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Foram encontradas 70 questões.

3106201 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IFS
Orgão: IFS
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O circuito abaixo está operando em regime permanente senoidal, sendo vi = 20 V, R = 10 !$ \Omega !$, XL = 10 !$ \Omega !$, XC = 10 !$ \Omega !$ e I0 = 1 A. Para esta situação, a impedância desconhecida Z, conectada nos terminais 3 e 4 e a tensão v0 são, respectivamente:

Enunciado 3431743-1

 

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3106200 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IFS
Orgão: IFS
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Assinale a afirmativa CORRETA:

 

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3106199 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IFS
Orgão: IFS
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No circuito abaixo, a tensão v0 e a corrente I0 são, respectivamente:

Enunciado 3431741-1

 

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3106198 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Eu quero ficar perto de tudo que acho certo

Até o dia em que eu mudar de opinião

A minha experiência meu pacto com a ciência

Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei

Eu adivinho sem ninguém ter me contado

Coisas que eu sei

O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play

Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado

Ninguém sabe mexer na minha confusão

É o meu ponto de vista, não aceito turistas

Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei

O medo mora perto das ideias loucas

Coisas que eu sei

Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa

É minha lei

Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados

Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei

Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas

Depois eu já nem lembro do que eu desenhei

(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)

A partir da leitura do poema, pode-se compreender que:

 

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3106197 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Eu quero ficar perto de tudo que acho certo

Até o dia em que eu mudar de opinião

A minha experiência meu pacto com a ciência

Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei

Eu adivinho sem ninguém ter me contado

Coisas que eu sei

O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play

Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado

Ninguém sabe mexer na minha confusão

É o meu ponto de vista, não aceito turistas

Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei

O medo mora perto das ideias loucas

Coisas que eu sei

Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa

É minha lei

Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados

Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei

Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas

Depois eu já nem lembro do que eu desenhei

(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)

No verso “Eu adivinho sem ninguém ter me contado” há:

 

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3106196 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Eu quero ficar perto de tudo que acho certo

Até o dia em que eu mudar de opinião

A minha experiência meu pacto com a ciência

Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei

Eu adivinho sem ninguém ter me contado

Coisas que eu sei

O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play

Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado

Ninguém sabe mexer na minha confusão

É o meu ponto de vista, não aceito turistas

Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei

O medo mora perto das ideias loucas

Coisas que eu sei

Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa

É minha lei

Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados

Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei

Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas

Depois eu já nem lembro do que eu desenhei

(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)

“Meu conhecimento é minha distração”. O termo destacado possui o mesmo valor sintático que o termo destacado da frase contida na alternativa:

 

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3106195 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Eu quero ficar perto de tudo que acho certo

Até o dia em que eu mudar de opinião

A minha experiência meu pacto com a ciência

Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei

Eu adivinho sem ninguém ter me contado

Coisas que eu sei

O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play

Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado

Ninguém sabe mexer na minha confusão

É o meu ponto de vista, não aceito turistas

Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei

O medo mora perto das ideias loucas

Coisas que eu sei

Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa

É minha lei

Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados

Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei

Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas

Depois eu já nem lembro do que eu desenhei

(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)

Quanto à linguagem empregada na canção, assinale a assertiva CORRETA:

 

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3106194 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Eu quero ficar perto de tudo que acho certo

Até o dia em que eu mudar de opinião

A minha experiência meu pacto com a ciência

Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei

Eu adivinho sem ninguém ter me contado

Coisas que eu sei

O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play

Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado

Ninguém sabe mexer na minha confusão

É o meu ponto de vista, não aceito turistas

Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei

O medo mora perto das ideias loucas

Coisas que eu sei

Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa

É minha lei

Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados

Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei

Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas

Depois eu já nem lembro do que eu desenhei

(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)

“eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas”. Se substituirmos o verbo ver pelo verbo assistir, ocorrerá:

 

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3106193 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Otávio das Chagas, o pescador sem rio e sem letras, não consegue chegar em casa. Desde que ele e sua família foram expulsos de sua ilha pela hidrelétrica de Belo Monte, Otávio já está na terceira casa. Mas não consegue chegar. Porque para ele aquela terceira ainda não é uma casa. Como não era a primeira nem era a segunda. Sem casa, Otávio não tem mundo. Sem mundo, um homem não tem onde pisar. Os conhecidos avisam: você já viu, seu Otávio está encolhendo. E ele está, porque é isso o que acontece com os homens sem mundo.

O que é uma casa é a pergunta que atravessa a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Xingu, no Estado do Pará. A pergunta que não foi feita no cadastro nem em momento algum. É a pergunta que diz quem aquela pessoa é. E onde ela precisa viver para ser o que é. Quando é o empreendedor, o novo nome do colonizador na Amazônia, que determina o que é uma casa, com base no seu mundo e nas suas referências, em geral forjadas na realidade bem diversa do centro-sul do Brasil, a violência se instala. E vidas são aniquiladas. (...)

Todas às vezes em que bati em cada uma das três portas, eles passavam fome. Tinham teto, mas passavam fome. Era oficialmente uma casa, mas passavam fome. Em todas às vezes, só havia água na geladeira. Na semana passada, havia também uma cebola pequena. Fome é algo que fracasso em descrever. A fome não se escreve. Carolina Maria de Jesus (1914-1977), a escritora brasileira que conhecia a fome, escreveu: “A fome é amarela”. (...)

BRUMM, Eliane. Casa é onde não tem fome: A história da família de ribeirinhos que, depois de expulsa por Belo Monte, nunca consegue chegar. In: El País, 18 de julho de 2016. http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/18/opinion/1468850872_994522.html

“Otávio já está na terceira casa”. O verbo sublinhado classifica-se quanto à transitividade como:

 

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3106192 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFS
Orgão: IFS

Otávio das Chagas, o pescador sem rio e sem letras, não consegue chegar em casa. Desde que ele e sua família foram expulsos de sua ilha pela hidrelétrica de Belo Monte, Otávio já está na terceira casa. Mas não consegue chegar. Porque para ele aquela terceira ainda não é uma casa. Como não era a primeira nem era a segunda. Sem casa, Otávio não tem mundo. Sem mundo, um homem não tem onde pisar. Os conhecidos avisam: você já viu, seu Otávio está encolhendo. E ele está, porque é isso o que acontece com os homens sem mundo.

O que é uma casa é a pergunta que atravessa a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Xingu, no Estado do Pará. A pergunta que não foi feita no cadastro nem em momento algum. É a pergunta que diz quem aquela pessoa é. E onde ela precisa viver para ser o que é. Quando é o empreendedor, o novo nome do colonizador na Amazônia, que determina o que é uma casa, com base no seu mundo e nas suas referências, em geral forjadas na realidade bem diversa do centro-sul do Brasil, a violência se instala. E vidas são aniquiladas. (...)

Todas às vezes em que bati em cada uma das três portas, eles passavam fome. Tinham teto, mas passavam fome. Era oficialmente uma casa, mas passavam fome. Em todas às vezes, só havia água na geladeira. Na semana passada, havia também uma cebola pequena. Fome é algo que fracasso em descrever. A fome não se escreve. Carolina Maria de Jesus (1914-1977), a escritora brasileira que conhecia a fome, escreveu: “A fome é amarela”. (...)

BRUMM, Eliane. Casa é onde não tem fome: A história da família de ribeirinhos que, depois de expulsa por Belo Monte, nunca consegue chegar. In: El País, 18 de julho de 2016. http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/18/opinion/1468850872_994522.html

Sobre a modalidade textual, o excerto de “Casa é onde não tem fome” classifica-se como:

 

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