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Texto I
Envases sí, envases no….
Por Natalia Lovecchio, partner y responsable
de FMCG (Fast Moving Consumer Goods)
de Loop Business Innovation
La mayor parte de los residuos que producimos están asociados a los envases de alimentos, bebidas y artículos de limpieza por lo que muchas marcas han comenzado a trabajar en la posibilidad de disminuir su impacto medioambiental.
Son conocidos los avances en el desarrollo de nuevos tipos de packaging, más respetuosos con el medio ambiente. Cada vez hay más iniciativas, productos y proyectos que utilizan envases con materiales reciclados e incluso de materiales naturales. Por ejemplo nuevos packagings para líquidos que utilizan 66% menos cantidad de plástico gracias a su exterior de fibras naturales prensadas. Propongo reflexionar sobre otra manera de enfrentar el tema: la venta a granel.
La venta a granel viene aumentando su presencia en grandes superficies donde convive con productos envasados de diferentes niveles de “premiumicidad”. La cadena Alcampo por ejemplo, hace tiempo que viene trabajando en este sentido, y de hecho, sus zonas de compras a granel son cada vez más populares.
A las marcas y distribuidores les cuesta aceptar esta tendencia, pero los consumidores venimos comprando de esta manera desde siempre. ¿Quién no ha comprado té o especies en un mercado? ¿Ha visitado las tiendas de venta de vino a granel? ¿Conoce las tiendas de comercio justo donde puedes comprar productos tan diferentes como café o detergente a granel?
Lo cierto es que aún no aparecen iniciativas que aúnen diferentes tipos de productos y procedencias. Quizá In.gredients, sea una de las primeras iniciativas de tienda zero packaging. La idea consiste en llevar tus propios envases: botella para la leche, huevera, bolsas de tela para frutas y verduras, bote para gel de baño. Por el momento es sólo un proyecto desarrollado en EEUU próximo a su lanzamiento. Cuando inaugure, será la primera tienda de comestibles libre de residuos provocado por los envases.
Lo interesante de analizar es cómo impactan éstas nuevas experiencias de consumo a las marcas. Actualmente es el envase el que identifica el contenido con una marca determinada. ¿Qué pasaría si el envase desaparece? ¿Están preparadas las marcas para vender sus productos a granel?
Disponible en:
<http://www.revistaesposible.org/envases- -si-envases-no>. Acceso en: 22 jun. 2012. Adaptado.
El Texto I es predominantemente argumentativo. Una estrategia típica que confirma dicha afirmación es el (la)
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Bate-papo é telepatia
Antes do advento da internet, “bate-papo” signifi-
cava conversa informal entre duas ou mais pessoas,
em visitas e encontros de corpo e voz presentes.
Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão
animada de bar. Ou, no máximo, à distância, por te-
lefone, no fim do dia, para contar as últimas, falar mal
dos outros ou se indignar com os preços do chuchu e
o resultado do futebol.
Por cartas não se batia papo: no máximo, troca-
vam-se correspondências, impressões, declarações,
notícias da vida. As respostas demoravam dias, se-
manas, meses. Poesia agônica. Extravios. Grandes
verdades e mentiras.
A internet e o e-mail mudaram o ritmo: a troca de
mensagens mais rápida logo permitiu que as “cartas”
pudessem ser curtas, tão curtas quanto frases, tão di-
retas quanto falas, tão sucintas quanto uma palavra,
uma sílaba, um sinal de interjeição.
Ou, mesmo, o vazio, reticente. [...]
Foi no ambiente de e-mails que surgiram os pri-
meiros bate-papos eletrônicos exclusivamente textu-
ais, em grande escala, trazendo toda uma nova gama
de esferas informacionais.
As novas senhoras da mensagem eram palavras
divorciadas de entonação e de expressão, com alto
grau de ambiguidade, mas com intensidade e fre-
quência ilimitadas: a qualquer hora do dia inicia-se,
interrompe-se, termina-se ou continua-se uma con-
versa.[...]
Mas é nas ferramentas de conversa instantânea
das redes sociais (e também nos torpedos de celu-
lar) que, creio, está acontecendo o fenômeno mais
interessante e surpreendente das comunicações in-
terpessoais dos dias de hoje. Certas trocas de infor-
mação, principalmente entre duas pessoas, estão se
transformando, na prática, em formas concretas de
telepatia.
Não que ocorra a transmissão direta de pensa-
mento, energética, via moléculas de ar, entre dois
cérebros emissores de ondas. É mais uma telepatia
lato sensu e aleatória, no sentido de que a probabi-
lidade de o conteúdo transmitido ser semelhante ao
fluxo de pensamento naquela troca sequencial de
informações é altíssima.
Pois, nessas horas, a velocidade frenética com
que se escreve o que vai à mente não deixa muito
espaço para elaboração, censura, reflexão, autoexa-
mes ou juízos de causa-efeito.
O superego fica assim sufocado e o inconsciente
começa a surgir em torrente, a despeito da vontade
do emissor. Este se vê engendrado numa espécie de
fusão com o outro, que se verte num espelho invisí-
vel, e vice-versa, quando o caminho for de mão dupla
confessional.
Assim, vidas inteiras, segredos íntimos, pensa-
mentos transcendentes, temores de momento, impul-
sos inesperados, insights são comerciados em pou-
cos minutos, entre pessoas que mal se conhecem. O
ritmo é muito semelhante ao da associação livre de
ideias, só que o intuito expresso não é o de uma ses-
são de análise nem de um processo formal de escrita
instantânea.
Não é estética, não é arte, que se busca, embora
ela possa estar presente na malha egoica obsessiva
e narcisista que ali se estabelece. É apenas uma von-
tade de conversar convertida em espanto, tempesta-
de, revelação.
A sensação após essas catarses repentinas (às
vezes em série) é de um alívio alienado de si: é pos-
sível até que o emissor sequer se lembre da maioria
das coisas que disse ou para quantas pessoas, e que
o mesmo ocorra com o receptor.
Se o mesmo estiver numa vibração igual, pro-
duzem-se verdadeiros milagres de aconselhamento
e fenômenos epifânicos. [...]
BLOCH, Arnaldo. Bate-papo é telepatia. O Globo, Rio de Janeiro, 2º Caderno. 09 jun. 2012, p.10. Adaptado.
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Bate-papo é telepatia
Antes do advento da internet, “bate-papo” signifi-
cava conversa informal entre duas ou mais pessoas,
em visitas e encontros de corpo e voz presentes.
Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão
animada de bar. Ou, no máximo, à distância, por te-
lefone, no fim do dia, para contar as últimas, falar mal
dos outros ou se indignar com os preços do chuchu e
o resultado do futebol.
Por cartas não se batia papo: no máximo, troca-
vam-se correspondências, impressões, declarações,
notícias da vida. As respostas demoravam dias, se-
manas, meses. Poesia agônica. Extravios. Grandes
verdades e mentiras.
A internet e o e-mail mudaram o ritmo: a troca de
mensagens mais rápida logo permitiu que as “cartas”
pudessem ser curtas, tão curtas quanto frases, tão di-
retas quanto falas, tão sucintas quanto uma palavra,
uma sílaba, um sinal de interjeição.
Ou, mesmo, o vazio, reticente. [...]
Foi no ambiente de e-mails que surgiram os pri-
meiros bate-papos eletrônicos exclusivamente textu-
ais, em grande escala, trazendo toda uma nova gama
de esferas informacionais.
As novas senhoras da mensagem eram palavras
divorciadas de entonação e de expressão, com alto
grau de ambiguidade, mas com intensidade e fre-
quência ilimitadas: a qualquer hora do dia inicia-se,
interrompe-se, termina-se ou continua-se uma con-
versa.[...]
Mas é nas ferramentas de conversa instantânea
das redes sociais (e também nos torpedos de celu-
lar) que, creio, está acontecendo o fenômeno mais
interessante e surpreendente das comunicações in-
terpessoais dos dias de hoje. Certas trocas de infor-
mação, principalmente entre duas pessoas, estão se
transformando, na prática, em formas concretas de
telepatia.
Não que ocorra a transmissão direta de pensa-
mento, energética, via moléculas de ar, entre dois
cérebros emissores de ondas. É mais uma telepatia
lato sensu e aleatória, no sentido de que a probabi-
lidade de o conteúdo transmitido ser semelhante ao
fluxo de pensamento naquela troca sequencial de
informações é altíssima.
Pois, nessas horas, a velocidade frenética com
que se escreve o que vai à mente não deixa muito
espaço para elaboração, censura, reflexão, autoexa-
mes ou juízos de causa-efeito.
O superego fica assim sufocado e o inconsciente
começa a surgir em torrente, a despeito da vontade
do emissor. Este se vê engendrado numa espécie de
fusão com o outro, que se verte num espelho invisí-
vel, e vice-versa, quando o caminho for de mão dupla
confessional.
Assim, vidas inteiras, segredos íntimos, pensa-
mentos transcendentes, temores de momento, impul-
sos inesperados, insights são comerciados em pou-
cos minutos, entre pessoas que mal se conhecem. O
ritmo é muito semelhante ao da associação livre de
ideias, só que o intuito expresso não é o de uma ses-
são de análise nem de um processo formal de escrita
instantânea.
Não é estética, não é arte, que se busca, embora
ela possa estar presente na malha egoica obsessiva
e narcisista que ali se estabelece. É apenas uma von-
tade de conversar convertida em espanto, tempesta-
de, revelação.
A sensação após essas catarses repentinas (às
vezes em série) é de um alívio alienado de si: é pos-
sível até que o emissor sequer se lembre da maioria
das coisas que disse ou para quantas pessoas, e que
o mesmo ocorra com o receptor.
Se o mesmo estiver numa vibração igual, pro-
duzem-se verdadeiros milagres de aconselhamento
e fenômenos epifânicos. [...]
BLOCH, Arnaldo. Bate-papo é telepatia. O Globo, Rio de Janeiro, 2º Caderno. 09 jun. 2012, p.10. Adaptado.
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Bate-papo é telepatia
Antes do advento da internet, “bate-papo” signifi-
cava conversa informal entre duas ou mais pessoas,
em visitas e encontros de corpo e voz presentes.
Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão
animada de bar. Ou, no máximo, à distância, por te-
lefone, no fim do dia, para contar as últimas, falar mal
dos outros ou se indignar com os preços do chuchu e
o resultado do futebol.
Por cartas não se batia papo: no máximo, troca-
vam-se correspondências, impressões, declarações,
notícias da vida. As respostas demoravam dias, se-
manas, meses. Poesia agônica. Extravios. Grandes
verdades e mentiras.
A internet e o e-mail mudaram o ritmo: a troca de
mensagens mais rápida logo permitiu que as “cartas”
pudessem ser curtas, tão curtas quanto frases, tão di-
retas quanto falas, tão sucintas quanto uma palavra,
uma sílaba, um sinal de interjeição.
Ou, mesmo, o vazio, reticente. [...]
Foi no ambiente de e-mails que surgiram os pri-
meiros bate-papos eletrônicos exclusivamente textu-
ais, em grande escala, trazendo toda uma nova gama
de esferas informacionais.
As novas senhoras da mensagem eram palavras
divorciadas de entonação e de expressão, com alto
grau de ambiguidade, mas com intensidade e fre-
quência ilimitadas: a qualquer hora do dia inicia-se,
interrompe-se, termina-se ou continua-se uma con-
versa.[...]
Mas é nas ferramentas de conversa instantânea
das redes sociais (e também nos torpedos de celu-
lar) que, creio, está acontecendo o fenômeno mais
interessante e surpreendente das comunicações in-
terpessoais dos dias de hoje. Certas trocas de infor-
mação, principalmente entre duas pessoas, estão se
transformando, na prática, em formas concretas de
telepatia.
Não que ocorra a transmissão direta de pensa-
mento, energética, via moléculas de ar, entre dois
cérebros emissores de ondas. É mais uma telepatia
lato sensu e aleatória, no sentido de que a probabi-
lidade de o conteúdo transmitido ser semelhante ao
fluxo de pensamento naquela troca sequencial de
informações é altíssima.
Pois, nessas horas, a velocidade frenética com
que se escreve o que vai à mente não deixa muito
espaço para elaboração, censura, reflexão, autoexa-
mes ou juízos de causa-efeito.
O superego fica assim sufocado e o inconsciente
começa a surgir em torrente, a despeito da vontade
do emissor. Este se vê engendrado numa espécie de
fusão com o outro, que se verte num espelho invisí-
vel, e vice-versa, quando o caminho for de mão dupla
confessional.
Assim, vidas inteiras, segredos íntimos, pensa-
mentos transcendentes, temores de momento, impul-
sos inesperados, insights são comerciados em pou-
cos minutos, entre pessoas que mal se conhecem. O
ritmo é muito semelhante ao da associação livre de
ideias, só que o intuito expresso não é o de uma ses-
são de análise nem de um processo formal de escrita
instantânea.
Não é estética, não é arte, que se busca, embora
ela possa estar presente na malha egoica obsessiva
e narcisista que ali se estabelece. É apenas uma von-
tade de conversar convertida em espanto, tempesta-
de, revelação.
A sensação após essas catarses repentinas (às
vezes em série) é de um alívio alienado de si: é pos-
sível até que o emissor sequer se lembre da maioria
das coisas que disse ou para quantas pessoas, e que
o mesmo ocorra com o receptor.
Se o mesmo estiver numa vibração igual, pro-
duzem-se verdadeiros milagres de aconselhamento
e fenômenos epifânicos. [...]
BLOCH, Arnaldo. Bate-papo é telepatia. O Globo, Rio de Janeiro, 2º Caderno. 09 jun. 2012, p.10. Adaptado.
Provas
Bate-papo é telepatia
Antes do advento da internet, “bate-papo” signifi-
cava conversa informal entre duas ou mais pessoas,
em visitas e encontros de corpo e voz presentes.
Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão
animada de bar. Ou, no máximo, à distância, por te-
lefone, no fim do dia, para contar as últimas, falar mal
dos outros ou se indignar com os preços do chuchu e
o resultado do futebol.
Por cartas não se batia papo: no máximo, troca-
vam-se correspondências, impressões, declarações,
notícias da vida. As respostas demoravam dias, se-
manas, meses. Poesia agônica. Extravios. Grandes
verdades e mentiras.
A internet e o e-mail mudaram o ritmo: a troca de
mensagens mais rápida logo permitiu que as “cartas”
pudessem ser curtas, tão curtas quanto frases, tão di-
retas quanto falas, tão sucintas quanto uma palavra,
uma sílaba, um sinal de interjeição.
Ou, mesmo, o vazio, reticente. [...]
Foi no ambiente de e-mails que surgiram os pri-
meiros bate-papos eletrônicos exclusivamente textu-
ais, em grande escala, trazendo toda uma nova gama
de esferas informacionais.
As novas senhoras da mensagem eram palavras
divorciadas de entonação e de expressão, com alto
grau de ambiguidade, mas com intensidade e fre-
quência ilimitadas: a qualquer hora do dia inicia-se,
interrompe-se, termina-se ou continua-se uma con-
versa.[...]
Mas é nas ferramentas de conversa instantânea
das redes sociais (e também nos torpedos de celu-
lar) que, creio, está acontecendo o fenômeno mais
interessante e surpreendente das comunicações in-
terpessoais dos dias de hoje. Certas trocas de infor-
mação, principalmente entre duas pessoas, estão se
transformando, na prática, em formas concretas de
telepatia.
Não que ocorra a transmissão direta de pensa-
mento, energética, via moléculas de ar, entre dois
cérebros emissores de ondas. É mais uma telepatia
lato sensu e aleatória, no sentido de que a probabi-
lidade de o conteúdo transmitido ser semelhante ao
fluxo de pensamento naquela troca sequencial de
informações é altíssima.
Pois, nessas horas, a velocidade frenética com
que se escreve o que vai à mente não deixa muito
espaço para elaboração, censura, reflexão, autoexa-
mes ou juízos de causa-efeito.
O superego fica assim sufocado e o inconsciente
começa a surgir em torrente, a despeito da vontade
do emissor. Este se vê engendrado numa espécie de
fusão com o outro, que se verte num espelho invisí-
vel, e vice-versa, quando o caminho for de mão dupla
confessional.
Assim, vidas inteiras, segredos íntimos, pensa-
mentos transcendentes, temores de momento, impul-
sos inesperados, insights são comerciados em pou-
cos minutos, entre pessoas que mal se conhecem. O
ritmo é muito semelhante ao da associação livre de
ideias, só que o intuito expresso não é o de uma ses-
são de análise nem de um processo formal de escrita
instantânea.
Não é estética, não é arte, que se busca, embora
ela possa estar presente na malha egoica obsessiva
e narcisista que ali se estabelece. É apenas uma von-
tade de conversar convertida em espanto, tempesta-
de, revelação.
A sensação após essas catarses repentinas (às
vezes em série) é de um alívio alienado de si: é pos-
sível até que o emissor sequer se lembre da maioria
das coisas que disse ou para quantas pessoas, e que
o mesmo ocorra com o receptor.
Se o mesmo estiver numa vibração igual, pro-
duzem-se verdadeiros milagres de aconselhamento
e fenômenos epifânicos. [...]
BLOCH, Arnaldo. Bate-papo é telepatia. O Globo, Rio de Janeiro, 2º Caderno. 09 jun. 2012, p.10. Adaptado.
Provas
Bate-papo é telepatia
Antes do advento da internet, “bate-papo” signifi-
cava conversa informal entre duas ou mais pessoas,
em visitas e encontros de corpo e voz presentes.
Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão
animada de bar. Ou, no máximo, à distância, por te-
lefone, no fim do dia, para contar as últimas, falar mal
dos outros ou se indignar com os preços do chuchu e
o resultado do futebol.
Por cartas não se batia papo: no máximo, troca-
vam-se correspondências, impressões, declarações,
notícias da vida. As respostas demoravam dias, se-
manas, meses. Poesia agônica. Extravios. Grandes
verdades e mentiras.
A internet e o e-mail mudaram o ritmo: a troca de
mensagens mais rápida logo permitiu que as “cartas”
pudessem ser curtas, tão curtas quanto frases, tão di-
retas quanto falas, tão sucintas quanto uma palavra,
uma sílaba, um sinal de interjeição.
Ou, mesmo, o vazio, reticente. [...]
Foi no ambiente de e-mails que surgiram os pri-
meiros bate-papos eletrônicos exclusivamente textu-
ais, em grande escala, trazendo toda uma nova gama
de esferas informacionais.
As novas senhoras da mensagem eram palavras
divorciadas de entonação e de expressão, com alto
grau de ambiguidade, mas com intensidade e fre-
quência ilimitadas: a qualquer hora do dia inicia-se,
interrompe-se, termina-se ou continua-se uma con-
versa.[...]
Mas é nas ferramentas de conversa instantânea
das redes sociais (e também nos torpedos de celu-
lar) que, creio, está acontecendo o fenômeno mais
interessante e surpreendente das comunicações in-
terpessoais dos dias de hoje. Certas trocas de infor-
mação, principalmente entre duas pessoas, estão se
transformando, na prática, em formas concretas de
telepatia.
Não que ocorra a transmissão direta de pensa-
mento, energética, via moléculas de ar, entre dois
cérebros emissores de ondas. É mais uma telepatia
lato sensu e aleatória, no sentido de que a probabi-
lidade de o conteúdo transmitido ser semelhante ao
fluxo de pensamento naquela troca sequencial de
informações é altíssima.
Pois, nessas horas, a velocidade frenética com
que se escreve o que vai à mente não deixa muito
espaço para elaboração, censura, reflexão, autoexa-
mes ou juízos de causa-efeito.
O superego fica assim sufocado e o inconsciente
começa a surgir em torrente, a despeito da vontade
do emissor. Este se vê engendrado numa espécie de
fusão com o outro, que se verte num espelho invisí-
vel, e vice-versa, quando o caminho for de mão dupla
confessional.
Assim, vidas inteiras, segredos íntimos, pensa-
mentos transcendentes, temores de momento, impul-
sos inesperados, insights são comerciados em pou-
cos minutos, entre pessoas que mal se conhecem. O
ritmo é muito semelhante ao da associação livre de
ideias, só que o intuito expresso não é o de uma ses-
são de análise nem de um processo formal de escrita
instantânea.
Não é estética, não é arte, que se busca, embora
ela possa estar presente na malha egoica obsessiva
e narcisista que ali se estabelece. É apenas uma von-
tade de conversar convertida em espanto, tempesta-
de, revelação.
A sensação após essas catarses repentinas (às
vezes em série) é de um alívio alienado de si: é pos-
sível até que o emissor sequer se lembre da maioria
das coisas que disse ou para quantas pessoas, e que
o mesmo ocorra com o receptor.
Se o mesmo estiver numa vibração igual, pro-
duzem-se verdadeiros milagres de aconselhamento
e fenômenos epifânicos. [...]
BLOCH, Arnaldo. Bate-papo é telepatia. O Globo, Rio de Janeiro, 2º Caderno. 09 jun. 2012, p.10. Adaptado.
Provas
Texto I
Envases sí, envases no….
Por Natalia Lovecchio, partner y responsable
de FMCG (Fast Moving Consumer Goods)
de Loop Business Innovation
La mayor parte de los residuos que producimos están asociados a los envases de alimentos, bebidas y artículos de limpieza por lo que muchas marcas han comenzado a trabajar en la posibilidad de disminuir su impacto medioambiental.
Son conocidos los avances en el desarrollo de nuevos tipos de packaging, más respetuosos con el medio ambiente. Cada vez hay más iniciativas, productos y proyectos que utilizan envases con materiales reciclados e incluso de materiales naturales. Por ejemplo nuevos packagings para líquidos que utilizan 66% menos cantidad de plástico gracias a su exterior de fibras naturales prensadas. Propongo reflexionar sobre otra manera de enfrentar el tema: la venta a granel.
La venta a granel viene aumentando su presencia en grandes superficies donde convive con productos envasados de diferentes niveles de “premiumicidad”. La cadena Alcampo por ejemplo, hace tiempo que viene trabajando en este sentido, y de hecho, sus zonas de compras a granel son cada vez más populares.
A las marcas y distribuidores les cuesta aceptar esta tendencia, pero los consumidores venimos comprando de esta manera desde siempre. ¿Quién no ha comprado té o especies en un mercado? ¿Ha visitado las tiendas de venta de vino a granel? ¿Conoce las tiendas de comercio justo donde puedes comprar productos tan diferentes como café o detergente a granel?
Lo cierto es que aún no aparecen iniciativas que aúnen diferentes tipos de productos y procedencias. Quizá In.gredients, sea una de las primeras iniciativas de tienda zero packaging. La idea consiste en llevar tus propios envases: botella para la leche, huevera, bolsas de tela para frutas y verduras, bote para gel de baño. Por el momento es sólo un proyecto desarrollado en EEUU próximo a su lanzamiento. Cuando inaugure, será la primera tienda de comestibles libre de residuos provocado por los envases.
Lo interesante de analizar es cómo impactan éstas nuevas experiencias de consumo a las marcas. Actualmente es el envase el que identifica el contenido con una marca determinada. ¿Qué pasaría si el envase desaparece? ¿Están preparadas las marcas para vender sus productos a granel?
Disponible en:
<http://www.revistaesposible.org/envases- -si-envases-no>. Acceso en: 22 jun. 2012. Adaptado.
Natalia Lovecchio discute en el Texto I el (la)
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Antes do advento da internet, “bate-papo” significava conversa informal entre duas ou mais pessoas, em visitas e encontros de corpo e voz presentes.
Um casal de mãos dadas na rua. Uma discussão animada de bar.
Tal trecho está reescrito, sem alteração do sentido e de acordo com a norma-padrão, em:
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Texto I
Envases sí, envases no….
Por Natalia Lovecchio, partner y responsable
de FMCG (Fast Moving Consumer Goods)
de Loop Business Innovation
La mayor parte de los residuos que producimos están asociados a los envases de alimentos, bebidas y artículos de limpieza por lo que muchas marcas han comenzado a trabajar en la posibilidad de disminuir su impacto medioambiental.
Son conocidos los avances en el desarrollo de nuevos tipos de packaging, más respetuosos con el medio ambiente. Cada vez hay más iniciativas, productos y proyectos que utilizan envases con materiales reciclados e incluso de materiales naturales. Por ejemplo nuevos packagings para líquidos que utilizan 66% menos cantidad de plástico gracias a su exterior de fibras naturales prensadas. Propongo reflexionar sobre otra manera de enfrentar el tema: la venta a granel.
La venta a granel viene aumentando su presencia en grandes superficies donde convive con productos envasados de diferentes niveles de “premiumicidad”. La cadena Alcampo por ejemplo, hace tiempo que viene trabajando en este sentido, y de hecho, sus zonas de compras a granel son cada vez más populares.
A las marcas y distribuidores les cuesta aceptar esta tendencia, pero los consumidores venimos comprando de esta manera desde siempre. ¿Quién no ha comprado té o especies en un mercado? ¿Ha visitado las tiendas de venta de vino a granel? ¿Conoce las tiendas de comercio justo donde puedes comprar productos tan diferentes como café o detergente a granel?
Lo cierto es que aún no aparecen iniciativas que aúnen diferentes tipos de productos y procedencias. Quizá In.gredients, sea una de las primeras iniciativas de tienda zero packaging. La idea consiste en llevar tus propios envases: botella para la leche, huevera, bolsas de tela para frutas y verduras, bote para gel de baño. Por el momento es sólo un proyecto desarrollado en EEUU próximo a su lanzamiento. Cuando inaugure, será la primera tienda de comestibles libre de residuos provocado por los envases.
Lo interesante de analizar es cómo impactan éstas nuevas experiencias de consumo a las marcas. Actualmente es el envase el que identifica el contenido con una marca determinada. ¿Qué pasaría si el envase desaparece? ¿Están preparadas las marcas para vender sus productos a granel?
Disponible en:
<http://www.revistaesposible.org/envases- -si-envases-no>. Acceso en: 22 jun. 2012. Adaptado.
La introducción del 4º párrafo del Texto I se construye por medio de la presentación de ideas
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Texto I
Envases sí, envases no….
Por Natalia Lovecchio, partner y responsable
de FMCG (Fast Moving Consumer Goods)
de Loop Business Innovation
La mayor parte de los residuos que producimos están asociados a los envases de alimentos, bebidas y artículos de limpieza por lo que muchas marcas han comenzado a trabajar en la posibilidad de disminuir su impacto medioambiental.
Son conocidos los avances en el desarrollo de nuevos tipos de packaging, más respetuosos con el medio ambiente. Cada vez hay más iniciativas, productos y proyectos que utilizan envases con materiales reciclados e incluso de materiales naturales. Por ejemplo nuevos packagings para líquidos que utilizan 66% menos cantidad de plástico gracias a su exterior de fibras naturales prensadas. Propongo reflexionar sobre otra manera de enfrentar el tema: la venta a granel.
La venta a granel viene aumentando su presencia en grandes superficies donde convive con productos envasados de diferentes niveles de “premiumicidad”. La cadena Alcampo por ejemplo, hace tiempo que viene trabajando en este sentido, y de hecho, sus zonas de compras a granel son cada vez más populares.
A las marcas y distribuidores les cuesta aceptar esta tendencia, pero los consumidores venimos comprando de esta manera desde siempre. ¿Quién no ha comprado té o especies en un mercado? ¿Ha visitado las tiendas de venta de vino a granel? ¿Conoce las tiendas de comercio justo donde puedes comprar productos tan diferentes como café o detergente a granel?
Lo cierto es que aún no aparecen iniciativas que aúnen diferentes tipos de productos y procedencias. Quizá In.gredients, sea una de las primeras iniciativas de tienda zero packaging. La idea consiste en llevar tus propios envases: botella para la leche, huevera, bolsas de tela para frutas y verduras, bote para gel de baño. Por el momento es sólo un proyecto desarrollado en EEUU próximo a su lanzamiento. Cuando inaugure, será la primera tienda de comestibles libre de residuos provocado por los envases.
Lo interesante de analizar es cómo impactan éstas nuevas experiencias de consumo a las marcas. Actualmente es el envase el que identifica el contenido con una marca determinada. ¿Qué pasaría si el envase desaparece? ¿Están preparadas las marcas para vender sus productos a granel?
Disponible en:
<http://www.revistaesposible.org/envases- -si-envases-no>. Acceso en: 22 jun. 2012. Adaptado.
En lo que se refiere al impacto en el medio ambiente, la lectura del primer párrafo del Texto I demuestra que
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