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Foram encontradas 608 questões.

2477937 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Ao tratar da Gestão de Processos, Augustinho Paludo, autor do livro Administração Pública: questões (2012, p.183), elucida que um processo compreende uma série de atividades. Para esse autor, gerir processos significa , , e os processos da organização.
Os termos, que preenchem corretamente as lacunas, são:
 

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2477934 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?
Enunciado 2712549-1
O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
A expressão “Só que” possui valor
 

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2477933 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O papel da escola na Tendência progressista libertária, segundo Luckesi ( 1994 , p. 67), é
 

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2477837 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere o trecho do algoritmo em pseudocódigo abaixo responsável por calcular a média de um aluno.
1 prog mediaFinal
2
3
real nota1, nota2, media;
imprima “Digite a primeira nota do aluno?”;
4 leia nota1;
5
6
7
8
9
10
11
12
imprima “Digite a segunda nota do aluno?”;
leia nota2;
media <- (nota1 + nota2) / 2;
se ( ) {
imprima "Aluno reprovado";
} senao {
imprima 'Aluno aprovado';
}
Tabela: Algoritmo Média Final
Analisando o pseudocódigo, é correto afirmar que, para o algoritmo imprimir a mensagem “Aluno aprovado”, quando o aluno tiver uma média igual ou superior a 6,0 e imprimir a mensagem “Aluno reprovado”, quando o aluno tiver uma nota inferior a 6,0 é necessário utilizar a condição em nossa estrutura de decisão SE.
Qual a alternativa correta?
 

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2477803 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A marca de uma empresa, serviço, instituição ou indivíduo, é uma representação de aspectos intangíveis que vêm a gerar uma determinada percepção, ideia ou expectativa na mente das pessoas. De acordo com os elementos configurados para a representação visual-gráfica da marca (marca gráfica), ela pode ser classificada, segundo Wheeler (2008), como:
I. Emblema
II. Logotipo
III. Monograma
IV. Marca abstrata/simbólica
V. Marca pictórica
Enunciado 2710600-1
A alternativa que numera corretamente e respectivamente as marcas acima, é acima é
 

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2477799 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Enunciado 2710542-1
Para a análise de alimentos, utilizou-se 27.um cromatógrafo líquido de alta eficiência, baseado na separação por adsorção, obtendo-se o seguinte cromatograma (acima)
Supondo que cada pico represente somente um composto, afirma-se que:
 

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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?
Enunciado 2710088-1
O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
Uma das questões que geram dúvida no momento de escrever determinadas palavras é o uso dos sufixos –ISAR e –IZAR. No texto, aparece a palavra “realização” (linha 4) escrita com o grafema “z”, pois deriva do verbo realizar.
Em que alternativa a palavra não deve ser escrita com o grafema “z”, devido ao fato de NÃO derivar de um verbo terminado em –IZAR?
 

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2477738 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O NTFS é o sistema de arquivos adotado pelo Windows NT. Ele amplia a capacidade dos sistemas FAT, caracterizando-se por
 

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2477642 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A piscicultura é uma atividade econômica em expansão no Brasil que demanda um investimento consistente, mas não muito elevado, de acordo com a produção a ser atingida e o tipo de peixes a serem criados.
Nesse contexto, sobre a produção de tilápia e carpa são feitas as seguintes afirmativas:
I. As vantagens da criação de tilápia incluem a sua rusticidade, o controle da vegetação aquática e a sua utilização como peixe forrageiro.
II. Na criação de carpas os tanques devem ser grandes, planos , rasos, com água parada e pequena quantidade de oxigênio na água.
III. Assim como as tilápias, as carpas iniciam a reprodução com dois a três meses de idade.
Estão corretas as afirmativas
 

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2477586 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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É condição para o início de serviço de pintura em revestimentos internos de paredes e tetos:
I. Os revestimentos devem estar concluídos com uma antecedência mínima de 03 dias, quando feitos com argamassa a base de cal.
II. Os revestimentos devem estar concluídos com uma antecedência mínima de 30 dias, quando feitos com argamassa a base de cal.
III. Os revestimentos devem estar concluídos com uma antecedência mínima de 15 dias, quando feitos com argamassa industrializada.
IV. Os revestimentos devem estar concluídos com uma antecedência mínima de 10 dias, quando feitos com pasta de gesso.
Estão corretas apenas as condições
 

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