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A Companhia Metal S/A, viveu, durante o ano de 2008, um processo de insolvência, como se pode observar pelos seguintes grupos de contas em seu Balanço de 31 de dezembro de 2008:
| (em R$ milhões) |
| Ativo Circulante .................................................................................................... 2.310 |
| Realizável a Longo Prazo ....................................................................................... 788 |
| Ativo Permanente ................................................................................................ 1.138 |
| Passivo Circulante .............................................................................................. 2.111 |
| Exigível a Longo Prazo......................................................................................... 8.146 |
O Patrimônio Líquido da Companhia Metal S/A, em 31/12/2008, em R$ milhões, era de:
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T&D (Treinamento e Desenvolvimento) é uma das importantes funções da Gestão de Pessoas, sobretudo nestes tempos atuais, marcados pela competição diária entre as organizações em busca de um melhor posicionamento no mercado. Assinale a alternativa que contém a resposta INCORRETA sobre T&D:
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A proibição da língua brasileira
MATÉRIA PUBLICADA na Ilustrada de 18 de junho dava conta de que uma nota da Anatel, de agosto de 2002, sobre um programa radiofônico da FM Educativa, de Campo Grande (MS), transmitido na língua nheengatu, levantava a questão da sua legalidade em face de uma lei de 1963 que proíbe veiculações radiofônicas em língua estrangeira. A dúvida da Anatel põe em questão a legalidade da língua ainda falada por brasileiros de várias regiões do país e em suas variantes residuais ainda falada por milhões de brasileiros, especialmente crianças e iletrados, que só aparentemente falam o português oficial dos decretos.
O nheengatu, também conhecido como “língua geral”, a língua que se quer proibir, é a verdadeira língua nacional brasileira. O nheengatu foi desenvolvido pelos jesuítas nos séculos 16 e 17, com base no vocabulário e na pronúncia tupi, que era a língua das tribos da costa, tendo como referência a gramática da língua portuguesa, enriquecida com palavras portuguesas e espanholas. A língua geral foi usada correntemente pelos brasileiros de origem ibérica, como língua de conversação cotidiana, até o século 18, quando foi proibida pelo rei de Portugal. Mesmo assim continuou sendo falada.
Da língua geral ficou como remanescente o dialeto caipira, tema de dicionário e objeto de estudos lingüísticos até recentes. Sobraram pronúncias da língua tupi, reduções e adaptações da língua portuguesa. Um jesuíta, no século 16, já observara que os índios da costa tinham grande dificuldade para pronunciar letras como o “l” e o “r”. Especialmente na finalização de palavras como “quintal” e “animal”; ou verbos como “falar”, “dizer” e “fugir”. Essas letras foram simplesmente suprimidas e as palavras transformadas em “quintá”, “animá”, “falá”, “dizê”, “fugi”
Dificuldades também havia para pronunciar as consoantes dobradas. Daí que, no dialeto caipira, “orelha” tenha se tomado “oreia” (uma consoante em vez de três; quatro vogais em vez de três), “coalho” seja “coaio”, “colher” tenha virado “cuié”, “os olhos” sejam “o zóio”... E no Nordeste ainda se ouve a suave “fulô” no lugar da menos suave “flor”. Uma abundância de vogais em detrimento das consoantes, até mesmo com a introdução de vogais onde não existiam. Exatamente o contrário da evolução da sonoridade da língua em Portugal, em que predominam os ásperos sons das consoantes. No Brasil, a língua portuguesa ficou mais doce e mais lenta, mais descansada, justamente pela enorme influência das sonoridades da língua geral, o nheengatu.
“Somos um povo bilíngüe, e o reconhecimento desse bilingüismo seria fundamental no trabalho dos educadores.”
Nossa língua cotidiana está algo distanciada da língua portuguesa, que é a oficial e, num certo sentido, é uma língua importada. Não raro viajamos entre toponímicos tupis. Na cidade de São Paulo, transito regularmente entre o Butantã e Carapicuíba e o Embu, aonde levo meus alunos, periodicamente, para uma aula de rua. Ou os levo ao Museu Paulista, no Ipiranga, para outra aula, ou à Mooca, para observações etnográficas sobre uma festa italiana. Faço tudo isso dentro da língua tupi. Como posso ir do rio Guaíba à Paraíba ou ao Pará ou ao Piauí sem achar que estou falando uma língua estrangeira, que ela não é.
Em escolas rurais de povoados do Mato Grosso, do Pará e do Maranhão, observei um fato curioso. Uma vez que as crianças escrevem como falam, não é raro que acrescentem de preferência um “r” às palavras oxítonas, a letra usada como acento agudo: “ater”, em vez de “até”; “Joser”, em vez de “José”. Algo que tem sua curiosa legitimidade no modo como se escrevia oficialmente o português até meados do século 19, letras fazendo as vezes de acentos e sinais. A própria língua falada, no confronto com a escrita, oferece às crianças inteligentes a chave de adaptação de uma à outra: se elas dizem “falá” e vêem que a palavra escrita é “falar”, logo entendem que o “r” é aí acento, e não letra para ser pronunciada.
