Foram encontradas 305 questões.
Considere a leitura do texto a seguir para responder a questão.
Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante
em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um
número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente
falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu
número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade,
também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de
Letras tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas.
Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso
saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número.
Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um
avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma
companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de
batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E
quando a gente morre, no jazigo, tem um número.
E a certidão de óbito também. Não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E
vai ver meu protesto também é um número.
Uma amiga minha me contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava
com filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro
do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa
metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-
mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um
número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7.
Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando
com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número
e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade.
Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
Considerando a leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA.Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante
em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um
número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente
falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu
número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade,
também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de
Letras tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas.
Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso
saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número.
Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um
avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma
companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de
batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E
quando a gente morre, no jazigo, tem um número.
E a certidão de óbito também. Não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E
vai ver meu protesto também é um número.
Uma amiga minha me contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava
com filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro
do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa
metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-
mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um
número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7.
Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando
com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número
e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade.
Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
07 de agosto de 1971.
(LISPECTOR, Clarice. Você é um número. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999).
(LISPECTOR, Clarice. Você é um número. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999).
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Durante uma aula de Português, enquanto os alunos de uma turma do Ensino Técnico Integrado fazem algumas atividades, uma das estudantes chama a professora e propõe-lhe o seguinte desafio: “Professora, quero só ver se consegue pronunciar a palavra ‘bebê’ sem encostar os lábios.” Apesar de não fazer parte do assunto da aula, a professora decide explicar à aluna os motivos de sua dificuldade em pronunciar a referida palavra sem encostar os lábios. No momento da explicação, a professora modaliza a fala, mas menciona, a título de curiosidade, que [b], de acordo com a tabela fonética consonantal, recebe uma determinada classificação.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE essa classificação.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE essa classificação.
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Considere as frases escritas no modo indicativo.
I. Você deve por os livros na estante.
II. Tu precisas obedecer às normas escolares.
III. Vocês devem resolver a questão.
IV. Ele escreve no seu diário.
Para que essas frases sejam reescritas corretamente no modo imperativo, complete os espaços em branco com uma das formas verbais colocadas entre parênteses, depois assinale a opção correta.
I. ____________ os livros na estante. (ponha/ põe)
II. ____________ às normas escolares. (obedeça/ obedece)
III. ____________ a questão. (resolvem/ resolvam)
IV. ____________ no seu diário. (escreve/ escreva)
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Você deve por os livros na estante.
II. Tu precisas obedecer às normas escolares.
III. Vocês devem resolver a questão.
IV. Ele escreve no seu diário.
Para que essas frases sejam reescritas corretamente no modo imperativo, complete os espaços em branco com uma das formas verbais colocadas entre parênteses, depois assinale a opção correta.
I. ____________ os livros na estante. (ponha/ põe)
II. ____________ às normas escolares. (obedeça/ obedece)
III. ____________ a questão. (resolvem/ resolvam)
IV. ____________ no seu diário. (escreve/ escreva)
Assinale a alternativa CORRETA.
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1 “Ontem a tarde, resolvemos sair para um passeio. Na verdade, pretendíamos arejar 2 um pouco a cabeça por que achávamos desumano o que havia acontecido. Já
3 sabíamos que a justiça havia se negado a fazer a cessão do terreno a nossa
4 comunidade e isso deixou todos indignados.
5 Contávamos com uma posição da justiça que fosse favorável à nós, mas isso não
6 aconteceu e ficamos todos decepcionados. Olhávamos uns para os outros e víamos
7 todos ansiosos por uma decisão que não chegava.
8 Quando afinal tivemos uma resposta, ao invés de o advogado dizer-nos o
9 que queríamos ouvir, ele disse que a justiça, ainda nos infringiu uma pena
10 por reinvindicarmos nossos direitos. Nesse momento, todos, sem excessão,
11 deixaram a sala e voltaram a vida cotidiana.”
Suponha que você tenha sido convidado para fazer a revisão do texto acima. A partir de sua análise, marque (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
( ) A palavra “infringiu” (linha 9) foi utilizada de modo inadequado na frase; o correto seria “infligiu”.
( ) Todas as palavras estão grafadas corretamente na linha 2 do texto.
( ) Na linha 5, o acento grave foi empregado corretamente.
