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DESFILE DE SETE DE SETEMBRO É CANCELADO EM CHAPECÓ
De acordo com o prefeito, a decisão foi tomada para evitar manifestações ou protestos com temas nacionais que pudesse perturbar o evento.
Fonte adaptada: CLICRDC. Desfile de Sete de Setembro é cancelado em Chapecó. Disponível em: https://clicrdc. com.br/categoria-geral/desfile-de-sete-de-setembro-e-can celado-em-chapeco/?utm_source=whatsapp&utm_mediu m=Whatsapp&utm_campaign=whatsapp&utm_id=Whats App Acesso em: 06 set. 2023.
OS OPOSTOS SE ATRAEM? ESTUDO MOSTRA QUE CASAIS TÊM MAIS SEMELHANÇAS DO QUE DIFERENÇAS
Pesquisadores da Universidade do Colorado descobriram que a maioria dos parceiros partilham características, incluindo opiniões políticas, níveis de educação e estilo de vida
Fonte adaptada: TURBIANI, Renata. Os opostos se atraem? Estudo mostra que casais têm mais semelhanças do que diferenças. Disponível em: https://epocanegocios .globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2023/09/os-opostos-nao-seatraem- casais-tem-mais-semelhancas-do-que-di ferencasaponta- estudo.ghtml Acesso em: 06 set. 2023.
Quanto à concordância verbal e nominal, observe as ocorrências em destaque nos Textos IV e V e assinale a alternativa CORRETA.
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As figuras de linguagem são palavras ou expressões conotativas, portanto, apresentam um sentido que ultrapassa a linguagem comum, literal ou denotativa. Quando uma das personagens da tirinha fala “Nós sempre teremos, tipo, Paris!”, a expressão está marcada pelo exagero. A esta figura, damos o nome de:
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Mas afinal, o que quer dizer racismo estrutural?
A herança discriminatória da escravidão (todas as relações com base na ideia de inferioridade dos negros que foram transmitidas) em conjunto com a falta de medidas e ações que integrassem os negros e indígenas na sociedade, como políticas de assistência social ou de inclusão racial no mercado de trabalho, gerou o que se entende por racismo estrutural, ou seja, uma discriminação racial enraizada na sociedade.
Isto é, o racismo estrutural não diz respeito ao ato discriminatório isolado (como xingar pejorativamente alguém por conta da cor da sua pele) ou até mesmo um conjunto de atos dessa natureza.
Ele representa um processo histórico em que condições de desvantagens e privilégios a determinados grupos étnico-raciais são reproduzidos nos âmbitos políticos, econômicos, culturais e até mesmo nas relações cotidianas. [...]
Fonte adaptada: https://www.politize.com.br/equidade/blogpost/o-que-e-racismo-estrutural/?https:// www.politize.com.br /&gclid=Cj0KCQjwrMKmBhCJARIsAHuEAPTdAZTIUsxxvrvTW3uSENFshjhmOV7c2eANzYL6BK9v2bAJsYw-leUaArP LEALw_wcB Acesso em: 07 ago. 2023.
Analise as afirmações acerca do Texto II.
I. O texto apresenta 3 (três) parágrafos, está escrito em terceira pessoa do singular e respeita a norma culta.
II. No início do último parágrafo, o pronome “Ele” retoma o termo “racismo estrutural”, utilizando-se de um recurso de coesão textual.
III. O termo “étnico-raciais” é uma palavra composta por justaposição, ou seja, é formada por dois radicais que não sofrem alteração de som ou de letra ao se unirem para formar a nova palavra.