É comovente a reação dos jovens quando descobrem que são falantes do que resta de uma língua que já foi a língua do povo brasileiro e que conhecem um grande número de sons e palavras tupi. O que lhes dizem ser erro e ignorância é, na verdade, história social, valorosa sobrevivência da nossa verdadeira língua brasileira. Se não fosse assim, seria impossível rir daquela história de dois mineiros que resolveram temperar a prosa com café. E foram para a cozinha. Agua fervida, coador pronto, um pergunta para o outro: “Pó pô o pó?”. E o outro responde, firme: “Pó pô!”.
De fato, somos um povo bilíngüe, e o reconhecimento desse bilingüismo seria fundamental no trabalho dos educadores, em particular para enriquecer a compreensão da língua portuguesa, última flor do Lácio, inculta e bela, mais bela ainda porque invadida por esse outro lado da nossa identidade social, que teimamos em desconhecer.
José de Souza Martins, 64, é professor titular do Departamento de Sociologia da USP
De acordo com o texto, marque a única afirmação CORRETA:
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Assinale a única na qual NÃO HÁ ERRO quanto à colocação do pronome oblíquo átono destacado, segundo a norma culta da língua portuguesa.
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A popularidade das equipes interfuncionais explodiu no final dos anos 1980, quando as grandes montadoras – como Toyota, Honda, Nissan, BMW, GM, Ford e Chrysler – recorreram a essa forma de equipe. Coloque V ou F conforme considerar verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre equipes de trabalho:
( ) As equipes multifuncionais contam com a participação de especialistas de várias áreas com o objetivo de desenvolver atividade específica, motivo pelo qual são conhecidas como equipes de projetos.
( ) Equipes temporárias são forças-tarefas criadas para levar a cabo uma atribuição, podendo envolver pessoas de diferentes áreas que dedicam parte de seu tempo produtivo a esse fim.
( ) As equipes autogerenciadas têm ampla autonomia para tomar decisões visando à melhoria dos resultados, bem como para contratar pessoas e utilizar recursos.
( ) As equipes de riscos são criadas como estratégias para promover o espírito empreendedor, reunindo talentos especiais, que podem até vir a fazer parte da estrutura da organização.
Assinale a alternativa que corresponde à seqüência CORRETA:
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A empresa Alfa Tecnologia exige um limite de 2 anos e meio para recuperação de qualquer investimento. No momento existe a proposta de dois novos projetos X e Y. Diante disto, analise as informações a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
| Ano | Fluxos de caixa X | Fluxos de caixa Y |
| 0 | R$ –25.000,00 | R$ –72.000,00 |
| 1 | R$ 16.000,00 | R$ 30.000,00 |
| 2 | R$ 16.000,00 | R$ 30.000,00 |
| 3 | R$ 3.000,00 | R$ 15.000,00 |
| 5 | R$ 3.000,00 | R$ 200.000,00 |
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Ainda com base na Lei 9.784, assinale V ou F conforme considerar verdadeiras ou falsas as afirmativas a seguir:
( ) Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de: atuação conforme a lei e o Direito; sigilo; interpretação da norma administrativa da forma a garantir o atendimento do interesse da Administração.
( ) O processo administrativo inicia-se sempre a pedido do interessado por meio de requerimento inicial formulado por escrito.
( ) É impedido de atuar em processo administrativo o servidor que tenha interesse na matéria; tenha participado ou venha a participar como perito, testemunha ou representante; esteja litigando judicialmente ou administrativamente com o interessado ou respectivo cônjuge ou companheiro.
( ) Os atos do processo somente serão realizados em dias úteis, no horário normal de funcionamento da repartição na qual tramitar o processo. Devem realizar preferencialmente na sede do órgão, cientificando-se o interessado se for outro o local de realização.
( ) Inexistindo disposição específica, os atos do órgão ou autoridade responsável e dos administrados que dele participem devem ser praticados no prazo de cinco dias, salvo motivo de força maior.
Assinale a alternativa que corresponde à seqüência CORRETA, de cima para baixo:
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A Lei 9.784, de 29 de janeiro de 1999, regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. Com base nessa lei assinale a alternativa que contém a afirmativa INCORRETA:
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Um dos objetivos da administração financeira é criar valor para o acionista. O Valor Presente Líquido (VPL) e a Taxa Interna de Retorno (TIR) são procedimentos utilizados para analisar investimentos futuros. Com relação a estes procedimentos é INCORRETO afirmar:
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A empresa Beta apresentou os seguintes dados de custos, despesas, produção e vendas durante dois anos seguidos:
| Custo fixo ao ano: .......................................................... R$ 60.000,00 |
| Custo variável unitário: ........................................................... R$ 3,00 |
| Despesa fixa de administração ao ano: ....................... R$ 30.000,00 |
| Despesa variável de administração: ............................ R$ 10.000,00 |
| Preço de venda unitário: .................................................... R$ 15,00 |
Primeiro ano: produção 10.000 un, vendas 8.000 un e estoque final de 2.000 un.
Segundo ano: produção 10.000 un, vendas 12.000 un e estoque final nulo.
Os estoques são avaliados pelo critério PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair).
Diante destes dados, qual o lucro que a empresa obteve no primeiro e no segundo ano?
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