( ) A expressão “ao invés de” (linha 8) deveria ser substituída por “em vez de”.
( ) Considerando-se a norma padrão da escrita, há desvio ortográfico nas palavras “reinvindicarmos” (linha 10) e “excessão” (linha 10).
( ) Na linha 11, em “[...] voltaram a vida cotidiana”, deveria haver um acento grave.
( ) Na linha 9, há uma vírgula empregada de modo inadequado.
Assinale a opção que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
3 sabíamos que a justiça havia se negado a fazer a cessão do terreno a nossa
4 comunidade e isso deixou todos indignados.
5 Contávamos com uma posição da justiça que fosse favorável à nós, mas isso não
6 aconteceu e ficamos todos decepcionados. Olhávamos uns para os outros e víamos
7 todos ansiosos por uma decisão que não chegava.
8 Quando afinal tivemos uma resposta, ao invés de o advogado dizer-nos o
9 que queríamos ouvir, ele disse que a justiça, ainda nos infringiu uma pena
10 por reinvindicarmos nossos direitos. Nesse momento, todos, sem excessão,
11 deixaram a sala e voltaram a vida cotidiana.”
Suponha que você tenha sido convidado para fazer a revisão do texto acima. A partir de sua análise, marque (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
( ) A palavra “infringiu” (linha 9) foi utilizada de modo inadequado na frase; o correto seria “infligiu”.
( ) Todas as palavras estão grafadas corretamente na linha 2 do texto.
( ) Na linha 5, o acento grave foi empregado corretamente.
( ) A expressão “ao invés de” (linha 8) deveria ser substituída por “em vez de”.
( ) Considerando-se a norma padrão da escrita, há desvio ortográfico nas palavras “reinvindicarmos” (linha 10) e “excessão” (linha 10).
( ) Na linha 11, em “[...] voltaram a vida cotidiana”, deveria haver um acento grave.
( ) Na linha 9, há uma vírgula empregada de modo inadequado.
Assinale a opção que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Considere a leitura do texto a seguir para responder a questão.
Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante
em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um
número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente
falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu
número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade,
também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de
Letras tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas.
Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso
saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número.
Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um
avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma
companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de
batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E
quando a gente morre, no jazigo, tem um número.
E a certidão de óbito também. Não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E
vai ver meu protesto também é um número.
Uma amiga minha me contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava
com filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro
do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa
metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-
mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um
número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7.
Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando
com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número
e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade.
Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA.Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante
em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um
número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente
falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu
número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade,
também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de
Letras tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas.
Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso
saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número.
Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um
avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma
companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de
batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E
quando a gente morre, no jazigo, tem um número.
E a certidão de óbito também. Não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E
vai ver meu protesto também é um número.
Uma amiga minha me contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava
com filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro
do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa
metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-
mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um
número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7.
Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando
com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número
e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade.
Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
07 de agosto de 1971.
(LISPECTOR, Clarice. Você é um número. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999).
(LISPECTOR, Clarice. Você é um número. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999).
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Considerando a função morfossintática das palavras destacadas no trecho a seguir, assinale a alternativa que estiver CORRETA.
“NORMALMENTE, quando as pessoas falam em gramática, desconhecem que podem estar falando não de uma coisa só, mas de coisas bem diferentes. Essa falsa impressão é também decorrente daquela já referida redução que os fatos linguísticos têm sofrido.”
“NORMALMENTE, quando as pessoas falam em gramática, desconhecem que podem estar falando não de uma coisa só, mas de coisas bem diferentes. Essa falsa impressão é também decorrente daquela já referida redução que os fatos linguísticos têm sofrido.”
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Assinale a alternativa CORRETA, que melhor se relaciona à definição de gêneros textuais.
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Leia a frase, ela está sem a devida pontuação.
Chegando ao Instituto Federal que ficava às margens de uma bela praça ele tomou coragem e bastante esperançoso entrou naquela instituição pois seu futuro estava ali
Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA pontuação da frase.
Chegando ao Instituto Federal que ficava às margens de uma bela praça ele tomou coragem e bastante esperançoso entrou naquela instituição pois seu futuro estava ali
Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA pontuação da frase.
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- SintaxeRegência
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de Linguagem
Analise as frases a seguir e assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale a alternativa que contém entre parênteses a classificação CORRETA do termo em destaque em cada frase.
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