Foram encontradas 80 questões.
Ao trabalhar a compreensão em sala de aula, o professor deve atentar-se para as ações
que devem ocorrer antes, durante e depois da leitura.
Assinale a alternativa que apresenta uma ação para ser realizada antes da leitura.
Assinale a alternativa que apresenta uma ação para ser realizada antes da leitura.
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Entre os recursos abaixo, identifique aqueles usados pelo autor para comprovar seu ponto de vista.
I. Interpelações ao leitor.
II. Apresentação de exemplo.
III. Citação de especialista.
IV. Defesa das redes sociais.
Estão CORRETOS apenas os recursos
I. Interpelações ao leitor.
II. Apresentação de exemplo.
III. Citação de especialista.
IV. Defesa das redes sociais.
Estão CORRETOS apenas os recursos
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Precisamos hackear a sala de aula
Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.
MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
Segundo o autor, as tecnologias digitais diferem de outras tecnologias principalmente porqueDas várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.
MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
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Assinale a alternativa que apresenta a característica inerente ao texto literário.
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O declínio começou?
“Limpar a reputação das palavras alienígenas é uma missão inglória. Em 1999, o atual presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, apresentou um projeto de lei que tornaria obrigatório o uso do idioma português em espaços públicos e vetava estrangeirismos como delivery, mouse ou deletar. Se desse certo, até o nosso football poderia estar em risco. Mas tal absurdo teria chance zero de funcionar, mesmo com medida provisória ou decreto imperial." Disponível em:< http://super.abril.com.br/ciencia/lingua-portuguesa-lingua-solta- 446334.shtml.> Acesso em:11 mar.2014. O fracasso anunciado do projeto de lei tem como explicação
“Limpar a reputação das palavras alienígenas é uma missão inglória. Em 1999, o atual presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, apresentou um projeto de lei que tornaria obrigatório o uso do idioma português em espaços públicos e vetava estrangeirismos como delivery, mouse ou deletar. Se desse certo, até o nosso football poderia estar em risco. Mas tal absurdo teria chance zero de funcionar, mesmo com medida provisória ou decreto imperial." Disponível em:< http://super.abril.com.br/ciencia/lingua-portuguesa-lingua-solta- 446334.shtml.> Acesso em:11 mar.2014. O fracasso anunciado do projeto de lei tem como explicação
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A proposta de produção de texto feita pela professora de Calvin foi, por muito tempo, comum nas aulas de língua portuguesa. Esse tipo de proposta desconsidera:
I. O conhecimento prévio dos alunos.
II. O gênero como objeto de ensino.
III. O desenvolvimento do aluno.
IV. O propósito comunicativo.
Assinale a alternativa que apresenta as propostas CORRETAS.
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Leia a tirinha abaixo, em que Calvin deveria produzir um texto a partir de um texto-base.

A leitura pode ser compreendida como a combinação de habilidades que instrumentalizam o leitor à compreensão de textos.
Calvin encontrou dificuldade na leitura do texto-base usado como estímulo para a produção do texto porque o ato de ler consiste em

A leitura pode ser compreendida como a combinação de habilidades que instrumentalizam o leitor à compreensão de textos.
Calvin encontrou dificuldade na leitura do texto-base usado como estímulo para a produção do texto porque o ato de ler consiste em
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A tirinha chama a atenção para a
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Muitos autores, dentre eles Luiz Antônio Marcuschi, defende o uso dos gêneros textuais
como objeto de ensino de produção de textos orais e escritos, isso porque eles são
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Observe a seguinte figura.

A leitura de textos não verbais exige o uso de habilidades diferentes em relação aos textos
verbais ou multimodais.

Sobre a leitura do cartum, é CORRETO afirmar que
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