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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalOrganograma
I. Deve conter as relações hierárquicas dentro de uma empresa, como a distribuição de setores, unidades funcionais e cargos e a comunicação entre estes dentro da organização.
II. É a representação da organização em determinado momento e pode mudar daqui a um tempo, por isso, sua interpretação deve ser flexível.
III. É usado para representar a hierarquia de uma empresa.
IV. É construído com símbolos padronizados para vislumbrar uma sequência lógica das etapas de realização de um processo de trabalho.
Sobre as assertivas, pode-se afirmar:
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Uma característica interessante observada nas comunidades é o fato de que elas mudam continuamente de estado. A sequência de mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas comunidades é chamada de sucessão ecológica. Sobre esse processo são feitas abaixo algumas afirmações:
I. Cada comunidade que vai surgindo durante a sucessão recebe o nome de estágio seral. O ponto de convergência da sequência sucessional seria o estágio final ou clímax. Cada região pode ter um clímax definido por variações locais de clima e condições pedológicas e, nesse caso, fala-se de clímax climácico e clímax edáfico respectivamente.
II. Durante a sucessão a diversidade dentro de cada nicho tende a diminuir, mas o número de nichos aumenta.
III. A produtividade bruta em comunidades clímax é grande, sendo maior do que as das comunidades antecessoras. Entretanto a produtividade líquida é próxima a zero, pois toda a matéria orgânica que é produzida é consumida pela própria comunidade.
IV. Ao longo da sucessão percebe-se que a mudança repentina inicial tende a diminuir lentamente, ocorre também o aumento no tamanho dos indivíduos, porém há uma diminuição da biomassa total, além disso, as trocas de nutrientes entre o meio abiótico e os organismos tornam-se mais rápidas, uma vez que teia alimentares tornam-se mais complexas.
A sequência correta é:
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Suponhamos que o tamanho das orelhas de coelhos apresentem medidas que variam entre dois extremos: as maiores com 5 cm de comprimento e as menores com 10 cm de comprimento. Quando coelhos de orelhas longas cruzam com outros de orelhas curtas, a F1 resultante apresenta orelhas com tamanho intermediário entre esses dois extremos, ou seja, 7,5 cm de comprimento. Se os coelhos da F1 forem intercruzados, surgem em F2 coelhos possuidores de orelhas longas e curtas. Entre os 1024 coelhos obtidos em F2, 4 coelhos são de orelhas curtas e 4 são de orelhas longas.
A contribuição de cada alelo efetivo no comprimento das orelhas em coelhos é:
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Diferentes funções são exercidas pelos vegetais de modo a mantê-los vivos e adaptados ao ambiente que os cercam. A respeito dessas funções são feitas as afirmações abaixo:
I. A transpiração estomática é o principal mecanismo de perda de água pelas plantas. Os fatores ambientais que mais afetam o movimento estomático incluem a disponibilidade de água, a concentração de dióxido de carbono, a luz e a temperatura.
II. O potencial hídrico menor que se estabelece nas folhas pela transpiração ou pelo uso da água, origina um gradiente de potencial hídrico destas para a solução do solo na superfície das raízes. Este gradiente de potencial hídrico é a força motriz do movimento contínuo da água ao longo do solo-planta-atmosfera.
III. De acordo com a hipótese do fluxo de massa, a seiva elaborada move-se através do floema ao longo de um gradiente crescente de pressão de turgor que se estabelece entre o local de síntese e o de consumo/armazenamento.
IV. As reações que ocorrem durante a fotossíntese são divididas em dois principais processos: as reações de transdução de energia ou fotoquímicas, que ocorrem nos tilacoides dos cloroplastos e as reações de fixação do carbono ou químicas que ocorrem no estroma.
Assinale a alternativa correta:
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Brasil já tem 1.364 casos da febre chikungunya
Transmissão da doença, que tem sintomas similares aos da dengue, foi confirmada em cidades da Bahia, Amapá, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul
“[...] Do total anunciado nesta terça-feira, 71 casos são importados, ou seja, de pessoas que contraíram a doença em outros países, como República Dominicana, Haiti, Venezuela e Guiana Francesa. As outras 1.293 pessoas diagnosticadas com a enfermidade não tinham registro de viagem internacional, o que significa que a chikungunya está se espalhando rapidamente no país.[...] A febre chikungunya é causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes aegypti (que também transmite a dengue) e o Aedes albopictus os principais vetores.[...] A letalidade da chikungunya, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é pequena, sendo menor que nos casos de dengue. Ao contrário da dengue, porém, uma parte dos indivíduos infectados pode desenvolver a forma crônica da doença, com a permanência dos sintomas por até um ano.”
(Revista Veja, 02/12/2014. Disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/saude/ brasil-ja-tem-1364-casos-da-febre-chikungunya. Acesso abr. 2015)
Sobre vírus e bactérias e as doenças por eles causadas, assinale a alternativa correta:
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O tecido conjuntivo é o tecido mais amplamente distribuído pelo corpo humano. Deriva da mesoderme do embrião e desempenha variadas funções, não limitando-se ao preenchimento. São vários os tipos de tecidos conjuntivos presentes homem, diferindo entre si na proporção relativa entre os elementos da matriz extracelular e quanto aos tipos celulares neles presentes. Além do tecido conjuntivo propriamente dito, são também considerados tecidos conjuntivos:
I. O sangue e a linfa.
II. O tecido cartilaginoso e o ósseo.
III. O tecido adiposo.
IV. O tecido muscular.
Assinale a alternativa correta:
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
QUANDO A CIÊNCIA VIRA ALQUIMIA
Tom panfletário para defender teorias pode ser sintoma de dogma linguístico
Aldo Bizzocchi
A ciência funda-se nos princípios da objetividade, neutralidade e imparcialidade, pilares do método científico, na busca da verdade, doa em quem doer, e na destruição de crenças infundadas, por mais arraigadas que estejam.
Não obstante, muitos discursos, especialmente nas ciências humanas - mas não exclusivamente nestas -, pautam-se pela subjetividade e passionalismo. [...]
Com a linguística não é diferente. Embora tenha sido a primeira das humanidades a ganhar status de ciência, em princípios do século 19, muito do que se publica hoje a respeito de língua resvala no juízo de valor, na subjetividade e tendenciosidade em detrimento dos fatos objetivos.
Variação: É natural que todo estudioso, face à sua própria formação acadêmica e interesse de pesquisa, se filie a alguma corrente teórica, isto é, adote uma determinada metáfora para descrever a realidade (a língua como ser vivo, estrutura mecânica, sistema complexo, fato biológico, social ou mental, e assim por diante). Mas a defesa intransigente do modelo a despeito da realidade que ele pretende descrever arrisca-se a transformar teoria em dogma e ciência em religião ou facção política.
Nenhuma teoria científica, por mais neutra, imparcial e objetiva que seja (e é preciso que assim o seja, senão não é científica), está livre de transformar-se em ideologia nas mãos de pesquisadores imaturos ou mal-intencionados. A bola da vez parece ser a chamada linguística variacionista.
Decorrente dos estudos sociolinguísticos dos anos 1970, essa linha de investigação teve o mérito de mostrar que a língua não é um sistema único, monolítico, mas um conjunto de subsistemas apenas parcialmente coincidentes, em que as variações e mudanças decorrem de fatores como o tempo histórico, a localização geográfica, a classe social, o nível de escolarização, a situação de comunicação, a modalidade (oral ou escrita) e o meio físico (canal ou mídia) em que se dá o discurso.
Revisão: A teoria da variação linguística permitiu mostrar que todos somos, como diria Evanildo Bechara, poliglotas em nossa língua, assim como contribuiu para relativizar a questão do erro gramatical e da obediência cega à norma padrão. Entretanto, se desmistificou a crença de que "a maioria dos brasileiros não sabe falar português" ou "nunca se falou tão mal como hoje em dia", muniu os ideólogos de plantão com argumentos que, para contestar a norma vigente, fazem apologia da fala popular e não escolarizada; para defender uma pseudodemocracia linguística, legitimam o desrespeito à gramática, vista como instrumento de repressão a serviço das classes dominantes; e assim por diante.
É evidente que não se pode nem se deve usar o português normativo numa mesa de bar ou numa brincadeira de crianças, mas isso não quer dizer que se deva estimular as pessoas a falar de modo informal em situações formais. É óbvio que está equivocado o professor que destrói a autoestima dos alunos ao convencê-los de que são ignorantes, falam errado ou não sabem se expressar direito. É para mostrar que há várias línguas dentro da língua e que cada uma é adequada a uma situação de discurso que muitos linguistas propõem o ensino da variação linguística em sala de aula. Mas desde que fique claro que o objetivo da escola é ensinar o aluno a manejar com maestria o português formal, pois é este o que lhe será exigido no mercado de trabalho e em muitas relações sociais, até porque no português informal o aluno já é proficiente.
Contexto: Mas há educadores que, mesmo bem-intencionados, disseminam a falsa crença de que o importante na comunicação é a eficiência (Si deu pra intendê, tá tudo certo!) e de que clareza, correção e elegância são coisas supérfluas ou, pior, excludentes ("a norma culta é o instrumento linguístico criado pela burguesia para oprimir o proletariado"). Esses maus educadores acabam contribuindo para alimentar a fama que os linguistas têm entre gramáticos conservadores e leigos desavisados de que são a favor do vale-tudo em matéria de língua.
Com isso, perde a linguística séria, pautada no método científico; perde o já tão desprestigiado ensino de língua; perdem os estudantes, que irão para o mercado de trabalho despreparados e para a sociedade dotados de um vocabulário de não mais que oitocentas palavras; perde enfim o país, costumeiramente na lanterninha em avaliações internacionais de desempenho escolar.
BIZZOCCHI, Aldo. Quando a ciência vira alquimia. In: Revista Língua Portuguesa. Ano 9, n.113, março de 2015. p.60-61
Aldo Bizzocchi é doutor em Linguística pela USP, com pós-doutorado pela UERJ, pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Etimologia e História da Língua Portuguesa da USP, com pós-doutorado na UERJ. É autor de Léxico e Ideologia na Europa Ocidental (Annablume) e Anatomia da Cultura (Palas Athena). www.aldobizzocchi.com.br
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