Foram encontradas 20 questões.
TEXTO X
A publicação abaixo foi veiculada pela Polícia Militar de São Paulo e trata-se da legenda de uma foto em que aparecem três mulheres da corporação executando seu trabalho:

Fonte: POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO (São Paulo). Na foto, sargento Márcia, soldado Joyce e a soldado Thamires….30 abr. 2017. Facebook: @policiamilitardesp.
Disponível em: https://m.facebook.com/POLICIAMILITARDESP/photos/boa-noitena-foto-sargento-marcia-soldado-joyce-e-a-soldadothamires-do-comando-d/1312791838756501/. Acesso em: 22 set. 2022.
A partir da leitura da publicação indicada no Texto X e do acionamento de seus conhecimentos linguísticos, assinale a alternativa CORRETA:
Provas
TEXTO VIII

Fonte: FREIRE, J. R. B. Os ladrões de ortografia: o “erro” de português. 2007. Disponível em: https://www.taquiprati.com.br/cronica/112-os-
ladroes-de-ortografia-o-erro-de-portugues. Acesso em: 17 set. 2022.
TEXTO IX
Faz pouco mais de 5.000 anos que a escrita foi inventada. Não deu tempo para que o cérebro evoluísse a ponto de dedicar uma área exclusiva para a leitura. Então, como aprendemos a ler? Segundo uma pesquisa realizada em conjunto por cientistas brasileiros, franceses e portugueses, nosso cérebro recicla funções diferentes para aprender a ler. O estudo, publicado na edição desta semana da revista americana Science, uma das mais respeitadas no mundo, foi o primeiro a demonstrar o impacto da leitura no cérebro.
O que a gente descobriu é que áreas do cérebro destinadas a outras funções são recicladas para atender a uma demanda social e cultural”, afirma a neurologista Lucia Braga, pesquisadora do Centro Internacional de Neurociências da Rede Sarah, e uma das coordenadoras do estudo, em entrevista ao site de VEJA.
No caso da leitura, o cérebro ativa a área visual e a área destinada à linguagem. Esse campo, localizado no lado esquerdo do lobo occipital, na parte de trás do cérebro, foi batizada de ‘área visual da forma da palavra’. É ela que responde, depois da alfabetização, aos estímulos ortográficos. [...].
Fonte: ROSSI. J. Cérebro recicla funções para aprender a ler. 2010. Disponível em: https://veja.abril.com.br/ciencia/cerebrorecicla- funcoes-para-aprender-a-ler/#:~:text=N%C3%A3o%20deu%20tempo%20para%20que,diferentes%20para%20aprender%20a %20ler. Acesso em: 17 set. 2022.
A partir da leitura dos Textos VIII e IX, bem como mobilizando seus conhecimentos sobre variação linguística, assinale a alternativa CORRETA:
Provas
TEXTO VIII

