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Foram encontradas 80 questões.

400905 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Associe corretamente a COLUNA I que apresenta as variações linguísticas com seus respectivos conceitos na COLUNA II.

COLUNA I

1. Variações históricas.

2. Variações geográficas.

3. Variações sociais.

4. Variações estilísticas

COLUNA II


( ) Condicionam a existência de, pelo menos dois estados sucessivos de uso da língua: a substituta e a substituída.

( ) A língua sofre influências dos ambientes em que ela é aprendida e utilizada e apresenta padrões de uso da língua.

( ) A língua serve às situações de comunicação das quais o sujeito participa, revelando diferenças notáveis.

( ) É decorrente da extensão da comunidade linguística, traduzida na forma de pronunciar alguns fonemas, nas construções sintáticas e nas escolhas vocabulares.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
 

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400904 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Um professor definiu para sua turma que sujeito é o ser que realiza a ação descrita pelo verbo.

Assinale a alternativa na qual o exemplo CONTRADIZ a explicação do professor.
 

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400903 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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CEIA: Do latim coena, última refeição do dia, o nosso popular jantar. A ceia de Natal, porém, tem suas singularidades, a primeira das quais são os convidados. O costume nasceu na Europa. Os cristãos deixavam abertas as portas das casas para que mendigos e viajantes pudessem compartilhar fraternalmente pelo menos uma refeição por ano. O romancista polonês Wladislaw Stanislaw Reymont, em “Uma lenda de Natal", situa sua trama na Polônia em certa noite natalina.

O verbete acima faz parte de
 

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400902 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Para ler, utilizamos diferentes habilidades.

Assinale a alternativa em que se encontra uma habilidade de decodificação.
 

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400900 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Observe os seguintes excertos.

“Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores"

(DIAS, Gonçalves. Canção do Exílio)

“Nossas flores são mais bonitas,

Nossas frutas mais gostosas,

Mas custam cem mil réis a dúzia"


(MENDES, Murilo. Canção do Exílio) A canção do Exílio, de Gonçalves Dias, é um dos poemas mais citados nas escolas para se abordar a intertextualidade.
No caso do poema de Murilo Mendes, a relação intertextual
 

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400897 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Uma das características do texto literário é a intocabilidade da organização linguística, que garante que se
 

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400896 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Segundo Eni Orlandi, “[...] o discurso é mais do que transmissão de informação (mensagem), é um efeito de sentidos entre locutores."

Essa afirmação colabora com a ideia de que
 

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400894 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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“Não vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saudade e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo – a maior do universo no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas", voz espúria senão que pelo apelativo Amazonas; e de vós se afirma, cavalgardes belígeros ginetes e virdes da Hélade clássica." (ANDRADE, 1981. P.59)

O trecho em destaque surpreende no romance porque o herói utiliza uma linguagem diferente da usada anteriormente. Sua intenção na escolha da variação linguística é
 

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400893 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
Precisamos hackear a sala de aula


Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.

MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
O objetivo básico do texto é
 

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400892 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IF-SP
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Ouro Preto – O roteiro começa ao som do Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles (1901-1964) [...]. A atividade, acompanhada de três monitores, dura poucos minutos, mas serve para apresentar detalhes da cidade que, no dia a dia, passam indiferentes a quem anda apressado pelas ruas, sem tempo de sentir a paisagem com seus ruídos, cheiros, belezas e texturas. A experiência, parte do projeto Sentidos urbanos: patrimônio e cidadania, aguça a percepção da professora Ana Célia Ferreira, que dificilmente ouviria o canto de um galo no meio da tarde. "Mas o melhor foi sentir as pedras sob os meus pés; a gente vive correndo, nem vê direito onde pisa, afirma"

Disponível em < http://projetosentidosurbanos.blogspot.com/2009/09/reportagem-do-jornal-deminas-sobre-o.html> Acesso em: 05 mar. 2014.

O trecho acima foi retirado de uma reportagem de jornal. Ao solicitar aos alunos que reescrevessem o trecho no gênero conto, o professor propôs uma atividade de
 

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