Magna Concursos

Foram encontradas 230 questões.

72239 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Após 60 anos, Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda não é plenamente respeitada.

(Thiago Varella - UOL Notícias-10/12/2008)

Parte I

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos." A frase, tirada do primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é talvez a noção mais básica e conhecida de nossos direitos.

Entretanto hoje, no dia em que a ONU (Organização das Nações Unidas) comemora 60 anos da adoção dos 30 artigos da Declaração por sua Assembléia Geral, os direitos mais fundamentais de todos ainda não são cumpridos por todas as nações do mundo.

"A Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda é uma promessa não cumprida para muitas pessoas no mundo. Impunidade, conflitos armados e governos autoritários ainda não foram derrotados. E, infelizmente, os direitos humanos são, às vezes, deixados de lado em nome da segurança", afirmou Navi Pillay, alta comissária de Direitos Humanos da ONU.

Os exemplos de violação dos direitos humanos são diversos. Vão desde os clássicos problemas em lugares como Afeganistão e Mianmar até questões mais pontuais como a discriminação contra imigrantes na Europa. Para o pesquisador Javier Zuñiga, da Anistia Internacional, todos os países do mundo apresentam alguma violação à Declaração Universal. "Em todos os países há algum problema com os direitos humanos. No entanto, devemos focar os problemas nos setores da sociedade e não nesse ou naquele país. Problemas com as mulheres ou com a pobreza estão em todos os lugares", afirmou.

Parte II

Os maiores desafios

Os grandes desafios enfrentados por quem luta pelos direitos humanos parecem ser os mesmos de 40 anos atrás. Em um mundo que tentava se reconstruir após a 2ª Guerra Mundial, a aparição de novos conflitos e a ausência de democracia em alguns governos impediam um avanço maior da liberdade e do combate à pobreza e às violações dos nossos direitos fundamentais.

O cenário que encontramos no século 21 é ainda bastante parecido. Segundo a professora Maria Luiza Marcílio, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, o dinheiro gasto nas guerras poderia ser canalizado para outros fins. "O gasto em armas poderia ser utilizado nos setores produtivos, como em educação e saúde", explicou.

"Temos diversos conflitos em andamento e novos podem começar a qualquer momento. O terrorismo também é uma ameaça e um desafio. Os Estados têm de oferecer uma segurança legítima sem, contudo, ferir os direitos humanos", disse Navi Pillay. "Uma definição errada de terrorismo pode levar a restrições das liberdades fundamentais da população, como a liberdade de expressão e de oposição política e social", completou.

Já para Javier Zuñiga, a sede de poder atrapalha os governos mundo afora. "O principal problema enfrentado pelos direitos humanos são os políticos. Os governantes só querem saber de uma coisa: se perpetuar no cargo. E, claro, conseguir cada vez mais poder."

Os problemas com o meio ambiente também ferem a Declaração Universal. A devastação das florestas e o aquecimento global alteram a qualidade de vida de todos os seres humanos. "Temos o direito de ter uma vida sadia. Porém, isso é cerceado pela destruição dos recursos naturais do planeta. O homem tem que perceber que a Terra é sua casa", explica Maria Luiza Marcílio. A ONU vai além, as mudanças e as consequências calamitosas de situações extremas das condições climáticas prejudicam a produção e distribuição de alimentos, a moradia, a aquisição de água potável e a vida.

Parte III

Perspectivas de otimismo

Apesar de tantos problemas, os especialistas são unânimes no otimismo. "Temos bons exemplos de avanços pelo mundo. Quando entrei para a Anistia, há 30 anos, a América Latina sofria na mão de ditaduras militares financiadas pelos EUA. Hoje, vivem em democracia", exemplifica Zuñiga.

Todos também concordam que a luta para que os direitos humanos sejam respeitados é de todos. As ideias, que de tão repetidas parecem estar desgastadas pelo uso, são simples: solidariedade, fraternidade e educação. "Para melhorar a convivência humana, precisamos da participação de todos. Vamos combater a falta de valores com a educação de base. E vamos usar a criatividade, tão voltada para a violência, para o uso do bem", prega Maria Luiza Marcílio.

A alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, segue a mesma linha de raciocínio. Segundo ela, a Declaração Universal abrange o direito à vida e fez progressos consideráveis ao longo dos anos, para assegurar um direito que parece tão básico, ao maior número possível de pessoas.

