Foram encontradas 50 questões.
Segundo Cuenca (2008), as bibliotecas devem ter como uma de suas grandes metas tornar seus usuários , inserindo os treinamentos e a avaliação de seus resultados nas suas atividades de rotina.
Assinale a opção que completa adequadamente a lacuna do texto acima:
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Segundo Maciel (2006), a redação de um documento que estabeleça a(o) , sumarizando os valores-chave dos serviços prestados, ajudará a clarear a posição da biblioteca em seu ambiente e servirá de base para a comissão encarregada do(a) refletir sobre as possíveis estratégias para o alcance desses valores.
A alternativa que contêm as palavras que completam corretamente os espaços do parágrafo, respectivamente, são:
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Leia atentamente o texto de Silva (1994) sobre CDU:
São essas e suas que constituem a espinha dorsal do sistema e que respondem por seu caráter aparentemente monolítico, rígido e inflexível.
Assinale a alternativa que completa, adequadamente, as lacunas do texto.
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Segundo Maciel (2006), o denominador comum às funções administrativas é a informação, pois todo o ato administrativo é baseado na informação.
I- Na função de , a informação define os elementos da ação futura.
II- Na função de demonstra a situação atual e os objetivos da empresa.
III- Na função de , a informação é vital para o processo de decidir.
IV- Na função de é realizada através do processo de comparação de dados.
Com base nesse autor, assinale a alternativa que melhor completa as frases, respectivamente:
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Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Marque a alternativa que resume a relação do narrador com as palavras ao longo de sua vida.
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Amaral e Guimarães apud Amaral (2005) propuseram uma classificação para as funções dos sites das bibliotecas. As autoras observaram também alguns itens que poderiam indicar o desempenho de cada função nos web sites.
Relacione a classificação das funções desempenhadas pelos web sites de bibliotecas e a correspondência dos itens relativos ao desempenho de cada função:
| 1- Função informacional | ( ) Instruções sobre o uso dos recursos informacionais oferecidos pela biblioteca na forma tradicional e on-line existentes no web site, tais como: FAQs (perguntas mais frequentes), tutoriais sobre como usar serviços e produtos disponíveis no web site, informações sobre como usar serviços e produtos oferecidos pela biblioteca, mapa do site e instruções sobre o uso do site. |
| 2- Função promocional | ( ) Mecanismos para estabelecer relacionamentos, tais como: formulários para cadastrar usuários, coletar opinião/satisfação pelos serviços, coletar sugestões e críticas, pesquisar opinião sobre o site, coletar sugestão de compra e link para contato com a biblioteca. |
| 3- Função instrucional | ( ) Links para outras fontes de informação existentes no website, tais como: acesso a bases de dados, links para mecanismos de busca, links para web sites de outras bibliotecas, links para materiais de referência (dicionários, enciclopédias), links para periódicos eletrônicos, links para web sites de instituições. |
| 4- Função referencial | ( ) Informações sobre a biblioteca existentes no web site, tais como: nome da biblioteca, nome da instituição mantenedora, seções da biblioteca, equipe, notícias e novidades sobre a biblioteca, eventos realizados pela ou na biblioteca, missão da biblioteca, e-mail geral e setorial, telefone geral e setorial, número do fax, endereço físico, histórico, horário de funcionamento, normas e regulamentos, informações sobre as instalações físicas, estatísticas, fotos e/ou imagens da biblioteca, relação dos produtos e serviços oferecidos. |
| 5- Função de pesquisa | ( ) Uso de ferramentas promocionais da Internet existentes no web site, tais como: selo com o logotipo da instituição, selo com o logotipo da biblioteca, janelas pop up com informações sobre a biblioteca, banner da biblioteca, webcasting, animações, hot site. |
| 6- Função de comunicação | ( ) Serviços e produtos oferecidos on-line no web site da biblioteca, tais como: catálogo da biblioteca on-line, lista dos periódicos assinados pela biblioteca, serviço de empréstimo, disponibilidade de material bibliográfico on-line, serviço de reserva, serviço de referência on-line. |
A sequência correta, de baixo para cima, é
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Rosetto (2008) afirma que as bibliotecas digitais são ambientes complexos, exigindo padrões internacionais e pessoas altamente capacitadas para a sua estruturação e gestão. Com o foco nessa importante faceta da área da informação, a Federação Internacional de Associações de Bibliotecários (IFLA), estabeleceu um Grupo de Estudos específico para Bibliotecas Digitais, com o intuito de criar procedimentos para que as instituições, ao instalarem Bibliotecas Digitais, tenham definidos alguns aspectos.
Assinale a alternativa que apresenta dois desses aspectos, concomitantemente:
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Segundo a Fundação Biblioteca Nacional (2000), o contexto atual da sociedade tem acarretado substanciais mudanças nas áreas de gestão e administração. Dentre elas cabe ressaltar o:
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Para Almeida (2000), o projeto é a unidade elementar do processo de planejamento, constituindo um conjunto de ações e recursos para a consecução de objetivos concretos, perfeitamente especificados e destinados a gerar benefícios. O projeto responde a determinadas questões. Essas respostas constituirão as partes que comporão o documento.
Relacione a segunda coluna de partes do documento com a primeira coluna das questões do projeto.
| I- O que deve ser feito? | ( ) Justificativas |
| II- Por que e para que deve ser feito? | ( ) Etapas |
| III- Como deverá ser feito? | ( ) Objeto e objetivos |
| IV- Quem deverá fazer? | ( ) Cronograma |
| V- Com que meios? | ( ) Recursos humanos |
| VI- Quando deverá ser feito? | ( ) Recursos materiais, físicos, etc. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
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Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa B) que lhe B) dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa C), ele C) o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse D) livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste D) momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado A) daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo E) deles A) – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo E) aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Marque a alternativa correta quanto aos elementos de coesão textual:
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