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Foram encontradas 50 questões.

1141591 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Um projeto desenvolvido pelo Serviço Social numa prefeitura é direcionado aos estudos dos casos de dependência química entre os servidores municipais. O assistente social responsável pelo projeto coordena, elabora, executa, supervisiona e avalia estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de atuação. De acordo com a Lei de Regulamentação da Profissão do Assistente Social – Lei nº 8. 662/93 – estas ações constituem:
 

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1135610 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Numa secretaria de saúde de uma prefeitura do interior uma assistente social deseja fazer um curso de especialização em saúde do trabalhador. Segundo o Código de Ética do Assistente Social em vigor cabe à chefia do Serviço Social:
 

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1118379 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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A respeito das prerrogativas constitucionais dos municípios, é correto afirmar que:

 

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1110401 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de São Gonçalo é uma autarquia municipal criada pela Lei nº 036, de 27 de dezembro de 1989 e regulamentada pelo Decreto nº 039, de 18 de junho 1990. O objetivo fundamental do IPASGé:

 

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1104490 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Rodolfo, servidor público estável, foi condenado por crime de peculato porque furtara um computador da repartição em que trabalhava. Transitada em julgado a sentença condenatória, o servidor foi conduzido ao cárcere e ainda perdeu seu cargo público efetivo. Considerando a narrativa acima, bem como as normas constitucionais atuais, pode-se afirmar que:

 

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1098499 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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O serviço social do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de São Gonçalo cria um programa de atendimento aos servidores com demandas previdenciárias. Neste grupo há a participação de servidores e seus dependentes das diversas secretarias que compõem o executivo municipal. Segundo o Código de Ética Profissional do Assistente Social em vigor, no que se refere à relação do profissional com os usuários, alguns deveres são pertinentes à ação profissional. Dentre eles, podemos destacar:
 

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1092348 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Para enfatizar argumento usado no texto, a autora recorre a figura de sintaxe em:
 

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1086054 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Sobre as penalidades disciplinares aplicáveis aos servidores públicos do município de São Gonçalo, é correto afirmar que:

 

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1084518 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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A Lei Orgânica da Assistência Social – Lei nº 8.742/93 – estabelece uma nova matriz para a assistência social brasileira, iniciando um processo que tem como perspectiva:
 

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1067881 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Em relação ao papel desempenhado na argumentação, é INSUSTENTÁVEL o comentário que se faz acerca de:
 

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