Foram encontradas 410 questões.
Respondida
Na divulgação das demonstrações contábeis das
companhias abertas, para efeito de melhor entendimento
dessas demonstrações, além das notas
explicativas previstas na Lei 6.404/76, a CVM recomenda
também a divulgação:
Respondida
São evidenciados na Demonstração das Mutações
Patrimoniais os montantes:
Respondida
Das assertivas listadas abaixo, identifique aquela
que não é verdadeira.
Respondida
Na verificação de saldos de ágio ou deságio em
investimentos societários em coligadas ou controladas
cujo patrimônio líquido se torna negativo,
em um determinado período, o procedimento
contábil indicado é:
Respondida
Nos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional
(Lei nº 7.492/86):
A
a pessoa jurídica que capta ou administra seguros,
câmbio, consórcio, capitalização ou quaisquer
tipos de poupança, ou recursos de terceiros,
não se equipara à instituição financeira,
para efeito desta Lei.
B
a apresentação, em liquidação extrajudical, de
declaração de crédito ou reclamação falsa não
configura crime.
C
atribuir-se, ou atribuir a terceiro, falsa identidade,
para a realização de operação de câmbio,
não configura crime.
D
a ação penal é promovida perante a Justiça
Comum Estadual.
E
distribuir prospecto ou material de propaganda
relativo a documento representativo de valor
imobiliário, sem autorização escrita da sociedade
emissora, configura crime.
Respondida
Em se tratando de crime de falsa identidade, pode-se
afirmar que:
A
o crime ocorrerá, mesmo se o agente dissimular
ou ocultar a própria identidade sem substituir-se
por outra pessoa e sem atribuir-se nome ou
alguma qualidade a que a lei atribuir efeito jurídico
para a prova de identidade.
B
para a configuração do crime, basta a falsa
atribuição de identidade e, sendo assim, não é
necessário que o agente obtenha vantagem ou
proveito próprio.
C
não constitui crime de falsa identidade, mas a
contravenção penal regulada no artigo 46 da
Lei de Contravenções Penais, a conduta de
usar, publicamente, uniforme ou distintivo de
função que não exerça, bem como usar, indevidamente,
sinal distintivo ou denominação cujo
emprego seja regulado em lei.
D
para a configuração do crime, não é necessário
que o meio utilizado pelo agente seja idôneo a
causar a falsidade, caracterizando-se o ilícito,
mesmo quando a falsidade for grosseira.
E
trata-se de crime contra a Administração Pública.
Respondida
No tocante ao crime de facilitação de contrabando e
descaminho, pode-se afirmar que:
A
quanto ao contrabando, deve-se remeter ao
conceito previsto no art. 334 do Código Penal,
qual seja, o ato fraudulento que se destina a
evitar, total ou parcialmente, o pagamento de
direitos e impostos previstos pela entrada, saída
ou consumo (pagável na alfândega) de mercadorias.
B
para a configuração do crime, o sujeito ativo
não precisa estar no exercício de sua função.
C
quanto à figura do descaminho, inclui-se a subreptícia
importação ou exportação de mercadoria
sem trânsito pela alfândega.
D
o funcionário público que participar do fato sem
que esteja no exercício de sua função responderá
pelo crime de contrabando, previsto no art.
334 do Código Penal, como qualquer particular,
diante da regra geral do art. 29 do mesmo diploma
legal.
E
para a configuração do crime, a lei exige finalidade
especial, consistente na vantagem recebida,
ou promessa de vantagem.
Respondida
Configura estado de necessidade e, portanto exclui a
ilicitude do fato:
Respondida
Quanto ao princípio da legalidade penal pode-se
dizer que:
Respondida
Em relação a processos tributários, é correto afirmar
que:
A
não cabe ação civil pública para veicular pretensões
que envolvam tributos, cujos beneficiários
podem ser individualmente determinados,
exceto na hipótese de ser requerida
pelo Ministério Público com a finalidade de
impugnar ato administrativo executado com
base em lei que instituiu ou majorou tributo
sem a observância de princípio constitucional
garantidor de direitos dos contribuintes.
B
o pedido de mandado de segurança poderá
ser renovado, se a decisão judicial denegatória
não lhe houver apreciado o mérito.
C
revela-se juridicamente admissível a propositura
de ação de execução fiscal, antes de
estar o crédito tributário inscrito em dívida
ativa da Fazenda Pública, desde que tenha
sido proferida decisão definitiva pelo órgão
competente de julgamento administrativo, da
qual não mais caiba recurso, no correspondente
processo administrativo tributário.
D
o seguimento de recursos que visem questionar
decisão confirmatória de lançamento de
crédito tributário, interpostos pelo contribuinte
para a segunda instância administrativa, não
pode ficar condicionado à exigência de depósito
prévio, ainda que estabelecida em lei
ordinária, em face de evidente inconstitucionalidade
de tal exigência, tendo em vista o
preceito constitucional que assegura aos
litigantes, em processo administrativo, o direito
ao contraditório e à ampla defesa.
E
o prazo de prescrição da ação anulatória de
decisão administrativa que denegar restituição
de tributos não se interrompe pelo início
da referida ação judicial.