desempenho superior ao da Turma B.
Dentre as afirmativas:
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Responda à questão com base no Texto 1, fragmento de Como você toma decisões?, escrito por David Cohen, Martha Mendonça, Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer.
Texto 1
Como você toma decisões?
David Cohen, Martha Mendonça,
Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer
Foram três anos e meio de observações e testes, e no final a decisão mais surpreendente de Dunga foi não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. “O emocional falou uma coisa, a razão fala outra”, disse o técnico. Dunga não está sozinho nesse dilema. Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos. De acordo com a pesquisa – feita a pedido da TV Globo, da mesma organização que 6 publica ÉPOCA, para o lançamento da novela Passione, que aborda o tema –, um terço da população age costumeiramente de forma emocional, ou intuitiva. Outro terço diz raciocinar mais friamente antes de tomar decisões.
A divisão da mente entre dois polos não é exatamente nova: foi exposta no século IV a.C. pelo filósofo grego Platão, no livro Fedro. Ele usou uma analogia baseada em tradições ainda mais antigas, provavelmente do Egito ou da Mesopotâmia. Segundo a versão de Platão, 12 nossa alma é como uma charrete com dois cavalos. O condutor seria a razão, e os cavalos as emoções. Um deles é obediente, representa nossos desejos mais “nobres”. Outro, rebelde, são nossos apetites. A difícil tarefa do condutor é controlar os dois cavalos para que a charrete, dotada de asas, voe até as alturas onde ficam os deuses.
Quase 2.500 anos depois, Platão foi atropelado pela charrete. Pesquisas e estudos em vários campos do conhecimento vêm destroçando sua analogia. De um lado, economistas e matemáticos dizem que as carroças de hoje não têm apenas dois cavalos, mas 100 ou 200, e a única esperança do cocheiro é guiar-se por instrumentos automatizados, como computadores e programas de análise. Um segundo grupo, da psicologia cognitiva, afirma que o condutor é caolho e não consegue enxergar boa parte da estrada. Os psicólogos oferecem mapas detalhados dos buracos no caminho. Há um terceiro grupo, dos evolucionistas, para quem o condutor deveria aprender a largar as rédeas: eles dizem que, no geral, os cavalos sabem muito bem para onde estão indo e o condutor, ao tentar freá-los, só faz tornar o caminho mais longo. Finalmente, o grupo mais recente, dos neurocientistas, diz que o cocheiro não passa de um cavalo disfarçado. Não há, segundo eles, possibilidade de razão sem emoção.
É por isso que a área de conhecimento denominada, com tanta pompa, de tomada de decisões é hoje um campo de batalha. Basta ver os lançamentos de livros mais recentes [...].
Revista Época, p.92, 17 maio 2010.
A mesma relação semântica que tradicionalmente se estabelece no par razão e emoção se manifesta em
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Um estudo foi desenvolvido para avaliar a relação da renda bruta de administradores (Y), mensurada em salários mínimos e anos de escolaridade (X). O estudo contou com a participação de 35 empregados com carteira assinada. A análise de correlação e regressão linear simples apresentaram os resultados a seguir:
Modelo ajustado:
!$ \hat{Y} = 1,27 + 0,55\,X\\\,\,\,\,\,\,\,( t = 1,66)\,\,\,\,\,\,\,(t= 10,64) !$
entre parênteses estão os valores correspondentes da estatística t observada para os coeficientes individuais.
Coeficiente de correlação linear:
!$ r = 0,8799 !$
Sabendo-se que !$ P \left [ T> 2,03 \right] = 0,025 !$ em que T tem distribuição t-Student com 33 graus de liberdade, está correto afirmar:
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Considere (X,Y) uma variável aleatória bidimensional com função de densidade ou de distribuição de probabilidade conjunta !$ f_{x,y} (X,y) !$ e sejam !$ f_y(y) !$ suas funções (de densidade ou de distribuição de probabilidade) marginais. Considere, agora, as seguintes afirmações:
I Se as variáveis forem independentes, então a correlação entre elas é nula.
II Se a covariância entre as variáveis for nula, então elas serão independentes.
III Se as variáveis não forem independentes, ainda assim a covariância pode ser nula.
IV As variáveis X e Y são independentes se, e somente se, fxy (x,y)= fx(x) fy (y).
II Se a covariância entre as variáveis for nula, então elas serão independentes.
III Se as variáveis não forem independentes, ainda assim a covariância pode ser nula.
IV As variáveis X e Y são independentes se, e somente se, fxy (x,y)= fx(x) fy (y).
