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Das técnicas de polimerização (massa, solução e suspensão) qual alternativa contém apenas aquela(s) realizada(s) em meio homogêneo?
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Gerenciamento de usuários é uma parte crítica da manutenção de um servidor seguro. Gerenciamento ineficiente de usuários e privilégios geralmente é a causa de muitos sistemas comprometidos. Por isso é importante entender como proteger um servidor através de técnicas simples e efetivas para gerenciamento de usuários. O Linux é um sistema operacional multiusuário, cujo gerenciamento de usuários, grupos e permissões de acesso pode ser realizado de forma simples, via linha de comando (prompt ). Com relação ao gerenciamento de usuários, grupos e permissões de acesso do sistema operacional Linux, considere as seguintes afirmações:
I. No Linux, as permissões são agrupadas em 3 atributos principais: leitura, gravação e execução (no caso dos arquivos) ou listagem do conteúdo (no caso das pastas). Eles são representados, respectivamente, pelas letras r, w e x.
II. O comando “chmod” permite ajustar as permissões dos arquivos e pastas. As permissões são definidas de forma separada para o dono (proprietário), o grupo (que inclui todos os usuários incluídos nele) e para os outros, ou seja, todos os demais usuários do sistema.
III. Ao executarmos o comando “chmod 775 <arquivo> ”, onde <arquivo> é a localização completa de um arquivo, estamos alterando as permissões deste arquivo para: controle total para o dono (proprietário); controle total para o grupo; e permissão de leitura e gravação para os demais usuários do sistema.
Esta(ão) correta(s):
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Conforme a Resolução CFC nº 750/1993 alterada pela Resolução CFC nº 1.282/2010, são Princípios de Contabilidade:
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A questão refere-se ao texto a seguir:
Muito além do bê-a-bá
Apesar de muita teoria, ninguém aprende na escola a cozinhar, consertar a casa ou salvar vidas. Por que não nos ensinam a ser adultos?
Você já parou para pensar quanto tempo da sua vida passou na escola? Uma conta rápida, sem equações muito elaboradas, mostra que foram pelo menos anos e mais de mil horas dentro de salas de aula. É tempo para chuchu. E a sensação que fica é a de que muito se ouviu, estudou e escreveu, mas boa parte disso foi pelo ralo depois do vestibular. Para piorar, descobrimos que não sabemos aquilo que efetivamente nos faz falta na vida adulta – desde como costurar a bainha de uma calça até como trocar a resistência de um chuveiro sem levar choque. Que a escola não existe – ou pelo menos não deveria existir – apenas para nos preparar para o vestibular, disso a gente sabe (até porque o vestibular é uma etapa um tanto fugaz da vida). Mas então o que a escola deveria nos ensinar?
Muitos pedagogos acreditam que o objetivo primeiro da educação é nos ensinar a dominar o espaço em que vivemos. "Precisamos aprender tudo aquilo que for útil e nos der felicidade. É como levar uma caixa em cada mão: a das ferramentas, que vão nos ajudar a desembaraçar todos os nossos problemas, e a dos brinquedos, que nos darão prazer. Nós não plantamos só o que precisamos comer. Plantamos também violetas, que são lindas e não servem para nada", diz o sociólogo suíço Philippe Perrenoud, da Universidade de Genebra. Se tiver algum uso – não importa se prático ou poético – até o assunto mais chato vai permanecer grudado na sua cabeça. "A nossa memória é como um escorredor de macarrão: a água escapa e só fica o que interessa, o que a gente vai comer", diz o educador, psicanalista e cronista Rubem Alves.
