Foram encontradas 440 questões.
Uma dívida, com vencimento para daqui a um ano, no
valor nominal de R$ 100.000,00 será paga
antecipadamente, hoje. Um desconto com taxa de 5% ao
ano foi concedido.
Qual o valor a ser pago hoje?
Qual o valor a ser pago hoje?
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Em duas urnas foram colocadas bolas enumeradas da
seguinte forma: na urna 1 as bolas 2, 4, 6 e 8; e na urna 2
as bolas 1, 3, 5, 7 e 9. Uma bola de cada urna é retirada ao
acaso. O resultado do sorteio será o produto dos números
sorteados. Por exemplo, se foram retiradas a bola 8 da
urna 1 e a bola 3 da urna 2, o resultado será 24.
Qual é a probabilidade do resultado desse sorteio ser 18?
Qual é a probabilidade do resultado desse sorteio ser 18?
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Considere as quatro proposições compostas P, Q, R e S,
que dependem de uma proposição atômica p e sua
negação ~p.
P: ~p v p; Q: p ^ ~p; R: ~p ↔ p; S: ~p → p
Qual delas é uma contingência?
P: ~p v p; Q: p ^ ~p; R: ~p ↔ p; S: ~p → p
Qual delas é uma contingência?
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Observe a tabela a seguir.
|
p |
q | ~p | ~q | ~(~p ^ ~q) |
p v q |
|---|---|---|---|---|---|
|
V |
V | F | F | V |
V |
|
V |
F | F | V | V |
V |
|
F |
V | V | F | V |
V |
Qual é a quarta linha da tabela verdade?
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Considere a proposição P referente aos números naturais.
P: se n2 é par, então n é par.
Sua contrapositiva é:
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Observe a imagem a seguir.

O sentido geral dessa charge é construído por meio da associação entre a linguagem verbal e a não verbal. Dessa relação advém, predominantemente, o efeito semântico de
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Violência contra criança e adolescente
Diariamente, somos bombardeados por notícias e
informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes,
tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de
violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por
crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais
frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9
anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na
boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack;
precariedade dos serviços públicos para atender às
necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros
casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos
meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.
Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças
e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma
trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao
longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança”
passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança
cidadã, portadora de direitos.
Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
é reforçada a importância da proteção à criança e ao
adolescente contra todos os tipos de violência, sendo
reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto,
o fato de termos uma legislação que respalde a infância no
Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente
diferentes formas de violência (física, psicológica, social,
sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui
para amenizar esse quadro.
Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos
estar atentos às diferentes formas de violência, repensando
algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É
preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de
uma interação constante entre os diferentes segmentos da
sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às
autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e
adolescentes. [...]
TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Violência contra criança e adolescente
Diariamente, somos bombardeados por notícias e
informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes,
tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de
violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por
crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais
frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9
anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na
boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack;
precariedade dos serviços públicos para atender às
necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros
casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos
meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.
Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças
e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma
trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao
longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança”
passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança
cidadã, portadora de direitos.
Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
é reforçada a importância da proteção à criança e ao
adolescente contra todos os tipos de violência, sendo
reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto,
o fato de termos uma legislação que respalde a infância no
Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente
diferentes formas de violência (física, psicológica, social,
sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui
para amenizar esse quadro.
Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos
estar atentos às diferentes formas de violência, repensando
algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É
preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de
uma interação constante entre os diferentes segmentos da
sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às
autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e
adolescentes. [...]
TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].
No parágrafo inicial do texto, a progressão temática é estabelecida por meio da recorrência à
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Violência contra criança e adolescente
Diariamente, somos bombardeados por notícias e
informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes,
tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de
violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por
crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais
frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9
anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na
boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack;
precariedade dos serviços públicos para atender às
necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros
casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos
meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato.
Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças
e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma
trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao
longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança”
passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança
cidadã, portadora de direitos.
Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
é reforçada a importância da proteção à criança e ao
adolescente contra todos os tipos de violência, sendo
reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto,
o fato de termos uma legislação que respalde a infância no
Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente
diferentes formas de violência (física, psicológica, social,
sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui
para amenizar esse quadro.
Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos
estar atentos às diferentes formas de violência, repensando
algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É
preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de
uma interação constante entre os diferentes segmentos da
sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às
autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e
adolescentes. [...]
TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa>. Acesso em: 29 fev. 2024.
[Adaptado].
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Leia o texto a seguir.
Um dos objetivos de uma análise fonológica ou fonêmica é definir quais são os sons de uma determinada língua que têm valor distintivo. Dito de outra forma, quais são os sons que servem para distinguir palavras nessa língua. Cada língua dispõe de um determinado número de fonemas cuja função é determinar a diferença de significado de uma palavra em relação à outra. O fonema é então a menor unidade fonológica da língua.
CARDOSO, Denise Porto. Fonologia da Língua Portuguesa. São Cristóvão: CESAD, 2009. p. 58.
Os textos que circulam no cotidiano, assumindo estrutura composicional determinada e finalidade comunicativa específica, são denominados gêneros textuais, os quais são configurados com sequências textuais definidas em razão dos objetivos comunicativos de cada gênero. No fragmento lido, predominam as sequências textuais
Um dos objetivos de uma análise fonológica ou fonêmica é definir quais são os sons de uma determinada língua que têm valor distintivo. Dito de outra forma, quais são os sons que servem para distinguir palavras nessa língua. Cada língua dispõe de um determinado número de fonemas cuja função é determinar a diferença de significado de uma palavra em relação à outra. O fonema é então a menor unidade fonológica da língua.
CARDOSO, Denise Porto. Fonologia da Língua Portuguesa. São Cristóvão: CESAD, 2009. p. 58.
Os textos que circulam no cotidiano, assumindo estrutura composicional determinada e finalidade comunicativa específica, são denominados gêneros textuais, os quais são configurados com sequências textuais definidas em razão dos objetivos comunicativos de cada gênero. No fragmento lido, predominam as sequências textuais
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