"A ONU, as organizações internacionais e a sociedade civil - ONGs, jornalistas, acadêmicos, estudantes e muitos outros – estão em constante vigilância. O poder de influência da Declaração é cada vez maior, ainda mais depois da Internet. O impacto no mundo da Declaração é e sempre vai ser extraordinário", afirmou.

Analisando a frase "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos." Concluímos que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72238 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Após 60 anos, Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda não é plenamente respeitada.

(Thiago Varella - UOL Notícias-10/12/2008)

Parte I

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos." A frase, tirada do primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é talvez a noção mais básica e conhecida de nossos direitos.

Entretanto hoje, no dia em que a ONU (Organização das Nações Unidas) comemora 60 anos da adoção dos 30 artigos da Declaração por sua Assembléia Geral, os direitos mais fundamentais de todos ainda não são cumpridos por todas as nações do mundo.

"A Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda é uma promessa não cumprida para muitas pessoas no mundo. Impunidade, conflitos armados e governos autoritários ainda não foram derrotados. E, infelizmente, os direitos humanos são, às vezes, deixados de lado em nome da segurança", afirmou Navi Pillay, alta comissária de Direitos Humanos da ONU.

Os exemplos de violação dos direitos humanos são diversos. Vão desde os clássicos problemas em lugares como Afeganistão e Mianmar até questões mais pontuais como a discriminação contra imigrantes na Europa. Para o pesquisador Javier Zuñiga, da Anistia Internacional, todos os países do mundo apresentam alguma violação à Declaração Universal. "Em todos os países há algum problema com os direitos humanos. No entanto, devemos focar os problemas nos setores da sociedade e não nesse ou naquele país. Problemas com as mulheres ou com a pobreza estão em todos os lugares", afirmou.

Parte II

Os maiores desafios

Os grandes desafios enfrentados por quem luta pelos direitos humanos parecem ser os mesmos de 40 anos atrás. Em um mundo que tentava se reconstruir após a 2ª Guerra Mundial, a aparição de novos conflitos e a ausência de democracia em alguns governos impediam um avanço maior da liberdade e do combate à pobreza e às violações dos nossos direitos fundamentais.

O cenário que encontramos no século 21 é ainda bastante parecido. Segundo a professora Maria Luiza Marcílio, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, o dinheiro gasto nas guerras poderia ser canalizado para outros fins. "O gasto em armas poderia ser utilizado nos setores produtivos, como em educação e saúde", explicou.

"Temos diversos conflitos em andamento e novos podem começar a qualquer momento. O terrorismo também é uma ameaça e um desafio. Os Estados têm de oferecer uma segurança legítima sem, contudo, ferir os direitos humanos", disse Navi Pillay. "Uma definição errada de terrorismo pode levar a restrições das liberdades fundamentais da população, como a liberdade de expressão e de oposição política e social", completou.

Já para Javier Zuñiga, a sede de poder atrapalha os governos mundo afora. "O principal problema enfrentado pelos direitos humanos são os políticos. Os governantes só querem saber de uma coisa: se perpetuar no cargo. E, claro, conseguir cada vez mais poder."

Os problemas com o meio ambiente também ferem a Declaração Universal. A devastação das florestas e o aquecimento global alteram a qualidade de vida de todos os seres humanos. "Temos o direito de ter uma vida sadia. Porém, isso é cerceado pela destruição dos recursos naturais do planeta. O homem tem que perceber que a Terra é sua casa", explica Maria Luiza Marcílio. A ONU vai além, as mudanças e as consequências calamitosas de situações extremas das condições climáticas prejudicam a produção e distribuição de alimentos, a moradia, a aquisição de água potável e a vida.

Parte III

Perspectivas de otimismo

Apesar de tantos problemas, os especialistas são unânimes no otimismo. "Temos bons exemplos de avanços pelo mundo. Quando entrei para a Anistia, há 30 anos, a América Latina sofria na mão de ditaduras militares financiadas pelos EUA. Hoje, vivem em democracia", exemplifica Zuñiga.

Todos também concordam que a luta para que os direitos humanos sejam respeitados é de todos. As ideias, que de tão repetidas parecem estar desgastadas pelo uso, são simples: solidariedade, fraternidade e educação. "Para melhorar a convivência humana, precisamos da participação de todos. Vamos combater a falta de valores com a educação de base. E vamos usar a criatividade, tão voltada para a violência, para o uso do bem", prega Maria Luiza Marcílio.

A alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, segue a mesma linha de raciocínio. Segundo ela, a Declaração Universal abrange o direito à vida e fez progressos consideráveis ao longo dos anos, para assegurar um direito que parece tão básico, ao maior número possível de pessoas.

"A ONU, as organizações internacionais e a sociedade civil - ONGs, jornalistas, acadêmicos, estudantes e muitos outros – estão em constante vigilância. O poder de influência da Declaração é cada vez maior, ainda mais depois da Internet. O impacto no mundo da Declaração é e sempre vai ser extraordinário", afirmou.

Quanto à estruturação e linguagem do texto, concluímos que:

I. a linguagem coloquial se sobrepõe à formal.

II. a narração se sobrepõe à dissertação.

III. a dissertação se sobrepõe à narração.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72237 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Após 60 anos, Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda não é plenamente respeitada.

(Thiago Varella - UOL Notícias-10/12/2008)

Parte I

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos." A frase, tirada do primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é talvez a noção mais básica e conhecida de nossos direitos.

Entretanto hoje, no dia em que a ONU (Organização das Nações Unidas) comemora 60 anos da adoção dos 30 artigos da Declaração por sua Assembléia Geral, os direitos mais fundamentais de todos ainda não são cumpridos por todas as nações do mundo.

"A Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda é uma promessa não cumprida para muitas pessoas no mundo. Impunidade, conflitos armados e governos autoritários ainda não foram derrotados. E, infelizmente, os direitos humanos são, às vezes, deixados de lado em nome da segurança", afirmou Navi Pillay, alta comissária de Direitos Humanos da ONU.

Os exemplos de violação dos direitos humanos são diversos. Vão desde os clássicos problemas em lugares como Afeganistão e Mianmar até questões mais pontuais como a discriminação contra imigrantes na Europa. Para o pesquisador Javier Zuñiga, da Anistia Internacional, todos os países do mundo apresentam alguma violação à Declaração Universal. "Em todos os países há algum problema com os direitos humanos. No entanto, devemos focar os problemas nos setores da sociedade e não nesse ou naquele país. Problemas com as mulheres ou com a pobreza estão em todos os lugares", afirmou.

Parte II

Os maiores desafios

Os grandes desafios enfrentados por quem luta pelos direitos humanos parecem ser os mesmos de 40 anos atrás. Em um mundo que tentava se reconstruir após a 2ª Guerra Mundial, a aparição de novos conflitos e a ausência de democracia em alguns governos impediam um avanço maior da liberdade e do combate à pobreza e às violações dos nossos direitos fundamentais.

O cenário que encontramos no século 21 é ainda bastante parecido. Segundo a professora Maria Luiza Marcílio, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, o dinheiro gasto nas guerras poderia ser canalizado para outros fins. "O gasto em armas poderia ser utilizado nos setores produtivos, como em educação e saúde", explicou.

"Temos diversos conflitos em andamento e novos podem começar a qualquer momento. O terrorismo também é uma ameaça e um desafio. Os Estados têm de oferecer uma segurança legítima sem, contudo, ferir os direitos humanos", disse Navi Pillay. "Uma definição errada de terrorismo pode levar a restrições das liberdades fundamentais da população, como a liberdade de expressão e de oposição política e social", completou.

Já para Javier Zuñiga, a sede de poder atrapalha os governos mundo afora. "O principal problema enfrentado pelos direitos humanos são os políticos. Os governantes só querem saber de uma coisa: se perpetuar no cargo. E, claro, conseguir cada vez mais poder."

Os problemas com o meio ambiente também ferem a Declaração Universal. A devastação das florestas e o aquecimento global alteram a qualidade de vida de todos os seres humanos. "Temos o direito de ter uma vida sadia. Porém, isso é cerceado pela destruição dos recursos naturais do planeta. O homem tem que perceber que a Terra é sua casa", explica Maria Luiza Marcílio. A ONU vai além, as mudanças e as consequências calamitosas de situações extremas das condições climáticas prejudicam a produção e distribuição de alimentos, a moradia, a aquisição de água potável e a vida.

Parte III

Perspectivas de otimismo

Apesar de tantos problemas, os especialistas são unânimes no otimismo. "Temos bons exemplos de avanços pelo mundo. Quando entrei para a Anistia, há 30 anos, a América Latina sofria na mão de ditaduras militares financiadas pelos EUA. Hoje, vivem em democracia", exemplifica Zuñiga.