IV. O texto afirma que racismo estrutural é a discriminação de pessoas de grupos étnico-raciais inferiores.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Chatuba do agroboy Ruspo
Tia Kátia vai no Fórum E faz sua abordagem Pr’eu sair de noitezinha E fazer uma sacanagem
Pulveriza o veneno De cima do avião Te apresento aqui A minha soja tipo exportação
Máquina agrícola Detona igual animal Com papai e o pistoleiro Eu apavoro geral
Moleque agroboy Não nasci no pantanal Ando com meu pistoleiro Para exterminar geral
Andamo de Hilux Viemo pegá terra A chatuba do agroboy Do bonde da Bunge é
Agroboy come soja Depois come capim Ranca floresta Caça bugre, aqui é assim
Analise as afirmações acerca do Texto.
I. A letra da canção é dividida em 6 estrofes de 4 versos cada.
II. A letra da canção faz um elogio ao “moleque agroboy” que cuida das regiões nas quais produz a sua soja.
III. A letra da canção apresenta uma denúncia a partir do deboche do agroboy em relação ao meio ambiente e às comunidades indígenas, também denominadas “bugres”.
IV. Quando se lê “Viemo pegá terra”, é possível compreender uma realidade inerente ao Brasil: há muita terra sem dono, por isso as pessoas desbravam os territórios que ainda não possuem proprietário a fim de produzir e fazer o país crescer economicamente.
Assinale a alternativa CORRETA.
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No século XVI, produtos já existentes na Europa, muitos de origem asiática ou africana, foram trazidos para a América; outros foram transportados para a Europa, a África e a Ásia; outros ainda, migraram da Ásia para a África, e vice-versa. Muitos atravessaram a Terra inteira, como a árvore que é hoje símbolo das praias do Nordeste brasileiro: o coqueiro, nativo da Ásia, foi transplantado para a África, vindo daí embelezar o Brasil e presenteá-lo com sua água deliciosa. Esse processo de mundialização foi a maior revolução nos hábitos alimentares humanos ocorrida durante o período moderno. [...]
Com o aumento do intercâmbio de alimentos entre os continentes, também mudaram os padrões alimentares de cada região, em maior ou menor grau, alterando-se profundamente os costumes e até mesmo a vida social dos povos. [...]
Fonte: AMADO, Janaína; FIGUEIREDO, Luiz Carlos. A Viagem dos Alimentos: as trocas entre os continentes. São Paulo: Atual, 2000 (p. 13-14).
Analise as afirmações acerca do Texto XX.
I. A Expansão Marítima no início da Idade Moderna contribuiu para o enfraquecimento da agricultura de subsistência praticada pelos povos originários dos territórios ocupados pelo colonialismo europeu.
II. Embora a América tenha recebido sementes e mudas de plantas originárias da Europa, o que alterou profundamente os hábitos alimentares dos povos americanos, a Europa praticamente não sofreu in-fluências dos produtos do Continente Americano em sua alimentação.
III. Diversos alimentos e plantas que atualmente caracterizam a culinária e a paisagem do Brasil, como o coqueiro, são originários de outros continentes, alguns bastante distantes como a Ásia, e chegaram no Brasil no contexto das expansões marítimas.
IV. O intercâmbio de alimentos entre os continentes não modificou apenas os hábitos alimentares dos povos originários no Continente Americano, mas também interferiu significativamente na alimentação dos europeus.
Assinale a alternativa CORRETA.
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O conflito conhecido como Contestado compreende “o episódio bélico e o palco dos sangrentos combates, cronologicamente compreendido entre 1912 e 1916, e geograficamente delimitado: ao norte, pelo curso dos rios Negro e Iguaçu; ao sul, pelos campos de Curitibanos e Campos Novos; a oeste, pelo rio do Peixe; e a leste, pela antiga Estrada da Mata, atual traçado da rodovia BR-116” (Thomé, 2000, p. 107). [...]
Fonte: A Questão do Contestado. Atlas Geográfico de Santa Catarina: estado e território – fascículo 1 [recurso eletrônico]. Santa Catarina. Secretaria de Estado do Planejamento. Diretoria de Estatística e Cartografia; Isa de Oliveira Rocha (Org.) – 2 ed. – Florianópolis: Ed. da UDESC, 2016 (p. 27-28).
