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Foram encontradas 40 questões.

2494598 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Segundo o Decreto da Lei n°5.626 de 22 de dezembro de 2005, que trata sobre a inserção da Libras no sistema educacional, é correto afirmar que:
 

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2493498 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Que alternativa NÃO corresponde a um mito sobre o profissional intérprete:
 

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2493289 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com a lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Estão corretas as afirmativas:
I - É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
II -. Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.
III - As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor.
IV - O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudióloga e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente. Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa.
 

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2493069 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Considerando as competências do intérprete, relacione a segunda coluna com a primeira.
1. Competência linguística
2. Competência para transferência
3. Competência metodológica
4. Competência na área
5. Competência bicultural
6. Competência técnica
( ) Demonstrar habilidade em manipular, no processo de interpretação, as línguas envolvidas no ato comunicativo, entendendo o objetivo da linguagem usada em todas as suas manifestações. Possuir habilidade para distinguir as ideias principais das secundárias e determinar os elos que determinam a coesão do discurso.
( ) Ter habilidade para escolher apropriadamente as circunstâncias apresentadas ao longo do exercício da profissão intérprete.
( ) Conhecer as línguas fonte e alvo e ter a capacidade para transferir a linguagem de uma língua para a outra. Apresentar habilidade em expressar corretamente, fluentemente e claramente, na língua alvo, a mesma informação obtida na língua fonte, demonstrando conhecimento de ambas as línguas envolvidas na interpretação.
( ) Apresentar conhecimento sobre as crenças, valores, experiências e comportamentos dos usuários da língua fonte e da língua alvo e apreciação das diferenças entre a cultura da língua fonte e a cultura da língua alvo.
( ) Demonstrar um profundo conhecimento da cultura das diferentes comunidades linguísticas envolvidas no processo de interpretação.
( ) Ter habilidade para posicionar-se apropriadamente ao realizar as atividades de interpretar, inclusive usar microfone e fones, quando necessário. Apresentar um significativo conjunto de conhecimento na área para compreender o conteúdo de uma mensagem que está sendo interpretada.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?
Enunciado 3010581-1
O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
A partir das informações contidas no texto, julgue as afirmativas a seguir em (C), para as corretas, e em (E), para as erradas.
( ) Não se pode asseverar, pela argumentação do texto, que os efeitos advindos da prática do jeitinho brasileiro atingem a toda a população brasileira.
( ) Comprova-se, pelo texto, que a não aplicabilidade das leis e as lacunas existentes nestas garantem a manutenção e a propagação do jeitinho brasileiro.
( ) Depreende-se que o autor vê o jeitinho brasileiro como algo já arraigado em nossa cultura e do qual a população não tem escapatória.
( ) Infere-se, pela argumentação do último parágrafo do texto, que uma alternativa viável para resolução do problema do jeitinho brasileiro é o povo não votar em políticos corruptos e desonestos.
( ) Constata-se que as informações apresentadas sobre a prática do jeitinho brasileiro são dadas por meio da visão de mundo do autor, o qual propõe uma conscientização política da população como a única maneira de resolver esse problema.
A ordem correta, de cima para baixo, é
 

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2492578 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia um trecho que aborda a clássica divisão dos tipos de tradução proposta por Roman Jakobson(1975), da qual foram retiradas três palavras:
A tradução consiste na interpretação dos signos verbais, por meio de sistemas de signos não verbais, já a tradução diz respeito à interpretação dos signos verbais, por meio de outros signos da mesma língua. E a tradução refere-se à interpretação dos signos verbais, por meio de outra língua.
As palavras que contemplam, de maneira correta as lacunas são respectivamente:
 

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2491889 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Que autores foram pioneiros nos estudos sobre a Língua Brasileira de Sinais?
 

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2489821 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Considere as afirmações sobre as línguas de sinais:
I. Todas as línguas de sinais têm seus próprios parâmetros para a formação de palavras ou itens lexicais. A partir dessas regras cada língua combina elementos que formam palavras e as palavras formam frases em um contexto.
II. Nem todas as línguas de sinais têm seus próprios parâmetros para a formação de palavras ou itens lexicais. As regras para a organização dessas línguas são aleatórias; e a combinação dos elementos lexicais forma os sinais e seu conjunto forma frases que só podem ser compreendidas em um contexto vivenciado naquele exato momento.
III. Em Libras, assim como em todas as línguas de sinais, um item lexical é chamado de fonema.
IV. Em Libras, assim como em todas as línguas de sinais, um item lexical é chamado de sinal.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2488884 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para a tradução e interpretação da Libras para Língua Portuguesa, considere as seguintes afirmações sobre as diferenças entre a língua portuguesa e a língua brasileira de sinais:
I. A língua de sinais é baseada nas experiências visuais das comunidades surdas, mediante as interações culturais surdas, enquanto a língua portuguesa constitui-se baseada nos sons.
II. A língua de sinais apresenta uma sintaxe espacial incluindo os chamados classificadores. A língua portuguesa usa uma sintaxe linear, utilizando a descrição para captar o uso de classificadores.
III. A língua de sinais por ser uma língua visual-espacial é exclusivamente icônica, ou seja, quando produzida sempre apresenta relação entre forma e significado, enquanto a língua portuguesa não apresenta esta característica por ser uma língua oral-auditiva.
IV. As frases que são ditas na língua de sinais não são ditas usando o mesmo tipo de construção gramatical na língua portuguesa. Assim, tem vezes que uma grande frase é necessária para dizer poucas palavras em uma ou outra língua.
V. A língua de sinais atribui um valor gramatical às expressões faciais. Esse fator não é considerado como relevante na língua portuguesa, apesar de poder ser substituído pela prosódia.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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2488830 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O capítulo V do Decreto Lei n° 5.626 de 22 de dezembro de 2005 trata da formação do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, estabelecendo que:
 

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