São corretas as afirmações
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Em famílias com três filhos, considere as variáveis aleatórias: X, o número de filhos do sexo masculino; e Y assumindo valores 1, se o primeiro filho é do sexo masculino, ou 0, se o primeiro filho é do sexo feminino. Então, admitindo-se os princípios de independência e equiprobabilidade em relação ao sexo, a probabilidade condicional !$ P ( X = 2 2\,|\,Y =1 ) !$ é
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O Texto 2, charge publicada após a divulgação da lista dos jogadores convocados para a Seleção Brasileira de 2010, e o Texto 3, cartaz do filme Exterminador do futuro, divulgado à época de seu lançamento em 1984, servirão de base para a questão.

Disponível em: <http://www.acharge.com.br/doano.htm.> Acesso em: 18 maio 2010.

Disponível em: <http://www.upot.com/cinemax/config/
imagens_conteudo/produtos /imagensGR /GRD_o%20exterminador%20do%20futuro.jpg>.
Acesso em: 18 maio 2010.
Acesso em: 18 maio 2010.
Sobre os textos 2 e 3 é correto afirmar que eles mantêm uma relação dialógica entre si. Esse fenômeno denomina-se
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Responda à questão com base no Texto 1, fragmento de Como você toma decisões?, escrito por David Cohen, Martha Mendonça, Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer.
Texto 1
Como você toma decisões?
David Cohen, Martha Mendonça,
Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer
Foram três anos e meio de observações e testes, e no final a decisão mais surpreendente de Dunga foi não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. “O emocional falou uma coisa, a razão fala outra”, disse o técnico. Dunga não está sozinho nesse dilema. Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos. De acordo com a pesquisa – feita a pedido da TV Globo, da mesma organização que 6 publica ÉPOCA, para o lançamento da novela Passione, que aborda o tema –, um terço da população age costumeiramente de forma emocional, ou intuitiva. Outro terço diz raciocinar mais friamente antes de tomar decisões.
A divisão da mente entre dois polos não é exatamente nova: foi exposta no século IV a.C. pelo filósofo grego Platão, no livro Fedro. Ele usou uma analogia baseada em tradições ainda mais antigas, provavelmente do Egito ou da Mesopotâmia. Segundo a versão de Platão, 12 nossa alma é como uma charrete com dois cavalos. O condutor seria a razão, e os cavalos as emoções. Um deles é obediente, representa nossos desejos mais “nobres”. Outro, rebelde, são nossos apetites. A difícil tarefa do condutor é controlar os dois cavalos para que a charrete, dotada de asas, voe até as alturas onde ficam os deuses.
Quase 2.500 anos depois, Platão foi atropelado pela charrete. Pesquisas e estudos em vários campos do conhecimento vêm destroçando sua analogia. De um lado, economistas e matemáticos dizem que as carroças de hoje não têm apenas dois cavalos, mas 100 ou 200, e a única esperança do cocheiro é guiar-se por instrumentos automatizados, como computadores e programas de análise. Um segundo grupo, da psicologia cognitiva, afirma que o condutor é caolho e não consegue enxergar boa parte da estrada. Os psicólogos oferecem mapas detalhados dos buracos no caminho. Há um terceiro grupo, dos evolucionistas, para quem o condutor deveria aprender a largar as rédeas: eles dizem que, no geral, os cavalos sabem muito bem para onde estão indo e o condutor, ao tentar freá-los, só faz tornar o caminho mais longo. Finalmente, o grupo mais recente, dos neurocientistas, diz que o cocheiro não passa de um cavalo disfarçado. Não há, segundo eles, possibilidade de razão sem emoção.
É por isso que a área de conhecimento denominada, com tanta pompa, de tomada de decisões é hoje um campo de batalha. Basta ver os lançamentos de livros mais recentes [...].
Revista Época, p.92, 17 maio 2010.
No penúltimo parágrafo, de um lado e finalmente são algumas das expressões usadas para
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Existem modelos na Teoria das Probabilidades que possuem uma propriedade comumente denominada “falta de memória”. Duas distribuições de probabilidade que possuem essa característica são
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Caso se deseje comparar duas médias, isto é !$ H_0: \mu_1 \ne \mu_2 !$, de duas populações normais com variâncias desconhecidas e consideradas homogêneas pelo Teste F da razão de variâncias, a estatística que deverá ser utilizada nesse Teste é
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Considerando que os fornecedores A e B, de uma determinada peça de um automóvel, apresentam os índices de capacidade abaixo,
Fornecedor A: Cp =1,33 Cpk =1,33
Fornecedor B: Cp =1,66 Cpk =1,33
Considerando que a variável mensurada segue uma distribuição normal e que o valor -alvo é o ponto central entre os limites de especificação dados, é correto afirmar :
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