Fonte: FREIRE, J. R. B. Os ladrões de ortografia: o “erro” de português. 2007. Disponível em: https://www.taquiprati.com.br/cronica/112-os-
ladroes-de-ortografia-o-erro-de-portugues. Acesso em: 17 set. 2022.
TEXTO IX
Faz pouco mais de 5.000 anos que a escrita foi inventada. Não deu tempo para que o cérebro evoluísse a ponto de dedicar uma área exclusiva para a leitura. Então, como aprendemos a ler? Segundo uma pesquisa realizada em conjunto por cientistas brasileiros, franceses e portugueses, nosso cérebro recicla funções diferentes para aprender a ler. O estudo, publicado na edição desta semana da revista americana Science, uma das mais respeitadas no mundo, foi o primeiro a demonstrar o impacto da leitura no cérebro.
O que a gente descobriu é que áreas do cérebro destinadas a outras funções são recicladas para atender a uma demanda social e cultural”, afirma a neurologista Lucia Braga, pesquisadora do Centro Internacional de Neurociências da Rede Sarah, e uma das coordenadoras do estudo, em entrevista ao site de VEJA.
No caso da leitura, o cérebro ativa a área visual e a área destinada à linguagem. Esse campo, localizado no lado esquerdo do lobo occipital, na parte de trás do cérebro, foi batizada de ‘área visual da forma da palavra’. É ela que responde, depois da alfabetização, aos estímulos ortográficos. [...].
Fonte: ROSSI. J. Cérebro recicla funções para aprender a ler. 2010. Disponível em: https://veja.abril.com.br/ciencia/cerebrorecicla- funcoes-para-aprender-a-ler/#:~:text=N%C3%A3o%20deu%20tempo%20para%20que,diferentes%20para%20aprender%20a %20ler. Acesso em: 17 set. 2022.
A partir da leitura dos Textos VIII e IX e mobilizando seus conhecimentos, assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
I. O termo ‘praca cronada’ usado pelo jornal passou desapercebido e deveria ter sido revisado.
II. A troca de letras, no Texto VIII, é fruto de uma transposição da fala para a escrita.
III. O uso de ‘r’ em lugar do ‘l’, no Texto VIII, demonstra um desconhecimento sobre a língua falada.
IV. O fenômeno descrito no Texto VIII é típico de regiões mais urbanas do Brasil.
Provas
TEXTO VII
Sujeito de Sorte – Belchior
Presentemente, eu posso me
Considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço
Me sinto são, e salvo, e forte
E tenho comigo pensado
Deus é Brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer
No ano passado
Tenho sangrado demais
Tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri
Mas esse ano eu não morro
Fonte: BELCHIOR, A. C. Sujeito de sorte. 1976. Disponível em: https://www.letras.mus.br/belchior/344922/.
Acesso em: 18 set. 2022.
Considerando as características do Texto VII, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas:
( ) Trata-se de um poema em razão de sua estrutura, apresentando versos e estrofes.
( ) As estrofes da letra da música caracterizam-se por serem quartetos.
( ) O uso de letras maiúsculas é facultativo no início de cada verso e estrofe.
( ) As três estrofes juntas formam um soneto.
( ) Tanto na 1ª estrofe como na 3ª estrofe, há rimas ricas em razão do substantivo “sorte” rimar com o adjetivo “forte”, e o substantivo “cachorro” rimar com o verbo “morro”.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
Provas
TEXTO VI
Taxa de vacinação contra HPV está bem abaixo da meta
HPV é a sigla em inglês para papiloma vírus humano, que infecta a pele e as mucosas e é transmitido por via sexual. Existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, mas apenas duas variantes são responsáveis por sete em cada dez casos de câncer do colo do útero.
A doença matou mais de 6 mil mulheres no país em 2020. O HPV também pode causar outros tipos de câncer, como de boca, de orofaringe e dos órgãos sexuais de homens e mulheres.
O esquema com duas doses da vacina contra o HPV – com um intervalo de seis meses – oferece 98% de proteção e deve ser feito antes que a pessoa tenha contato com o HPV, ou seja, antes do início da vida sexual. Por isso, a imunização é indicada para meninas de 9 a 14 anos de idade e meninos entre 11 e 14 anos.
A vacina contra o HPV foi incluída no Plano Nacional de Imunizações em 2014. Nesse primeiro momento, era oferecida só para as meninas. Desde 2017, os meninos também entraram para o público-alvo da imunização contra o vírus, isso porque eles podem transmitir o HPV. Mas, segundo o Ministério da Saúde, a procura pela vacinação de meninos sempre ficou bem abaixo do esperado e piorou com a pandemia.
A taxa de vacinação de meninos com a primeira dose caiu de 57,9% para 55,5% de 2020 para 2021. Já a da segunda dose ficou praticamente estável, em um percentual muito baixo: 36%. Sem essa dose, a proteção não é completa.
Fonte: G1. Taxa de vacinação contra HPV está bem abaixo da meta. 2022. Disponível em:
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/05/23/taxa-de-vacinacao-contra-hpv-esta-bem-abaixo-da-meta.ghtml.
Acesso em: 13 set. 2022.
Considerando o Texto VI, marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) A infecção pelo HPV pode ser prevenida com vacinação na idade apropriada.
( ) A vacinação contra o HPV é indicada tanto para meninas quanto para meninos que estejam na faixa etária dos 9 aos 14 anos.
( ) Para completar o esquema vacinal contra o HPV são necessárias duas doses da vacina.
( ) A vacinação contra o HPV em meninos ainda não atingiu a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
( ) Os meninos não têm medo de ter HPV, por isso não se previnem com a vacina.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Provas
TEXTO V
– Pai, eu preciso que o senhor me ajude.
– O que você quer? – Pergunta na sua voz forte de pai.
– Tem uns colegas na escola que me aporrinham mais que o normal, você não pode falar com o professor? O diretor?
– Mas eles fazem o quê? Eles te batem?
– Bater mesmo, não, de vez em quando um peteleco na cabeça, mas com isso estou acostumado. Um deles gritou uma coisa muito feia quando me viu. No recreio. No pátio. Na frente de todo mundo.
– Olha, todo mundo tem problemas na escola. A mim chamavam de magrela, de girafa, porque eu era muito magro e alto demais. Você é baixinho. Manda que se lixem.
Minha mãe tenta ajudar:
– Diga pra seu colega que você é baixinho mas pode crescer, ele é burro, e isso não tem conserto.
– Ela tenta sorrir como se fosse engraçado.
Fonte: LUFT, L. O anão (fragmento). In: LUFT, L. O silêncio dos amantes. 6 ed. Rio de Janeiro: Record, 2008
Considerando o texto V, é correto afirmar que:
Provas
TEXTO IV

