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Foram encontradas 50 questões.

3289531 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Segundo Hentschke e Del Ben (2003, p.184-186), é comum que, ao tratar da avaliação, venham à nossa mente elementos que constituem a prática avaliativa tradicional, tais como prova, nota, conceito, classificação de alunos, recuperação e aprovação. Mas a ação de avaliar não é um momento distinto da ação de ensinar. Tratando da avaliação da aprendizagem musical, é comum depararmos com a crença de que é muito subjetivo avaliar a prática musical dos alunos. Nesse caso, a dificuldade estaria relacionada a certas visões a respeito da natureza da música, as quais postulam que a música é uma forma de expressão ou uma linguagem que fala à alma humana.

L. Hentschke e L. Del Ben. Aula de música: do planejamento e avaliação à prática educativa. In: Ensino de música – propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, 2003, p.176-189 (com adaptações).

Para superar o problema da subjetividade atribuída à experiência musical e, tendo em mente que, para aprender música, é preciso fazer música, uma das formas mais indicadas para avaliar a aprendizagem musical dos alunos seria:

 

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3289530 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Texto para responder à questão.

Ensinar música é mediar as relações das pessoas com a música, visando facilitar e promover aprendizagens musicais. Em contextos formais, como a escola, a mediação deve ser feita de modo organizado, com base em certas intenções, com o propósito de alcançar determinadas finalidades, definidas pelo próprio professor, pela escola, pelos governos ou pelos demais âmbitos da sociedade.

Há várias formas de organizar o ensino de música nas escolas. Uma delas é partir de uma listagem prévia de conteúdos. Outro caminho é definir objetivos de aprendizagem e, com embasamento neles, os conteúdos a serem ensinados. Outra forma de organizar o ensino de
música é definir atividades ou eixos que deverão nortear as ações do professor e as dos alunos.

Não há nada de errado com os conteúdos, objetivos ou eixos propostos. O que parece problemático é que, nos casos acima, o ensino é pensado e organizado somente com a visão da música como área ou disciplina. O foco está no objeto, e não na pessoa ou nas pessoas a quem se destina o ensino. Nesses casos, a mediação entre aluno e música (que caracteriza o papel do professor) é organizada tomando como eixo apenas um desses elementos — a música. A relação entre aluno e música — objeto central do ensino — não é explicitada.

É importante buscar abordagens que permitam aproximar a escola e a vida, em que se ensine e se aprenda pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Uma das estratégias que vêm sendo discutidas por diversos educadores para concretizar esses ideais é a chamada pedagogia de projetos (que também pode ser nomeada como aprendizagem baseada em projetos: projetos de ensino, projetos pedagógicos ou projetos de aprendizagem), perspectiva desenvolvida por diversos autores. Alguns deles sugerem três etapas para a implementação dos projetos: a) problematização, que inclui escolha do tema ou do problema a ser investigado; b) desenvolvimento, que inclui definição das estratégias para resolver os problemas levantados, definição dos recursos e do cronograma; e c) síntese, que inclui a organização dos dados, a avaliação e a divulgação dos resultados.


Luciana M Del-ben. (2011). Música nas escolas. In: Educação musical escolar; Programa salto para o futuro Rio de Janeiro: TV
Escola, ano XXI, boletim 8, jun./2011, p.25-6. Internet: <http://tvbrasil.org.br> (com adaptações).

O texto indicações a respeito das características da pedagogia de projetos que, de certa forma, as diferenciam das outras citadas. Uma das características dessa pedagogia é o(a)

 

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3289529 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Texto para responder à questão.

Ensinar música é mediar as relações das pessoas com a música, visando facilitar e promover aprendizagens musicais. Em contextos formais, como a escola, a mediação deve ser feita de modo organizado, com base em certas intenções, com o propósito de alcançar determinadas finalidades, definidas pelo próprio professor, pela escola, pelos governos ou pelos demais âmbitos da sociedade.

Há várias formas de organizar o ensino de música nas escolas. Uma delas é partir de uma listagem prévia de conteúdos. Outro caminho é definir objetivos de aprendizagem e, com embasamento neles, os conteúdos a serem ensinados. Outra forma de organizar o ensino de
música é definir atividades ou eixos que deverão nortear as ações do professor e as dos alunos.

Não há nada de errado com os conteúdos, objetivos ou eixos propostos. O que parece problemático é que, nos casos acima, o ensino é pensado e organizado somente com a visão da música como área ou disciplina. O foco está no objeto, e não na pessoa ou nas pessoas a quem se destina o ensino. Nesses casos, a mediação entre aluno e música (que caracteriza o papel do professor) é organizada tomando como eixo apenas um desses elementos — a música. A relação entre aluno e música — objeto central do ensino — não é explicitada.

É importante buscar abordagens que permitam aproximar a escola e a vida, em que se ensine e se aprenda pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Uma das estratégias que vêm sendo discutidas por diversos educadores para concretizar esses ideais é a chamada pedagogia de projetos (que também pode ser nomeada como aprendizagem baseada em projetos: projetos de ensino, projetos pedagógicos ou projetos de aprendizagem), perspectiva desenvolvida por diversos autores. Alguns deles sugerem três etapas para a implementação dos projetos: a) problematização, que inclui escolha do tema ou do problema a ser investigado; b) desenvolvimento, que inclui definição das estratégias para resolver os problemas levantados, definição dos recursos e do cronograma; e c) síntese, que inclui a organização dos dados, a avaliação e a divulgação dos resultados.


Luciana M Del-ben. (2011). Música nas escolas. In: Educação musical escolar; Programa salto para o futuro Rio de Janeiro: TV
Escola, ano XXI, boletim 8, jun./2011, p.25-6. Internet: <http://tvbrasil.org.br> (com adaptações).

Um exemplo de planejamento de ensino de música que parte da definição dos conteúdos é

 

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3289528 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Texto para responder à questão.

Ensinar música é mediar as relações das pessoas com a música, visando facilitar e promover aprendizagens musicais. Em contextos formais, como a escola, a mediação deve ser feita de modo organizado, com base em certas intenções, com o propósito de alcançar determinadas finalidades, definidas pelo próprio professor, pela escola, pelos governos ou pelos demais âmbitos da sociedade.

Há várias formas de organizar o ensino de música nas escolas. Uma delas é partir de uma listagem prévia de conteúdos. Outro caminho é definir objetivos de aprendizagem e, com embasamento neles, os conteúdos a serem ensinados. Outra forma de organizar o ensino de
música é definir atividades ou eixos que deverão nortear as ações do professor e as dos alunos.

Não há nada de errado com os conteúdos, objetivos ou eixos propostos. O que parece problemático é que, nos casos acima, o ensino é pensado e organizado somente com a visão da música como área ou disciplina. O foco está no objeto, e não na pessoa ou nas pessoas a quem se destina o ensino. Nesses casos, a mediação entre aluno e música (que caracteriza o papel do professor) é organizada tomando como eixo apenas um desses elementos — a música. A relação entre aluno e música — objeto central do ensino — não é explicitada.

É importante buscar abordagens que permitam aproximar a escola e a vida, em que se ensine e se aprenda pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada. Uma das estratégias que vêm sendo discutidas por diversos educadores para concretizar esses ideais é a chamada pedagogia de projetos (que também pode ser nomeada como aprendizagem baseada em projetos: projetos de ensino, projetos pedagógicos ou projetos de aprendizagem), perspectiva desenvolvida por diversos autores. Alguns deles sugerem três etapas para a implementação dos projetos: a) problematização, que inclui escolha do tema ou do problema a ser investigado; b) desenvolvimento, que inclui definição das estratégias para resolver os problemas levantados, definição dos recursos e do cronograma; e c) síntese, que inclui a organização dos dados, a avaliação e a divulgação dos resultados.


Luciana M Del-ben. (2011). Música nas escolas. In: Educação musical escolar; Programa salto para o futuro Rio de Janeiro: TV
Escola, ano XXI, boletim 8, jun./2011, p.25-6. Internet: <http://tvbrasil.org.br> (com adaptações).

A forma de planejamento citada no texto, relacionada ao ensino da música nas escolas, baseada na definição de atividades ou de eixos norteadores para as ações de professor e alunos, pode ser identificada nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, publicados em 1997, que estabelecem três eixos norteadores das práticas de ensino e aprendizagem, orientando, inclusive, a definição dos conteúdos do ensino das artes. Esses eixos são

 

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3289527 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Assinale a alternativa mais adequada quanto à premissa de uma abordagem de educação musical orientada pela perspectiva do cotidiano.

 

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3289526 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Figura, para responder à questão.

Compassos iniciais do Movimento Andante do Concerto de Brandenburgo n.º 2, de Johann S. Bach,

Enunciado 3596950-1

Roy Bennett. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p.42, 1990.


Os timbres instrumentais escolhidos por Bach para o início do Concerto, característicos da música orquestral, pertencem aos seguintes naipes da orquestra:

 

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3289525 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Figura, para responder à questão.

Compassos iniciais do Movimento Andante do Concerto de Brandenburgo n.º 2, de Johann S. Bach,

Enunciado 3596949-1

Roy Bennett. Elementos básicos da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p.42, 1990.

Em termos de textura musical, a figura é um exemplo de

 

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3289524 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Figura para responder à questão.

Compassos iniciais da peça coral Ave Verum, de Wolfgang A. Mozart

Enunciado 3596948-1

Internet: <http://abcplus.sourceforge.net>.

Assinale a alternativa correta quanto ao ritmo e ao tipo de andamento da figura.

 

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3289523 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Figura para responder à questão.

Compassos iniciais da peça coral Ave Verum, de Wolfgang A. Mozart

Enunciado 3596947-1

Internet: <http://abcplus.sourceforge.net>.

Nos compassos 3 e 4 da figura aparece uma cadência denominada

 

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3289522 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Figura para responder à questão.

Compassos iniciais da peça coral Ave Verum, de Wolfgang A. Mozart

Enunciado 3596946-1

Internet: <http://abcplus.sourceforge.net>.

Soprano, tenor, contralto e baixo são as quatro classificações de vozes que, tradicionalmente, compõem uma peça coral. Relacionando a extensão de cada uma dessas vozes e a forma como estão dispostas na figura, a sua correta
classificação na partitura do trecho dado, da voz mais grave
para a mais aguda, é

 

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