Todos também concordam que a luta para que os direitos humanos sejam respeitados é de todos. As ideias, que de tão repetidas parecem estar desgastadas pelo uso, são simples: solidariedade, fraternidade e educação. "Para melhorar a convivência humana, precisamos da participação de todos. Vamos combater a falta de valores com a educação de base. E vamos usar a criatividade, tão voltada para a violência, para o uso do bem", prega Maria Luiza Marcílio.

A alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, segue a mesma linha de raciocínio. Segundo ela, a Declaração Universal abrange o direito à vida e fez progressos consideráveis ao longo dos anos, para assegurar um direito que parece tão básico, ao maior número possível de pessoas.

"A ONU, as organizações internacionais e a sociedade civil - ONGs, jornalistas, acadêmicos, estudantes e muitos outros – estão em constante vigilância. O poder de influência da Declaração é cada vez maior, ainda mais depois da Internet. O impacto no mundo da Declaração é e sempre vai ser extraordinário", afirmou.

Ao ler o texto em sua íntegra, percebe-se que os comentários críticos acerca da declaração universal dos direitos humanos só não dizem que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72236 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Após 60 anos, Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda não é plenamente respeitada.

(Thiago Varella - UOL Notícias-10/12/2008)

Parte I

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos." A frase, tirada do primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é talvez a noção mais básica e conhecida de nossos direitos.

Entretanto hoje, no dia em que a ONU (Organização das Nações Unidas) comemora 60 anos da adoção dos 30 artigos da Declaração por sua Assembléia Geral, os direitos mais fundamentais de todos ainda não são cumpridos por todas as nações do mundo.

"A Declaração Universal dos Direitos Humanos ainda é uma promessa não cumprida para muitas pessoas no mundo. Impunidade, conflitos armados e governos autoritários ainda não foram derrotados. E, infelizmente, os direitos humanos são, às vezes, deixados de lado em nome da segurança", afirmou Navi Pillay, alta comissária de Direitos Humanos da ONU.

Os exemplos de violação dos direitos humanos são diversos. Vão desde os clássicos problemas em lugares como Afeganistão e Mianmar até questões mais pontuais como a discriminação contra imigrantes na Europa. Para o pesquisador Javier Zuñiga, da Anistia Internacional, todos os países do mundo apresentam alguma violação à Declaração Universal. "Em todos os países há algum problema com os direitos humanos. No entanto, devemos focar os problemas nos setores da sociedade e não nesse ou naquele país. Problemas com as mulheres ou com a pobreza estão em todos os lugares", afirmou.

Parte II

Os maiores desafios

Os grandes desafios enfrentados por quem luta pelos direitos humanos parecem ser os mesmos de 40 anos atrás. Em um mundo que tentava se reconstruir após a 2ª Guerra Mundial, a aparição de novos conflitos e a ausência de democracia em alguns governos impediam um avanço maior da liberdade e do combate à pobreza e às violações dos nossos direitos fundamentais.

O cenário que encontramos no século 21 é ainda bastante parecido. Segundo a professora Maria Luiza Marcílio, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, o dinheiro gasto nas guerras poderia ser canalizado para outros fins. "O gasto em armas poderia ser utilizado nos setores produtivos, como em educação e saúde", explicou.

"Temos diversos conflitos em andamento e novos podem começar a qualquer momento. O terrorismo também é uma ameaça e um desafio. Os Estados têm de oferecer uma segurança legítima sem, contudo, ferir os direitos humanos", disse Navi Pillay. "Uma definição errada de terrorismo pode levar a restrições das liberdades fundamentais da população, como a liberdade de expressão e de oposição política e social", completou.

Já para Javier Zuñiga, a sede de poder atrapalha os governos mundo afora. "O principal problema enfrentado pelos direitos humanos são os políticos. Os governantes só querem saber de uma coisa: se perpetuar no cargo. E, claro, conseguir cada vez mais poder."

Os problemas com o meio ambiente também ferem a Declaração Universal. A devastação das florestas e o aquecimento global alteram a qualidade de vida de todos os seres humanos. "Temos o direito de ter uma vida sadia. Porém, isso é cerceado pela destruição dos recursos naturais do planeta. O homem tem que perceber que a Terra é sua casa", explica Maria Luiza Marcílio. A ONU vai além, as mudanças e as consequências calamitosas de situações extremas das condições climáticas prejudicam a produção e distribuição de alimentos, a moradia, a aquisição de água potável e a vida.

Parte III

Perspectivas de otimismo

Apesar de tantos problemas, os especialistas são unânimes no otimismo. "Temos bons exemplos de avanços pelo mundo. Quando entrei para a Anistia, há 30 anos, a América Latina sofria na mão de ditaduras militares financiadas pelos EUA. Hoje, vivem em democracia", exemplifica Zuñiga.

Todos também concordam que a luta para que os direitos humanos sejam respeitados é de todos. As ideias, que de tão repetidas parecem estar desgastadas pelo uso, são simples: solidariedade, fraternidade e educação. "Para melhorar a convivência humana, precisamos da participação de todos. Vamos combater a falta de valores com a educação de base. E vamos usar a criatividade, tão voltada para a violência, para o uso do bem", prega Maria Luiza Marcílio.

A alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, segue a mesma linha de raciocínio. Segundo ela, a Declaração Universal abrange o direito à vida e fez progressos consideráveis ao longo dos anos, para assegurar um direito que parece tão básico, ao maior número possível de pessoas.

"A ONU, as organizações internacionais e a sociedade civil - ONGs, jornalistas, acadêmicos, estudantes e muitos outros – estão em constante vigilância. O poder de influência da Declaração é cada vez maior, ainda mais depois da Internet. O impacto no mundo da Declaração é e sempre vai ser extraordinário", afirmou.

Baseando-se no que diz a Parte I do texto e o 1º parágrafo da parte II, podemos afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72235 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS
Provas:

Texto I

Briga em salão de beleza deixa oito mulheres queimadas em Salvador

Folha Online 09 de julho de 2009

Uma mulher foi presa nesta quinta-feira após jogar um produto químico em outras oito mulheres que estavam em um salão de beleza no Pelourinho, em Salvador (BA). Segundo a Polícia Civil, as vítimas sofreram queimaduras pelo corpo e ao menos uma delas estava em estado grave.

De acordo com informações da 1ª DP da cidade, o crime ocorreu no início da tarde de hoje, e as vítimas foram socorridas e encaminhadas ao HGE (Hospital Geral do Estado).

Segundo dados preliminares da polícia, a agressora teria atacado uma das mulheres no salão por desconfiar que ela teria um caso com o seu marido. Porém, ao jogar o produto na vítima, o líquido espirrou e atingiu outras sete mulheres.

Ainda de acordo com a polícia, a mulher fugiu e foi presa apenas no início da noite de hoje. Por volta das 21h, ela ainda prestava depoimento ao delegado responsável pela ocorrência. A polícia ainda não identificou que tipo de produto foi usado.

Texto II

Ex-deputado envolvido em acidente que matou 2 no PR agradece orações em outdoors

Agência Folha 10 de julho de 2009

O ex-deputado estadual no Paraná Fernando Carli Filho, 26, que se envolveu em um acidente que matou dois jovens em maio, pagou por cerca de 20 outdoors com mensagens de agradecimento em Guarapuava (PR), sua cidade natal.

Carli Filho é indiciado por homicídio após acidente que deixou dois mortos no Paraná.

No texto publicado no anúncio, assinado por ele, Carli Filho agradece "a Deus pela vida" e a todos que "estão orando" por sua recuperação.

Desde o final de junho, o ex-deputado está em Guarapuava, onde seu pai, Fernando Ribas Carli (PP), é prefeito. No acidente, ocorrido em Curitiba, dois jovens de 26 e 20 anos morreram na hora.

Carli Filho, que dirigia bêbado, chegou a ser internado em estado grave. Ele renunciou ao mandato e foi indiciado sob suspeita de homicídio com dolo eventual (quando é assumido o risco de produzir o crime).

Os outdoors espalhados pela cidade custaram cerca de R$ 300 cada e foram instalados na terça-feira (7) pela manhã.

Na segunda-feira (6), ele teve negado o retorno ao PSB, partido ao qual era filiado. Carli Filho pediu em junho a desfiliação do partido, que havia instaurado um processo de expulsão contra ele.

A Folha procurou o ex-deputado nos últimos três dias, mas ele não ligou de volta. Em junho, a defesa dele reclamou que o caso foi transformado "em um espetáculo" e afirmou que Carli Filho "merece o direito" de se defender.

