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Segundo Vasconcelos (2000), os subsídios teórico- metodológicos de uma concepção dialética- libertadora da avaliação direcionam para a necessidade de dinamizá-la e integrá-la ao planejamento de ensino, gerando assim alternativas no sentido de concretizar uma “nova prática de avaliação transformadora”, possibilitando ao aluno uma postura crítica e atuante na sociedade.
Considerando as ideais do autor, responda à questão.
Projetar um novo sentido para a avaliação do processo de ensino- aprendizagem, de uma nova concepção está na tomada de posição. Para trabalhar na conscientização da comunidade educativa, Vasconcelos aponta que o educador deve criar uma nova mentalidade junto a
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No art.39, inciso 3, a LDBE N 9.394/ 1996 declara que os cursos de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação organizarse-ão de acordo com as diretrizes curriculares nacionais, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação, no que concerne a
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Para Hoffmann (2001), a avaliação mediadora caracteriza-se por
I. constituir-se no cotidiano da sala de aula, intuitivamente, sem deixar de ser planejada, sistematizada.
II. buscar promover o grupo e o indivíduo paralelamente, articulando sua atenção e tempo de trabalho nas duas direções.
III. encontrar abertura ao diálogo e à interação.
IV. ter uma trajetória de conhecimento percorrida num mesmo tempo e cenário por alunos e professores.
II. buscar promover o grupo e o indivíduo paralelamente, articulando sua atenção e tempo de trabalho nas duas direções.
III. encontrar abertura ao diálogo e à interação.
IV. ter uma trajetória de conhecimento percorrida num mesmo tempo e cenário por alunos e professores.
Estão corretas as afirmativas
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Moretto (2003) considera que a competência do professor em sua ação de ensinar está relacionada à sua forma de pensar a educação, à sua história como aluno e à sua formação para o magistério. Dessa forma, para o autor, a aula é o reflexo da do professor, significando dizer que a concepção do professor em relação ao que é conhecimento determinará seu processo de ensino.
De acordo com o pensamento do autor, que palavra completa a lacuna acima?
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Para FERREIRA (2004), Gestão é administração, é tomada de decisão, é organização, é direção. Relaciona-se com a atividade de impulsionar uma organização a atingir seus objetivos, cumprir sua função e desempenhar seu papel.
Nesse sentido, são elementos fundantes da administração, da educação em geral e elementos fundamentais na construção da gestão democrática, EXCETO,
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Conforme a LDBEN 9.394/96, identifique as afirmativas verdadeiras com (V) e as falsas com (F), nas frases abaixo.
( ) O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta Lei.
( ) Caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.
( ) O Ensino Religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina obrigatória dos horários normais das escolas públicas de Ensino Médio.
( ) A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática obrigatória ao aluno.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Em sua obra "Construção do conhecimento em sala de aula", Vasconcelos (2005) ressalta que uma metodologia na perspectiva dialética baseia-se numa concepção de homem e de conhecimento, em que se entende o homem como um ser ativo e de relações.
Considerando as ideias do autor, responda à questão.
A teoria dialética aponta execução que o conhecimento se dá basicamente em três grande momentos:
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
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Segundo Hoffmann (2001), as tarefas avaliativas são sempre pontos de passagem.
Cada passo do aluno precisa ser observado em seu sentido próprio de
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Segundo Vasconcelos (2007), o projeto Político- pedagógico é o plano global da instituição. Pode ser entendido como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de planejamento participativo, que se aperfeiçoa e se objetiva na caminhada, que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar (...).
Considerando as ideias do autor, responda a questão.
O Projeto Político- pedagógico tem como finalidade:
I. Resgatar a intencionalidade da ação.
II. Ser um instrumento de transformação da realidade.
III. Ajudar a construir a unidade.
IV. Diminuir o sofrimento; aumentar o grau de realização.
II. Ser um instrumento de transformação da realidade.
III. Ajudar a construir a unidade.
IV. Diminuir o sofrimento; aumentar o grau de realização.
Estão corretas as afirmativas
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