Fonte: O PAÍS (Moçambique). Moçambique e eSwatini alinham acções de cooperação para recuperação no sector cultural e turístico. 2022. Disponível em: https://opais.co.mz/as-cicatrizes-de-bento-baloi-2/. Acesso em: 20 set. 2022.
Mobilizando seus conhecimentos acerca das convenções da escrita, de acordo com o Texto IV, assinale a alternativa CORRETA :
Provas
TEXTO III
A gramática da inclusão
[...]
Se “todes” usado no Museu da Língua Portuguesa reinaugurado em 12 de julho passado, em São Paulo, causou polêmica, – o secretário nacional de Cultura, Mário Frias, ameaçou “tomar medidas” para impedir o que chamou de “vandalização” da língua –, não é menor o barulho entre linguistas e até mesmo militantes das causas que envolvem transexuais, travestis, não binários ou intersexo.
Uma coisa é certa: o consenso está longe, mas a discussão posta. No debate, para uns a dita linguagem neutra é considerada um movimento social, parte da evolução da língua. Outros a encaram como um possível modismo.
Sírio Possenti, professor titular do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entende que não é possível ignorar as formas discriminatórias marcadas na língua: “A língua não funciona no vácuo”, diz.
É a mesma visão de outros importantes filólogos procurados por Extra Classe, mas alguns optaram em não aprofundar o tema e não participar da reportagem e nem mesmo autorizaram a publicação das justificativas de suas negativas. Medo de cancelamentos?
Mais corajoso, Carlos Alberto Faraco, pelo menos, explica suas razões. “Eu estou evitando entrar nessa polêmica. Já me envolvi em muitas polêmicas linguísticas e resolvi não participar desta. Se publico, será inevitável o bate-boca”, afirma o ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e autor de um dos mais usados manuais de linguística, o Linguística Histórica. Uma Introdução ao Estudo da História das Línguas (Parábola).
Outro renomado linguista pede para omitir seu nome e é categórico: “Iiiiixi! Ninguém quer mexer com isso. É modismo que não cola”.
[...] Fonte: BARRETO, M. M. A gramática da inclusão. 2021. Disponível em: https://www.extraclasse.org.br/geral/2021/10/agramatica-
da-inclusao/. Acesso em: 16 set. 2022.
Em relação ao texto III, as expressões “Museu da Língua Portuguesa”, “São Paulo”, “Carlos Alberto Faraco”, “Sírio Possenti”, “Instituto de Estudos da Linguagem”, “Universidade Estadual de Campinas”, “Carlos Alberto Faraco” e “Universidade Federal do Paraná” estão grafadas com iniciais maiúsculas porque:
Provas
TEXTO II
Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Fonte: ANDRADE, C. D. Furto de flor. 1985. Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/.
Acesso em: 15 set. 2022.
Com base no Texto II, é correto afirmar que o narrador:
Provas
TEXTO I
Leia a propaganda abaixo, alusiva ao Dia Mundial da Língua Portuguesa, veiculada pela rede de supermercados Bem Barato, de Angola:

Fonte: SUPERMERCADO BEM BARATO (Angola). Mesmo com diferentes gírias, o que nos une é a nossa língua portuguesa. 2022. Facebook: @bembaratoao. Disponível em: www.facebook.com/bembaratoao. Acesso em: 20 set. 2022.
Leia atentamente as seguintes afirmações:
I. Os nomes miúdos, pirralhos e kandengues – falados, respectivamente, em Portugal, no Brasil e em Angola – significam “crianças” em todos esses países.
II. Os nomes falados nos três países são utilizados, sobretudo, em situações formais de comunicação.
III. A variação linguística do português falado nos PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) é fruto do contato com as diferentes línguas nativas desses países.
IV. O português brasileiro sofreu influência de línguas africanas e indígenas.
Acionando seus conhecimentos linguísticos, de acordo com o Texto I, assinale a alternativa CORRETA:
Provas
Caderno Container