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Foram encontradas 164 questões.

2448128 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refer to question.
Godzilla’s grandchildren
In Japan there is no kudos in going to jail for your art. Bending the rules, let alone breaking them, is largely taboo. That was one reason Toshinori Mizuno was terrified as he worked undercover at the Fukushima Dai-ichi nuclear-power plant, trying to get the shot that shows him in front of the mangled third reactor holding up a referee’s red card. He was also terrified of the radiation, which registered its highest reading where he took the photograph. The only reason he did not arouse suspicion, he says, is because he was in regulation radiation kit. And in Japan people rarely challenge a man in uniform.

Mr. Mizuno is part of ChimPom, a six-person collective of largely unschooled artists who have spent a lot of time getting into tight spots since the disaster, and are engagingly thoughtful about the results.

It is easy to dismiss ChimPom’s work as a publicity stunt. But the artists’ actions speak at least as loudly as their images. There is a logic to their seven years of guerrilla art that has become clearer since the nuclear disaster of March 11th 2011. In fact, Noi Sawaragi, a prominent art critic, says they may be hinting at a new direction in Japanese contemporary art.

Radiation and nuclear annihilation have suffused Japan’s subculture since the film Gojira (the Japanese Godzilla) in 1954. The two themes crop up repeatedly in manga and anime cartoons.

Other young artists are ploughing similar ground. Kota Takeuchi, for instance, secretly took a job at Fukushima Dai-ichi and is recorded pointing an angry finger at the camera that streams live images of the site. Later he used public news conferences to pressure Tepco, operator of the plant, about the conditions of its workers inside. His work, like ChimPom’s, blurs the distinction between art and activism.

Japanese political art is unusual and the new subversiveness could be a breath of fresh air; if only anyone noticed. The ChimPom artists have received scant coverage in the stuffy arts pages of the national newspapers. The group held just one show of Mr. Mizuno’s reactor photographs in Japan. He says: “The timing has not been right. The media will just want to make the work look like a crime.”
Internet: <www.economist.com> (adapted).
According to the text, judge if the following item are right (C) or wrong (E).

Toshinori Mizuno was more concerned with the radiation he was exposed to while he was at the nuclear-power plant than with the fact that his art challenged the Japanese established rules.
 

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2448127 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Julgue (C ou E) o próximo item, relativo à formação histórica do território brasileiro.

Mesmo após cinco séculos de ocupação e povoamento, a configuração atual do território brasileiro permanece conforme a implantação das capitanias hereditárias.
 

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2448126 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Julgue (C ou E) o próximo item, relativo à formação histórica do território brasileiro.

Os séculos XVII e XVIII constituem marcos da exploração de imensas propriedades rurais, com limites mal definidos, doadas pela Coroa portuguesa a aristocratas portugueses.
 

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2448125 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Julgue (C ou E) o próximo item, relativo à formação histórica do território brasileiro.

No início do século XX, o governo brasileiro assegurou a posse de novas terras por meio de acordos diplomáticos que envolveram questões fronteiriças com a Argentina, Bolívia, Colômbia, Peru e Suriname, nos quais se destacou a figura do Barão do Rio Branco.
 

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2448124 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Julgue ( C ou E) o próx imo item, relativo à formação histórica do território brasileiro.

A formação histórica do território brasileiro iniciou-se com a assinatura do Tratado de Madri, que determinou, por meio da criação de uma linha imaginária, o primeiro limite territorial da colônia portuguesa nas Américas.
 

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2448123 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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O Brasil, que sempre se caracterizou pela existência, em uma região ou em outra, de fronteira de povoamento, viu, com o processo de industrialização do campo, o aparecimento de fronteiras de modernização nas quais se verificaram profundas transformações socioespaciais. Ambos os tipos de fronteira suscitam novos centros de comercialização e beneficiamento de produção agrícola, de distribuição varejista e prestação de serviços ou, em muitos casos, de centros que já nascem como reservatórios de uma força de trabalho temporária.

R. L. Corrêa. Estudos sobre a rede urbana. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 2006, p. 323 (com adaptações).

A partir das informações apresentadas no texto acima, julgue (C ou E) o item seguinte.

Contraditoriamente, a criação de novos centros urbanos acentuou a concentração espacial da população brasileira, o que se evidencia na distribuição populacional ainda marcada por vazios populacionais e pela existência de um processo de fragmentação da rede urbana.

 

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2448122 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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O Brasil, que sempre se caracterizou pela existência, em uma região ou em outra, de fronteira de povoamento, viu, com o processo de industrialização do campo, o aparecimento de fronteiras de modernização nas quais se verificaram profundas transformações socioespaciais. Ambos os tipos de fronteira suscitam novos centros de comercialização e beneficiamento de produção agrícola, de distribuição varejista e prestação de serviços ou, em muitos casos, de centros que já nascem como reservatórios de uma força de trabalho temporária.
R. L. Corrêa. Estudos sobre a rede urbana. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 2006, p. 323 (com adaptações).
A partir das informações apresentadas no texto acima, julgue (C ou E) o item seguinte.

Sob o impacto da globalização, as transformações mencionadas no texto provocam uma menor diferenciação entre os centros urbanos, que passam a desempenhar as mesmas funções na rede urbana, ou seja, a de reservatórios de força de trabalho temporária.
 

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2448121 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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O Brasil, que sempre se caracterizou pela existência, em uma região ou em outra, de fronteira de povoamento, viu, com o processo de industrialização do campo, o aparecimento de fronteiras de modernização nas quais se verificaram profundas transformações socioespaciais. Ambos os tipos de fronteira suscitam novos centros de comercialização e beneficiamento de produção agrícola, de distribuição varejista e prestação de serviços ou, em muitos casos, de centros que já nascem como reservatórios de uma força de trabalho temporária.

R. L. Corrêa. Estudos sobre a rede urbana. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 2006, p. 323 (com adaptações).

A partir das informações apresentadas no texto acima, julgue (C ou E) o item seguinte.

Dado o processo de industrialização do campo, resultante da modernização das técnicas e das relações sociais de produção, a maior parte da força de trabalho da produção agrícola concentra-se nas grandes propriedades, o que reduz o índice de subemprego e atenua a baixa produtividade rural.

 

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2448120 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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(...)

Língua do meu Amor velosa e doce,
que me convences de que sou frase,
que me contornas, que me vestes quase,
como se o corpo meu de ti vindo me fosse.
Língua que me cativas, que me enleias
os surtos de ave estranha,
em linhas longas de invisíveis teias,
de que és, há tanto, habilidosa aranha...

Língua-lâmina, língua-labareda,
língua-linfa, coleando, em deslizes de seda...
Força inféria e divina
faz com que o bem e o mal resumas,
língua-cáustica, língua-cocaína,
língua de mel, língua de plumas?...

Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,
amo-te como todas as mulheres
te amam, ó língua-lama, ó língua-resplendor,
pela carne de som que à ideia emprestas
e pelas frases mudas que proferes
nos silêncios de Amor!...

Gilka Machado. Lépida e leve. In: Poesias completas. Rio de Janeiro: Cátedra/INL, 1978, p. 179.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do poema acima, assinale a opção correta.

 

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2448119 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Ah, o brasileiro mata e morre por uma frase.

Há um velho e obtuso preconceito segundo o qual todas as frases querem dizer alguma coisa. Nem sempre. Certas frases vivem, precisamente, de mistério e de suspense. A nitidez seria fatal. Escrevi isso para chegar a uma verdade eterna, ou seja: a pequena causa, ou o motivo irrelevante, pode produzir um grande efeito.

Não sei se vocês acompanharam, pelos jornais, o episódio do paletó. Era em Brasília. E para lá embarcou uma comissão dos “Cem mil” que ia avistar-se com o presidente Costa e Silva. Um dos seus membros era meu amigo, que pôs o seu melhor terno e a sua melhor gravata. A comissão ia resolver problemas de alta transcendência, ia propor nobilíssimas e urgentíssimas reivindicações.

E lá chegam os intelectuais e estudantes. Entra a comissão e vem o assessor da presidência espavorido. Os dois estudantes não têm paletó, nem gravata. E, como o protocolo exigia uma coisa e outra, era preciso que ambos se compusessem.

Pode, não pode, e criou-se o impasse. O diabo é que o problema era aparentemente insolúvel. Felizmente, surgiu a ideia: — dois contínuos emprestariam tanto o paletó como a gravata. Mas os estudantes não aceitaram. Absolutamente. Queriam ser recebidos sem paletó e sem gravata. Outros assessores vieram. Discute daqui, dali. Apelos patéticos.

Vejam como um nada pode mudar a direção da História. De repente, os estudantes presos, o Calabouço, as Reformas, tudo, tudo passou para um plano secundário ou nulo. Os dois estudantes faziam pé firme. O paletó e a gravata eram agora “O inimigo”. Vesti-los seria a abjeção suprema, a humilhação total, a derrota irreversível.

O rádio e a TV pediam paletós e gravatas, assim como quem pede remédios salvadores. Paletós de luxo e gravatas de Paris, de Londres, de Berlim foram doados. Mas os dois permaneciam inexpugnáveis. Gravata, não! Paletó, jamais! O Poder os esperava e, dócil ao protocolo, de gravata e paletó.

Se um de nós por lá aparecesse, haveria de imaginar que tudo estava resolvido, e tinham sido atendidas as reivindicações específicas da classe. Claro! Uma vez que se discutiam paletós e gravatas, como se aquilo fosse uma assembleia acadêmica de alfaiates, a “Grande Causa” estava vitoriosa. Libertados os estudantes, aberto, e de par em par, o Calabouço, e substituída toda a estrutura do ensino. E continuava a “Resistência”, muito mais épica e muito mais obstinada do que a francesa na guerra. Até que, de repente, veio do alto a ordem: — “Manda entrar, mesmo sem paletó, mesmo sem gravata.” Era a vitória. E, por um momento, os presentes tiveram a vontade de cantar o Hino Nacional.

Nelson Rodrigues. A frase. In: A cabra vadia – novas confissões. Rio de Janeiro: Agir, 2007, p. 267-70 (com adaptações).

Considerando os aspectos linguísticos e estilísticos do texto, bem como a argumentação nele desenvolvida, julgue (C ou E) o item.

A letra inicial maiúscula e as aspas na palavra “Resistência” (linha 22) são recursos estilísticos empregados para destacar a atitude insurgente dos estudantes, comparada, no texto, à dos franceses na Segunda Guerra.

 

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