Foram encontradas 50 questões.
O caso clínico abaixo é referente à questão.
Uma mulher de 62 anos, há seis meses apresenta alterações do comportamento, querendo vestir sempre a mesma roupa e comer sempre no mesmo horário, com uma preocupação exagerada com as horas do dia. Há três meses, ficou mais impulsiva e agressiva, piorou as compulsões e passou a ficar perambulando a noite quase toda. Há dois meses apresenta episódios de hipersexualidade. Está em uso de clonazepan em gotas para dormir à noite, porém sem apresentar melhora do quadro.
A melhor hipótese diagnóstica para o quadro descrito é:
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Mulher de 78 anos inicia tratamento de depressão com paroxetina. Após sete dias fica sonolenta e confusa. O distúrbio metabólico mais provável é:
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As Equipes de Saúde da Família (ESF) são compostas por, no mínimo:
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A Diretriz “2014 Evidence-Based Guideline for the Management of High Blood Pressure in Adults - Eighth Joint National Committee (JNC 8)”, recentemente publicada, recomenda que para pacientes com idade ≥60 anos, sem doença renal e sem diabetes mellitus a pressão arterial alvo deve ser:
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A manobra de Dix-Hallpike é instrumento utilizado para avaliar ou diagnosticar:
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Texto I
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
[...]
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p.77-80)
O fragmento “Já não sei se o que me resta dele”, apresenta vários pronomes. Assinale a opção que não contenha um exemplo, corretamente analisado, dessa classe gramatical.
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- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos de NacionalidadeBrasileiros Natos e NaturalizadosDistinções Constitucionais
A Constituição da República Federativa do Brasil, entre os direitos e garantias fundamentais, tratou dos direitos de nacionalidade. A esse respeito, indique a alternativa incorreta:
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Paciente de 79 anos apresenta bradicinesia e rigidez muscular em dimídeo esquerdo há cinco anos. Iniciado terapia com levodopa e carbidopa há quatro anos. Há seis meses relata alteração da memória, da atenção e perdeu-se na rua próxima de casa. Ao exame: bradicinesia, roda denteada em membro superior esquerdo, comprometimento cognitivo objetivo. O diagnóstico provável, segundo os critérios atuais é:
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Texto I
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
[...]
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p.77-80)
A escolha do autor por um narrador personagem permite que:
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Sobre a avaliação funcional do idoso, assinale a alternativa correta:
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