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Foram encontradas 40 questões.

2511472 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas
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Analise as afirmativas abaixo sobre os recursos e os aplicativos do Windows 7.

I- o Windows Update mantém a ferramenta de escritório LibreOffice atualizada.

II- o Firewall do Windows detecta e remove vírus no computador.

III- o Windows Defender protege o computador contra spywares.

IV- a Central de Ações, acessível pelo Painel de Controle, centraliza o acesso a recursos que garantem a segurança e a atualização do Windows 7, tais como: Windows Update, Firewall e Windows Defender.

São corretas as afirmativas:

 

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2511471 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas
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A respeito do gerenciamento de arquivos e pastas do Windows 7, analise as afirmativas abaixo:

I- O conteúdo da Lixeira ocupa espaço em disco.

II- Ao deletar um atalho, na área de trabalho, o arquivo associado a ele torna-se inacessível.

III- Um arquivo que está marcado como “somente leitura” pode ser movido para a Lixeira.

IV- O mecanismo de pesquisa, existente no Windows Explorer, permite procurar arquivos cujo tamanho seja maior do que certa quantidade de bytes.

São corretas as afirmativas:

 

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2511470 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas
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Um usuário, utilizando o Windows Explorer, clicou com o botão direito do mouse sob um arquivo e, no menu de opções exibido, clicou na opção Propriedades. Por meio da janela de propriedades exibida, o usuário poderá:

I- Renomear o arquivo.

II- Mover o arquivo para a Lixeira.

III- Alterar a data de criação do arquivo.

IV- Alterar o tipo de aplicativo com o qual o arquivo será aberto.

São corretas as afirmativas:

 

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2511469 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

De acordo com a Lei n.° 12.527/2011, que regula o acesso às informações públicas,

 

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2511468 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

Tendo em vista os arts. 24 e 25 da Lei de Licitações n.º 8.666/93, que dispõem acerca da contratação direta, relacione as assertivas abaixo da seguinte forma:

(1) Dispensa de licitação.

(2) Inexigibilidade de licitação.

( ) Nos casos de aquisição de bens e insumos destinados exclusivamente à pesquisa científica e tecnológica com recursos concedidos pela Capes, pela Finep, pelo CNPq ou por outras instituições de fomento a pesquisa credenciadas pelo CNPq para esse fim específico.

( ) Nos casos de contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

( ) Nos casos de contratação de serviços técnicos previstos na referida lei, de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização, exceto para serviços de publicidade e divulgação.

( ) Nos casos de contratação de instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa, do ensino ou do desenvolvimento institucional, ou de instituição dedicada à recuperação social do preso, desde que a contratada detenha inquestionável reputação ético-profissional e não tenha fins lucrativos.

( ) Nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem.

A sequência correta é:

 

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2511467 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

Nos termos da Lei n.º 8.429/92, referentes à improbidade administrativa, é INCORRETO afirmar que

 

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2511466 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

A Lei Federal n.º 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, no tocante ao Processo Administrativo Disciplinar, estabelece que

 

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2511465 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

A Lei Federal n.º 10.520/02, que instituiu a modalidade de licitação, denominada pregão, determina que

 

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2511464 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

Trabalho e tempo livre

A partir dos anos 80, a imprensa difundiu demasiadamente a imagem dos yuppies¹ e outros apaixonados pela competição: o imaginário social dos lutadores impôs-se. No entanto até que ponto esse modelo é interiorizado e é partilhado pelas massas? Obsessão pela performance²? Febre por agir? Não é exatamente essa imagem que refletem a paixão coletiva pelas férias, a expectativa dos fins de semana, o desejo de encontrar um melhor equilíbrio entre trabalho e vida privada, a ânsia pela reforma. Um dos epitáfios mais apreciados no século XIX era: “o trabalho foi a sua vida”. Hoje, o sentimento que domina é sobretudo: “A vida não é só trabalho”. (...) Na sociedade de hiperconsumo, as pessoas tendem a situar os seus interesses e os seus prazeres, em primeiro lugar, na vida familiar e sentimental, no repouso, nas férias e viagens, atividades de lazer e outras atividades associativas. Com efeito, é o tempo livre que se impõe como o mais atrativo, o mais carregado de valores essenciais. A liturgia dos desafios pode inflamar os adeptos incondicionais do trabalho, mas, ao que tudo indica, não é o que se verifica para a maioria das pessoas, que encontra sua realização pessoal, principalmente nos prazeres do tempo livre e da vida relacional, e não tanto no ativismo profissional.

Essas observações não pretendem, de modo algum, dar crédito às teses que analisam o trabalho como um valor em vias de extinção. Nas sociedades meritocráticas e de consumo, os indivíduos continuam, em larga medida, a definir-se por meio da sua função profissional, que constitui uma referência de importância maior, um vetor central de estruturação da vida pessoal e social. Embora a felicidade privada polarize cada vez mais as aspirações dos indivíduos, o trabalho continua a ser um incontornável mediador de autoestima, o primeiro produtor da identidade social. Fim da “religião do trabalho” pode significar qualquer coisa, exceto o desaparecimento da importância que lhe conferimos. O desânimo e a humilhação vividos pelos desempregados de longa data atestam isto: a identidade e o status social continuam a ser dominados pelo trabalho assalariado. Simplesmente, este deixou de ser o centro de gravidade da vida; ao seu lado, afirmam-se agora os ideais da vida privada, as exigências do lazer e do desenvolvimento íntimo.

Se o papel do trabalho nas nossas sociedades é insubstituível, tal se deve, também, paradoxalmente, à própria sociedade de consumo como sistema estruturado pela mercantilização quase total dos modos de vida e das experiências individuais. Nessas circunstâncias, como alcançar o bem-estar e os prazeres do lazer sem um trabalho remunerado? Dado que o número crescente de atividades humanas se encontra sob a alçada da relação comercial e que o hedonismo consumista se impõe como sistema de valor onipresente, tudo leva a crer que a corrida ao aumento das receitas tende, inevitavelmente, a prosseguir.

(...) Quando os trabalhadores se declaram favoráveis à ideia de poder trabalhar mais, isso não traduz um maior apego à norma da performance, mas uma formidável expansão do consumo e da necessidade de dinheiro que esta determina. Na sociedade de hiperconsumo, a principal preocupação do indivíduo não é superar-se, mas poder usufruir de um rendimento confortável para participar plenamente no universo das satisfações proporcionadas pelo mercado. Se alguns intelectuais e alguns grupos utópicos exaltam um modo de vida menos dependente do dinheiro e dos produtos, é pouco provável que essa sabedoria frugal triunfe ao poder sedutor das felicidades “fáceis” repetidamente anunciadas pelo universo consumista.

LIPOVETSKY, Gilles. “Trabalho e tempo livre”_In: A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 227-229 – fragmento de texto adaptado.

Vocabulário de apoio: 1 yuppie: é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta.

2 performance: é um substantivo feminino com origem na língua inglesa (verbo to perform) que significa realização, feito, façanha ou desempenho. No contexto profissional, geralmente, os termos ‘polivalência’, ‘autonomia’, ‘qualidade’ são referenciais de performance.

Texto 2

Cresce o número de trabalhadores afastados por transtornos mentais
e comportamentais

Por Raquel Júnia

Enunciado 3564460-1

De acordo com a Previdência Social, no Brasil, tem crescido muito o número de trabalhadores afastados por transtornos mentais e comportamentais. Estima-se que, em 2009, foram 13.200 casos, enquanto, no ano de 2006, houve 600 casos. No ano passado, o número foi de 12.500. “O século 21, das novas tecnologias, da informática, faz com que a pressão, o assédio moral, todos esses fatores psicossociais organizacionais estressem e deprimam muito as pessoas. O componente central de transtornos mentais e comportamentais está justamente no stress e na depressão”, aponta o diretor de saúde ocupacional da Previdência Social, Remígio Todeschini, que completa: “São as novas formas ‘neotayloristas’¹ de organização de trabalho que levam a isso”.

Fonte: Revista Caros Amigos Virtual – www.carosamigos.com.br, acesso em 30/04/2010 – texto adaptado.

Vocabulário de apoio:
1 Taylorismo: sistema de organização do trabalho concebido pelo engenheiro norte-americano Frederick Winslow Taylor (1856-1915), com o qual se pretende alcançar o máximo de produção e rendimento com o mínimo de tempo e de esforço.

Analise as afirmativas abaixo e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. Para isso, considere a leitura dos dois textos, constatando que o texto 2

( ) tangencia o enfoque temático proposto no texto 1.

( ) sintetiza a abordagem do texto 1 sobre trabalho e tempo livre.

( ) corrobora a ideia, presente no texto 1, relacionada ao trabalho no século XXI.

A sequência correta é:

 

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2511463 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: IF-SUL Minas

Trabalho e tempo livre

A partir dos anos 80, a imprensa difundiu demasiadamente a imagem dos yuppies¹ e outros apaixonados pela competição: o imaginário social dos lutadores impôs-sea. No entanto até que ponto esse modelo é interiorizado e é partilhado pelas massas? Obsessão pela performance²? Febre por agir? Não é exatamente essa imagem que refletem a paixão coletiva pelas férias, a expectativa dos fins de semana, o desejo de encontrar um melhor equilíbrio entre trabalho e vida privada, a ânsia pela reforma. Um dos epitáfios mais apreciados no século XIX era: “o trabalho foi a sua vida”. Hoje, o sentimento que domina é sobretudo: “A vida não é só trabalho”. (...) Na sociedade de hiperconsumo, as pessoas tendem a situar os seus interesses e os seus prazeres, em primeiro lugar, na vida familiar e sentimental, no repouso, nas férias e viagens, atividades de lazer e outras atividades associativas. Com efeito, é o tempo livre que se impõe como o mais atrativo, o mais carregado de valores essenciais. A liturgia dos desafios pode inflamar os adeptos incondicionais do trabalho, mas, ao que tudo indica, não é o que se verifica para a maioria das pessoasb, que encontra sua realização pessoal, principalmente nos prazeres do tempo livre e da vida relacional, e não tanto no ativismo profissional.

Essas observações não pretendem, de modo algum, dar crédito às teses que analisam o trabalho como um valor em vias de extinção. Nas sociedades meritocráticas e de consumo, os indivíduos continuam, em larga medida, a definir-se por meio da sua função profissional, que constitui uma referência de importância maiorc, um vetor central de estruturação da vida pessoal e social. Embora a felicidade privada polarize cada vez mais as aspirações dos indivíduos, o trabalho continua a ser um incontornável mediador de autoestima, o primeiro produtor da identidade social. Fim da “religião do trabalho” pode significar qualquer coisa, exceto o desaparecimento da importância que lhe conferimos. O desânimo e a humilhação vividos pelos desempregados de longa data atestam isto: a identidade e o status social continuam a ser dominados pelo trabalho assalariado. Simplesmente, este deixou de ser o centro de gravidade da vida; ao seu lado, afirmam-se agora os ideais da vida privada, as exigências do lazer e do desenvolvimento íntimo.

Se o papel do trabalho nas nossas sociedades é insubstituível, tal se deve, também, paradoxalmente, à própria sociedade de consumo como sistema estruturado pela mercantilização quase total dos modos de vida e das experiências individuais. Nessas circunstâncias, como alcançar o bem-estar e os prazeres do lazer sem um trabalho remunerado? Dado que o número crescente de atividades humanas se encontra sob a alçada da relação comercial e que o hedonismo consumista se impõe como sistema de valor onipresente, tudo leva a crer que a corrida ao aumento das receitas tende, inevitavelmente, a prosseguir.

(...) Quando os trabalhadores se declaram favoráveis à ideia de poder trabalhar mais, isso não traduz um maior apego à norma da performance, mas uma formidável expansão do consumo e da necessidade de dinheiro que esta determina.c Na sociedade de hiperconsumo, a principal preocupação do indivíduo não é superar-se, mas poder usufruir de um rendimento confortável para participar plenamente no universo das satisfações proporcionadas pelo mercado. Se alguns intelectuais e alguns grupos utópicos exaltam um modo de vida menos dependente do dinheiro e dos produtos, é pouco provável que essa sabedoria frugal triunfe ao poder sedutor das felicidades “fáceis” repetidamente anunciadas pelo universo consumista.e

LIPOVETSKY, Gilles. “Trabalho e tempo livre”_In: A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 227-229 – fragmento de texto adaptado.

Vocabulário de apoio: 1 yuppie: é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta.

2 performance: é um substantivo feminino com origem na língua inglesa (verbo to perform) que significa realização, feito, façanha ou desempenho. No contexto profissional, geralmente, os termos ‘polivalência’, ‘autonomia’, ‘qualidade’ são referenciais de performance.

A palavra SE é classificada morfologicamente como conjunção em

 

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