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Foram encontradas 50 questões.

376573 Ano: 2009
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Segundo seu código de ética, o psicólogo poderá intervir na prestação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional, EXCETO:
 

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309502 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Para o autor Içami Tiba a adolescência tem várias etapas delimitadas por modificações hormonais e psicossociais. Independente dessas etapas “[...] um mesmo adolescente pode funcionar de maneiras distintas, conforme a fase que estiver atravessando.” Em relação às cinco etapas citadas pelo referido autor, assinale a alternativa CORRETA:
 

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309485 Ano: 2009
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Segundo o Código de Ética do Psicólogo (Resolução CFP n. 010/05 de 21 de julho de 2005), conforme Art. 1, NÃO é dever do psicólogo:
 

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309483 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Muitos motivos podem levar à indisciplina de um aluno na escola. No livro “Disciplina, limite na medida certa” (2008) são relacionadas algumas possíveis razões para esta indisciplina. Entre os itens abaixo, assinale aquele que Içami Tiba NÃO menciona:
 

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309479 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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De acordo com o autor Içami Tiba vários são os motivos que podem levar um aluno a não se comportar de forma adequada em atividades que necessitem de uma integração funcional com outras pessoas. Com relação às principais causas da indisciplina na escola, citadas pelo referido autor, assinale a alternativa CORRETA:
 

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309478 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Alicia Fernandez (1991) coloca que para se articular um diagnóstico psicopedagógico referente a um paciente com problemas de aprendizagem é necessária uma abordagem interdisciplinar, pois para aprender põem-se em jogo quatro níveis. São eles:
 

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309462 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Para Sigmund Freud um dos obstáculos ao crescimento psicológico ou mental é a ansiedade. Aqui o principal problema da psique seria encontrar maneiras para enfrentar a ansiedade.
Em relação às situações protótipas que causam ansiedade, assinale a alternativa CORRETA:
 

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309354 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Uma premissa fundamental da teoria de Rogers é o pressuposto de que as pessoas usam sua experiência para se definir. No livro “Teorias da Personalidade” (1986), é abordada uma série de conceitos a partir dos quais Rogers delineia teorias da personalidade e modelos de terapia, mudança da personalidade e relações interpessoais. Relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
1. Campo fenomenal ( ) Ocorre quando há diferenças entre a tomada de consciência, a experiência e a comunicação.
2. Self
( ) Conjunto das características que o indivíduo mais gostaria de poder reclamar como descritivas
de si mesmo.
3. Self ideal ( ) Visão que uma pessoa tem de si própria.
4. Congruência ( ) Grau de exatidão entre a experiência da comunicação e a tomada de consciência.
5. Incongruência
( ) Contém tudo o que se passa no organismo em qualquer momento, e que está potencialmente
disponível à consciência.
A seqüência correta é:
 

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309345 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Marque a alternativa que resume a relação do narrador com as palavras ao longo de sua vida.
 

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309319 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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A questão da normalidade e/ou patologia é crucial na adolescência e interessa a todos que trabalham com essa faixa etária. Entre as alternativas para se observar a questão, existem alguns indicadores que auxiliam a pensar se um determinado sintoma é patológico ou não. No livro “Adolescer” (2008), José Outeiral aponta como indicadores do sintoma:
 

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