Foram encontradas 210 questões.
Um professor realizará uma dinâmica com oito alunos. Eles deverão dar as mãos e formar uma roda. O número total de rodas, todas contendo os oito alunos, que poderão formar é:
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Numa mistura de água com suco de frutas de 2 litros, o percentual de suco de frutas é de 10 %. Mantendo a quantidade de água, a quantidade de suco de frutas, em litros, que devemos acrescentar para que o percentual de suco de frutas na nova mistura seja de 20% é:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
A palavra “hambúrguer”, originalmente escrita hamburger, em língua inglesa, é acentuada em função da regra que determina que:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
Observe o trecho abaixo.
“Algumas palavras ou expressões já foram 'abrasileiradas', como é o caso do verbo 'deletar'. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra”.
Comparando as palavras “fast-food” e “milk-shake” às palavras “deletar” e “internet”, todas oriundas de outras línguas, indique a alternativa que explica corretamente o porquê de se usar itálico em algumas palavras, mas não em outras:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
Analise o trecho abaixo.
“Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, MAS insistemempermanecer como exceções à regra.”
O vocábulo destacado, “mas”, classifica-se como conjunção coordenativa adversativa e poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
Releia o trecho abaixo.
“Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação.”
No período acima transcrito, há dois elementos coesivos. Identifique a alternativa em que esses elementos estão corretamente identificados e devidamente relacionados aos significados que expressam:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
Observe o trecho abaixo.
“Pensando sobre 'invasões' culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.”
Em“invasões”, as aspas foram usadas para:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
Observe os trechos abaixo.
I. “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fastfood), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”.
II. “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
Entre as traduções sugeridas para os estrangeirismos, identifique a única que pode ser considerada aceitável do ponto de vista comunicativo:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
Segundo a autora, a maior dificuldade na luta contra os estrangeirismos está relacionada:
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Estrangeirismos: in or out?
Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]
Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.
Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]
No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].
Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.
PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).
No texto, pode-se observar a ocorrência de polifonia, que se constitui a partir de uma diversidade de vozes controversas no interior de um texto. Assinale a alternativa que contém exemplo desse aspecto linguístico:
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