O problema é que as escolas têm muitos alunos, cada um com um interesse diferente. Você pode achar que a trigonometria nunca lhe serviu para nada, mas o seu colega que virou engenheiro usa essas lições até hoje. "A escola precisa atender a todos. Não tem jeito, é preciso manter matérias que, futuramente, serão desprezadas por alguns", afirma Silvia Amaral de Mello Pinto, coordenadora do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento de São Paulo, um centro de estudos em psicopedagogia. Então sempre haverá alguém descontente com a escola? No ensino tradicional, sim. Mas não deveria ser assim. Para Perrenoud, o principal problema é que a escola se preocupa muito mais em ensinar teorias do que habilidades práticas e, com isso, os alunos não são treinados para utilizar os conhecimentos em situações concretas. Quase ninguém se lembra da teoria da pirâmide alimentar enquanto está enchendo o prato no bandejão ou das aulas de botânica quando está caminhando em uma floresta. Teoria e prática não deveriam se excluir – e reconhecer isso ajudaria bastante na sala de aula. Afinal, aprender fazendo as coisas, em vez de ficar ouvindo e copiando fórmulas, pode ser mais eficaz mesmo que depois não se use nada disso.
A questão não é o que ensinar e sim de que forma ensinar – e o que não faltam são novas propostas educativas. Perrenoud defende que o aluno estude menos tópicos em cada disciplina e se aprofunde mais em cada um. "Isso daria mais chance para que as pessoas colocassem os conhecimentos em prática", diz. Mas existem propostas ainda mais ousadas. "O ideal seria que cada escola tivesse o currículo suficientemente flexível para desenvolvê-lo a partir das necessidades e perfil cultural de seus alunos", diz Silvia Gasparian Colello, professora de psicologia da educação da USP. Um exemplo é a Escola da Ponte, em Portugal. Localizada a 30 quilômetros da cidade do Porto, ela deixa as crianças definir suas áreas de interesse e desenvolver projetos de pesquisa. Não há salas de aula e sim lugares onde cada aluno procura pessoas, ferramentas e soluções para o que precisam. Segundo Silvia, este é o principal objetivo de uma escola: formar pessoas que saibam buscar o conhecimento que lhes interesse.
E você, já parou para pensar o que gostaria de ter aprendido na escola?.
Mariana Sgarioni In http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_418 495.shtml
A alternativa que não está correta quanto ao sentido estabelecido entre as orações é
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A atribuição de regras e responsabilidades envolvendo o Comitê de Segurança da Informação, Proprietário das Informações, Area de Segurança da Informação, Recursos Humanos e Auditoria Interna são subfases do desenvolvimento de uma política de segurança da informação. Pode-se afirmar que estas subfases pertencem a fase de:
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A questão refere-se ao texto abaixo:
A importância da literatura
Em feiras de livros ou mesmo livrarias, freqüentemente alguém se aproxima pedindo-me autógrafo. “É para minha mulher, filha ou mãe”, explica. “Ela adora ler!” De pronto pergunto: “E o senhor? Não gosta de ler?” E a resposta é quase sempre a mesma: “Gosto, mas sou muito ocupado.”
Já ouvi essa explicação dezenas de vezes. Esse homem – e milhares outros como ele – tem tantos afazeres importantes, tantas obrigações e responsabilidades, que não pode perder seu precioso tempo mergulhando num romance.
Segundo esse raciocínio, a literatura seria uma atividade dispensável, uma diversão que somente pessoas com muito tempo livre poderiam se permitir.
Gostaria de apresentar alguns argumentos contra a idéia da literatura como (1) e em prol de considerá-la, além de uma das ocupações mais estimulantes e enriquecedoras do espírito humano, uma atividade insubstituível para a formação de cidadãos na sociedade moderna e democrática. Por essa razão, ela deveria ser semeada nas famílias desde a infância e fazer parte de todos os programas educacionais.
Vivemos numa era de especialização em virtude do (2) desenvolvimento da ciência e da tecnologia, e da conseqüente fragmentação do conhecimento em incontáveis avenidas e compartimentos.
A especialização traz benefícios. Possibilita pesquisa e experimentos, e é a força motriz do progresso. Mas também destrói os denominadores comuns culturais que permitem a coexistência, a comunicação e a solidariedade. E leva à separação dos seres humanos em guetos culturais de especialistas, confinados – pela linguagem, por códigos de conduta e pelo conhecimento particularizado – a uma especificidade contra a qual um antigo provérbio já nos advertia: não se concentre tanto na folha, a ponto de esquecer que ela é parte da árvore e esta, da floresta.
Em grande medida, a noção da existência dessa floresta depende do bom (3) de conjunto que une a sociedade e não a deixa se desintegrar numa centena de especificidades. A ciência e a tecnologia, portanto, já não podem desempenhar esse papel unificador da cultura.
A literatura, por sua vez, foi e, enquanto existir, continuará sendo um denominador comum da experiência humana. Aqueles de nós que leram Cervantes, Shakespeare, Dante ou Tolstoi entendem uns aos outros e se sentem indivíduos da mesma espécie porque, nas obras desses escritores, aprenderam o que partilhamos com seres humanos, independentemente de posição social, geografia, situação financeira e período histórico.
Nada nos protege melhor da estupidez do preconceito, do racismo, da xenofobia, do sectarismo religioso ou político e do nacionalismo (4) do que esta verdade que sempre urge na literatura: todos são essencialmente iguais. Nada nos ensina melhor do que os bons romances a ver nas diferenças étnicas e culturais a riqueza do legado humano e a estimá-las como manifestação da multifacetada criatividade humana. [...]
O elo fraternal que a literatura estabelece entre os seres humanos transcende todas as barreiras temporais. A sensação de ser parte da experiência coletiva através do tempo e do espaço é a maior conquista da cultura, e nada contribui mais para renová-la a cada geração do que a literatura. [...]
(Mario Vargas Llosa. Disponível em: <http://sites.google.com/site/sitedobg/
Home/sobre-literatura/a-importancia-da-literatura>. Acesso em: 28 dez. 2010.)
Assinale a alternativa que preenche as lacunas (1, 2, 3, e 4) de acordo com a forma padrão da língua portuguesa:
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250 mL de uma solução de H2SO4 a 0,1248 mol/L é diluída pela adição de uma quantidade de água suficiente para aumentar seu volume para 624 mL. A concentração final da solução após a diluição será de aproximadamente:
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De acordo com a Lei 9394/96 - LDB, no que diz respeito à Educação de Jovens e Adultos, pode-se afirmar que:
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- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Rede
- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Transporte
- TCP/IPConceitos e Especificações do IP
- TCP/IPTCP: Transmission Control Protocol
Os elementos que formam a base da Internet são o modelo de referência TCP/IP e a pilha de protocolos TCP/IP.
Com relação aos protocolos TCP e IP, considere as seguintes afirmações:
I. O principal protocolo da camada de transporte da Internet é o IP, que fornece um fluxo de bytes bidirecional confiável. A camada TCP não oferece qualquer garantia de que os datagramas serão entregues da forma apropriada; portanto, cabe ao IP administrar os timers e retransmiti-los sempre que necessário. Os datagramas também podem chegar fora de ordem; o IP também terá de reorganizá-los em mensagens na seqüência correta.
II. O serviço TCP é obtido quando tanto o transmissor quanto o receptor criam pontos extremos chamados soquetes. Cada soquete tem um número de soquete (endereço) que consiste no endereço IP do host e um número de 16 bits local para esse host, chamado porta.
III. O elemento que mantém a Internet unida é o protocolo da camada de rede, o TCP. A tarefa do TCP é fornecer a melhor forma possível (ou seja, sem garantias) de transportar datagramas da origem para o destino, independente de essas máquinas estarem na mesma rede ou de haver outras redes entre elas.
Esta(ão) correta(s):
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De acordo com a Lei nº 6.404/76 e alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, no que se refere a avaliação de investimentos pelo método de custo e pelo método da equivalência patrimonial, é incorreto afirmar que:
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