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Segundo Hentschke e Del Ben (2003, p.184-186), é comum que, ao tratar da avaliação, venham à nossa mente elementos que constituem a prática avaliativa tradicional, tais como prova, nota, conceito, classificação de alunos, recuperação e aprovação. Mas a ação de avaliar não é um momento distinto da ação de ensinar. Tratando da avaliação da aprendizagem musical, é comum depararmos com a crença de que é muito subjetivo avaliar a prática musical dos alunos. Nesse caso, a dificuldade estaria relacionada a certas visões a respeito da natureza da música, as quais postulam que a música é uma forma de expressão ou uma linguagem que fala à alma humana.
L. Hentschke e L. Del Ben. Aula de música: do planejamento e avaliação à prática educativa. In: Ensino de música – propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, 2003, p.176-189 (com adaptações).
Para
superar
o
problema
da
subjetividade
atribuída
à
experiência
musical
e,
tendo
em
mente
que,
para
aprender
música,
é
preciso
fazer
música,
uma
das
formas
mais
indicadas
para
avaliar
a
aprendizagem
musical
dos
alunos
seria:
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Texto para responder à questão.
Ensinar música é mediar as relações das pessoas com a música, visando facilitar e promover aprendizagens musicais. Em contextos formais, como a escola, a mediação deve ser feita de modo organizado, com base em certas intenções, com o propósito de alcançar determinadas finalidades, definidas pelo próprio professor, pela escola, pelos governos ou pelos demais âmbitos da sociedade.
Há
várias
formas
de
organizar
o
ensino
de
música
nas
escolas.
Uma
delas
é
partir
de
uma
listagem
prévia
de
conteúdos.
Outro
caminho
é
definir
objetivos
de
aprendizagem
e,
com
embasamento
neles,
os
conteúdos
a
serem
ensinados.
Outra
forma
de
organizar
o
ensino
de
música
é
definir
atividades
ou
eixos
que
deverão
nortear
as
ações
do
professor
e
as
dos
alunos.
Não há nada de errado com os conteúdos, objetivos ou eixos propostos. O que parece problemático é que, nos casos acima, o ensino é pensado e organizado somente com a visão da música como área ou disciplina. O foco está no objeto, e não na pessoa ou nas pessoas a quem se destina o ensino. Nesses casos, a mediação entre aluno e música (que caracteriza o papel do professor) é organizada tomando como eixo apenas um desses elementos — a música. A relação entre aluno e música — objeto central do ensino — não é explicitada.
É importante buscar abordagens que permitam aproximar a escola e a vida, em que se ensine e se aprenda pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Uma das estratégias que vêm sendo discutidas por diversos educadores para concretizar esses ideais é a chamada pedagogia de projetos (que também pode ser nomeada como aprendizagem baseada em projetos: projetos de ensino, projetos pedagógicos ou projetos de aprendizagem), perspectiva desenvolvida por diversos autores. Alguns deles sugerem três etapas para a implementação dos projetos: a) problematização, que inclui escolha do tema ou do problema a ser investigado; b) desenvolvimento, que inclui definição das estratégias para resolver os problemas levantados, definição dos recursos e do cronograma; e c) síntese, que inclui a organização dos dados, a avaliação e a divulgação dos resultados.
Luciana
M
Del-ben.
(2011).
Música
nas
escolas.
In:
Educação
musical
escolar;
Programa
salto
para
o
futuro
Rio
de
Janeiro:
TV
Escola,
ano
XXI,
boletim
8,
jun./2011,
p.25-6.
Internet:
<http://tvbrasil.org.br>
(com
adaptações).
O
texto
dá
indicações
a
respeito
das
características
da
pedagogia
de
projetos
que,
de
certa
forma,
as
diferenciam
das
outras
citadas.
Uma
das
características
dessa
pedagogia
é
o(a)
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Texto para responder à questão.
Ensinar música é mediar as relações das pessoas com a música, visando facilitar e promover aprendizagens musicais. Em contextos formais, como a escola, a mediação deve ser feita de modo organizado, com base em certas intenções, com o propósito de alcançar determinadas finalidades, definidas pelo próprio professor, pela escola, pelos governos ou pelos demais âmbitos da sociedade.
Há
várias
formas
de
organizar
o
ensino
de
música
nas
escolas.
Uma
delas
é
partir
de
uma
listagem
prévia
de
conteúdos.
Outro
caminho
é
definir
objetivos
de
aprendizagem
e,
com
embasamento
neles,
os
conteúdos
a
serem
ensinados.
Outra
forma
de
organizar
o
ensino
de
música
é
definir
atividades
ou
eixos
que
deverão
nortear
as
ações
do
professor
e
as
dos
alunos.
Não há nada de errado com os conteúdos, objetivos ou eixos propostos. O que parece problemático é que, nos casos acima, o ensino é pensado e organizado somente com a visão da música como área ou disciplina. O foco está no objeto, e não na pessoa ou nas pessoas a quem se destina o ensino. Nesses casos, a mediação entre aluno e música (que caracteriza o papel do professor) é organizada tomando como eixo apenas um desses elementos — a música. A relação entre aluno e música — objeto central do ensino — não é explicitada.
É importante buscar abordagens que permitam aproximar a escola e a vida, em que se ensine e se aprenda pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Uma das estratégias que vêm sendo discutidas por diversos educadores para concretizar esses ideais é a chamada pedagogia de projetos (que também pode ser nomeada como aprendizagem baseada em projetos: projetos de ensino, projetos pedagógicos ou projetos de aprendizagem), perspectiva desenvolvida por diversos autores. Alguns deles sugerem três etapas para a implementação dos projetos: a) problematização, que inclui escolha do tema ou do problema a ser investigado; b) desenvolvimento, que inclui definição das estratégias para resolver os problemas levantados, definição dos recursos e do cronograma; e c) síntese, que inclui a organização dos dados, a avaliação e a divulgação dos resultados.
Luciana
M
Del-ben.
(2011).
Música
nas
escolas.
In:
Educação
musical
escolar;
Programa
salto
para
o
futuro
Rio
de
Janeiro:
TV
Escola,
ano
XXI,
boletim
8,
jun./2011,
p.25-6.
Internet:
<http://tvbrasil.org.br>
(com
adaptações).
Um
exemplo
de
planejamento
de
ensino
de
música
que
parte
da
definição
dos
conteúdos
é
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Texto para responder à questão.
Ensinar música é mediar as relações das pessoas com a música, visando facilitar e promover aprendizagens musicais. Em contextos formais, como a escola, a mediação deve ser feita de modo organizado, com base em certas intenções, com o propósito de alcançar determinadas finalidades, definidas pelo próprio professor, pela escola, pelos governos ou pelos demais âmbitos da sociedade.
Há
várias
formas
de
organizar
o
ensino
de
música
nas
escolas.
Uma
delas
é
partir
de
uma
listagem
prévia
de
conteúdos.
Outro
caminho
é
definir
objetivos
de
aprendizagem
e,
com
embasamento
neles,
os
conteúdos
a
serem
ensinados.
Outra
forma
de
organizar
o
ensino
de
música
é
definir
atividades
ou
eixos
que
deverão
nortear
as
ações
do
professor
e
as
dos
alunos.
Não há nada de errado com os conteúdos, objetivos ou eixos propostos. O que parece problemático é que, nos casos acima, o ensino é pensado e organizado somente com a visão da música como área ou disciplina. O foco está no objeto, e não na pessoa ou nas pessoas a quem se destina o ensino. Nesses casos, a mediação entre aluno e música (que caracteriza o papel do professor) é organizada tomando como eixo apenas um desses elementos — a música. A relação entre aluno e música — objeto central do ensino — não é explicitada.
É importante buscar abordagens que permitam aproximar a escola e a vida, em que se ensine e se aprenda pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Uma das estratégias que vêm sendo discutidas por diversos educadores para concretizar esses ideais é a chamada pedagogia de projetos (que também pode ser nomeada como aprendizagem baseada em projetos: projetos de ensino, projetos pedagógicos ou projetos de aprendizagem), perspectiva desenvolvida por diversos autores. Alguns deles sugerem três etapas para a implementação dos projetos: a) problematização, que inclui escolha do tema ou do problema a ser investigado; b) desenvolvimento, que inclui definição das estratégias para resolver os problemas levantados, definição dos recursos e do cronograma; e c) síntese, que inclui a organização dos dados, a avaliação e a divulgação dos resultados.
Luciana
M
Del-ben.
(2011).
Música
nas
escolas.
In:
Educação
musical
escolar;
Programa
salto
para
o
futuro
Rio
de
Janeiro:
TV
Escola,
ano
XXI,
boletim
8,
jun./2011,
p.25-6.
Internet:
<http://tvbrasil.org.br>
(com
adaptações).
A
forma
de
planejamento
citada
no
texto,
relacionada
ao
ensino
da
música
nas
escolas,
baseada
na
definição
de
atividades
ou
de
eixos
norteadores
para
as
ações
de
professor
e
alunos,
pode
ser
identificada
nos
Parâmetros
Curriculares
Nacionais
para
o
Ensino
Fundamental,
publicados
em
1997,
que
estabelecem
três
eixos
norteadores
das
práticas
de
ensino
e
aprendizagem,
orientando,
inclusive,
a
definição
dos
conteúdos
do
ensino
das
artes.
Esses
eixos
são
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Assinale a alternativa mais adequada quanto à premissa de uma abordagem de educação musical orientada pela perspectiva do cotidiano.
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Figura, para responder à questão.
Compassos iniciais do Movimento Andante do Concerto de Brandenburgo n.º 2, de Johann S. Bach,

Roy Bennett. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p.42, 1990.
Os timbres instrumentais escolhidos por Bach para o início do Concerto, característicos da música orquestral, pertencem aos seguintes naipes da orquestra:
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Figura, para responder à questão.
Compassos iniciais do Movimento Andante do Concerto de Brandenburgo n.º 2, de Johann S. Bach,

Roy Bennett. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p.42, 1990.
Em termos de textura musical, a figura é um exemplo de
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Figura para responder à questão.
Compassos iniciais da peça coral Ave Verum, de Wolfgang A. Mozart

Internet: <http://abcplus.sourceforge.net>.
Assinale a alternativa correta quanto ao ritmo e ao tipo de andamento da figura.
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Figura para responder à questão.
Compassos iniciais da peça coral Ave Verum, de Wolfgang A. Mozart

Internet: <http://abcplus.sourceforge.net>.
Nos compassos 3 e 4 da figura aparece uma cadência denominada
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Figura para responder à questão.
Compassos iniciais da peça coral Ave Verum, de Wolfgang A. Mozart

Internet: <http://abcplus.sourceforge.net>.
Soprano, tenor, contralto e baixo são as quatro classificações de vozes que, tradicionalmente, compõem uma peça coral. Relacionando a extensão de cada uma dessas vozes e a forma como estão dispostas na figura, a sua correta
classificação na partitura do trecho dado, da voz mais grave
para a mais aguda, é
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