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- Elementos OrçamentáriosDespesa OrçamentáriaEtapas e Estágios da Despesa Orçamentária
- Elementos OrçamentáriosIngressos e Dispêndios
Levando-se em consideração a Lei 4.320/64, analise as assertivas como verdadeiras ou falsas, em seguida, marque a alternativa correta:
( ) Será feito por estimativa o empenho da despesa cujo montante não se possa determinar.
( ) Mesmo em casos especiais, não será dispensada a emissão da nota de empenho, sendo vedadas legislações específicas para tal previsão.
( ) O pagamento da despesa será efetuado após sua regular liquidação, mesmo que não tenha sido ordenado.
( ) O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos, exceto em casos comprovados de calamidade pública.
( ) Em casos especiais previsto na legislação específica será dispensada a emissão da nota de empenho.
A alternativa correta é:
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Execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1.

Informações da execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1

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Texto 1
A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais
As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar.
A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.
O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. De nenhuma forma, o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
Pode-se concluir, então, que não existe propriamente um "padrão oficial de linguagem"; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
(Manual de Redação da Presidência da República. Ed. rev. e atual. Brasília: Presidência da República, 2002.)
Conforme o texto 1, impessoalidade, concisão, clareza, padronização e formalidade são aspectos da comunicação oficial dos estabelecimentos públicos. Sobre tais aspectos analise os itens seguintes:
I. A impessoalidade diz respeito, entre outras coisas, à ausência da interferência da individualidade de quem elabora um documento oficial.
II. A concisão é uma qualidade do texto e diz respeito ao fato de ele conseguir transmitir o máximo de informações com um mínimo de palavras.
III. A clareza como qualidade básica de um documento oficial não é algo se atinja por si só, depende de outras características da redação oficial, como a impessoalidade, o uso do padrão culto da linguagem, a formalidade e padronização e a concisão.
Indique a única opção correta:
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Texto 1
A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais
As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar.
A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.
O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. De nenhuma forma, o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
Pode-se concluir, então, que não existe propriamente um "padrão oficial de linguagem"; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
(Manual de Redação da Presidência da República. Ed. rev. e atual. Brasília: Presidência da República, 2002.)
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Considerando as características das comunicações oficiais, assinale a alternativa correta.
I. Em se tratando de encaminhamento de documento solicitado, deve-se mencionar a referência do expediente por meio do qual foi realizada a solicitação de encaminhamento, a exemplo deste excerto: “Encaminhamos, em anexo, o Relatório circunstanciado de acessibilidade do Instituto Federal do Tocantins - IFTO -, em resposta ao ofício-circular n.º 34/2016/GAB/SETEC-MEC, de 9 de dezembro de 2016.”
II. O redator do documento oficial, a fim de tornar a mensagem mais rica de significados, pode se valer de figuras de linguagem.
III. Independente da formação escolar de seu destinatário, a comunicação oficial deve ser registrada em conformidade com a norma-padrão da língua.
IV. Caso o destinatário da comunicação oficial seja bacharel em Direito, não há oposição quanto ao uso de jargões jurídicos e de vocábulos de uso restrito à área de formação do destinatário.
V. É permitido ao signatário da comunicação oficial, em se tratando de chefe de setor, registrar em ofício ou memorando suas impressões pessoais a respeito do assunto tratado.
Assinale a alternativa correta:
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A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, estabelece um rol, não exaustivo, de direitos e garantias fundamentais. Considere as seguintes afirmativas:
I. Prestação social alternativa.
II. Sujeição a tratamento ambulatorial.
III. Multa.
IV. Confisco.
V. Suspensão ou interdição de direitos.
Nos termos do disposto no art. 5°, XLVI da Carta Constitucional, exclui-se do rol de penas aplicáveis no ordenamento pátrio:
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