O estado de Santa Catarina vivenciou um dos maiores conflitos civis do Brasil. Sobre as principais causas da Guerra do Contestado, analise as afirmações levando em consideração tanto seus conhecimentos acerca do conflito quanto as informações apresentadas no Texto XIX.
I. A demarcação de limites entre os estados do Paraná e Santa Catarina.
II. A construção da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande por uma empresa estrangeira.
III. A disputa pelos recursos florestais da região.
IV. A grave crise social provocada pela disputa de terras, o abandono do poder público e a pobreza.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Santa Catarina desenvolve projeto de tradução da Lei Maria da Penha para línguas indígenas
Por Helena Maria Marquardt 10/03/2023
O estado de Santa Catarina está realizando um projeto inovador de tradução da Lei Maria da Penha em três línguas indígenas: Xokleng, Kaingang e Guarani. A iniciativa, que partiu do Tribunal de Justiça (TJSC) e conta com a parceria do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (Cepin) e da Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família, vai muito além de garantir que as mulheres indígenas conheçam os seus direitos. Envolve também os homens indígenas para discutir o tema e capacita profissionais que atendem vítimas de violência para que estejam preparados para respeitar as especificidades de todos os povos. [...]
Fonte: Santa Catarina desenvolve projeto de tradução da Lei Maria da Penha para línguas indígenas. Publicado: 10 mar. 2023. Disponível em: https://www.sas.sc.gov.br/index.php/noticias/1841-santa-catarina-desenvolve-projeto-de-traducao-da-lei-maria-da-penha-para-linguas-indigenas Acesso em: 10 set. 2023.
O Texto apresenta uma importante iniciativa que visa:
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Foi a primeira Deputada Estadual negra do Brasil, a primeira Deputada mulher no Parlamento Catarinense e a primeira Representante Feminina Negra no Poder Legislativo na América Latina […]. Em 19 de julho de 1937, presidiu a Sessão da Alesc, tornando-se a primeira mulher a assumir no Brasil a Presidência de uma Assembleia Legislativa, conforme jornal “A Notícia”, de 1937, ano em que iniciou o Estado Novo.
Fonte adaptada: Memória Política de Santa Catarina. Antonieta de Barros. Disponível em: https://memoriapolitica.alesc. sc.gov.br/biografia/68-Antonieta_de_Barros Acesso em: 4 set. 2023.
Na década de 1930, no Brasil, o caso mencionado no Texto é marcante porque evidencia o(a):
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Enquanto isso, anoitece em certas regiões
E se pudéssemos ter a velocidade para ver tudo?
Assistiríamos tudo
A madrugada perto da noite, escurecendo
Ao lado do entardecer
A tarde inteira, logo após o almoço
O meio-dia acontecendo em pleno sol
Seguido da manhã, que correu
Desde muito cedo e que só viram
Os que levantaram para trabalhar
No alvorecer, que foi surgindo
[...]
Fonte: ENQUANTO ISSO. Canção de Marisa Monte. Disponível em: https://www.marisamonte.com.br/musicas_/ enquanto-isso/ Acesso em: 07 ago. 2023.
No Texto XVI, a canção retrata um movimento do Planeta Terra denominado:
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Excluídas do universo das coisas sérias, dos assuntos públicos, e mais especialmente dos econômicos, as mulheres ficaram durante muito tempo confinadas ao universo doméstico e às atividades associadas à reprodução biológica e social da descendência; atividades (principalmente maternas) que, mesmo quando aparentemente reconhecidas e por vezes ritualmente celebradas, só o são realmente enquanto permanecem subordinadas às atividades de produção, as únicas que recebem uma verdadeira sanção econômica e social, e organizadas em relação aos interesses materiais e simbólicos da descendência, isto é, dos homens. [...]
Fonte: BOURDIEU, Pierre. “A dominação masculina”. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017 (p. 135).
No Texto XV, o autor aborda o tema da desigualdade:
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