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Martins (2010), aborda custos para planejamento e controle. Dentro desse espectro, qual das alternativas preenche corretamente a lacuna no início da definição abaixo?
, são custos sujeitos à influência ou diretamente sob a responsabilidade de uma pessoa ou gestor, cujo desempenho se quer controlar e analisar.
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Break-even point ou Ponto de Equilíbrio é um indicador que mostra o quanto a empresa precisa vender para que as receitas se igualem aos custos em um mesmo período.
Uma fábrica de vestidos vendeu 2.000 vestidos por R$ 60,00 cada. O custo da produção de cada um deles foi de R$10,00. As despesas variáveis de cada vestido foi de R$ 8,00. O custo e as despesas mensais fixos da fábrica são de R$ 5.000,00.
Sabendo que R$42,00 de cada vestido são utilizados no custeio da produção e das despesas, que a fábrica tem potencial para lucrar R$10.000,00 - se investisse igual valor em novas tecnologias -, e considerando R$1.000,00 o custo de depreciação da fábrica, resolva a questão abaixo:
Assinale a alternativa que apresente o ponto de equilíbrio financeiro, o ponto de equilíbrio econômico e o ponto de equilíbrio contábil da fábrica respectivamente.
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A Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, após a modificação implementada pela Lei 11.645 de 10 de março de 2008, passou a vigorar com a seguinte redação em seu Capítulo II - Da Educação Básica, artigo 26-A:
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Leia o texto a seguir:
“A noção de capital cultural impôs-se, primeiramente, como uma hipótese indispensável para dar conta da desigualdade de desempenho escolar de crianças provenientes das diferentes classes sociais, relacionando o “sucesso escolar”, ou seja, os benefícios específicos que as crianças das diferentes classes e frações de classe podem obter no mercado escolar, à distribuição do capital cultural entre as classes e frações de classe. Este ponto de partida implica em uma ruptura com os pressupostos inerentes, tanto à visão comum que considera o sucesso ou fracasso escolar como efeito das “aptidões” naturais, quanto às teorias do “capital humano”. (NOGUEIRA, M. A.; CATANI, A. M., (Org.). Pierre Bourdieu: escritos de educação. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 71).
Sobre os três estados do capital cultural definidos por Bourdieu, assinale a alternativa correta:
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O diálogo é um dos princípios da educação libertadora e problematizadora de Paulo Freire, proposta na obra Pedagogia do Oprimido. O diálogo é a base da ação e da relação entre educador e educando.
Sobre a teoria da ação dialógica, assinale VERDADEIRO (V) ou FALSO (F):
[ ] O diálogo não precisa, necessariamente, de fé e confiança nos homens, apenas de ouvir e falar no momento adequado.
[ ] O diálogo não pode ser pretexto para manipulação ou silenciamentos. Ele precisa ser democrático.
[ ] O diálogo se impõe como caminho pelo qual os homens ganham significação enquanto homens, enquanto humanidade.
[ ] O diálogo é o encontro dos homens, mediatizados pelo mundo, para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu, educador-educando.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Em sua obra clássica, Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire apresenta e discute os conceitos de educação bancária e educação libertadora.
Quanto mais analisamos as relações educador- educandos, na escola, em qualquer de seus níveis (ou fora dela), parece que mais nos podemos convencer de que estas relações apresentam um caráter especial e marcante — o de serem relações fundamentalmente narradoras, dissertadoras. Narração de conteúdos que, por isto mesmo, tendem a petrificar-se ou a fazer-se algo quase morto, sejam valores ou dimensões concretas da realidade. Narração ou dissertação que implica um sujeito o narrador — e objetos pacientes, ouvintes — os educandos. (...) A narração, de que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem “enchidos” pelo educador. Quanto mais vá “enchendo” os recipientes com seus “depósitos”, tanto melhor educador será. Quanto mais se deixem docilmente “encher”, tanto melhores educandos serão. Desta maneira, a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. (FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 2011, p. 57-58).
Sobre o conceito de educação libertadora, leia as afirmações a seguir:
I – A educação bancária serve à dominação; a educação libertadora é problematizadora, que serve à libertação.
II – A educação libertadora emite comunicados e permite aos educandos que possam apreender e entender os sentidos dos comunicados.
III – A educação libertadora transmite conteúdos a partir da experiência histórico-social dos educadores, que selecionam, a partir de um currículo elaborado, o conjunto de conhecimentos para a formação de jovens e adultos.
IV – Na concepção libertadora há a superação da contradição educador-educando, tornando-se um educador-educando e um educando-educador.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de educação libertadora.
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A Constituição Federal de 1988 coloca a educação como um direito social (artigo 6º). Na Carta Magna há também um capítulo dedicado a esse direito da criança, do jovem e do adulto, especificando os deveres do Estado. É no artigo 206 que são trazidos os princípios do ensino. Sobre estes princípios previstos no artigo 206, leia as afirmações a seguir:
I – Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
II – O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.
III – Conteúdos relativos aos direitos humanos e à prevenção de todas as formas de violência contra a criança, o adolescente e a mulher serão incluídos, bem como temas transversais nos currículos de que trata o artigo.
IV – Piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos de lei federal.
V – Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
Assinale a alternativa que contemple as afirmações corretas sobre os princípios do ensino.
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990), a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, sendo assegurado:
I – igualdade de condições apenas para o acesso à escola;
II – direito de ser respeitado por seus educadores;
III – direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;
IV – direito de organização e participação em entidades estudantis;
V – acesso à escola pública e gratuita, próxima de sua residência, sem garantia de vagas no mesmo estabelecimento que os irmãos frequentam a mesma etapa ou ciclo de ensino da educação básica.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, são verdadeiros os pressupostos:
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No livro “Nem preto nem branco, muito pelo contrário: Cor e raça na sociabilidade brasileira”, a autora disserta a respeito de o fato de que o termo “raça” nunca ter sido, no Brasil, um termo “neutro”, e considera que ele esteve associado a uma imagem muito particular do país. (SCHWARCZ, L. M., 2016).
Sobre as ideologias da mestiçagem presentes na história brasileira, analise as afirmativas a seguir:
I – A partir do final do século XIX, a sociedade brasileira foi influenciada pelo racismo científico, amplamente difundido. Sob sua influência afirmava- se que as diferenças biológicas explicariam a superioridade de determinadas populações em detrimento de outras. Nesse contexto, os negros e mestiços são apontados como física e mentalmente inferiores aos europeus, além de mais propensos ao crime.
II – O Brasil, assim como outros países, adotou uma política de segregação institucional após a abolição, impondo leis distintas para brancos e negros, como fica evidenciado na Primeira Constituição Republicana promulgada em 1891. Nesse contexto, adotou-se um sistema de classificação racial segundo a ancestralidade do indivíduo. Nele seriam consideradas brancas as pessoas sem ascendência africana em determinado número de graus.
III – As teorias poligenistas da humanidade afirmavam ser maléfico o cruzamento inter-racial, que levaria a perda do caráter superior existente na raça branca. Entretanto, como o processo de miscigenação já estava avançado no Brasil no fim do século XIX, adota-se como política a atribuição de um sentido positivo para a miscigenação, partindo- se da ideia de que, quanto mais miscigenada, mais branca a sociedade brasileira se tornaria.
IV – Após a abolição, projetou-se no Brasil uma falsa imagem de democracia racial, sendo um dos recursos utilizados para tanto a reconstrução da história pregressa de forma positiva, omitindo a violência e o arbítrio da história brasileira e divulgando uma imagem de senhores de escravos severos e paternais, assim como de escravos submissos e gentis.
V – A entrada de imigrantes europeus no Brasil no final do século XIX foi incentivada enquanto política nacional de modo muito enfático, claramente aludindo à intenção de branqueamento da população brasileira, o que por sua vez constituiria uma miscigenação positiva.
São ideologias de mestiçagem presentes na história brasileira:
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Na obra “A presença indígena na formação do Brasil”, os autores afirmam que “a nossa história tem sido sempre descrita como a história da colonização, como a narrativa da transferência de pessoas, instituições e conhecimentos para um novo cenário, não-europeu” (OLIVEIRA, J. P.; FREIRE, C.A.R., 2006, p. 17).
Sobre a presença e participação dos indígenas no processo de formação do Brasil, analise as seguintes afirmativas:
I – As práticas e as representações que caracterizam a sociedade brasileira não podem ser compreendidas se não forem levadas em consideração as populações aqui estabelecidas, com suas formas de organização sociocultural e com a sua interveniência e controle sobre os recursos ambientais existentes.
II – A história brasileira muitas vezes é retratada de forma fragmentada, sendo o trabalho indígena considerado irrelevante e até mesmo silenciado na construção da nação brasileira, estando reduzido à civilização imposta pela pedagogia moral e religiosa.
III – A vasta miscigenação racial da qual a população brasileira é originária retrata por si só a importância do índio na constituição da sociedade brasileira, uma vez que na sociedade contemporânea todas as pessoas são valorizadas da mesma forma, independentemente de sua raça ou origem.
IV – Ao longo da história brasileira, prevaleceram políticas associadas à aculturação espontânea do índio, que deveria ser educado para sua progressiva integração na sociedade; isto é, o respeito às suas práticas e tradições esteve por muito tempo paradoxalmente atrelado ao estímulo para a mudança e incorporação à produção econômica.
Estão corretas:
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