Texto III

Prefeitura Colatina (ES) fecha funerárias próximas a hospitais para evitar "assédio"

Agência Folha, 10 de julho de 2009

A Prefeitura de Colatina (141 km de Vitória) fechou duas funerárias próximas a hospitais nesta semana. Uma lei municipal de 2007 proibiu funerárias em locais a menos de 250 metros de distância de hospitais e clínicas para evitar "assédio" dos estabelecimentos a parentes de pacientes.

"Aqui, é uma prática muito comum todo mundo querer se instalar nas portas dos hospitais. O intuito é não atrelar o hospital a uma funerária", diz a procuradora do município Santina Simonassi.

As funerárias, de acordo com a procuradora, tiveram dois anos para se adequar. "Elas [funerárias] alegaram ao Ministério Público que precisariam de um tempo para se adequar e este prazo foi dado, até 2009, quando os alvarás de licença vencessem", disse.

Como não se adequaram, o município não renovou os alvarás e fechou os dois estabelecimentos. A Folha não conseguiu localizar os proprietários nesta quinta-feira. Há cerca de dez funerárias em Colatina, cidade de 106 mil habitantes.

A presença de funerárias em hospitais ou próximas a eles também é questionada em outras partes do país.

Em Fortaleza, o tema já esteve presente na Câmara Municipal por duas vezes. Em 1999, o então vereador Lucílvio Girão Sales (PMDB) fez projeto de lei que proibia a instalação de empresas funerárias a uma distância de 200 metros dos hospitais e do Instituto Médico Legal da capital cearense.

Na justificativa do projeto, Sales diz que queria tirar "de uma só vez os 'papa-defuntos' dos hospitais". A lei não foi aprovada. Em 2005, o tema voltou à pauta da Câmara, mas mais uma vez não foi aprovada. Segundo a assessoria de imprensa da Casa, havia um vereador proprietário de funerária na última legislatura.

Texto IV

Disputa por galinha e briga de criança motivam chacina de família em João Pessoa (PB)

Agência Folha, 10 de julho de 2009

Quatro pessoas de uma mesma família foram assassinadas a facadas na madrugada desta quinta-feira, em João Pessoa (PB). Um casal de vizinhos foi preso e confessou o crime, de acordo com a Polícia Civil.

O pai da família e três filhos morreram na hora. A mãe, grávida de gêmeos, e outro filho ficaram feridos e foram encaminhados para o Hospital de Trauma da capital paraibana.

Segundo depoimento do casal suspeito à Polícia Civil, no domingo as duas famílias mataram uma galinha, mas as vítimas deram a pior parte do animal à família do casal, que supostamente quis se vingar.

"Eles também disseram que houve uma briga entre crianças das duas famílias e que o filho deles acabou apanhando. Coisa de criança", disse o delegado Edilson de Carvalho, titular do 9º Distrito Policial.

O crime ocorreu por volta das 2h. De acordo com o delegado, os dois suspeitos estavam com facões. A família de Moisés Soares Forte, 35, dormia quando supostamente o casal entrou no cômodo. Além de Forte, um menino de cinco anos e duas meninas, uma de três anos e a outra com apenas meses de idade, levaram uma série de facadas e morreram no local. Um dos filhos, de 11 anos, escondeu-se embaixo da cama e não se feriu.

A mãe, cuja idade a polícia não soube informar, levou facadas na cabeça, passou por uma cirurgia e não corre risco de morte. O filho de 13 anos que ficou ferido fez uma cirurgia na mandíbula e está internado na Unidade de Terapia Intensiva.

O casal será indiciado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

Baseando-se nos quatro textos lidos, julgue as conclusões abaixo.

I. Todos os textos são narrativas de fatos verídicos ocorridos em diferentes regiões do Brasil.

II. Os textos trazem uma possibilidade de questionarmos sobre as grandes contradições no comportamento de uma sociedade que se diz moderna e evoluída.

III. A linguagem presente em todos os textos é coloquial.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72234 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS
Provas:

Disputa por galinha e briga de criança motivam chacina de família em João Pessoa (PB)

Agência Folha, 10 de julho de 2009

Quatro pessoas de uma mesma família foram assassinadas a facadas na madrugada desta quinta-feira, em João Pessoa (PB). Um casal de vizinhos foi preso e confessou o crime, de acordo com a Polícia Civil.

O pai da família e três filhos morreram na hora. A mãe, grávida de gêmeos, e outro filho ficaram feridos e foram encaminhados para o Hospital de Trauma da capital paraibana.

