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- Lei de Responsabilidade FiscalTransparência, Controle e Fiscalização (arts. 48 ao 59)Controle da Gestão Fiscal (arts. 56 ao 59)
Os Tribunais de Contas e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público fiscalizarão o cumprimento das normas da Lei Complementar n.º 101/2000. Assinale a alternativa cujo item NÃO receberá ênfase na fiscalização.
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- Conceitos BásicosFundamentos de Segurança da Informação
- Conceitos BásicosPrincípiosConfidencialidade
- Conceitos BásicosPrincípiosDisponibilidade
- Conceitos BásicosPrincípiosIntegridade
A segurança da informação é baseada em três conceitos fundamentais: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A integridade tem por objetivo
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Assinale a afirmativa correta com relação à febre aftosa.
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701822
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Qual princípio da administração pública estabelece que nenhuma parcela da receita geral poderá ser reservada para atender determinados gastos, ou seja, que as receitas não devam sofrer vinculação?
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Assinale a alternativa que NÃO contempla as principais finalidades do controle interno de acordo com Castro (2011).
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Um alto-falante parado, cuja frequência F, medida em Hz, varia em função do tempo, segundo a equação F(t) = 1000 + 200 t, emite, em um determinado instante, um som com uma frequência de 1080 Hz. Nesse mesmo momento, considerando a velocidade do som no ar como sendo de 340 m/s, uma pessoa parada a 34 metros do alto-falante estará ouvindo em uma frequência de aproximadamente
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A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes, ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada "grande imprensa". O melhor do episódio está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto: ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado para uma demografia difusa.
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior: contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação. Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território? Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 14, 20, 23.
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Entre as diversas ferramentas para a gestão da qualidade que podem ser utilizadas pelos serviços de informação / bibliotecas, destaca-se aquela que explora e ressalta todas as causas possíveis de um problema ou questão específicos. Essa ferramenta chama-se
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A perspectiva modernizadora, adotada pelo Serviço Social, durante seu processo de renovação, corresponde a que período histórico?
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682603
Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Qual o procedimento que define o sistema de arquivos a ser instalado em uma partição (volume lógico) de um disco rígido?
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