Magna Concursos

Foram encontradas 280 questões.

1736935 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Psicanálise é linguagem
A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento. Quem a usa com maestria é admirado. São autores que, com a linguagem, emocionam em obras da literatura, teatro, poesia e cinema. Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado.
O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
A palavra também serve como bálsamo para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.
A palavra abriga a diversidade linguística. A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.
Os seres humanos estão habituados a cantarolar, pedir socorro, demandar, ordenar e espantar-se quando falas inusitadas lhes escapam. Fantasias, enganos, mentiras e verdades. Há um momento em que o ser acredita ser verdade o que diz, e se julga senhor do instrumento, como um pincel, um lápis, um formão, uma arma, um espelho.
Verdades construídas
Imersos na linguagem, não percebemos que ela constitui o universo ao nosso redor, a comunicação, o onírico e o real, que nomeia o que nos rodeia. É senhora de tudo: ordena o pensamento, o devaneio, o projeto e a imaginação.
O nome, próprio, é um pedacinho de linguagem, na cadeia da linguagem. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem é uma ilusão que o ser humano nutre. Eu domino a linguagem e vou até fazer um curso de oratória para fascinar o mundo. Eu percebo que falo a alguém apenas o que pretendo. Eu percebo que a camuflagem e o engodo são atributos que manejo. Eu, assim, imagino que nada escapa se eu não quiser.
Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo. Ousadia vitoriosa. Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta de sua obra que seria resgatada por, dentre outros, Jacques Lacan.
Cruzamos o século 20 e entramos no século 21 ouvindo o anúncio da morte anunciada da psicanálise. E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece no campo das terapêuticas. Certamente, essa permanência é devida, entre outras referências, à maneira como os psicanalistas demonstram que a linguagem, não obstante os labirintos que se constroem com ela, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
Não a verdade da religião, não a verdade referencial, mas o pedacinho da verdade que cada um carrega no coração do seu ser.

(MAZZEI, D. Psicanálise é linguagem. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 2, edição 5, p. 8, maio 2007. Especial Psicanálise & Linguagem.)
Observe os tempos em que estão conjugados os verbos destacados no excerto do texto.

“A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.”

Leia as afirmativas abaixo.
I. A locução seriam criadas pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por “viriam a ser criadas”.
II. Errou e nasceram apresentam-se no mesmo tempo verbal.
III. Podemos substituir nasceram por tenham nascido sem alteração do sentido temporal.
IV. Podemos substituir vivem por viveram sem alteração do sentido temporal.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1736934 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Psicanálise é linguagem
A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento. Quem a usa com maestria é admirado. São autores que, com a linguagem, emocionam em obras da literatura, teatro, poesia e cinema. Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado.
O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
A palavra também serve como bálsamo para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.
A palavra abriga a diversidade linguística. A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.
Os seres humanos estão habituados a cantarolar, pedir socorro, demandar, ordenar e espantar-se quando falas inusitadas lhes escapam. Fantasias, enganos, mentiras e verdades. Há um momento em que o ser acredita ser verdade o que diz, e se julga senhor do instrumento, como um pincel, um lápis, um formão, uma arma, um espelho.
Verdades construídas
Imersos na linguagem, não percebemos que ela constitui o universo ao nosso redor, a comunicação, o onírico e o real, que nomeia o que nos rodeia. É senhora de tudo: ordena o pensamento, o devaneio, o projeto e a imaginação.
O nome, próprio, é um pedacinho de linguagem, na cadeia da linguagem. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem é uma ilusão que o ser humano nutre. Eu domino a linguagem e vou até fazer um curso de oratória para fascinar o mundo. Eu percebo que falo a alguém apenas o que pretendo. Eu percebo que a camuflagem e o engodo são atributos que manejo. Eu, assim, imagino que nada escapa se eu não quiser.
Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo. Ousadia vitoriosa. Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta de sua obra que seria resgatada por, dentre outros, Jacques Lacan.
Cruzamos o século 20 e entramos no século 21 ouvindo o anúncio da morte anunciada da psicanálise. E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece no campo das terapêuticas. Certamente, essa permanência é devida, entre outras referências, à maneira como os psicanalistas demonstram que a linguagem, não obstante os labirintos que se constroem com ela, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
Não a verdade da religião, não a verdade referencial, mas o pedacinho da verdade que cada um carrega no coração do seu ser.
(MAZZEI, D. Psicanálise é linguagem. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 2, edição 5, p. 8, maio 2007. Especial Psicanálise & Linguagem.)
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação às palavras sublinhadas no excerto do texto.

“Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado” .
( ) de um significado é complemento verbal da palavra busca.
( ) quando é conjunção que introduz oração subordinada com ideia de tempo.
( ) para é preposição que traz ideia de finalidade.
( ) a é preposição que determina a palavra leitura.
( ) a vírgula após a palavra incompreendida marca o deslocamento de oração adverbial.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1736933 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Psicanálise é linguagem
A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento. Quem a usa com maestria é admirado. São autores que, com a linguagem, emocionam em obras da literatura, teatro, poesia e cinema. Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado.
O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
A palavra também serve como bálsamo!$ ^{D)} !$ para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.
A palavra abriga a diversidade linguística. A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.
Os seres humanos estão habituados a cantarolar, pedir socorro, demandar, ordenar e espantar-se quando falas inusitadas!$ ^{B)} !$ lhes!$ ^{B)} !$ escapam. Fantasias, enganos, mentiras e verdades. Há um momento em que o ser acredita ser verdade o que diz, e se julga senhor do instrumento, como um pincel, um lápis, um formão, uma arma, um espelho.
Verdades construídas
Imersos na linguagem, não percebemos que ela constitui o universo ao nosso redor, a comunicação, o onírico e o real, que nomeia o que nos rodeia. É senhora de tudo: ordena o pensamento, o devaneio, o projeto e a imaginação.
O nome, próprio, é um pedacinho de linguagem, na cadeia da linguagem. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem!$ ^{C)} !$ é uma ilusão que o ser humano!$ ^{C)} !$ nutre. Eu domino a linguagem e vou até fazer um curso de oratória para fascinar o mundo. Eu percebo que falo a alguém apenas o que pretendo. Eu percebo que a camuflagem e o engodo são atributos que manejo. Eu, assim, imagino que nada escapa se eu não quiser.
Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo. Ousadia vitoriosa. Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta de sua obra que seria resgatada por, dentre outros, Jacques Lacan.
Cruzamos o século 20 e entramos no século 21 ouvindo o anúncio da morte anunciada da psicanálise. E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece no campo das terapêuticas. Certamente, essa permanência é devida, entre outras referências, à maneira como os psicanalistas demonstram que a linguagem, não obstante!$ ^{A)} !$ os labirintos que se constroem com ela!$ ^{E)} !$, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
Não a verdade da religião, não a verdade referencial, mas o pedacinho da verdade que cada um carrega no coração do seu ser.
(MAZZEI, D. Psicanálise é linguagem. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 2, edição 5, p. 8, maio 2007. Especial Psicanálise & Linguagem.)
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1736932 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Psicanálise é linguagem
A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento. Quem a usa com maestria é admirado. São autores que, com a linguagem, emocionam em obras da literatura, teatro, poesia e cinema. Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado.
O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
A palavra também serve como bálsamo para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.
A palavra abriga a diversidade linguística. A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.
Os seres humanos estão habituados a cantarolar, pedir socorro, demandar, ordenar e espantar-se quando falas inusitadas lhes escapam. Fantasias, enganos, mentiras e verdades. Há um momento em que o ser acredita ser verdade o que diz, e se julga senhor do instrumento, como um pincel, um lápis, um formão, uma arma, um espelho.
Verdades construídas
Imersos na linguagem, não percebemos que ela constitui o universo ao nosso redor, a comunicação, o onírico e o real, que nomeia o que nos rodeia. É senhora de tudo: ordena o pensamento, o devaneio, o projeto e a imaginação.
O nome, próprio, é um pedacinho de linguagem, na cadeia da linguagem. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem é uma ilusão que o ser humano nutre. Eu domino a linguagem e vou até fazer um curso de oratória para fascinar o mundo. Eu percebo que falo a alguém apenas o que pretendo. Eu percebo que a camuflagem e o engodo são atributos que manejo. Eu, assim, imagino que nada escapa se eu não quiser.
Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo. Ousadia vitoriosa. Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta de sua obra que seria resgatada por, dentre outros, Jacques Lacan.
Cruzamos o século 20 e entramos no século 21 ouvindo o anúncio da morte anunciada da psicanálise. E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece no campo das terapêuticas. Certamente, essa permanência é devida, entre outras referências, à maneira como os psicanalistas demonstram que a linguagem, não obstante os labirintos que se constroem com ela, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
Não a verdade da religião, não a verdade referencial, mas o pedacinho da verdade que cada um carrega no coração do seu ser.
(MAZZEI, D. Psicanálise é linguagem. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 2, edição 5, p. 8, maio 2007. Especial Psicanálise & Linguagem.)
Analise as ocorrências da palavra que nos períodos abaixo.
I. A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento.
II. O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
III. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem é uma ilusão que o ser humano nutre.
IV. Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1733467 Ano: 2009
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Provas:
Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o propósito do seguinte comando, executado em um computador com sistema operacional Windows XP:
nslookup host1 host2
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1732447 Ano: 2009
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Provas:
Com relação às normas técnicas do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1730680 Ano: 2009
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Provas:

Analise as afirmativas abaixo.

I. SKU é a abreviatura de “stock keeping unit” e significa itens distintos guardados em estoque. Assim, cada item em estoque é um SKU e os procedimentos de classificação, codificação e especificações devem ser realizados para cada SKU.

II. Normalização de materiais são os procedimentos adotados por uma empresa para diminuir a diversidade de itens em estoque.

III. Especificação dos materiais são os requisitos que identificam e distinguem os materiais uns dos outros. A definição precisa e correta das especificações dos materiais é fundamental para a compra e a armazenagem dos materiais.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1730238 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Assinale a alternativa CORRETA.
Conhecimento escolar e experiência de aprendizagem representam os dois sentidos mais usuais da palavra “currículo”. As duas concepções revelam ênfases diferentes nos aspectos mencionados. Pode-se dizer que todo currículo envolve apresentação de conhecimentos e inclui um conjunto de experiências de aprendizagem que visam a favorecer a assimilação e a reconstrução desses conhecimentos. Um currículo voltado para a transformação social e que deve se traduzir em propostas de intervenção na realidade precisa ser entendido como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1726528 Ano: 2009
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Provas:
A Cia. Campeche foi constituída em 01/jan./05 e encerra seus exercícios sociais a cada 31/dezembro. Do "lucro líquido" de cada exercício social são destinados 60% para dividendos, dividendos que sempre são pagos durante o exercício social seguinte. Quando a empresa apura "prejuízo líquido", não há destinação.
Ela presta serviços de lavação de carros e a única despesa que incorre para auferir as receitas é com os salários dos lavadores. Ela foi constituída com um Capital Social de R$ 8.900, totalmente integralizado em moeda corrente. Depois disso, os sócios jamais aumentaram ou reduziram seu Capital Social. A correta Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados da Cia. Campeche relativa ao exercício social de 2007 é a seguinte:
Enunciado 1726528-1
Durante 2007, os acionistas receberam R$ 4.320 a título de dividendos. Sabe-se que, durante 2005, a Cia. Campeche recebeu R$ 4.448, valor que representa 4/5 das receitas de serviços que auferiu em seu 1º exercício social (2005).
Sabe-se que o Balanço Patrimonial de 31/dez./05 da Cia. Campeche (o que foi publicado) apresentava a conta "Salários a Pagar" com o valor de R$ 468. Tal valor é apenas parte das "despesas com salários dos lavadores"; é a parte de tais “despesas” que ela não pagou durante 2005.
A Cia. Campeche tem por norma jamais receber qualquer quantia de seus clientes antes de lhes prestar serviços. Com relação aos lavadores, ela jamais lhes dá qualquer adiantamento de salários.
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo.
Qual o saldo da conta Caixa que constou no Balanço Patrimonial de 31/dez./05 da Cia. Campeche?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1726375 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo.

Qual o papel do professor na criação do projeto político-pedagógico da escola?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas