Uma caixa d’água de 1000 litros está inicialmente
cheia e poluída com uma quantidade de
1mg de alumínio por litro de água. Suponha que
entra na caixa, a uma vazão de 1 litro por minuto,
uma água com concentração de 0,1mg de alumínio
por litro e sai, na mesma vazão, a água da caixa.
Por simplicidade, consideramos que o alumínio
está uniformemente distribuído também na água
que sai. Denotando por Q(t) a quantidade em mg
de alumínio na caixa no instante t , em minutos,
a equação diferencial que descreve o processo é
cuja solução para as condições
iniciais dadas é O valor de 100a + b + c/2 é:
De acordo com Garcia (2002, p.32-39), “frase
é todo enunciado suficiente por si mesmo para
estabelecer comunicação. Pode expressar um juízo,
indicar uma ação, estado ou fenômeno, transmitir
um apelo, uma ordem ou exteriorizar emoções”.
Algumas frases são denominadas frases nominais,
pois prescindem de verbo, sendo constituídas apenas
por nomes. Assinale a alternativa em que há uma FRASE
NOMINAL:
Os encadeadores de tipo discursivo são responsáveis
pela estruturação de enunciados em textos,
por meio de encadeamentos sucessivos, sendo
cada enunciado resultante de um ato de fala distinto.
Neste caso, o que se assevera não é, como nas relações
de tipo lógico, uma relação entre o conteúdo
de duas orações, mas produzem-se dois (ou mais)
enunciados distintos, encadeando-se o segundo sobre
o primeiro, que é tomado como tema. (...) Ademais,
esses conectores, ao introduzir um enunciado,
determinam-lhe a orientação argumentativa. Por
esta razão, são também chamados operadores argumentativos
e as relações que estabelecem, relações
pragmáticas, retóricas ou argumentativas. (KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo:
Contexto,1999 p 65) Com base no trecho acima, assinale a alternativa
que apresenta operadores discursivo-argumentativos
que estabelecem relações pragmáticas contextuais
que vão além da lógica frasal.
Leia este trecho de A poética clássica, de
Aristóteles para responder à questão. “Como a imitação é feita por personagens em
ação, necessariamente seria uma parte da tragédia
em primeiro lugar o bom arranjo do espetáculo;
em segundo, o canto e as falas, pois é com esses
elementos que se realiza a imitação. Por falas entendo o simples conjunto dos versos;
por canto, coisa que tem um sentido inteiramente
claro. Como se trata da imitação duma ação, efetuada
por pessoas agindo, as quais necessariamente
se distinguem pelo caráter e ideias (pois essas diferenças
empregamos na qualificação das ações),
existem duas causas naturais das ações: ideias e
caráter, e todas as pessoas são bem ou mal sucedidas
conforme essas causas. Está na fábula a imitação da ação. Chamo fábula
a reunião das ações; caráter, aquilo segundo o
quê dizemos terem tais ou tais qualidades as figuras
em ação; ideias os termos que empregam para
argumentar ou para manifestar o que pensam. Toda tragédia, pois, comporta necessariamente
seis elementos, dos quais depende a sua qualidade,
a saber: fábula, caracteres, falas, ideias, espetáculo
e canto. [...]” Segundo Aristóteles, a mais importante dessas partes
é:
A grande contribuição de Bakhtin e de outros
pesquisadores que compartilham a visão acerca
dos gêneros foi chamar a atenção para o caráter
mediador e organizador do uso que fazemos da linguagem.
Todos os usuários de uma língua moldam
sua fala às formas dos gêneros e reconhecem os
gêneros nos usos sociais. (KARWOSKI, A.C et al. Gêneros Textuais: reflexões e
ensino. 4. ed. São Paulo: Parábola Editora, 2013.) Levando em consideração o texto acima, assinale
a alternativa que melhor contemple a relação entre
os gêneros e a comunicação verbal.
Dentre os mecanismos da coesão referencial,
as formas remissivas referenciais são aquelas que,
além de trazerem instruções de conexão para o
texto, fornecem indicações no nível da referência.
(KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo:
Contexto, 1999 pp 45-46)
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo
desse tipo de mecanismo seguido da explicação
adequada, segundo KOCH (1999):
“O que se entende por norma-padrão, nos
estudos mais recentes sobre variação linguística
e ensino, é o modelo de língua descrito-prescrito
pela tradição gramatical, uma língua extremamente
idealizada, construída com base nos usos de um
grupo não muito amplo de escritores e, mesmo
assim, não de todos esses usos, mas só daqueles
que o próprio gramático considera exemplares ou
recomendáveis.” (BAGNO, Marcos. Gramática Pedagógica do Português
Brasileiro. São Paulo: Parábola, 2011 p 31) Com base na visão de Bagno sobre a norma-padrão,
é correto afirmar que: