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Foram encontradas 710 questões.

1482328 Ano: 2004
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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Nos termos da Constituição Federal, bens importados pelo Estado de São Paulo, sendo o ato autorizado pelo Governador do Estado, são:
 

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1482327 Ano: 2004
Disciplina: Direito Civil
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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Candido, brasileiro, pai de Sofia, pretende impedir a viagem de sua filha aos Estados Unidos, em companhia do seu namorado Augusto, aduzindo ser o seu sustentáculo moral e material. Sofia completou em 2004, dezoito anos de idade. luz do novo Código Civil, a maioridade é atingida aos:
 

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1482326 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
enunciado 1482326-1

Cada parágrafo do texto apresenta uma função. Indique a função que está ERRADAMENTE indicada:

 

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1482325 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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MUDANÇA DE MODELO

O Globo, 8/02/2004


CARTA DO LEITOR 1


O governo brasileiro está perdendo uma ótima oportunidade de promover uma melhor distribuição populacional através de seus programas sociais, diminuindo a pressão demográfica nos grandes centros. O Fome Zero, o Bolsa Família e renda mínima para todos os idosos carentes são instrumentos poderosos para transferência dessas famílias miseráveis para municípios pequenos, que receberiam a infra-estrutura necessária, como a construção de unidades habitacionais, educacionais e hospitalares, com o acompanhamento de professores e médicos sensíveis à causa. A proposta do governo de estender o Bolsa Família para as famílias carentes dos grandes centros é um equívoco, pois incentiva a população miserável a permanecer onde está, inchando as favelas. (Paulo José Figueiredo Ferreira Bastos)


CARTA DO LEITOR 2


É óbvio que as favelas enfeiam a cidade. É obrigação do poder público fazer valer as leis. Deixar as favelas onde estão apenas mostra o quão desprestigiados estão os órgãos responsáveis por fazer valer as leis contra as ocupações irregulares. No século XIX, Paris era uma cidade doente antes da remoção das favelas e da abertura dos grandes boulevares. Favela não é lugar para seres humanos, mas muitas pessoas preferem que seus empregados morem nos morros próximos para não ter que pagar seu transporte, e inconscientemente perpetuam o modelo casa-grande e senzala. É imperativo desenvolver parcerias com a iniciativa privada, incentivando construções populares com prazo de pagamento de 120 meses. Ao mesmo tempo, o Estado modernizaria o atual modelo de transporte público. Ou seja, soluções existem. É preciso começar logo. (Martha de Aratanha)

"É preciso começar logo."; a frase final da carta 2 soa, após a leitura das duas cartas, como um(a):

 

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1482324 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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MUDANÇA DE MODELO

O Globo, 8/02/2004


CARTA DO LEITOR 1


O governo brasileiro está perdendo uma ótima oportunidade de promover uma melhor distribuição populacional através de seus programas sociais, diminuindo a pressão demográfica nos grandes centros. O Fome Zero, o Bolsa Família e renda mínima para todos os idosos carentes são instrumentos poderosos para transferência dessas famílias miseráveis para municípios pequenos, que receberiam a infra-estrutura necessária, como a construção de unidades habitacionais, educacionais e hospitalares, com o acompanhamento de professores e médicos sensíveis à causa. A proposta do governo de estender o Bolsa Família para as famílias carentes dos grandes centros é um equívoco, pois incentiva a população miserável a permanecer onde está, inchando as favelas. (Paulo José Figueiredo Ferreira Bastos)


CARTA DO LEITOR 2


É óbvio que as favelas enfeiam a cidade. É obrigação do poder público fazer valer as leis. Deixar as favelas onde estão apenas mostra o quão desprestigiados estão os órgãos responsáveis por fazer valer as leis contra as ocupações irregulares. No século XIX, Paris era uma cidade doente antes da remoção das favelas e da abertura dos grandes boulevares. Favela não é lugar para seres humanos, mas muitas pessoas preferem que seus empregados morem nos morros próximos para não ter que pagar seu transporte, e inconscientemente perpetuam o modelo casa-grande e senzala. É imperativo desenvolver parcerias com a iniciativa privada, incentivando construções populares com prazo de pagamento de 120 meses. Ao mesmo tempo, o Estado modernizaria o atual modelo de transporte público. Ou seja, soluções existem. É preciso começar logo. (Martha de Aratanha)

"...inconscientemente perpetuam o modelo casa-grande e senzala."; temos aqui o exemplo de um(a):
 

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1482323 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
enunciado 1482323-1

A vantagem da vida no campo sobre a vida na cidade só NÃO aparece no(na):

 

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1482322 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
enunciado 1482322-1

As opiniões presentes no primeiro parágrafo do texto (sobre a qualidade de vida nas regiões rurais) são:

 

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1482321 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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MUDANÇA DE MODELO

O Globo, 8/02/2004


CARTA DO LEITOR 1


O governo brasileiro está perdendo uma ótima oportunidade de promover uma melhor distribuição populacional através de seus programas sociais, diminuindo a pressão demográfica nos grandes centros. O Fome Zero, o Bolsa Família e renda mínima para todos os idosos carentes são instrumentos poderosos para transferência dessas famílias miseráveis para municípios pequenos, que receberiam a infra-estrutura necessária, como a construção de unidades habitacionais, educacionais e hospitalares, com o acompanhamento de professores e médicos sensíveis à causa. A proposta do governo de estender o Bolsa Família para as famílias carentes dos grandes centros é um equívoco, pois incentiva a população miserável a permanecer onde está, inchando as favelas. (Paulo José Figueiredo Ferreira Bastos)


CARTA DO LEITOR 2


É óbvio que as favelas enfeiam a cidade. É obrigação do poder público fazer valer as leis. Deixar as favelas onde estão apenas mostra o quão desprestigiados estão os órgãos responsáveis por fazer valer as leis contra as ocupações irregulares. No século XIX, Paris era uma cidade doente antes da remoção das favelas e da abertura dos grandes boulevares. Favela não é lugar para seres humanos, mas muitas pessoas preferem que seus empregados morem nos morros próximos para não ter que pagar seu transporte, e inconscientemente perpetuam o modelo casa-grande e senzala. É imperativo desenvolver parcerias com a iniciativa privada, incentivando construções populares com prazo de pagamento de 120 meses. Ao mesmo tempo, o Estado modernizaria o atual modelo de transporte público. Ou seja, soluções existem. É preciso começar logo. (Martha de Aratanha)

O algarismo romano XIX é lido como numeral cardinal; o item em que o algarismo romano deve ser lido como ordinal é:
 

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1482320 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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MUDANÇA DE MODELO

O Globo, 8/02/2004


CARTA DO LEITOR 1


O governo brasileiro está perdendo uma ótima oportunidade de promover uma melhor distribuição populacional através de seus programas sociais, diminuindo a pressão demográfica nos grandes centros. O Fome Zero, o Bolsa Família e renda mínima para todos os idosos carentes são instrumentos poderosos para transferência dessas famílias miseráveis para municípios pequenos, que receberiam a infra-estrutura necessária, como a construção de unidades habitacionais, educacionais e hospitalares, com o acompanhamento de professores e médicos sensíveis à causa. A proposta do governo de estender o Bolsa Família para as famílias carentes dos grandes centros é um equívoco, pois incentiva a população miserável a permanecer onde está, inchando as favelas. (Paulo José Figueiredo Ferreira Bastos)


CARTA DO LEITOR 2


É óbvio que as favelas enfeiam a cidade. É obrigação do poder público fazer valer as leis. Deixar as favelas onde estão apenas mostra o quão desprestigiados estão os órgãos responsáveis por fazer valer as leis contra as ocupações irregulares. No século XIX, Paris era uma cidade doente antes da remoção das favelas e da abertura dos grandes boulevares. Favela não é lugar para seres humanos, mas muitas pessoas preferem que seus empregados morem nos morros próximos para não ter que pagar seu transporte, e inconscientemente perpetuam o modelo casa-grande e senzala. É imperativo desenvolver parcerias com a iniciativa privada, incentivando construções populares com prazo de pagamento de 120 meses. Ao mesmo tempo, o Estado modernizaria o atual modelo de transporte público. Ou seja, soluções existem. É preciso começar logo. (Martha de Aratanha)

O exemplo da cidade de Paris, citado pelo leitor da carta 2, serve para mostrar que:
 

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1482319 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: NCE-UFRJ
Orgão: INFRAERO
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MUDANÇA DE MODELO

O Globo, 8/02/2004


CARTA DO LEITOR 1


O governo brasileiro está perdendo uma ótima oportunidade de promover uma melhor distribuição populacional através de seus programas sociais, diminuindo a pressão demográfica nos grandes centros. O Fome Zero, o Bolsa Família e renda mínima para todos os idosos carentes são instrumentos poderosos para transferência dessas famílias miseráveis para municípios pequenos, que receberiam a infra-estrutura necessária, como a construção de unidades habitacionais, educacionais e hospitalares, com o acompanhamento de professores e médicos sensíveis à causa. A proposta do governo de estender o Bolsa Família para as famílias carentes dos grandes centros é um equívoco, pois incentiva a população miserável a permanecer onde está, inchando as favelas. (Paulo José Figueiredo Ferreira Bastos)


CARTA DO LEITOR 2


É óbvio que as favelas enfeiam a cidade. É obrigação do poder público fazer valer as leis. Deixar as favelas onde estão apenas mostra o quão desprestigiados estão os órgãos responsáveis por fazer valer as leis contra as ocupações irregulares. No século XIX, Paris era uma cidade doente antes da remoção das favelas e da abertura dos grandes boulevares. Favela não é lugar para seres humanos, mas muitas pessoas preferem que seus empregados morem nos morros próximos para não ter que pagar seu transporte, e inconscientemente perpetuam o modelo casa-grande e senzala. É imperativo desenvolver parcerias com a iniciativa privada, incentivando construções populares com prazo de pagamento de 120 meses. Ao mesmo tempo, o Estado modernizaria o atual modelo de transporte público. Ou seja, soluções existem. É preciso começar logo. (Martha de Aratanha)

A forma enfeiam pertence ao verbo enfear, que ditonga o E do radical em EI nas formas rizotônicas, o que também ocorre com alguns verbos com a vogal I no radical. O único verbo abaixo que NÃO ditonga a vogal do radical em nenhuma de suas formas verbais é:
 

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