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Foram encontradas 40 questões.

1322421 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
Assinale a alternativa em que o elemento que NÃO introduz uma oração subordinada substantiva.
 

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1322320 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Preencha as lacunas abaixo e, em seguida assinale a alternativa correta.
O funcionamento das organizações apresenta diversos aspectos tributários, desde o conjunto de obrigações a cumprir até os potenciais benefícios a merecer. Os benefícios fiscais dividem-se em: : hipóteses em que a organização não é obrigada a pagar um determinado imposto ou contribuição; : hipóteses em que a organização obtém recursos de indivíduos ou empresas, os quais podem abater o valor de impostos a pagar. No primeiro caso, a situação ocorre diretamente na relação tributária da organização com o poder público (União, Estado ou Município); no segundo caso, eles envolvem outros públicos da esfera privada (indivíduos e empresas), incluindo a relação tributária destes com o poder público.
 

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1322270 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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De acordo com a Lei 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, assinale a alternativa correta.
 

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1322136 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
Em “‘...intervenção de apoio’ às pessoas...”, a expressão destacada apresenta a mesma função sintática da expressão
 

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1322079 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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“Sua institucionalização procede uma abordagem estratégica e inovadora; é aplicável em empresas, nacionais ou não, micro ou grande, tendo a mesma uma estrutura ou não organizada para tratar do assunto. Entretanto, em virtude de vários fatores, surge ao longo do tempo um descompasso entre as necessidades da empresa, a realidade de mercado e a capacidade de resolução do problema.Os problemas aparecem sob diversas formas, como: faltas e atrasos além do normal, agressividade, doenças simuladas, desinteresse, ameaças, rebeldias, entre outras. Seu planejamento precisa acompanhar o avanço tecnológico, as mudanças de mercado e a política econômica, além de participar das decisões maiores da organização quando do planejamento orçamentário anual”. O texto foca (o)
 

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1322076 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Preencha a lacuna abaixo e, em seguida assinale a alternativa correta.
A estatística descritiva lida com uma massa de dados coletados a partir de experimentos, ao longo de um curto período de observação. Esses dados podem ser e, na forma natural como aparecem, geralmente fornecem pouco informação. Por isso, é necessário um tratamento estatístico a esses dados.
 

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1321683 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
“...a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas...”
A locução conjuntiva destacada no fragmento acima tem valor
 

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1321654 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Em relação à acumulação de cargos públicos, assinale a alternativa correta.
 

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1321628 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
Em viúvas, também, hipótese, além, genética, concluíram, temos, respectivamente, palavras
 

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1321434 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
Provas:
As equipes aparecem em uma grande variedade de tipos. Podem ser organizadas para determinado propósito e depois desfeitas quando o projeto é aprovado pelos níveis mais altos de decisão. Ou podem ser constituídas por empregados com habilidades similares, como os operários de linha de montagem de determinado produto. Com referências aos tipos de equipes, analise as assertivas e assinale a alternativa que associa corretamente as colunas abaixo.
I. Supervisor e voluntários discutem problemas de trabalho uma vez por semana.
II. Equipe interfuncional que se encontra semanalmente para trabalhar com problemas interfuncionais ou em um projeto.
III. Empregados de determinada área que funcionam como uma equipe constante, com supervisão.
IV. Empregados tomam o lugar da antiga estrutura organizacional. Autoridade da equipe é ampliada, diminuindo a necessidade de apoios.
A. Equipe interfuncional
B. Semi-autônoma
C. Equipe de processo
D. Grupo de qualidade
 

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