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O circuito abaixo está operando em regime permanente senoidal, sendo vi = 20 V, R = 10 !$ \Omega !$, XL = 10 !$ \Omega !$, XC = 10 !$ \Omega !$ e I0 = 1 A. Para esta situação, a impedância desconhecida Z, conectada nos terminais 3 e 4 e a tensão v0 são, respectivamente:

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Assinale a afirmativa CORRETA:
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No circuito abaixo, a tensão v0 e a corrente I0 são, respectivamente:

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Eu quero ficar perto de tudo que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play
Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das ideias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha lei
Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)
A partir da leitura do poema, pode-se compreender que:
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Eu quero ficar perto de tudo que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play
Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das ideias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha lei
Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)
No verso “Eu adivinho sem ninguém ter me contado” há:
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Eu quero ficar perto de tudo que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play
Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das ideias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha lei
Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)
“Meu conhecimento é minha distração”. O termo destacado possui o mesmo valor sintático que o termo destacado da frase contida na alternativa:
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Eu quero ficar perto de tudo que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play
Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das ideias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha lei
Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)
Quanto à linguagem empregada na canção, assinale a assertiva CORRETA:
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Eu quero ficar perto de tudo que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado, aperte o play
Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das ideias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha lei
Eu corto os meus dobrados acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
(Coisas que eu sei – Dudu Falcão)
“eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas”. Se substituirmos o verbo ver pelo verbo assistir, ocorrerá:
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Otávio das Chagas, o pescador sem rio e sem letras, não consegue chegar em casa. Desde que ele e sua família foram expulsos de sua ilha pela hidrelétrica de Belo Monte, Otávio já está na terceira casa. Mas não consegue chegar. Porque para ele aquela terceira ainda não é uma casa. Como não era a primeira nem era a segunda. Sem casa, Otávio não tem mundo. Sem mundo, um homem não tem onde pisar. Os conhecidos avisam: você já viu, seu Otávio está encolhendo. E ele está, porque é isso o que acontece com os homens sem mundo.
O que é uma casa é a pergunta que atravessa a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Xingu, no Estado do Pará. A pergunta que não foi feita no cadastro nem em momento algum. É a pergunta que diz quem aquela pessoa é. E onde ela precisa viver para ser o que é. Quando é o empreendedor, o novo nome do colonizador na Amazônia, que determina o que é uma casa, com base no seu mundo e nas suas referências, em geral forjadas na realidade bem diversa do centro-sul do Brasil, a violência se instala. E vidas são aniquiladas. (...)
Todas às vezes em que bati em cada uma das três portas, eles passavam fome. Tinham teto, mas passavam fome. Era oficialmente uma casa, mas passavam fome. Em todas às vezes, só havia água na geladeira. Na semana passada, havia também uma cebola pequena. Fome é algo que fracasso em descrever. A fome não se escreve. Carolina Maria de Jesus (1914-1977), a escritora brasileira que conhecia a fome, escreveu: “A fome é amarela”. (...)
BRUMM, Eliane. Casa é onde não tem fome: A história da família de ribeirinhos que, depois de expulsa por Belo Monte, nunca consegue chegar. In: El País, 18 de julho de 2016. http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/18/opinion/1468850872_994522.html
“Otávio já está na terceira casa”. O verbo sublinhado classifica-se quanto à transitividade como:
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Otávio das Chagas, o pescador sem rio e sem letras, não consegue chegar em casa. Desde que ele e sua família foram expulsos de sua ilha pela hidrelétrica de Belo Monte, Otávio já está na terceira casa. Mas não consegue chegar. Porque para ele aquela terceira ainda não é uma casa. Como não era a primeira nem era a segunda. Sem casa, Otávio não tem mundo. Sem mundo, um homem não tem onde pisar. Os conhecidos avisam: você já viu, seu Otávio está encolhendo. E ele está, porque é isso o que acontece com os homens sem mundo.
O que é uma casa é a pergunta que atravessa a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Xingu, no Estado do Pará. A pergunta que não foi feita no cadastro nem em momento algum. É a pergunta que diz quem aquela pessoa é. E onde ela precisa viver para ser o que é. Quando é o empreendedor, o novo nome do colonizador na Amazônia, que determina o que é uma casa, com base no seu mundo e nas suas referências, em geral forjadas na realidade bem diversa do centro-sul do Brasil, a violência se instala. E vidas são aniquiladas. (...)
Todas às vezes em que bati em cada uma das três portas, eles passavam fome. Tinham teto, mas passavam fome. Era oficialmente uma casa, mas passavam fome. Em todas às vezes, só havia água na geladeira. Na semana passada, havia também uma cebola pequena. Fome é algo que fracasso em descrever. A fome não se escreve. Carolina Maria de Jesus (1914-1977), a escritora brasileira que conhecia a fome, escreveu: “A fome é amarela”. (...)
BRUMM, Eliane. Casa é onde não tem fome: A história da família de ribeirinhos que, depois de expulsa por Belo Monte, nunca consegue chegar. In: El País, 18 de julho de 2016. http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/18/opinion/1468850872_994522.html
Sobre a modalidade textual, o excerto de “Casa é onde não tem fome” classifica-se como:
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