Segundo depoimento do casal suspeito à Polícia Civil, no domingo as duas famílias mataram uma galinha, mas as vítimas deram a pior parte do animal à família do casal, que supostamente quis se vingar.

"Eles também disseram que houve uma briga entre crianças das duas famílias e que o filho deles acabou apanhando. Coisa de criança", disse o delegado Edilson de Carvalho, titular do 9º Distrito Policial.

O crime ocorreu por volta das 2h. De acordo com o delegado, os dois suspeitos estavam com facões. A família de Moisés Soares Forte, 35, dormia quando supostamente o casal entrou no cômodo. Além de Forte, um menino de cinco anos e duas meninas, uma de três anos e a outra com apenas meses de idade, levaram uma série de facadas e morreram no local. Um dos filhos, de 11 anos, escondeu-se embaixo da cama e não se feriu.

A mãe, cuja idade a polícia não soube informar, levou facadas na cabeça, passou por uma cirurgia e não corre risco de morte. O filho de 13 anos que ficou ferido fez uma cirurgia na mandíbula e está internado na Unidade de Terapia Intensiva.

O casal será indiciado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

Escolha a declaração mais conveniente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72233 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS
Provas:

Disputa por galinha e briga de criança motivam chacina de família em João Pessoa (PB)

Agência Folha, 10 de julho de 2009

Quatro pessoas de uma mesma família foram assassinadas a facadas na madrugada desta quinta-feira, em João Pessoa (PB). Um casal de vizinhos foi preso e confessou o crime, de acordo com a Polícia Civil.

O pai da família e três filhos morreram na hora. A mãe, grávida de gêmeos, e outro filho ficaram feridos e foram encaminhados para o Hospital de Trauma da capital paraibana.

Segundo depoimento do casal suspeito à Polícia Civil, no domingo as duas famílias mataram uma galinha, mas as vítimas deram a pior parte do animal à família do casal, que supostamente quis se vingar.

"Eles também disseram que houve uma briga entre crianças das duas famílias e que o filho deles acabou apanhando. Coisa de criança", disse o delegado Edilson de Carvalho, titular do 9º Distrito Policial.

O crime ocorreu por volta das 2h. De acordo com o delegado, os dois suspeitos estavam com facões. A família de Moisés Soares Forte, 35, dormia quando supostamente o casal entrou no cômodo. Além de Forte, um menino de cinco anos e duas meninas, uma de três anos e a outra com apenas meses de idade, levaram uma série de facadas e morreram no local. Um dos filhos, de 11 anos, escondeu-se embaixo da cama e não se feriu.

A mãe, cuja idade a polícia não soube informar, levou facadas na cabeça, passou por uma cirurgia e não corre risco de morte. O filho de 13 anos que ficou ferido fez uma cirurgia na mandíbula e está internado na Unidade de Terapia Intensiva.

O casal será indiciado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

É incorreto afirmar sobre o texto que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72232 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS
Provas:

Prefeitura Colatina (ES) fecha funerárias próximas a hospitais para evitar "assédio"

Agência Folha, 10 de julho de 2009

A Prefeitura de Colatina (141 km de Vitória) fechou duas funerárias próximas a hospitais nesta semana. Uma lei municipal de 2007 proibiu funerárias em locais a menos de 250 metros de distância de hospitais e clínicas para evitar "assédio" dos estabelecimentos a parentes de pacientes.

"Aqui, é uma prática muito comum todo mundo querer se instalar nas portas dos hospitais. O intuito é não atrelar o hospital a uma funerária", diz a procuradora do município Santina Simonassi.

As funerárias, de acordo com a procuradora, tiveram dois anos para se adequar. "Elas [funerárias] alegaram ao Ministério Público que precisariam de um tempo para se adequar e este prazo foi dado, até 2009, quando os alvarás de licença vencessem", disse.

Como não se adequaram, o município não renovou os alvarás e fechou os dois estabelecimentos. A Folha não conseguiu localizar os proprietários nesta quinta-feira. Há cerca de dez funerárias em Colatina, cidade de 106 mil habitantes.

A presença de funerárias em hospitais ou próximas a eles também é questionada em outras partes do país.

Em Fortaleza, o tema já esteve presente na Câmara Municipal por duas vezes. Em 1999, o então vereador Lucílvio Girão Sales (PMDB) fez projeto de lei que proibia a instalação de empresas funerárias a uma distância de 200 metros dos hospitais e do Instituto Médico Legal da capital cearense.

Na justificativa do projeto, Sales diz que queria tirar "de uma só vez os 'papa-defuntos' dos hospitais". A lei não foi aprovada. Em 2005, o tema voltou à pauta da Câmara, mas mais uma vez não foi aprovada. Segundo a assessoria de imprensa da Casa, havia um vereador proprietário de funerária na última legislatura.

Assinale a proposição inadequada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72231 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS
Provas:

Prefeitura Colatina (ES) fecha funerárias próximas a hospitais para evitar "assédio"

Agência Folha, 10 de julho de 2009

A Prefeitura de Colatina (141 km de Vitória) fechou duas funerárias próximas a hospitais nesta semana. Uma lei municipal de 2007 proibiu funerárias em locais a menos de 250 metros de distância de hospitais e clínicas para evitar "assédio" dos estabelecimentos a parentes de pacientes.

"Aqui, é uma prática muito comum todo mundo querer se instalar nas portas dos hospitais. O intuito é não atrelar o hospital a uma funerária", diz a procuradora do município Santina Simonassi.

As funerárias, de acordo com a procuradora, tiveram dois anos para se adequar. "Elas [funerárias] alegaram ao Ministério Público que precisariam de um tempo para se adequar e este prazo foi dado, até 2009, quando os alvarás de licença vencessem", disse.

Como não se adequaram, o município não renovou os alvarás e fechou os dois estabelecimentos. A Folha não conseguiu localizar os proprietários nesta quinta-feira. Há cerca de dez funerárias em Colatina, cidade de 106 mil habitantes.

A presença de funerárias em hospitais ou próximas a eles também é questionada em outras partes do país.

Em Fortaleza, o tema já esteve presente na Câmara Municipal por duas vezes. Em 1999, o então vereador Lucílvio Girão Sales (PMDB) fez projeto de lei que proibia a instalação de empresas funerárias a uma distância de 200 metros dos hospitais e do Instituto Médico Legal da capital cearense.

Na justificativa do projeto, Sales diz que queria tirar "de uma só vez os 'papa-defuntos' dos hospitais". A lei não foi aprovada. Em 2005, o tema voltou à pauta da Câmara, mas mais uma vez não foi aprovada. Segundo a assessoria de imprensa da Casa, havia um vereador proprietário de funerária na última legislatura.

A única assertiva que não podemos defender sobre o texto lido:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
72230 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS
Provas:

Ex-deputado envolvido em acidente que matou 2 no PR agradece orações em outdoors

Agência Folha 10 de julho de 2009

O ex-deputado estadual no Paraná Fernando Carli Filho, 26, que se envolveu em um acidente que matou dois jovens em maio, pagou por cerca de 20 outdoors com mensagens de agradecimento em Guarapuava (PR), sua cidade natal.

Carli Filho é indiciado por homicídio após acidente que deixou dois mortos no Paraná.

No texto publicado no anúncio, assinado por ele, Carli Filho agradece "a Deus pela vida" e a todos que "estão orando" por sua recuperação.

Desde o final de junho, o ex-deputado está em Guarapuava, onde seu pai, Fernando Ribas Carli (PP), é prefeito. No acidente, ocorrido em Curitiba, dois jovens de 26 e 20 anos morreram na hora.

Carli Filho, que dirigia bêbado, chegou a ser internado em estado grave. Ele renunciou ao mandato e foi indiciado sob suspeita de homicídio com dolo eventual (quando é assumido o risco de produzir o crime).

Os outdoors espalhados pela cidade custaram cerca de R$ 300 cada e foram instalados na terça-feira (7) pela manhã.

Na segunda-feira (6), ele teve negado o retorno ao PSB, partido ao qual era filiado. Carli Filho pediu em junho a desfiliação do partido, que havia instaurado um processo de expulsão contra ele.

A Folha procurou o ex-deputado nos últimos três dias, mas ele não ligou de volta. Em junho, a defesa dele reclamou que o caso foi transformado "em um espetáculo" e afirmou que Carli Filho "merece o direito" de se defender.

Em “Na segunda-feira (6), ele teve negado o retorno ao PSB, partido ao qual era filiado.”, julgue os itens.

I. O pronome relativo exerce função de sujeito.

II. O fragmento começou com adjunto adverbial.

III. Podemos eliminar a 1ª vírgula do fragmento sem comprometer o texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas