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Foram encontradas 515 questões.

3618951 Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional do Instituto Federal Farroupilha (PDI, 2019-2026), que estabelece o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O PPI tem a finalidade de traduzir o senso de responsabilidade do Instituto Federal Farroupilha, que tem por objetivo a manutenção da educação uniformizada concentrada no professor para manter as estruturas históricas e sociais.

II. O conhecimento acerca da realidade social é vital para a edificação de uma educação partícipe nos processos de instauração de uma nova sociedade.

III. Para a formação profissional técnica e tecnológica, os Institutos Federais têm por objetivo proporcionar uma formação científica, tecnológica, ética e cultural aos estudantes a fim de que possam desenvolver a capacidade pessoal de aprender, articular e colocar em ação conhecimentos, atitudes e valores necessários para o desempenho de atividade profissionais requeridas pela natureza do trabalho.

 

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3618950 Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Alice, estudante do Instituto Federal Farroupilha, deseja fazer uma reclamação formal em relação a um servidor público federal que está retendo a sua documentação para inscrição em uma seleção de emprego. De acordo com o Regimento Geral do Instituto Federal Farroupilha, qual é o órgão responsável por receber a reclamação da aluna?

 

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3618949 Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

De acordo com o Regimento Geral do Instituto Federal Farroupilha, assinale a alternativa que apresenta corretamente o órgão que tem por finalidade precípua responsabilizar-se pelas atividades de controle interno em âmbito disciplinar, visando garantir a probidade nos atos e atividades administrativas ali desenvolvidas, prevenindo e apurando irregularidades, por meio da instauração e condução de procedimentos correcionais, de acordo com as normativas legais correspondentes.

 

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3618948 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

João Batista é servidor público federal no Instituto Federal de Porto Alegre, mas a sua esposa mora no município de Farroupilha. Desejando ficar mais próximo da família, João Batista pretende realizar pedido junto à Administração para atuar na cidade de Farroupilha. Nos termos da Lei Federal nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a situação narrada acima refere-se a uma hipótese de:

 

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3618947 Ano: 2025
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Sobre os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) É permitida a extradição do brasileiro naturalizado por crime político.

( ) A lei permitirá que a publicidade dos atos processuais seja restringida apenas para a defesa da intimidade ou em razão de interesse social.

( ) A lei poderá autorizar o uso de provas obtidas por meios ilícitos em processos judiciais e administrativos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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3618946 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Cabeceira Imaginária

Por Claudia Laitano

  1. O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria
  2. histórica. Para o pequeno grupo de leitores que consideram a crítica literária um gênero tão
  3. atraente quanto qualquer outro, era mesmo um acontecimento. Estavam ali, reunidos para um
  4. bate-papo, dois dos nomes mais influentes do circuito ___________ das letras. De um lado,
  5. James Wood, crítico da New Yorker e autor do livro “Como funciona a ficção”. Do outro, Edwin
  6. Frank, diretor do braço editorial da New York Review of Books e criador da coleção NYRB Classics,
  7. ____ especializado em salvar do oblívio livros e autores de diferentes partes do mundo (nosso
  8. “São Bernardo”, sorte deles, está lá).
  9. A conversa era sobre “Stranger Than Fiction — Lives of the Twentieth-Century Novel”, livro
  10. que Edwin Frank passou os últimos 10 anos escrevendo. O projeto de contar a história do
  11. romance do século 20 ............ mais ou menos como aquela piada do cara que pretendia
  12. escrever uma tese sobre “Deus e o mundo”, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema
  13. para “Deus e o mundo no século 19”. Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank
  14. optou desde o início por escrever um ensaio assumidamente idiossincrático — guiado, sem culpa,
  15. pelos critérios que ele mesmo estabeleceu. Destacar romances que refletiram ou interpretaram
  16. a realidade da época em que foram escritos era um deles. Não menos importante eram as
  17. afinidades eletivas do próprio Frank como leitor.
  18. Dos pouco mais de 30 títulos que o autor selecionou a fim de que montasse sua constelação
  19. particular de livros e escritores essenciais para entender o romance do século 20, apenas três
  20. são óbvios: “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, “Ulysses”, de James Joyce, e “A
  21. Montanha Mágica”, de Thomas Mann. O ponto de partida é um livro do século 19, “Memórias do
  22. _______” (1864), de Dostoiévski. “Austerlitz” (2001), de W. G. Sebald, assinala o ponto final da
  23. jornada. (Não tão rápido. Em um apêndice, Frank lista outros 90 romances para que as
  24. empilhemos em nossa cabeceira imaginária. ____ vida.)
  25. Mas o que eu queria contar mesmo é que Dostoiévski não é o único autor nascido na
  26. primeira metade do século 19 chamado a compor a seleção dos grandes romancistas do século
  27. 20. O outro talvez esteja na sua cabeceira agora mesmo, ou nas vizinhanças, e você pode ir se
  28. acostumando a ensinar leitores estrangeiros a pronunciar seu nome corretamente: Joaquim
  29. Maria Machado de Assis.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o último parágrafo do texto, analise as assertivas abaixo:

I. A autora, ao utilizar a expressão “mesmo” (l. 27), dá ao leitor a possibilidade de inferir que Dostoiévski é o mais relevante de todos os autores nascidos no século 19.

II. Infere-se que a autora considera que, Machado de Assis é um grande romancista e merece estar na lista dos grandes autores do século 20.

III. Conforme a autora, é obrigação de todos os estrangeiros conhecerem o romancista brasileiro Machado de Assis.

Quais estão corretas?

 

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3618945 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Cabeceira Imaginária

Por Claudia Laitano

  1. O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria
  2. histórica. Para o pequeno grupo de leitores que consideram a crítica literária um gênero tão
  3. atraente quanto qualquer outro, era mesmo um acontecimento. Estavam ali, reunidos para um
  4. bate-papo, dois dos nomes mais influentes do circuito ___________ das letras. De um lado,
  5. James Wood, crítico da New Yorker e autor do livro “Como funciona a ficção”. Do outro, Edwin
  6. Frank, diretor do braço editorial da New York Review of Books e criador da coleção NYRB Classics,
  7. ____ especializado em salvar do oblívio livros e autores de diferentes partes do mundo (nosso
  8. “São Bernardo”, sorte deles, está lá).
  9. A conversa era sobre “Stranger Than Fiction — Lives of the Twentieth-Century Novel”, livro
  10. que Edwin Frank passou os últimos 10 anos escrevendo. O projeto de contar a história do
  11. romance do século 20 ............ mais ou menos como aquela piada do cara que pretendia
  12. escrever uma tese sobre “Deus e o mundo”, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema
  13. para “Deus e o mundo no século 19”. Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank
  14. optou desde o início por escrever um ensaio assumidamente idiossincrático — guiado, sem culpa,
  15. pelos critérios que ele mesmo estabeleceu. Destacar romances que refletiram ou interpretaram
  16. a realidade da época em que foram escritos era um deles. Não menos importante eram as
  17. afinidades eletivas do próprio Frank como leitor.
  18. Dos pouco mais de 30 títulos que o autor selecionou a fim de que montasse sua constelação
  19. particular de livros e escritores essenciais para entender o romance do século 20, apenas três
  20. são óbvios: “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, “Ulysses”, de James Joyce, e “A
  21. Montanha Mágica”, de Thomas Mann. O ponto de partida é um livro do século 19, “Memórias do
  22. _______” (1864), de Dostoiévski. “Austerlitz” (2001), de W. G. Sebald, assinala o ponto final da
  23. jornada. (Não tão rápido. Em um apêndice, Frank lista outros 90 romances para que as
  24. empilhemos em nossa cabeceira imaginária. ____ vida.)
  25. Mas o que eu queria contar mesmo é que Dostoiévski não é o único autor nascido na
  26. primeira metade do século 19 chamado a compor a seleção dos grandes romancistas do século
  27. 20. O outro talvez esteja na sua cabeceira agora mesmo, ou nas vizinhanças, e você pode ir se
  28. acostumando a ensinar leitores estrangeiros a pronunciar seu nome corretamente: Joaquim
  29. Maria Machado de Assis.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Caso a palavra “cara” fosse flexionada no plural no período retirado do texto “[...] aquela piada do cara que pretendia escrever uma tese sobre ‘Deus e o mundo’, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema para Deus e o mundo no século 19’”, quantas outras alterações obrigatoriamente deveriam ser feitas no trecho para fins de concordância?

 

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3618944 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Cabeceira Imaginária

Por Claudia Laitano

  1. O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria
  2. histórica. Para o pequeno grupo de leitores que consideram a crítica literária um gênero tão
  3. atraente quanto qualquer outro, era mesmo um acontecimento. Estavam ali, reunidos para um
  4. bate-papo, dois dos nomes mais influentes do circuito ___________ das letras. De um lado,
  5. James Wood, crítico da New Yorker e autor do livro “Como funciona a ficção”. Do outro, Edwin
  6. Frank, diretor do braço editorial da New York Review of Books e criador da coleção NYRB Classics,
  7. ____ especializado em salvar do oblívio livros e autores de diferentes partes do mundo (nosso
  8. “São Bernardo”, sorte deles, está lá).
  9. A conversa era sobre “Stranger Than Fiction — Lives of the Twentieth-Century Novel”, livro
  10. que Edwin Frank passou os últimos 10 anos escrevendo. O projeto de contar a história do
  11. romance do século 20 ............ mais ou menos como aquela piada do cara que pretendia
  12. escrever uma tese sobre “Deus e o mundo”, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema
  13. para “Deus e o mundo no século 19”. Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank
  14. optou desde o início por escrever um ensaio assumidamente idiossincrático — guiado, sem culpa,
  15. pelos critérios que ele mesmo estabeleceu. Destacar romances que refletiram ou interpretaram
  16. a realidade da época em que foram escritos era um deles. Não menos importante eram as
  17. afinidades eletivas do próprio Frank como leitor.
  18. Dos pouco mais de 30 títulos que o autor selecionou a fim de que montasse sua constelação
  19. particular de livros e escritores essenciais para entender o romance do século 20, apenas três
  20. são óbvios: “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, “Ulysses”, de James Joyce, e “A
  21. Montanha Mágica”, de Thomas Mann. O ponto de partida é um livro do século 19, “Memórias do
  22. _______” (1864), de Dostoiévski. “Austerlitz” (2001), de W. G. Sebald, assinala o ponto final da
  23. jornada. (Não tão rápido. Em um apêndice, Frank lista outros 90 romances para que as
  24. empilhemos em nossa cabeceira imaginária. ____ vida.)
  25. Mas o que eu queria contar mesmo é que Dostoiévski não é o único autor nascido na
  26. primeira metade do século 19 chamado a compor a seleção dos grandes romancistas do século
  27. 20. O outro talvez esteja na sua cabeceira agora mesmo, ou nas vizinhanças, e você pode ir se
  28. acostumando a ensinar leitores estrangeiros a pronunciar seu nome corretamente: Joaquim
  29. Maria Machado de Assis.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas sobre o período a seguir, retirado do texto, “Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank optou [...]”:

I. A oração subordinada presente no período expressa ideia de consequência.

II. O vocábulo “tão” é um termo intensivo e pertence à oração principal.

III. O fragmento é um período simples.

Quais estão corretas?

 

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3618943 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Cabeceira Imaginária

Por Claudia Laitano

  1. O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria
  2. histórica. Para o pequeno grupo de leitores que consideram a crítica literária um gênero tão
  3. atraente quanto qualquer outro, era mesmo um acontecimento. Estavam ali, reunidos para um
  4. bate-papo, dois dos nomes mais influentes do circuito ___________ das letras. De um lado,
  5. James Wood, crítico da New Yorker e autor do livro “Como funciona a ficção”. Do outro, Edwin
  6. Frank, diretor do braço editorial da New York Review of Books e criador da coleção NYRB Classics,
  7. ____ especializado em salvar do oblívio livros e autores de diferentes partes do mundo (nosso
  8. “São Bernardo”, sorte deles, está lá).
  9. A conversa era sobre “Stranger Than Fiction — Lives of the Twentieth-Century Novel”, livro
  10. que Edwin Frank passou os últimos 10 anos escrevendo. O projeto de contar a história do
  11. romance do século 20 ............ mais ou menos como aquela piada do cara que pretendia
  12. escrever uma tese sobre “Deus e o mundo”, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema
  13. para “Deus e o mundo no século 19”. Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank
  14. optou desde o início por escrever um ensaio assumidamente idiossincrático — guiado, sem culpa,
  15. pelos critérios que ele mesmo estabeleceu. Destacar romances que refletiram ou interpretaram
  16. a realidade da época em que foram escritos era um deles. Não menos importante eram as
  17. afinidades eletivas do próprio Frank como leitor.
  18. Dos pouco mais de 30 títulos que o autor selecionou a fim de que montasse sua constelação
  19. particular de livros e escritores essenciais para entender o romance do século 20, apenas três
  20. são óbvios: “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, “Ulysses”, de James Joyce, e “A
  21. Montanha Mágica”, de Thomas Mann. O ponto de partida é um livro do século 19, “Memórias do
  22. _______” (1864), de Dostoiévski. “Austerlitz” (2001), de W. G. Sebald, assinala o ponto final da
  23. jornada. (Não tão rápido. Em um apêndice, Frank lista outros 90 romances para que as
  24. empilhemos em nossa cabeceira imaginária. ____ vida.)
  25. Mas o que eu queria contar mesmo é que Dostoiévski não é o único autor nascido na
  26. primeira metade do século 19 chamado a compor a seleção dos grandes romancistas do século
  27. 20. O outro talvez esteja na sua cabeceira agora mesmo, ou nas vizinhanças, e você pode ir se
  28. acostumando a ensinar leitores estrangeiros a pronunciar seu nome corretamente: Joaquim
  29. Maria Machado de Assis.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a ocorrência da palavra “que” no texto, assinale a alternativa que indica a ocorrência de uma conjunção integrante.

 

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3618942 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IFFar

Cabeceira Imaginária

Por Claudia Laitano

  1. O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria
  2. histórica. Para o pequeno grupo de leitores que consideram a crítica literária um gênero tão
  3. atraente quanto qualquer outro, era mesmo um acontecimento. Estavam ali, reunidos para um
  4. bate-papo, dois dos nomes mais influentes do circuito ___________ das letras. De um lado,
  5. James Wood, crítico da New Yorker e autor do livro “Como funciona a ficção”. Do outro, Edwin
  6. Frank, diretor do braço editorial da New York Review of Books e criador da coleção NYRB Classics,
  7. ____ especializado em salvar do oblívio livros e autores de diferentes partes do mundo (nosso
  8. “São Bernardo”, sorte deles, está lá).
  9. A conversa era sobre “Stranger Than Fiction — Lives of the Twentieth-Century Novel”, livro
  10. que Edwin Frank passou os últimos 10 anos escrevendo. O projeto de contar a história do
  11. romance do século 20 ............ mais ou menos como aquela piada do cara que pretendia
  12. escrever uma tese sobre “Deus e o mundo”, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema
  13. para “Deus e o mundo no século 19”. Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank
  14. optou desde o início por escrever um ensaio assumidamente idiossincrático — guiado, sem culpa,
  15. pelos critérios que ele mesmo estabeleceu. Destacar romances que refletiram ou interpretaram
  16. a realidade da época em que foram escritos era um deles. Não menos importante eram as
  17. afinidades eletivas do próprio Frank como leitor.
  18. Dos pouco mais de 30 títulos que o autor selecionou a fim de que montasse sua constelação
  19. particular de livros e escritores essenciais para entender o romance do século 20, apenas três
  20. são óbvios: “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, “Ulysses”, de James Joyce, e “A
  21. Montanha Mágica”, de Thomas Mann. O ponto de partida é um livro do século 19, “Memórias do
  22. _______” (1864), de Dostoiévski. “Austerlitz” (2001), de W. G. Sebald, assinala o ponto final da
  23. jornada. (Não tão rápido. Em um apêndice, Frank lista outros 90 romances para que as
  24. empilhemos em nossa cabeceira imaginária. ____ vida.)
  25. Mas o que eu queria contar mesmo é que Dostoiévski não é o único autor nascido na
  26. primeira metade do século 19 chamado a compor a seleção dos grandes romancistas do século
  27. 20. O outro talvez esteja na sua cabeceira agora mesmo, ou nas vizinhanças, e você pode ir se
  28. acostumando a ensinar leitores estrangeiros a pronunciar seu nome corretamente: Joaquim
  29. Maria Machado de Assis.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das seguintes alternativas apresenta a correta conversão da frase, retirada do texto, da voz ativa para a passiva, “O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria histórica”, mantendo o sentido original?

 

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