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A obra Fenomenologia do Espírito, de Hegel, caracteriza a libertação da autoconsciência em três momentos: estoicismo, ceticismo e consciência infeliz.
A etapa da consciência infeliz é caracterizada como a
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A especificidade da atuação da supervisão pedagógica é centrada nos processos de aprendizagem. O papel do(a) supervisor(a) pedagógico(a) é contribuir para a criação de condições de mudanças na prática docente, quando essas forem necessárias, objetivando o êxito no processo de ensino e de aprendizagem. Para dar conta desse desafio, a supervisão pedagógica deve estar capacitada em três dimensões básicas da formação humana, que são
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Novas práticas de ensino são necessárias para a efetiva leitura e compreensão de textos em uma perspectiva dos multiletramentos, conforme Roxane Rojo (2012). Sobre essas práticas, analise as afirmações a seguir:
I. Exigem uma nova ética baseada em letramentos críticos.
II. Exigem uma nova ética que leve em consideração a emergência de novas práticas digitais, como os remix e mashups, relativizando, inclusive, discussões sobre direitos autorais.
III. Fazem emergir novas estéticas, cujos critérios estéticos podem ser definidos pelos alunos, possibilitando trocas de “coleções culturais” entre estudantes e professores.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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Nos últimos anos, autores como Roxane Rojo (2012) vêm apontando para a importância da adoção da pedagogia dos multiletramentos no ensino de língua portuguesa.
Para isso, é necessário que as práticas pedagógicas levem em consideração dois tipos importantes de multiplicidades, a saber, a
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Segundo Veiga (2011), formar professores pesquisadores é uma proposta defendida por especialistas de diversas áreas, gestores e formuladores de políticas educacionais. Um dos pontos importantes dessa formação é o papel didático da pesquisa.
Portanto, é correto afirmar que o papel didático da pesquisa
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“A questão por que planejar? parece ter resposta óbvia; planeja-se porque não há ventos favoráveis para quem não sabe para onde navega. Na prática, no entanto, a questão do planejamento no contexto escolar não parece ter a importância que deveria ter. Há quem pense que tudo já está planejado nos livros-texto ou nos materiais adotados como apoio ao professor. Há, ainda, quem pense que sua experiência como professor seja suficiente para ministrar suas aulas com eficiência”. (Moretto, 2014, p.100)
Nessa passagem, o autor nos leva a reflexão de que o professor precisa planejar sua atividade pedagógica, procurando responder às perguntas: por que, em que condições, e com que recursos.
Com base nisso, as atividades pedagógicas devem ser planejadas na seguinte condição:
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De acordo com Reale e Antiseri, há três momentos da patrística, a saber:
I. Dos padres apostólicos do século I;
II. Dos padres apologistas do século II;
III. A patrística propriamente dita a partir do século III.
O que respectivamente caracteriza cada um desses períodos?
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Utilize o texto a seguir, para responder às questões de 1 a 3.
Vizinho indiscreto
Um fotógrafo tem o direito de se posicionar diante da janela, com uma lente potente, para registrar cenas privadas e depois exibi-las?
1
2 Desde que, anos atrás, ouvi as primeiras notícias de uma nova tendência no
3 mundo da fotografia, a de registrar a vida privada dos vizinhos, mudei meus
4 hábitos dentro de casa. Passo bastante tempo entre paredes íntimas, porque
5 trabalho em casa, e sempre gostei das cortinas abertas, a luz entrando, o máximo
6 bem mínimo de amplitude numa cidade como São Paulo, com prédios, janelas e
7 outros mundos dentro delas por todos os lados. Mas, com medo de uma lente
8 indiscreta, passei a fechar as cortinas de forma que nenhum olhar desconhecido,
9 ninguém que não tenha batido na minha porta pedindo licença para entrar, possa
10 me alcançar. A possibilidade de me descobrir numa exposição de fotos ou num site
11 da internet, mesmo que meu rosto não possa ser reconhecido, alterou a minha
12 vida mesmo antes de se concretizar.
13 Em agosto, a justiça americana deu uma decisão favorável ao fotógrafo Arne
14 Svenson, que havia sido processado por dois de seus vizinhos depois de expor
15 retratos feitos de sua janela. Com uma lente de grande alcance, o olhar de
16 Svenson penetrou para além dos vidros de um prédio no bairro de Tribeca, em
17 Nova York. A série de retratos foi exibida na exposição intitulada The Neighbors (Os
18 Vizinhos). Svenson teve o cuidado de não mostrar o rosto dos fotografados, mas as
19 pessoas se reconheceram. Uma delas sentiu-se desconfortável ao identificar objetos
20 do quarto da filha. A simples ideia de que havia alguém espionando a sua vida
21 privada provocou mal-estar. As fotos foram oferecidas pela galeria por valores que
22 variavam de US$ 6.200 a US$ 8.400.
23 A exposição provocou muita discussão e rendeu vários artigos na imprensa
24 americana: o que fazer quando a liberdade de expressão de um invade a
25 privacidade de outro? Na sentença favorável ao fotógrafo, a juíza diz: “Arte é
26 liberdade de expressão e, portanto, garantida pela Primeira Emenda (da
27 Constituição)”. Mas será que a questão se resume a saber qual dos conceitos –
28 liberdade de expressão ou privacidade – se impõe sobre o outro?
29 Arne Svenson afirmou que o veredicto foi “uma grande vitória para os
30 direitos de todos os artistas”. E reafirmou sua intenção ao fotografar os vizinhos:
31 “Eu acredito que aspectos inconscientes, não ensaiados da vida, são mais bonitos
32 para fotografar, por serem mais abertos __ interpretação, __ narrativa”, disse ao
33 jornal britânico The Guardian. “Um momento dramático tem o poder único da ação,
34 mas os pequenos e conectados momentos são como marcamos nosso tempo na
35 Terra.” E concluiu, lindamente: “Estou muito mais interessado em registrar __
36 respiração entre as palavras do que as próprias palavras em si mesmas”.
37 [...]
38 Meu sentimento pessoal deve ser respeitado ou ___ algo, que a juíza
39 americana chamou de liberdade de expressão, que deve se sobrepor a ele? Não
40 sei. Será que a liberdade de expressão do fotógrafo, ao registrar secretamente a
41 vida de alguém, não está cerceando a liberdade de expressão dessa pessoa dentro
42 de sua casa? Possivelmente. E o que difere, afinal, voyeurismo de arte? O destino
43 que se dá ao olhar? Ou o sentido?
44 Alguém tentar entrar fisicamente na casa de um outro sem permissão é
45 ilegal. Mas, pelo menos na decisão judicial americana, a invasão de um olhar não
46 autorizado, que capta uma cena privada e a torna pública, é legal. Mas, ainda
47 que seja legal, é ética?
48 Tenho dúvidas. O que me parece claro é que essa discussão vai muito além
49 da tensão entre liberdade de expressão e privacidade, como foi colocada. E
50 precisamos discuti-la. Porque é fascinante, mas também porque pode haver um
51 fotógrafo nesse exato momento, empunhando uma teleobjetiva na janela do prédio
52 em frente, sinceramente disposto a fazer poesia da nossa vida privada. Mesmo que,
53 diferentemente do personagem de Janela indiscreta, do clássico de Alfred
54 Hitchcock, nossa maior subversão seja comer leite condensado de calcinha.
55 Fonte: Brum, Eliane. Vizinho Indiscreto. 2013.
Disponível em: <http://elianebrum.com/opiniao/colunas-na-epoca/vizinho-indiscreto/> Acesso em: 10/09/2024).
Considere as colunas a seguir, a partir dos grandes grupos de mecanismos de coesão textual.
Coluna 1
1. elipse
2. substituição
3. conjunção
4. referência
Coluna 2
( ) “Mas, com medo de uma lente indiscreta...” (Linhas 7-8)
( ) “... o olhar de Svenson...” (Linhas 15-16)
( ) “...que deve se sobrepor a ele?” (Linha 39)
( ) “... alterou a minha vida mesmo antes de se concretizar” (Linhas 11-12)
A sequência que preenche corretamente a coluna 2, de cima para baixo, possibilitando identificar o mecanismo de coesão presente em cada estrutura, é:
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Utilize o texto a seguir, para responder às questões de 1 a 3.
Vizinho indiscreto
Um fotógrafo tem o direito de se posicionar diante da janela, com uma lente potente, para registrar cenas privadas e depois exibi-las?
1
2 Desde que, anos atrás, ouvi as primeiras notícias de uma nova tendência no
3 mundo da fotografia, a de registrar a vida privada dos vizinhos, mudei meus
4 hábitos dentro de casa. Passo bastante tempo entre paredes íntimas, porque
5 trabalho em casa, e sempre gostei das cortinas abertas, a luz entrando, o máximo
6 bem mínimo de amplitude numa cidade como São Paulo, com prédios, janelas e
7 outros mundos dentro delas por todos os lados. Mas, com medo de uma lente
8 indiscreta, passei a fechar as cortinas de forma que nenhum olhar desconhecido,
9 ninguém que não tenha batido na minha porta pedindo licença para entrar, possa
10 me alcançar. A possibilidade de me descobrir numa exposição de fotos ou num site
11 da internet, mesmo que meu rosto não possa ser reconhecido, alterou a minha
12 vida mesmo antes de se concretizar.
13 Em agosto, a justiça americana deu uma decisão favorável ao fotógrafo Arne
14 Svenson, que havia sido processado por dois de seus vizinhos depois de expor
15 retratos feitos de sua janela. Com uma lente de grande alcance, o olhar de
16 Svenson penetrou para além dos vidros de um prédio no bairro de Tribeca, em
17 Nova York. A série de retratos foi exibida na exposição intitulada The Neighbors (Os
18 Vizinhos). Svenson teve o cuidado de não mostrar o rosto dos fotografados, mas as
19 pessoas se reconheceram. Uma delas sentiu-se desconfortável ao identificar objetos
20 do quarto da filha. A simples ideia de que havia alguém espionando a sua vida
21 privada provocou mal-estar. As fotos foram oferecidas pela galeria por valores que
22 variavam de US$ 6.200 a US$ 8.400.
23 A exposição provocou muita discussão e rendeu vários artigos na imprensa
24 americana: o que fazer quando a liberdade de expressão de um invade a
25 privacidade de outro? Na sentença favorável ao fotógrafo, a juíza diz: “Arte é
26 liberdade de expressão e, portanto, garantida pela Primeira Emenda (da
27 Constituição)”. Mas será que a questão se resume a saber qual dos conceitos –
28 liberdade de expressão ou privacidade – se impõe sobre o outro?
29 Arne Svenson afirmou que o veredicto foi “uma grande vitória para os
30 direitos de todos os artistas”. E reafirmou sua intenção ao fotografar os vizinhos:
31 “Eu acredito que aspectos inconscientes, não ensaiados da vida, são mais bonitos
32 para fotografar, por serem mais abertos __ interpretação, __ narrativa”, disse ao
33 jornal britânico The Guardian. “Um momento dramático tem o poder único da ação,
34 mas os pequenos e conectados momentos são como marcamos nosso tempo na
35 Terra.” E concluiu, lindamente: “Estou muito mais interessado em registrar __
36 respiração entre as palavras do que as próprias palavras em si mesmas”.
37 [...]
38 Meu sentimento pessoal deve ser respeitado ou ___ algo, que a juíza
39 americana chamou de liberdade de expressão, que deve se sobrepor a ele? Não
40 sei. Será que a liberdade de expressão do fotógrafo, ao registrar secretamente a
41 vida de alguém, não está cerceando a liberdade de expressão dessa pessoa dentro
42 de sua casa? Possivelmente. E o que difere, afinal, voyeurismo de arte? O destino
43 que se dá ao olhar? Ou o sentido?
44 Alguém tentar entrar fisicamente na casa de um outro sem permissão é
45 ilegal. Mas, pelo menos na decisão judicial americana, a invasão de um olhar não
46 autorizado, que capta uma cena privada e a torna pública, é legal. Mas, ainda
47 que seja legal, é ética?
48 Tenho dúvidas. O que me parece claro é que essa discussão vai muito além
49 da tensão entre liberdade de expressão e privacidade, como foi colocada. E
50 precisamos discuti-la. Porque é fascinante, mas também porque pode haver um
51 fotógrafo nesse exato momento, empunhando uma teleobjetiva na janela do prédio
52 em frente, sinceramente disposto a fazer poesia da nossa vida privada. Mesmo que,
53 diferentemente do personagem de Janela indiscreta, do clássico de Alfred
54 Hitchcock, nossa maior subversão seja comer leite condensado de calcinha.
55 Fonte: Brum, Eliane. Vizinho Indiscreto. 2013.
Disponível em: <http://elianebrum.com/opiniao/colunas-na-epoca/vizinho-indiscreto/> Acesso em: 10/09/2024).
As palavras que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas nas linhas 32, 35 e 38 são:
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Dentre os temas abordados por Santo Agostinho na obra Confissões, se destaca a abordagem que ele faz sobre o autoconhecimento e o conhecimento de Deus.
Para o autor, em sua vida temporal, o ser humano pode se autoconhecer
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